
Sobre os militares estrangeiros na Guerra da Restauração
Set 12, 2019 | Capítulos, Publicações

Sobre os militares estrangeiros na Guerra da Restauração
- Fernando Dores Costa
- Dinámica de las fronteras en periodo de conflictos. El Imperio Español (1640-1815) [Dinâmica das fronteiras em períodos de conflitos. O Império Espanhol (1640-1815)]
- Miguel Ángel Melón Jiménez, Miguel Rodríguez Cancho, Isabel Testón Núñez e María Rocío Sánchez Rubio (Eds.)
- 2019
- Badajoz: Universidad de Extremadura
- Idioma: Português
- ISBN: 978-84-9127-033-1
- 71-86 p.
Sobre o livro:
Se pretende ofrecer una perspectiva comparada de las fronteras en momentos de tensión, de los militares que defendían, del modo de informarse el poder sobre lo que en ellas sucedía y de su gestión, de las diferentes representaciones que hicieron los responsables de su control, así como el papel que asumían los diferentes actores que poblaban sus confines y los ajenos que se desplazaban hasta estos espacios o decidían desde el centro sobre cuanto allí ocurría. Se busca responder a una cuestión central,tanto en la historia de los Estados como de las sociedades periféricas. Intenta explicar el lugar que ocupa la guerra en estas sociedades y el significado que para ellas tiene, el modo en que se ven impregnadas y condicionadas por el hecho militar, así como los procedimientos a través de los cuales recomponían las dinámicas existentes con anterioridad a unas circunstancias excepcionales en todos sus extremos y manifestaciones. Para conseguirlo, el estudio se vertebra en torno a tres vías de análisis complementarias que permiten la comprensión de la totalidad y facilitan una historia comparada de dicha temática. En términos generales, se pretende determinar la dinámica de la frontera en sí misma en los momentos previos al conflicto, durante él y con posterioridad, la gestión que los gobiernos realizan de ella y lo que allí sucede, y las representaciones y percepciones que elaboran los protagonistas de los enfrentamientos o quienes tienen noticias de ellos.
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O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
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