António da Silva e Sousa Torres

Mar 28, 2019 | Capítulos, Publicações

António da Silva e Sousa Torres

  • José Manuel Brandão & Vanda Santos
  • Dicionário Quem é Quem na Museologia Portuguesa
  • Emília Ferreira, Joana d’Oliva Monteiro & Raquel Henriques da Silva (Coords.)
  • 2019
  • Lisboa: Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/NOVA
  • Idioma: Português
  • ISBN: 978‑989‑54405‑0‑4
  • 312-314 p.

Excerto:
Lisboa, 1876 – Lisboa, 1958
Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra (1901), Sousa Torres iniciou o seu percurso profissional em 1906 como professor interino do Liceu Central do Porto (mais tarde denominado Liceu Rodrigues de Freitas), onde lecionou Ciências Naturais e Ciências Físico-Químicas e, dado o domínio das línguas estrangeiras, Francês e Inglês. A sua prática pedagógica e o empenho na aquisição de materiais para as aulas mereceram dos seus pares referências elogiosas. Todavia, foi como “naturalista-geólogo”, como ele próprio se intitulava, que se destacou.

Sobre o livro:
O Dicionário Quem é Quem na Museologia Portuguesa, acessível no site do Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (IHA—FCSH/NOVA), é um projeto em curso da linha de investigação Estudos de Museus. Como objetivo fundamental, propõe-se facultar uma visão abrangente, um conhecimento preciso e uma valorização atualizada das personalidades ligadas à museologia portuguesa, atuantes em diferentes tipologias científicas. Visa contribuir, também, para uma mais ampla compreensão da história dos museus e da museologia. Inscrita na tipologia de iha-seed-projects (micro-projetos), uma das linhas estruturais estratégicas do IHA—FCSH/NOVA, aposta nas virtualidades da publicação online em acesso aberto, potenciadora de uma proveitosa interação entre utilizadores e recursos, em permanente atualização. O primeiro volume do Dicionário é dedicado a personalidades da museologia portuguesa que desenvolveram a sua atividade entre o século XVIII e os anos 1960. Esta delimitação temporal é meramente operativa e conjuntural: entendeu-se que é necessária maior distância cronológica para se estudar o impacto das ações e das contribuições teóricas e profissionais dos biografados que estão ainda em atividade ou deixaram de estar em tempos muito recentes. No entanto, considera-se que a continuação do projeto permitirá agendar a sua indispensável atualização

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