
Percorsi
Dez 1, 2017 | Livros, Publicações

Percorsi. Scienze sociali tra Italia e Portogallo
- Guya Accornero, Annarita Gori & Daniele Serapiglia (Eds.)
- 2017
- Roma: BraDypUS Communicating Cultural Heritage
- ISBN: 9788898392537
- Idioma: Italiano
- 146 pp.
Sinossi: Questo volume raccoglie i risultati delle ricerche di alcuni studiosi italiani che si sono occupati del Portogallo da diverse prospettive. Esplorando vari ‘percorsi’ delle scienze sociali e umane, dalla metà dell’800 ai giorni nostri, il libro offre uno spaccato sul paese iberico che illumina, attraverso analisi rigorose e originali, gli aspetti che lo contraddistinguono a livello storico, politico, sociale e artistico. Primo e ultimo impero coloniale dell’occidente, luogo di una delle più longeve dittature contemporanee, geograficamente situato nell’Europa del sud, ma allo stesso tempo bagnato dall’Oceano Atlantico, il Portogallo offre svariati punti di riflessione su continuità e discontinuità rispetto al bacino in cui si trova e ai fenomeni che l’hanno attraversato.
Guya Accornero è ricercatrice senior al Centro de Investigação e Estudos de Sociologia dell’Instituto Universitário di Lisbona. È stata visiting scholar al Centro de Estudios Avanzados en Ciencias Sociales (Madrid), al Centre de Recherche sur l’Action Politique (Lausanne) e al Graduate Center della City University di New York. È autrice della monografia The Revolution before the Revolution. Late Authoritarianism and Student Protest in Portugal.
Annarita Gori, ricercatrice presso l’Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. È stata visiting scholar presso il Department of Italian Studies – Casa Zerilli Marimó della New York University e presso il Centre d’Histoire di Sciences Po a Parigi. È autrice della monografia Tra patria e campanile. Ritualità civili e identità politiche a Firenze in età giolittiana.
Daniele Serapiglia è ricercatore integrato dell’Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humana da Universidade Nova de Lisboa, grazie a una borsa post-dottorato mista FCT, in collaborazione con il Dipartimento di Storia Culture Civiltà dell’Università di Bologna. È visiting scholar presso la Universidad Europea de Madrid. È autore della monografia La via portoghese al corporativismo.
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Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
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(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
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