
Sia lodato il Grande Torino
Jul 31, 2018 | Papers, Publications

Sia lodato il Grande Torino. La tragedia di Superga e la costruzione della comunità immaginata cattolica [Il Grande Torino be praised. The tragedy of Superga and the construction of the imagined Catholic community]
- Daniele Serapiglia
- 2018
- Im@go – A Journal of the Social Imaginary
- Number 11
- 44-61
- Language: Italian
- ISSN: 2281-8138
Paper included in the themed issue “The Sports Heroes in the Social Imaginary“, edited by Luca Bifulco and Mario Tirino.
Abstract:
On 4 May 1949, all the players of the top Italian team of the time, Il Grande Torino, died in an air crash. The tragedy of Superga seemed to be representative of Italy in the immediate post-war period and for this reason it managed to connect with almost the entire nation. The images of the carcass of the plane at the base of Turin’s basilica evoked the war images broadcast by the newsreels between 1940 and 1945. The Torino players were heroes and as heroes were celebrated at their funeral, which seemed to indirectly refer to the cult of the fallen in fascist culture. The funeral held in Turin was attended by 500,000 people and managed to unite a large part of the population in a public rite, during which not only did the deaths of the Grande Torino appear to be celebrated, but also those who had died in the Second World War. Public funerals such as those of the Grande Torino gave Italians the opportunity to openly vent intimate emotions linked to personal experience, helping to build the new nationalCatholicpost-war community.
Key-words:
Imagined Catholic community; History of football; post-war; Catholic Church; death
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Lecture on the KNOW.AFRICA project, which studies how indigenous groups actively participated in the European process of learning about African nature. KNOW.AFRICA: Redes de conhecimento na África Oitocentista
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Lecture on the KNOW.AFRICA project, which studies how indigenous groups actively participated in the European process of learning about African nature.
KNOW.AFRICA: Redes de conhecimento na África Oitocentista
Uma abordagem das Humanidades Digitais dos encontros coloniais e do conhecimento local nas narrativas de expedições portuguesas (1853-1888)
É fácil pensar a África Oitocentista como um espaço colonial disputado por potências europeias com as suas agendas políticas, económicas e científicas. Além disto, a historiografia de eventos como a Corrida a África por vezes reforça a ideia de um continente impotente particionado por estados imperiais. Se, por um lado, não podemos negar a força e a arbitrariedade da violência colonial, por outro, a História há muito desconsiderou as formas como os povos africanos resistiram. Este viés eurocêntrico é notável na História das Ciências que frequentemente associou às expedições científicas em África uma imagem idealizada que realça ideais de coragem, aventura e pioneirismo. Ainda hoje é possível encontrar os resultados alcançados pelos naturalistas descritos como descobertas realizadas por indivíduos extraordinários. Apenas recentemente a pesquisa académica começou a se distanciar desta compreensão ao reavaliar as narrativas escritas pelos viajantes e perceber que a ciência praticada em campo no século XIX era profundamente colaborativa. Em campo, os naturalistas dependiam de redes de indivíduos que contribuíam com actividades como a navegação por rios, a movimentação pelas florestas, a procura por abrigos, a comunicação com a população local e com o trabalho científico de colheita, identificação e preparação de espécimes.
Nesta pesquisa, analisaremos quatro expedições portuguesas a África focando a sociabilidade do trabalho de campo para revelar como grupos nativos auxiliaram os viajantes, especialmente na colheita de espécimes. Ao investigar como os agentes locais contribuíram para o sucesso alcançado pelos viajantes, pretendemos revelar que, apesar das assimetrias sociais no espaço colonial, grupos nativos participaram activamente no processo europeu de conhecimento da natureza africana. Com isto, desmistificaremos a ideia do viajante heroico e solitário inserindo os naturalistas em processos sociais e históricos mais amplos, investigando como o conhecimento circulava entre império e colónia, compreendendo como as relações sociais eram formadas em campo e em que momentos os viajantes dependiam do apoio de redes locais. Além disto, também pretendemos lançar luz sobre os processos de formação das colecções e reflectir sobre o papel destes agentes locais na formação do património científico europeu.
Oradora e orador:
Sara Albuquerque e Anderson Antunes (Universidade de Évora / IHC / IN2PAST)
Time
(Wednesday) 5:00 pm - 6:30 pm
Organizer
Institute of Contemporary History — University of Évora and Évora Public Library

Event Details
Round table discussion seeking to contextualise the production of the films that make up the cycle Lisbon, Capital of International Intrigue, based on the political, economic
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Event Details
Round table discussion seeking to contextualise the production of the films that make up the cycle Lisbon, Capital of International Intrigue, based on the political, economic and legal history of Francoism.
Lisboa, Madrid, Europa
Entre crescimento económico, vigilância política e social e o desejo de reconhecimento europeu, o período do desarrollismo foi também um tempo de intensa produção simbólica. A partir da história política, económica e legal do Franquismo, bem como da circulação de imaginários cinéfilos entre as décadas de 1960 e 1980, esta conversa procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca Portuguesa entre os dias 2 e 31 de Março.
Oradores:
Ana Algara (ICS — Universidade de Lisboa), Manuel Loff (IHC — NOV AFCSH / IN2PAST / FLUP) e Rúben Pérez Trujillano (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / Universidad de Granada), com moderação de Rita Luís (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
O evento será complementado, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição da co-produção Espanha-Portugal-Alemanha Comando de Asesinos / Fim-de-Semana com a Morte (Julio Coll, 1966).
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Time
(Wednesday) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizer
Institut of Contemporary History — NOVA School of Social Sciences and Humanities and the Instituto Cervantes
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