
Objects, Histories and Encounters
Mai 11, 2018 | Artigos, Publicações

Objects, Histories and Encounters: British Guiana Seen Through Balata
- Sara Albuquerque
- 2018
- Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science
- Volume 7, Número 1
- 124-141
- Idioma: Inglês
- DOI: 10.21664/2238-8869.2018v7i1.p124-141
- ISSN: 2238-8869
Artigo integrado na secção especial “História, Ciência e Natureza”, coordenada por Ângela Salgueiro, Maria de Fátima Nunes, Sara Albuquerque e José Pedro Sousa Dias.
Resumo:
Balata or bullet tree of Guiana was known as one of the finest forest trees of British Guiana. This paper is based on reports from the 19th and 20th centuries (mainly from George Jenman and Everard im Thurn), publications, newspapers, and correspondence on British Guiana’s balata, a rubber-like material. These references were cross-referenced with objects related to balata that are now preserved at the collection of Economic Botany, Royal Botanic Gardens, Kew, as well as with contemporary reports from Guyanese Amerindian. By doing this, a more precise image of this less known rubber material from Guyana came forth, as well as the issues and histories behind it, namely the cross-cultural encounters, the objects significance and their context, and how the colony was managed. Despite the fact that balata was seen, during the last years of the 19th century, as an alternative commodity and a possible answer to the sugar crisis, not much was done to improve its trade.
Palavras-chave:
Balata; Guiana Britânica; Everard im Thurn (1852-1932); George Samuel Jenman (1845- 1902)
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O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
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