
History, Science and Nature
Mai 3, 2018 | Artigos, Publicações

History, Science and Nature: boundless frontiers…
- Ângela Salgueiro, Maria de Fátima Nunes, Sara Albuquerque & José Pedro Sousa Dias
- 2018
- Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science
- Volume 7, Número 1
- 9-14
- Idioma: Inglês
- DOI: 10.21664/2238-8869.2018v7i1.p09-14
- ISSN: 2238-8869
Introdução à secção especial “História, Ciência e Natureza”, coordenada pelos autores.
Excerto:
The interface between History, Science and Nature is dynamic and vital for deepening knowledge about the uses of the planet and nature (Earth / Oceans / Seas), understanding it as an agent of modernization of economic, social, scientific and cultural of states and nations (Horden et al. 2006; Rozwadowski 2014; García 2014). Nature can also be seen as an agent of new scientific and cultural practices of sociabilities, representative of new political, philosophical and social ideals, in which the production, circulation and appropriation of knowledge and its techniques is a reality (Wigen 2006; Brito 2010; Salgueiro et al. 2014). There is a brave new world waiting for new relations that unite different spatialities and mentalities, enhancing intercultural encounters, manifested in official reports, explorers’ reports, and the constitution of libraries, museums, collections and scientific objects (Lopes 2009; Felismino 2014; Granato & Lourenço 2014; Albuquerque 2015; Nunes 2016; Pereira 2017).
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Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
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Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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