
Shipbuilding and Ship Repair Workers around the World
Mar 2, 2017 | Livros, Publicações

Shipbuilding and Ship Repair Workers around the World: Case Studies 1950-2010
- Raquel Varela, Hugh Murphy & Marcel van der Linden (Eds.)
- 2017
- Amsterdam: Amsterdam University Press
- ISBN: 9789462981157
- Idioma: Inglês
- 748 pp.
Maritime trade is the backbone of the world’s economy. Around ninety percent of all goods are transported by ship, and since World War II, shipbuilding has undergone major changes in response to new commercial pressures and opportunities. Early British dominance, for example, was later undermined in the 1950s by competition from the Japanese, who have since been overtaken by South Korea and, most recently, China. The case studies in this volume trace these and other important developments in the shipbuilding and ship repair industries, as well as workers’ responses to these historic transformations.
Raquel Varela. Researcher at the Institute for Contemporary History of Universidade Nova de Lisboa, where she coordinates the Study Group on Global History of Labour and Social Conflicts. Recent book: História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-1975 (Lisbon, 2014).
Hugh Murphy. Visiting Reader in Maritime History, National Maritime Museum, Royal Museums Greenwich and Professor in the Department of Economic and Social History, University of Glasgow. He has published widely on business and economic history, particularly on the history of British shipbuilding during the twentieth century.
Marcel van der Linden. Senior Research Fellow at IISH, the institution of which he has been the research director between 2001 and 2014. He is also Professor of Social Movement History at the University of Amsterdam. Recent book: Workers of the World. Essays toward a Global Labor History (Leiden and Boston, 2010).
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Aula aberta de Tommaso di Carpegna Falconieri, Investigador Visitante no IHC, sobre medievalismo, a Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores. Medievalism as Method: Reframing the Discipline
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Aula aberta de Tommaso di Carpegna Falconieri, Investigador Visitante no IHC, sobre medievalismo, a Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores.
Medievalism as Method: Reframing the Discipline of Medieval Studies
Tommaso di Carpegna Falconieri doutorou-se em História Medieval pela Universidade Católica de Milão. Desde 1998, é professor na Universidade de Urbino, onde ocupa, actualmente, o cargo de Professor Catedrático de História Medieval. Os seus principais temas de investigação são a história de Roma, da Igreja Romana e da Itália Central na Idade Média, com um foco específico nas fontes históricas e nas relações entre o facto histórico e a sua representação no imaginário. Actualmente, os seus interesses focam-se também nas representações da Idade Média após a Idade Média, os chamados medievalismos. Sobre este assunto publicou o livro intitulado Medioevo militante (Einaudi), também traduzido para espanhol (El presente medieval, Icaria), para francês (Médiéval et militante, Publications de la Sorbonne) e para inglês (The Militant Middle Ages, Brill). As suas publicações mais recentes incluem: Nel labirinto del passato. 10 modi di riscrivere la storia (Laterza, 2020); Cola di Rienzo (Salerno Editrice, 2024); La Storia al contrario (Salerno editrice, 2025).
Esta aula aberta é destinada a todas/os as/os estudantes e aqueles/as interessadas/os na Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores.
A iniciativa é organizada pelo Instituto de Estudos Medievais e o Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto de Estudos Medievais da Universidade NOVA de Lisboa

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O novo livro de Victor Pereira, uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, vai ser lançado no Institut Français du Portugal, numa conversa com Rita
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O novo livro de Victor Pereira, uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, vai ser lançado no Institut Français du Portugal, numa conversa com Rita Rato.
O povo é quem mais ordena. A revolução dos cravos 1974-1976
Mais do que o derrube de uma ditadura pelo exército, a Revolução dos Cravos desencadeou uma profunda transformação económica, social, cultural e democrática em Portugal. Em 25 de Abril de 1974, jovens oficiais, apoiados por uma grande parte da população, derrubaram o Estado Novo, regime autoritário instaurado por António de Oliveira Salazar em 1933. A queda desta ditadura com mais de quarenta anos precipitou também o fim de um dos principais impérios coloniais europeus. O Povo é Quem mais Ordena aborda não só a dinâmica revolucionária, as tensões entre os partidos políticos e os militares e os receios diplomáticos internacionais que a revolução provocou, mas também os diferentes movimentos sociais que tentaram transformar radicalmente a sociedade portuguesa. Trata-se de uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, que pensa em conjunto elementos que raramente são analisados de forma integrada.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 7:00 pm - 8:00 pm
Organizador
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