
António José Nunes da Glória
Mar 28, 2019 | Capítulos, Publicações

António José Nunes da Glória
- Elisabete Santos Pereira
- Dicionário Quem é Quem na Museologia Portuguesa
- Emília Ferreira, Joana d’Oliva Monteiro & Raquel Henriques da Silva (Coords.)
- 2019
- Lisboa: Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/NOVA
- Idioma: Português
- ISBN: 978‑989‑54405‑0‑4
- 131-133 p.
Excerto:
Vila Nova de Portimão [Faro], 1842 – Bensafrim [Lagos], 1916
António José Nunes da Glória era conhecido na região algarvia, onde residia, pelos restauros das igrejas paroquiais da Mexilhoeira Grande e de Bensafrim. Nas antigas paróquias de Albufeira, Porches e Barão de São João procedeu também a restauros de esculturas e foi igualmente autor de várias telas, entre elas a pintura da Assunção de Nossa Senhora da paróquia da Mexilhoeira Grande (Simões, 2007, 263; Rosa, 1958). Interessou -se também pela Arqueologia e o seu contributo tornou -se relevante para o desenvolvimento desta área do conhecimento. Na região algarvia descobriu um dos mais importantes sítios arqueológicos de Portugal, efetuou preciosas ilustrações científicas e identificou e divulgou dezenas de objetos e estruturas.
Sobre o livro:
O Dicionário Quem é Quem na Museologia Portuguesa, acessível no site do Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (IHA—FCSH/NOVA), é um projeto em curso da linha de investigação Estudos de Museus. Como objetivo fundamental, propõe-se facultar uma visão abrangente, um conhecimento preciso e uma valorização atualizada das personalidades ligadas à museologia portuguesa, atuantes em diferentes tipologias científicas. Visa contribuir, também, para uma mais ampla compreensão da história dos museus e da museologia. Inscrita na tipologia de iha-seed-projects (micro-projetos), uma das linhas estruturais estratégicas do IHA—FCSH/NOVA, aposta nas virtualidades da publicação online em acesso aberto, potenciadora de uma proveitosa interação entre utilizadores e recursos, em permanente atualização. O primeiro volume do Dicionário é dedicado a personalidades da museologia portuguesa que desenvolveram a sua atividade entre o século XVIII e os anos 1960. Esta delimitação temporal é meramente operativa e conjuntural: entendeu-se que é necessária maior distância cronológica para se estudar o impacto das ações e das contribuições teóricas e profissionais dos biografados que estão ainda em atividade ou deixaram de estar em tempos muito recentes. No entanto, considera-se que a continuação do projeto permitirá agendar a sua indispensável atualização
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Palestra de Eugénie Mérieau, professora associada da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, sobre as globalizações do estado de emergência, o conceito de «direito global» e os seus intervenientes, as abordagens liberais
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Palestra de Eugénie Mérieau, professora associada da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, sobre as globalizações do estado de emergência, o conceito de «direito global» e os seus intervenientes, as abordagens liberais e autoritárias e as relações de poder a nível nacional, regional e global.
“Geopolitics of States of Exception”
Eugénie Mérieau (Associate Professor at University Paris 1 Panthéon-Sorbonne)
In response to the Covid pandemic, a large number of countries around the world have declared a ‘public health’ state of emergency. Two decades earlier, in the aftermath of 9/11, the United Nations contributed to the global normalisation of this mechanism through its anti-terrorism resolutions. The state of emergency now appears to be establishing itself as the ‘technical’ response to all the challenges of the 21st century: pandemics, terrorism, crises of representative democracy… right up to an environmental state of emergency that is bound to arrive.
Yet history teaches us that the state of emergency is a key gateway between democracy and dictatorship.
Through a historical, legal and geopolitical analysis, Eugénie Mérieau outlines the successive globalisations of a state of emergency, initially conceived as a liberal tool of colonial governance, and explores how ‘global law’ and its actors draw upon this concept and its practice to impose a liberal-authoritarian approach to regulating power relations at national, regional and global levels.
ENTRADA LIVRE

Tempo
(Sexta-feira) 11:00 am
Localização
NOVA FCSH, sala C112, Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
"Os Desafios de um Arquivo de História Oral" Com Pedro Félix, Silvestre Lacerda, Ricardo Noronha, Nuno David, Luísa Tiago Oliveira, Sónia Ferreira, Francisco Bairrão
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Detalhes do Evento
“Os Desafios de um Arquivo de História Oral”
Com Pedro Félix, Silvestre Lacerda, Ricardo Noronha, Nuno David, Luísa Tiago Oliveira, Sónia Ferreira, Francisco Bairrão Ruivo, Luís Trindade, António Louça e Victor Pereira
Mesa-redonda organizada pelo projeto de investigação “Memória e Revolução”, desenvolvido no Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH, em colaboração com o Museu do Aljube – Resistência e Liberdade. O projeto propõe-se construir um corpus de história oral sobre a militância de base no processo revolucionário de 1974-75, que será futuramente depositado no Arquivo Nacional de Som. A mesa-redonda reunirá historiadores, antropólogos, arquivistas e outros especialistas na conservação e proteção de dados, que discutirão as potencialidades, mas também as dificuldades (epistemológicas, técnicas e éticas) inerentes à formação de um arquivo de história oral.
ENTRADA LIVRE

A sessão insere-se nas atividades do projeto GRASSROOTS – Memória e Revolução. Um arquivo de história oral da militância de base no processo revolucionário de 1974-75 (2023.10625.25ABR).
Tempo
(Sexta-feira) 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Museu do Aljube
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