
A Paisagem Como Problema (Volumes I-V)
Set 28, 2018 | Livros, Livros IHC, Publicações

A Paisagem Como Problema: Conhecer para Proteger, Gerir e Ordenar (Volumes I-V)
- Pedro Fidalgo (Coord.)
- 2017
- Lisboa: Instituto de História Contemporânea
- ISBN: 978-989-98388-7-1
- Idioma: Vários
- 356 pp. (Vol. I), 323 pp. (Vol. II), 353 pp. (Vol. III), 328 pp. (Vol. IV), 417 pp. (Vol. V)
Introdução:
A Paisagem apresenta-se como o cenário que herdámos, onde vivemos, e donde retiramos os recursos com que subsistimos enquanto civilização e espécie. O resultado da nossa atuação sobre este património será a herança que iremos deixar aos nossos descendentes.
No início do terceiro milénio, e numa sociedade submetida a mudanças culturais que decorrem a velocidades muito superiores às que o tempo de perceção, meditação, e experimentação necessitam, o interesse pela Paisagem tem ganho uma importância crescente que transforma a disciplina numa plataforma de investigação onde os vários ramos do conhecimento se cruzam.
É neste âmbito que o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa realizou em Sintra, no Centro Cultural Olga Cadaval, durante os dias 5 e 6 de Abril 2018, o 1o Congresso Ibero Americano em Estudos de Paisagem – https://cibam2018.wordpress.com .
Neste encontro refletimos sobre as diferentes relações do Homem com a Paisagem, recorrendo à experiência de académicos e técnicos que têm trabalhado sobre diferentes campos da temática, estabelecendo um fórum de discussão focalizado nas diferentes metodologias utilizadas.
Os diferentes contributos escritos que resultaram da realização deste congresso são agora reunidos e apresentados neste e-book, de modo a potenciar a sua divulgação, leitura e referenciação.
Na organização desta publicação foram tidos em consideração alguns aspetos que referenciamos seguidamente.
Os diferentes contributos foram repartidos em dois tipos distintos de documentos: um formado por pequenos artigos, redigidos por autores convidados, e publicados no final das newsletter que periodicamente foram publicitando os aspetos mais relevantes associados à realização do colóquio, e outro, formado por textos maiores que serviram de suporte às comunicações apresentadas durante o encontro. Para diferenciar os dois tipos de documentos, considerou-se anteceder a apresentação dos primeiros com uma capa, sobre a qual foi disposta a palavra “post-it”, expressão associada à sua curta dimensão e caracter sintético.
Entre os diferentes contributos encontram-se textos redigidos em português, castelhano e inglês. Para a sua apresentação considerou-se que se deveriam manter as línguas originais de redação. No caso dos artigos resultantes de comunicações, escritos em português ou castelhano, a sua transcrição é antecedida de um resumo na língua em que foram redigidos e 5 palavras chave associadas, sendo este conjunto de elementos apresentado também, e seguidamente, em língua inglesa. Nos casos em que o artigo foi redigido em inglês considerou-se que este deveria ter o resumo e palavras chave nessa língua, e que a segunda língua de divulgação deveria de ser o português, tendo em consideração que essa é a língua de uso corrente do país que organizou o evento.
A ordem de apresentação dos textos seguiu a sequenciação alfabética dada pelo nome do primeiro subscritor de cada artigo.
O conteúdo dos textos e imagens dos diferentes artigos são da responsabilidade dos respetivos autores.
A coordenação procedeu à uniformização da formatação e apresentação gráfica dos diferentes trabalhos, de modo a obter uma coerência visual dos conteúdos.
No final de cada volume apresentam-se os resumos curriculares dos respetivos autores.
Como resultado, este trabalho reúne uma súmula de 88 artigos, contributo dado por 142 autores, que se desenvolve ao longo de quase 1800 páginas, repartidas por 5 volumes.
Termino com um agradecimento expressivo a todos os investigadores que contribuíram com o seu trabalho para esta publicação.
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abril, 2026
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Detalhes do Evento
Conferência de homenagem a Marc Bloch, no ano da sua entrada no Panteão da República Francesa, onde será reavaliada criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
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Detalhes do Evento
Conferência de homenagem a Marc Bloch, no ano da sua entrada no Panteão da República Francesa, onde será reavaliada criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
Marc Bloch, renovador da História
Marc Bloch será solenemente homenageado com a sua entrada no Panteão da República Francesa, em Junho de 2026. Este gesto simbólico representa muito mais do que uma consagração póstuma: é o reconhecimento de uma personalidade singular cuja vida e a obra marcaram de forma indelével a historiografia contemporânea e, com ela, a própria ideia de compromisso intelectual no século XX. Esta conferência associa-se a estas comemorações não apenas para celebrar o autor, mas para reavaliar criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
O encontro propõe uma reflexão sobre o lugar da história como ciência social e sobre a actualidade do pensamento de Marc Bloch. Para além da dimensão comemorativa, a conferência centra-se na análise crítica do seu legado, tendo em conta questões contemporâneas como a relação entre passado e presente, o uso público da história e os desafios colocados à produção do conhecimento histórico. Com contributos de investigadores/as de diferentes áreas das ciências sociais e humanas, pretende-se contribuir para um diálogo interdisciplinar, enquadramento que permitirá discutir métodos, objectos e abordagens da história em articulação com outras disciplinas.
Os trabalhos organizam-se em torno de vários eixos temáticos, incluindo a história como ciência social, a problemática do tempo histórico, a história do presente, a obra medievalista de Bloch, bem como questões de método e de epistemologia. Estes temas retomam aspectos centrais do seu pensamento e incentivam a sua reavaliação no contexto atual.
A conferência contribui para o intercâmbio académico e para a discussão de linhas de investigação em curso, com particular relevância para o contexto português. Ao mesmo tempo, sublinha a importância do papel do historiador na análise crítica do presente e na construção do conhecimento histórico.
Programa:
9 de Abril
10h30 – Sessão de abertura
Suzette Bloch – Marc Bloch, genealogia e legado familiar
Diogo Ramada Curto (BNP) – Marc Bloch e os Annales durante a Ocupação
11h30 – A história como ciência do presente
Christophe Prochasson (EHESS) – Marc Bloch et le temps présent
12h30 – Almoço
14h00 – A história como ciência social. O advento de um novo paradigma e a sua persistência em nossos dias
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra), Marc Bloch e nós. Reflexões sobre a História, com Memória
Maria de Lurdes Rosa (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST), Repensando e reconfigurando o método histórico na Apologia da História
Tommaso di Carpegna Falconieri (Universidade de Urbino) – Teaching Historical Research Methodology with Bloch’s ‘The Historian’s Craft’: some notes after almost thirty years of experience
15h20 – Pausa
15h40 – Recepção e atualidade da obra
João Paulo Avelãs Nunes (Universidade de Coimbra) – Marc Bloch observado a partir da Universidade de Coimbra: do pós-Primeira Grande Guerra ao pós-Guerra Fria
Pedro Martins (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – Marc Bloch e Vitorino Magalhães Godinho: diálogos e convergências
Victor Pereira (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – Marc Bloch em Portugal: A Sociedade Portuguesa de História da Civilização
10 de Abril
10h30 – Abertura do segundo dia
Jean-Claude Schmitt (EHESS) – Marc Bloch, pionnier de l’histoire des mentalités ?
11h30 – Marc Bloch, medievalista. Aportes e balanços da obra empírica
Luís Miguel Duarte (Universidade do Porto), Os inclassificáveis Reis taumaturgos
André Evangelista Marques (IEM – NOVA FCSH), March Bloch ruralista, ou sempre o ogre farejador de homens: em torno dos Caractères originaux de l’histoire rurale française
Luís Filipe Oliveira (IEM – NOVA FCSH), Comparar na sincronia e na diacronia: Os senhorios franceses e ingleses
Maria João Branco (IEM – NOVA FCSH), La Société Féodale, então e agora: continuidades e rupturas
13h10 – Almoço
14h40 – Aberturas historiográficas
Felipe Brandi (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – O ‘erro’ como ‘sintoma’ de um estado social: Marc Bloch frente aos rumores, às alucinações e às fausses nouvelles
Miguel Palmeira (USP), Interrogar o passado e interpelar o presente: Marc Bloch e o bom uso da erudição
João Luís Lisboa (CHAM – NOVA FCSH), Marc Bloch e a renovação dos estudos históricos em França e alhures
16h00 – Pausa
16h20 – Resistência, testemunho e memória: o intelectual e o combate no século
Filipe Themudo Barata (Universidade de Évora) – Um historiador, um cientista social e, acima de tudo, um cidadão
Gerardo Vidal (Associação de História e Arqueologia de Sabrosa, AHAS) – Seguir Marc Bloch: entre a História e a esperança
17h20 – Encerramento
Peter Schöttler (Freie Universität Berlin) – Marc Bloch, la politique et le nazisme
Suzette Bloch – Panteonização: uma segunda vida para Marc Bloch?
>> Descarregar o programa (PDF) <<
Organização: IHC, com a colaboração do CHAM, do IFP, do IEM e da BNP
Tempo
9 (Quinta-feira) 10:30 am - 10 (Sexta-feira) 6:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda. Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos
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Detalhes do Evento
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda.
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda
Sobre Hélène Dumas:
Hélène Dumas é historiadora e investigadora no Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS-CESPRA-EHESS) de França. A sua investigação centra-se na história do genocídio contra os Tutsis no Ruanda. Após uma primeira fase de investigação dedicada às dinâmicas da violência ao nível micro, através da análise das audiências dos tribunais gacaca, dedica-se agora à história das vítimas e sobreviventes, com especial foco nas experiências das crianças. Publicou Beyond Despair. The Rwanda Genocide against the Tutsi through the Eyes of Children, traduzido por Catherine Porter, Nova Iorque, Fordham UP, 2024.
Tempo
(Sexta-feira) 3:00 pm - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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