
Falta por Aqui uma Grande Razão
Mar 9, 2020 | Papers, Publications

Falta por Aqui uma Grande Razão (ou Várias Razões Pequenas?): O Chicote da História, o Todo e as Partes nas Práticas Sociais [It’s Missing Here One Big Reason (or Several Small Reasons?): The Whip of History, the Whole and the Parts in Social Practices]
- Paula Godinho
- 2020
- Trabalhos de Antropologia e Etnologia
- Volume 60
- 191-207
- Language: Portuguese
- ISSN: 2183-0266
In this article, my purpose is to reflect about the possible practices around the future, outlined in different daily life and in moments of crisis. History whips time, as noted by Julio Cortá-zar, and demands the possible practices, among risks, uncertainties, vacillations and dreams, which are outlined and acted upon by humans, because the future will not be made by cyborgs. Imagined, anticipated, desired or feared, with different formats, in different moments and contexts, the futur is based on experience, which produces expectation, opening itself to the “not yet”, with hope, between the “great reasons” and the current and identical days.
Key-words:
Possible practices; Anthropology of the future; Space of experience; Horizon of expectation.
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Open lecture by Tommaso di Carpegna Falconieri, Visiting Researcher at the IHC, on medieval studies, the Middle Ages and their reception in later periods. Medievalism as Method: Reframing the
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Open lecture by Tommaso di Carpegna Falconieri, Visiting Researcher at the IHC, on medieval studies, the Middle Ages and their reception in later periods.
Medievalism as Method: Reframing the Discipline of Medieval Studies
Tommaso di Carpegna Falconieri doutorou-se em História Medieval pela Universidade Católica de Milão. Desde 1998, é professor na Universidade de Urbino, onde ocupa, actualmente, o cargo de Professor Catedrático de História Medieval. Os seus principais temas de investigação são a história de Roma, da Igreja Romana e da Itália Central na Idade Média, com um foco específico nas fontes históricas e nas relações entre o facto histórico e a sua representação no imaginário. Actualmente, os seus interesses focam-se também nas representações da Idade Média após a Idade Média, os chamados medievalismos. Sobre este assunto publicou o livro intitulado Medioevo militante (Einaudi), também traduzido para espanhol (El presente medieval, Icaria), para francês (Médiéval et militante, Publications de la Sorbonne) e para inglês (The Militant Middle Ages, Brill). As suas publicações mais recentes incluem: Nel labirinto del passato. 10 modi di riscrivere la storia (Laterza, 2020); Cola di Rienzo (Salerno Editrice, 2024); La Storia al contrario (Salerno editrice, 2025).
Esta aula aberta é destinada a todas/os as/os estudantes e aqueles/as interessadas/os na Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores.
A iniciativa é organizada pelo Instituto de Estudos Medievais e o Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Institute of Contemporary History and Institute for Medieval Studies — NOVA School of Social Sciences and Humanities

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Victor Pereira’s new book, an updated overview of the Portuguese revolutionary process, is to be launched at the Institut Français du Portugal, in conversation with Rita
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Victor Pereira’s new book, an updated overview of the Portuguese revolutionary process, is to be launched at the Institut Français du Portugal, in conversation with Rita Rato.
O povo é quem mais ordena. A revolução dos cravos 1974-1976
Mais do que o derrube de uma ditadura pelo exército, a Revolução dos Cravos desencadeou uma profunda transformação económica, social, cultural e democrática em Portugal. Em 25 de Abril de 1974, jovens oficiais, apoiados por uma grande parte da população, derrubaram o Estado Novo, regime autoritário instaurado por António de Oliveira Salazar em 1933. A queda desta ditadura com mais de quarenta anos precipitou também o fim de um dos principais impérios coloniais europeus. O Povo é Quem mais Ordena aborda não só a dinâmica revolucionária, as tensões entre os partidos políticos e os militares e os receios diplomáticos internacionais que a revolução provocou, mas também os diferentes movimentos sociais que tentaram transformar radicalmente a sociedade portuguesa. Trata-se de uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, que pensa em conjunto elementos que raramente são analisados de forma integrada.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 7:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Institut Français du Portugal and Fora de Jogo
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