Paula Godinho

Economia e Sociedade
Contacto:
p.godinho@fcsh.unl.pt
Biografia
PhD Antropologia, investigadora IHC, docente no Departamento de Antropologia da NOVA FCSH. Prémio Xesús Taboada Chivite, 2008 (Galiza, Espanha). Xuíza Honorária pela Asociación de Amigos do Couto Mixto, Galiza, 2011.
Vários anos de trabalho em Portugal, na fronteira e na Galiza, sobre reprodução social, festas e rituais, resistência e movimentos sociais, usos políticos da memória e práticas do património, processos de emblematização, turistificação e mercantilização da cultura, topografias do poder, culturas de fronteira e nacionalismos de diáspora. Entre outras obras publicou: Memórias da Resistência Rural no Sul (Couço, 1958-1962), Celta, 2001; O leito e as margens – Estratégias familiares de renovação e situações liminares no Alto Trás-os-Montes raiano, Colibri, 2006; Festas de Inverno no Nordeste de Portugal – património, mercantilização e aporias da «cultura popular», 100Luz, 2010; «Oír o galo cantar dúas veces» -Identificacións locais, culturas das marxes e construción de nacións na fronteira entre Portugal e Galicia, Imprenta Deputación Ourense, 2011; O futuro é para sempre – Experiência, expectativa e práticas possíveis, Letra Livre e Através Editora, 2017.
Organizou e co-organizou várias obras sobre Antropologia e Performance; Usos/práticas da Memória e Património; Máscaras; Associativismo; Resistência e/y Memória; Fronteiras. Comissariou a exposição “Entre Margens – O Tratado de Limites de 1864 entre Portugal e Espanha” no ANTT (2014-2015). Oito projectos científicos financiados, quatro internacionais. Professora/conferencista em várias universidades estrangeiras.
Áreas de Investigação
- Temas e problemas da antropologia portuguesa e do contexto etnográfico europeu
- Usos da cultura e da memória, práticas do património e mercantilização da cultura
- Cerimónias, comemorações, rituais e performances
- Topografias do poder, construção de identidades nacionais, identidades de orla, culturas de fronteira e nacionalismos de diáspora
- Mudança social rural, resistência, movimentos sociais, extrema-esquerda
Publicações destacadas
- Godinho, Paula. O futuro é para sempre. Experiência, expectativa e práticas possíveis. Lisboa/Santiago de Compostela: Letra Livre/Através Editora, 2017. [link]
- Godinho, Paula. «Oír o galo cantar dúas veces» -Identificacións locais, culturas das marxes e construción de nacións na fronteira entre Portugal e Galicia. Ourense: Imprenta da Deputación, 2011. [PDF] Prémio Xésus Taboada Chivite 2008, Galiza
- Godinho, Paula. Festas de Inverno no Nordeste de Portugal – património, mercantilização e aporias da «cultura popular». Castro Verde: 100Luz, 2010. [PDF]
- Godinho, Paula. O Leito e as Margens. Estratégias familiares de renovação e situações liminares em seis aldeias do Alto Trás-os-Montes raiano (1880-1988). Lisboa: Edições Colibri, 2005. [link]
- Godinho, Paula. Memórias da resistência rural no Sul – Couço (1958-1962). Oeiras: Celta, 2001.
Projectos principais
- Investigadora no projecto “Transiciones a la democracia en el sur de Europa y en América Latina: España, Portugal, Argentina y Chile” — Coordenado por Carme Molinero e Pere Ysàs (Universitat Autònoma de Barcelona) e financiado pelo Ministerio de Economía, Industria y Competitividad (Espanha). 2016-2019 [HAR2015-63657-P]
- Investigadora no projecto “Los festivales y celebraciones musicales como factores de desarrollo socioeconomico y cultural en la Peninsula Iberica” — Coordenado por Susana Moreno (Universidad de Valladolid) e financiado pelo Ministerio de Economía, Industria y Competitividad (Espanha). 2015-2017 [HAR2013-46160-P]
- Investigadora no projecto “Cooperación transfronteriza y (des)fronterización: actores y discursos geopolíticos transnacionales en la frontera hispano-portuguesa” — Coordenado por Heriberto Cairo Carou (Universidad Complutense de Madrid) e financiado pelo Ministerio de Economía, Industria y Competitividad (Espanha). 2013-2016 [CSO2012-34677]
- Investigadora no projecto “Estado e memória: políticas públicas da memória da ditadura portuguesa (1974-2009)” — Coordenado por Manuel Loff e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/HIS-HIS/121001/2010).
Pesquisa
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut
Notícias
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