
La bandera invisible
Fev 5, 2020 | Capítulos, Publicações

La bandera invisible: Arqueología de la Batalla de Repil, 1949 (Monforte de Lemos, Lugo)
- Xurxo M. Ayán Vila
- Arqueología de la Guerra Civil y la Dictadura Española. La historia NO escrita
- Amalia Pérez-Juez Gil e Jorge Morín de Pablos (Eds.)
- 2020
- Oxford: BAR Publishing
- Idioma: Castelhano
- ISBN: 9781407316956
- 109-126
Sobre o livro:
El volumen Arqueología de la Guerra Civil y la Dictadura Española recoge contribuciones de diferentes equipos de investigación que han trabajado en este tema en los últimos quince años. La aplicación de la arqueología a los estudios de la contienda ha sido relativamente reciente y empezaron de forma paralela en el año 2000, con la excavación de la segunda línea de defensa de Madrid en Villa de Vallecas y la fosa común de Priaranza en el Bierzo -León-. Las dos intervenciones se llevaron a cabo de forma consciente, por vez primera, aunque con objetivos muy diferentes. La primera, la de documentar un frente de guerra y, la segunda, la de exhumar a los represaliados en la localidad. Sin embargo, ambas arrojaban luz sobre momentos históricos que no aparecían recogidos en las fuentes… la historia NO escrita.
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
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(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
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