
Les fronteres del feixisme
Jun 14, 2018 | Capítulos, Publicações

Les fronteres del feixisme
- Steven Forti
- El catalanisme davant del feixisme (1919-2018)
- Enric Ucelay-Da Cal, Arnau Gonzàlez i Vilalta e Xosé Manoel Núñez Seixas (Eds.)
- 2018
- Girona: Editorial Gregal
- Idioma: Catalão
- ISBN: 978-84-17082-73-4
- Páginas: 67-90
No capítulo deste livro, a questão das fronteiras do fascismo como um fenómeno histórico na Europa entre guerras é abordada para reflectir sobre o caso da Catalunha. Houve um fascismo catalão? Havia fascistas catalães? A análise das trajetórias individuais de alguns políticos da Catalunha das décadas de 1920 e 1930 permite abordar analogias e diferenças com o caso de outros países do Velho Continente.
Palavras-chave:
Fascismo; História de Catalunha, História de Espanha; História da Europa
Sobre o livro:
Hi ha interrogants incòmodes a la història catalana del segle xx. Com ara: ha existit un feixisme catalanista? Durant dècades ha semblat que plantejar aquesta pregunta era voler tacar la trajectòria d’un moviment aparentment «immunitzat» davant la temptació feixista.
L’objectiu d’aquest llibre és precisament desxifrar si el catalanisme del segle XX i principis del xxi tingué i té avui en dia una branca feixista com tants d’altres moviments nacionalistes –amb o sense Estat– van tenir. Vol interpretar com l’ascens al poder de Mussolini i Hitler i la seva herència van afectar la política catalana. Ningú no dubta que ha existit el feixisme espanyol. Però… I el feixisme catalanista?
En resum, cal historiar. Aquest llibre aborda el tema des de la complexitat, a través d’un conjunt d’especialistes –catalans i espanyols– que tracten la qüestió amb rigor, sense prevencions ni intencionalitats obscures.
D’aquest volum, en surten explicacions noves, originals i de rellevància, que es poden sintetitzar en una primera conclusió: feixistes catalanistes, sí, n’hi ha hagut, i potser molts, però feixisme catalanista, no. Així de clar i de complicat alhora.
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Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
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Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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