
Sociedade Cooperativa Almadense
Dez 2, 2017 | Livros, Publicações

Sociedade Cooperativa Almadense: percursos e metamorfose
- José Manuel Brandão (Coord.)
- 2017
- Almada: Associação de Professores do Concelho de Almada
- ISBN: 9789899972520
- Idioma: Português
- 80 pp.
O presente texto, fruto de pesquisa documental e de diversos testemunhos orais, revisita, de uma forma transversal, os espaços, organização e dinâmicas da Sociedade Cooperativa Almadense (SCA), constituída formalmente em 1 de janeiro de 1891, por um grupo de operários tanoeiros e corticeiros.
Apesar de ter sido a primeira cooperativa de consumo constituída em Almada e de se ter mantido em atividade até à década de 1990 enquanto tal, com um ligeiro interregno antes do 25 de Abril de 1974, a SCA não despertou particular atenção por parte dos investigadores em história local, o que poderá dever-se, entre outras razões, à escassez de documentação arquivística que lhe respeite, ao seu menor número de associados e, porventura, menor protagonismo político, consequência da sua localização e área de influência.
Durante a década de 1950, a Cooperativa sofreu uma profunda remodelação, atualizando-se, e oferecendo novos serviços aos assocaados. Dispunha então, além de biblioteca, de fancaria, secção de casa, drogaria, mercearia, carvoaria, talho, peixaria e banca de frutas e legumes. Paralelamente constituiu parcerias na área da assistência médica e desportos.
Em 2007, por razões financeiras, viu-se obrigada a encerrar definitivamente a atividade.
Outras Publicações
Pesquisa
Agenda
maio, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop
- Event Name
seg
ter
qua
qui
sex
sab
dom
-
-
-
-
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin. "De
Ver mais
Detalhes do Evento
Um balanço preliminar da investigação sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos meses em arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin.
“De onde sai fumo, forçosamente tem que haver fogo”:
As suspeitas das autoridades portuguesas sobre o envolvimento de Frederico Carlos Carnaúba, cônsul do Brasil em Luanda, com os movimentos de libertação de Angola (1961-1963)
Gilberto da Silva Guizelin (Universidade Federal do Paraná)
Em Abril de 1961, no contexto da deflagração da guerra de libertação de Angola e da implementação da Política Externa Independente dos governos de Jânio Quadros e de João Goulart (1961-1964), Frederico Carlos Carnaúba foi nomeado como o primeiro cônsul de carreira do Brasil em Luanda. Temerosa de que a missão Carnaúba fosse um ardil do governo Quadros e Goulart para se aproximar dos movimentos de libertação angolanos, as autoridades coloniais e da polícia secreta portuguesa empreenderam contínua vigilância sobre as actividades do cônsul brasileiro em terras angolanas. A presente palestra apresenta um balanço preliminar da investigação de pós-doutoramento sobre as relações Brasil-Angola-Portugal no início da guerra de libertação angolana conduzida nos últimos oito meses por arquivos portugueses por Gilberto da Silva Guizelin, professor da Universidade Federal do Paraná e investigador visitante no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, sob o patrocínio do CNPq.
Debatedor: Helder Adegar Fonseca (Universidade de Évora)
Mediador: Pedro Aires Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Quarta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
Notícias
Marta Pinto Machado em dose dupla em Lisboa: MNAC e CCCV
Mai 14, 2026
A exposição “Ceci n’est Pas Francisco” está patente no MNAC e vai-se estender ao CCCV
Ainda há VINCULUM na Madeira
Mai 12, 2026
O “Tombo I da Igreja de Machico” vai ser o mote para uma série de eventos culturais
Nuno Silas expõe no MUHNAC
Abr 29, 2026
É um dos curadores da exposição “Olhares Críticos no Arquivo Colonial – Sombras e Memórias”








































































































































































































































