
Depicting the Invisible
Mai 10, 2018 | Artigos, Publicações

Depicting the Invisible: Welwitsch’s Map of Travellers in Africa
- Sara Albuquerque & Silvia Figueirôa
- 2018
- Earth Sciences History
- Volume 37, Número 1
- 109-129
- Idioma: Inglês
- DOI: 10.17704/1944-6178-37.1.109
- ISSN: 0736-623X / 1944-6187 (online)
This paper addresses a nineteenth century African manuscript map which has hitherto remained ‘invisible’. This manuscript was produced by Friedrich Welwitsch (1806–1872), an Austrian botanist in the service of the Portuguese government, and held by the National Museum of Natural History and Science, University of Lisbon Museums/Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Museus da Universidade de Lisboa, Portugal (MUHNAC). This historical document contains names of several travellers, many of them ‘invisible’ explorers, located in different parts of the African continent, depicting the relationships in both a visual and geographical way with notes and relevant historical observations. Welwitsch, as so many contemporary fellow botanists, was in contact with many scientists, exchanging not only correspondence but knowledge and collections. This map is a key document, a true hub of Welwitsch’s network of knowledge in which the scientific networks, the types of actors, interactions, methodologies and practices of botany are revealed, providing insights into the botanical exchanges that contributed to the making of Welwitsch’s African collections.
Palavras-chave:
Africa, botany, Friedrich Welwitsch, Iter Angolense, manuscript map
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Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
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Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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