
Backstage of a new archaeology
Oct 24, 2019 | Chapters, Publications

Backstage of a new archaeology – ‘Invisible’ institutions in the 60s
- Ana Cristina Martins
- Web of Knowledge: A Look into the Past, Embracing the Future
- Sara Albuquerque, Teresa Ferreira, Maria de Fátima Nunes, Ana Cardoso de Matos e António Candeias (Eds.)
- 2019
- Évora / Faro: Universidade de Évora / Sílabas & Desafios
- Language: English
- ISBN: 978-989-8842-41-1
- 121-124
The 60s were crucial for the future of archaeology in Portugal, leaded by people aware of the epistemic changes taking place abroad, speaking several languages and conscious of the need to update scientific knowledge to avoid the incidence of foreigner researchers in the territory. This was a time when a new institution – the ‘Fundação Calouste Gulbenkian’ -, together with the ‘Instituto de Alta Cultura’, began and continued to finance archaeological research in Portugal. Other institutions, such as the ‘Sociedade Martins Sarmento’ (Guimarães) and the ‘Associação dos Arqueólogos Portuguese’ (Lisbon), much contributed to the increasing number of young scholars dedicated to archaeology. Focusing on the first of these two institutions, we will recognize some actors, strategies, means, liaisons and outputs of this “transition generation” and the role it played in the modernization of archaeology in the country.
About the book:
The International Multidisciplinary Congress – Web of Knowledge: A look into the Past, embracing the Future was held by IHC-CEHFCi, HERCULES Laboratory and CIDEHUS, University of Évora and took place in Évora, Portugal, from 17 to 19 May 2018.1 The Congress brought together researchers and scientists from different backgrounds intersecting the Exact Sciences with the Social Sciences revealing the visible and invisible networks. By fostering the exchange of knowledge and experiences in the study of the past, the Congress laid the framework for the present day science on which to map the future Web of Knowledge. A high-quality scientific programme was prepared, joining together experts from different fields covering a wide range of topics from Social Sciences, Arts and Humanities to Science and Technology. As a result of the quality of the panels and debates, the Organizing Committee decided to publish a digital and open access volume with blind peer-reviewed papers. This volume publishes a total of thirty-five contributions which reflect the innovative and multidisciplinary research occurring at the moment in different fields of knowledge, promoting visibility and networks of knowledge.
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Detalhes do Evento
Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon’s birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his
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Detalhes do Evento
Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon’s birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his work as a psychiatrist.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 5 | Sábado, 14 Fevereiro, 16:00
You hide me, Nii Kwate Owoo, Gana, Reino Unido, 1970, 17’
Esta curta-metragem revela de forma crua e directa as contradições de um sistema museológico que legitima séculos de violência colonial. A câmara percorre vitrinas, depósitos e corredores dos acervos do Museu Britânico em Londres, transformando o inventário em denúncia: cada objecto exposto é também um testemunho das condições em que foi retirado do seu contexto original. O gesto do realizador, simples mas radical, assume-se como um show-and-tell político, convocando tanto a urgência da restituição material quanto a necessidade de repensar narrativas históricas dominantes. Proibido em território ganês mas hoje visto como um marco do cinema anti-colonial, este filme recorda-nos que a luta pela devolução do património não é apenas simbólica, mas profundamente ligada a questões de justiça histórica.
Soleil Ô, Med Hondo, 1970, França, Mauritania, 112’
Um grito de resistência contra a opressão racista e um marco revolucionário do cinema político, esta primeira longa-metragem do realizador mauritano Med Hondo constitui um ataque ao capitalismo e ao colonialismo. Soleil Ô acompanha a trajectória de um jovem imigrante que parte rumo a Paris em busca de trabalho e de uma comunidade. Rapidamente descobre uma sociedade hostil, onde a sua simples presença gera medo e desconfiança. Hondo recorre a uma linguagem cinematográfica experimental para denunciar as contradições da metrópole pós-colonial: a promessa de integração convive com mecanismos de exclusão sistemática. O filme não só denuncia as condições de marginalização vividas por milhares de migrantes africanos em França, como se afirma como um manifesto artístico de emancipação e resistência. Meio século depois da sua estreia, Soleil Ô permanece uma obra de referência incontornável, cuja energia estética e política continua a interpelar espectadores de diferentes gerações.
Conversa com Ângela Ferreira, Flávio Almada, Henrique Entratice, Víctor Barros. Moderação de Sofia Victorino
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
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