
Circuito da Pólvora Negra de Vale de Milhaços (Seixal-Portugal)
Dez 21, 2017 | Capítulos, Publicações

Circuito da Pólvora Negra de Vale de Milhaços (Seixal-Portugal): patrimonialização e gestão do património
- Graça Filipe
- Pensar y Actuar sobre el patrimonio Industrial en el Territorio. Colección “Los Ojos de la Memoria”. Volumen 19
- Miguel Angel Alvarez Areces (Ed.)
- 2017
- Gijón: Ed. CICEES
- Idioma: Português
- ISBN: 978-84-945966-3-6
Sobre o livro:
El patrimonio de la industrialización es memoria y herencia cultural en el territorio, necesita de un nuevo paradigma, tanto para su conservación y su puesta en valor, como para adaptarse a las necesidades y objetivos culturales y económicos aplicados en programas de desarrollo en entornos urbanos.La publicación de este volumen 19 de “Ojos de la Memoria” tiene tres apartados: Nuevos enfoques en la arqueología y patrimopnio industrial, un segundo tema es Patrimonio Industrial y Economías urbanas, y el tercero acerca de Redes y transmisión de conocimientos en el patrimonio. Consta de 64 trabajos con experiencias locales e internacionales.
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Escola Secundária de Camões
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