
Identificação do destroço do Caça-minas Roberto Ivens
Nov 20, 2018 | Capítulos, Publicações

Identificação do destroço do Caça-minas Roberto Ivens
- Paulo Costa
- A Marinha Portuguesa na Grande Guerra (1916-1918). O afundamento do caça-minas Roberto Ivens
- Carlos Valentim & Paulo Costa (Coords.)
- 2018
- Lisboa: Comissão Cultural de Marinha
- Idioma: Português
- ISBN: 978-989-8159-83-0
- Depósito legal: 449947/18
- 165-174 p.
Excerto do Prefácio:
Alguns dos factos apresentados neste livro demoraram mais de 100 anos para serem relatados…
Nesta obra, para além do seu enquadramento em todo o contexto da Grande Guerra, são registados vários factos, alguns dos quais ocultados aquando do seu acontecimento: o afundamento do um navio e a perda de vidas humanas, a sua descoberta e identificação, o reavivar da sua memória e dos que nele cumpriram a sua última missão.
Este livro resulta da conjugação de várias vontades e da colaboração entre diferentes instituições, militares e civis, nas diversas actividades do projecto de investigação relacionado com o afundamento do Caça-minas Roberto Ivens.
(…)
Os autores, com a publicação deste livro, dão um contributo importante para a compreensão do afundamento do primeiro navio, facto relevante na participação da Marinha Portuguesa na Grande Guerra.
Augusto Mourão Ezequiel
Vice-Almirante REF
Diretor da Comissão Cultural de Marinha
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Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
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Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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