
SETENAVE
Out 6, 2018 | Livros, Publicações

SETENAVE – Revolução, Nacionalização, Privatização
- Jorge Fontes
- 2018
- Lisboa: Edições Parsifal
- ISBN: 9789898760562
- Idioma: Português
- Páginas: —
A história de Portugal na segunda metade do século XX cruza-se com a dos estaleiros navais, que assumem um papel central na evolução das relações sociais e laborais. A empresa de construção e reparação naval Setenave (actual Lisnave) é um símbolo maior da industrialização portuguesa – do controlo operário na Revolução aos pactos sociais e à reconversão industrial.
Nesta obra, o leitor fica a conhecer as origens da Setenave, em 1971, o projeto que representava, os efeitos da crise mundial verificada dois anos depois ou a sua participação na revolução portuguesa, na qual assume um papel protagonista de empresa em controlo operário até à sua nacionalização, no Verão Quente de 1975.
Setenave – Revolução, Nacionalização, Privatização é uma obra obrigatória e inovadora, que leva até ao leitor a história de uma organização de referência no tecido industrial nacional que será pioneira no estabelecimento dos pactos sociais e da concertação social dos anos 80, disputa que conduzirá a um novo paradigma das relações laborais em Portugal.
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Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
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Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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