
Espejos deformantes
Jul 27, 2018 | Chapters, Publications

Espejos deformantes: Las miradas críticas sobre la Transición (y algunas propuestas de enmienda)
- Pau Casanellas
- Las otras protagonistas de la Transicion. Izquierda radical y movilizaciones sociales
- Carlos Ramos Jaquotot (Coord.)
- 2018
- Madrid: FSS Ediciones
- Language: Spanish
- ISBN: 978-84-87218-23-1
- 785-793 p.
Generalmente, las interpretaciones sobre el paso del franquismo a la democracia parlamentaria que se han hecho desde ámbitos de izquierda radical han sido de impugnación de raíz del proceso, un tipo de mirada que entronca con la sensación de derrota que cuajó en muchos militantes del período. Los últimos años han sido especialmente fecundos en análisis de ese tipo, proliferación en la que ha tenido mucho que ver la irrupción del 15M y la subsiguiente preocupación por situar las movilizaciones recientes en un con-texto histórico de medio o largo alcance. No obstante, esa necesaria aproximación crítica se ha fundamen-tado a menudo en unas bases poco sólidas: no han sido extrañas las generalizaciones y abstracciones sim-plificadoras o mistificadoras, los reduccionismos e incluso las interpretaciones construidas sobre errores factuales o de datación. Paradójicamente, todo ello no ha hecho otra cosa que contribuir al asentamiento de algunos de los mantras difundidos por los principales hagiógrafos de la Transición y de la monarquía constitucional –tales como el papel supuestamente determinante del monarca y de un reducido círculo de personalidades políticas en la instauración y asentamiento de las instituciones parlamentarias, la impor-tancia de los cambios socioeconómicos y de la emergencia de una creciente “clase media” presumiblemen-te acomodaticia, o la presunta debilidad de la oposición y su papel subsidiario en el proceso–, así como a la desacreditación de los presupuestos políticos desde los que se ha articulado la crítica.Las páginas que siguen tratan de entrar en diálogo con las principales de esas formulaciones: se seña-lan tanto sus flaquezas e implicaciones, como algunas propuestas de enmienda que, lejos de abandonar el espíritu crítico, ayuden a asentarlo sobre un sustrato más firme y contribuyan a revalorizar las experiencias de lucha que se produjeron en aquellos años.
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Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon's birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his
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Detalhes do Evento
Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon’s birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his work as a psychiatrist.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 1 | Sábado, 17 Janeiro, 16:00
Chroniques fidèles survenues au siècle dernier à l’hôpital psychiatrique Blida-Joinville, Abdenour Zahzah, Algeria, França, 2024, 90’
1953, Argélia colonizada. Frantz Fanon, um jovem psiquiatra negro da Martinica, é nomeado médico-chefe do Hospital de Blida-Joinville. Ao pôr em prática as suas teorias de “psicoterapia institucional”, em oposição às teorias racistas da Escola de Psiquiatria de Argel, uma guerra irrompe dentro das próprias enfermarias. Esta longa-metragem centra-se nos métodos visionários de terapia social de Frantz Fanon durante o período em que trabalhou como psiquiatra na Argélia, entre 1953 e 1956.
Conversa com Ruth Wilson Gilmore, Mina Untalan e Lucas Manarte. Moderação de Manuela Ribeiro Sanches
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Institute of Contemporary History — NOVA School of Social Sciences and Humanities and Casa do Comum
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Distinguished social and cultural historian from the University of Oxford
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Film cycle focusing on the relationship between his work and this art form
TRANSMAT publication discusses the legacies and responsibilities of Portuguese museums
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Special supplement to the journal História, Ciências, Saúde — Manguinhos
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