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fevereiro, 2026
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Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração. Lisboa, Capital da
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Detalhes do Evento
Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração.
Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Ciclo de cinema
São várias as ligações de Lisboa ao cinema, tendo algumas delas já justificado ciclos passados na Cinemateca Portuguesa. Uma faceta pouco reconhecida é a inserção da cidade num sub-género do thriller, centrado em tramas de espionagem, redes criminosas e outros tipos de intriga internacional. São mais de meia centena as obras em que conspiradores, traficantes e agentes secretos de várias estirpes se perseguem e matam em Lisboa, que aparece ora como palco central ora como cenário passageiro, atraindo espiões fictícios e cineastas reais, ainda que em regra sob a forma de enredos mirabolantes e abertamente artificiais, desde grandes produções a filmes de série B. A maioria ficou excluída deste ciclo, as suas cópias perdidas ou demasiado deterioradas. Ainda assim, os vinte filmes incluídos, seleccionados pelo historiador Rui Lopes (IHC), percorrem grande parte do século XX, oriundos dos EUA, Itália, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha e União Soviética, deixando entrever na sua diversidade uma continuidade cinematográfica, com situações, personagens-tipo e espaços recorrentes, do Terreiro do Paço ao Castelo de São Jorge.
Se encontramos Lisboa já num par de thrillers alemães dos anos 1930, é nas décadas seguintes que a cidade se afirma enquanto lugar estereotípico do género, fruto de três encontros entre geopolítica e economia do cinema. O primeiro encontro dá-se durante a II Guerra Mundial, quando refugiados e agentes dos dois campos se cruzam num Portugal oficialmente neutro. O governo americano estimula Hollywood a produzir obras que mobilizem o público para o esforço de guerra, elegendo Casablanca (cujos protagonistas procuram alcançar Lisboa) como exemplo máximo de sucesso financeiro, aclamação crítica e dramatização política. A tentativa de evocar um espírito de continuação dessa obra (até pelo retomar do elenco em The Conspirators), origina de imediato várias produções em que Lisboa é recriada nos estúdios de Los Angeles. É tão forte a associação a este conflito no grande ecrã (incluindo uma breve aparição noutro clássico do género: The House on 92nd Street) que a cidade manterá uma presença regular em narrativas posteriores sobre a guerra, como The Secret Door (1964), que vai ser apresentado pela primeira vez em salas portuguesas.
Por seu turno, a viragem para os anos 1950 é marcada por um declínio dos recursos de Hollywood, fruto de novas regras anti-monopolistas, optando muitos produtores americanos por rodar na Europa, onde os salários são mais baixos e as paisagens filmadas a cores proporcionam um espectáculo visual e ‘exótico’ com o qual a televisão ainda não pode competir. Estas ‘runaway productions’ gravitam até Lisboa, socorrendo-se da sua conotação com romance e espionagem, actualizada ao contexto da Guerra Fria, elo que se torna a tal ponto icónico que já o vemos parodiado neste ciclo por comediantes como Jerry Lewis. Vemos também, nas ruas da capital, adaptações dos dois extremos do espectro da ficção de espionagem: as aventuras de James Bond (On Her Majesty’s Secret Service) e o realismo psicológico de John le Carré (The Russia House).
Para além da luz fotogénica e custos reduzidos, a cidade oferece cada vez melhores condições às equipas vindas de fora, com o aparelho de propaganda do Estado Novo empenhado em promover o país, sobretudo o seu potencial turístico, importante fonte de receitas. As produtoras europeias aproveitam a oportunidade, desde thrillers próximos do film noir (Passaporto Falso) até policiais com contornos de giallo (Quel Ficcanaso Dell’Ispettore Lawrence). A série 007 origina uma vaga de imitações a meio dos anos 1960, com menor orçamento e, em regra, mais sexo e violência. É, portanto, uma Lisboa pop, moderna, dinâmica e erotizada a que aparece em filmes como Comando de Asesinos, em contraste com o cinzentismo frequentemente associado à memória desta época. De resto, o ciclo inclui duas obras portuguesas (Operação Dinamite e 7 Balas Para Selma) que aderem justamente a esse jogo, representando a capital sob o prisma das aventuras de super-espiões feitas lá fora. Por trás das bombásticas cenas de acção no Estoril e Alfama, paira a clandestinidade e o conflito político que eram há muito parte do quotidiano lisboeta. Com a exceção de La Vita È Bella, no entanto, essa realidade permanece secreta nas histórias levadas ao ecrã.
Este ciclo resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
O programa cinematográfico é acompanhado de visitas guiadas e conversas em diferentes instituições sobre a evolução da imagem da cidade, da linguagem do cinema e das relações políticas e culturais entre Portugal e outros países ao longo século XX.
A sessão de abertura está agendada para as 19h de 2 de Março, com a exibição do filme Lisbon, de Ray Milland (Estados Unidos, 1956 – 91 min) e a presença do curador do ciclo, Rui Lopes.
Na mesma noite, às 21h30, será exibido 7 Balas Para Selma, de António de Macedo (Portugal, 1967 – 108 min).
>> Programa completo do ciclo e das actividades paralelas (PDF) <<
Tempo
(Segunda-feira) 7:30 pm - 9:00 pm
Organizador
Várias instituições

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Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema
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Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Dinâmicas Culturais Transnacionais: Cultura e luta entre duas capitais
Se Lisboa foi o décor de filme de espionagem, Paris foi o palco da liberdade. No âmbito do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, e com o apoio do Institut Français, convidamo-vos a revisitar as relações culturais franco-portuguesas nos anos 1960-1970. Entre a gravação de “Grândola, Vila Morena” no Château d’Hérouville, os comícios anti-coloniais e a ocupação da Casa dos Estudantes Portugueses transformada em “primeiro território livre de Portugal”, três historiadores do Instituto de História Contemporânea exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo.
Oradores:
Luís Trindade: A Invenção Parisiense da Música Popular Portuguesa
Víctor Barros: “Tarde Anticolonial” em Paris com Militantes Independentistas, Desertores e Exilados Portugueses em França
Victor Pereira: O Maio de 1968 dos Portugueses em França
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Institut Français du Portugal e Casa do Comum

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Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional
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Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Olhares sobre Lisboa, Capital do Cinema de Intriga Internacional
Esta mesa-redonda reúne especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, bem como a relação histórica do cinema com a cidade de Lisboa, a espionagem, o turismo e as relações internacionais do Estado Novo, desde a Segunda Guerra Mundial ao fim do regime.
A conversa contará com a participação de Rui Lopes, Inês Sapeta Dias e Sofia Sampaio, investigador/as do Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH / IN2PAST) e Instituto de Ciências Sociais (Universidade de Lisboa), bem como de Richard Rhys Davies, curador do arquivo digital Kiss Kiss Kill Kill Archive e autor de The International Spy Film Guide 1945-1989.
ENTRADA LIVRE mediante levantamento de bilhete 60 minutos antes do início da mesa-redonda.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Várias instituições

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Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut

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Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e
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Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e legal do Franquismo.
Lisboa, Madrid, Europa
Entre crescimento económico, vigilância política e social e o desejo de reconhecimento europeu, o período do desarrollismo foi também um tempo de intensa produção simbólica. A partir da história política, económica e legal do Franquismo, bem como da circulação de imaginários cinéfilos entre as décadas de 1960 e 1980, esta conversa procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca Portuguesa entre os dias 2 e 31 de Março.
Oradores:
Ana Algara (ICS — Universidade de Lisboa), Manuel Loff (IHC — NOV AFCSH / IN2PAST / FLUP) e Rúben Pérez Trujillano (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / Universidad de Granada), com moderação de Rita Luís (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
O evento será complementado, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição da co-produção Espanha-Portugal-Alemanha Comando de Asesinos / Fim-de-Semana com a Morte (Julio Coll, 1966).
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto Cervantes de Lisboa

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Conferência que tem como objectivo colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande.
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Conferência que tem como objectivo colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande.
Um Mundo Comum: Fronteiras, cooperação e segurança na EU e no Mercosul
O objectivo desta conferência, que reúne cientistas sociais de várias proveniências disciplinares, é colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno, detalhado e etnográfico, e o infinitamente grande, mundial, de repercussões múltiplas, entre o que se evidencia e o que pode vir a ser. Se o futuro é mais do que o provável, nesta conferência debatemos realidades actuais e horizontes de possibilidades, em tempos e escalas diversas.
Uma iniciativa do IHC e do projecto BORES, da Universidade Complutense de Madrid, com cientistas convidadas.
>> Programa da conferência (PDF) <<
Tempo
12 (Quinta-feira) 10:00 am - 13 (Sexta-feira) 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Universidad Complutense de Madrid

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Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios)
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Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades.
Visita guiada por Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Esta visita guiada vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades. Começando no icónico Largo de Santo Estêvão, seguiremos pelo rio (presença fundamental nestas representações da cidade) e partilharemos histórias das filmagens na Praça do Comércio e na Baixa, onde foram encenados múltiplos tiroteios, perseguições e conspirações, subindo depois para o miradouro de São Pedro de Alcântara.
A visita será conduzida por João Rosmaninho.
As pessoas interessadas, devem deslocar-se ao Largo de Santo Estêvão às 16h30. A visita terá início às 17h.
Após a visita, às 19h30 na Cinemateca, será projectado o filme Le Grain de Sable / O Triângulo Circular, que reúne todos estes espaços num contraste do turístico solar com o policial noir.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sexta-feira) 4:30 pm - 7:00 pm
Organizador
Várias instituições

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O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #3: Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa (English translation). The chapter – “Resonance and Alienation as Basic Categories of a Theory of Our Relationship to the World” – explores two social effects of Rosa’s approach to a material-discursive (radical) relationality that is inherently affective. This is a crucial text to explore the material relationality of bodies, space, and the vibrations of modernity as both a historical category and a pernicious, insidious, infrastructure impacting our living in the world. This reading group is going to be led by Hélia Marçal (IHA — NOVA FCSH / IN2PAST).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Guava, axial view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford. Source: Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 12:30 pm - 2:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

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Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo
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Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Between Culture and Diplomacy: US / Portugal relations in the 1940s-70s
Este evento reúne especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação desde a Segunda Guerra Mundial até ao final do Estado Novo. Terá particular destaque o papel de práticas culturais enquanto formas de diplomacia, incluindo filmes como os que compõem o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca entre os dias 2 e 31 de Março. A sessão terminará com a exibição e discussão do documentário Adventures in the Empire: a mistold story (Rui Lopes, 2024), sobre as representação cinematográficas do colonialismo português em Macau.
Oradores/as:
Frédéric Vidal (Universidade Autónoma de Lisboa), A Dinner with Roger Moore: Tourism and Portugal’s Cultural Policies in the Early 1960s
Miguel Moniz (ICS — Universidade de Lisboa), An Enemy of the State: the Associated Press, Salazar, and how Dennis Redmont’s Journalism Challenged a Dictatorship
Sara Antunes (ICS — Universidade de Lisboa), Report to the Senate: Allen Ellender’s Africa Tour and Estado Novo’s struggle for colonial legitimacy in the United States
Annarita Gori (ICS — Universidade de Lisboa), Navigating Space: American Astronauts in Lisbon (1966-71)
Rui Lopes (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST), Adventures in the Empire: a mistold story
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 5:30 pm - 7:30 pm
Localização
FLAD, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Rua Sacramento à Lapa, 21— 1249-090 Lisboa
Organizador
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Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios)
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Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades.
Visita guiada por Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Esta visita guiada vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades. Começando no icónico Largo de Santo Estêvão, seguiremos pelo rio (presença fundamental nestas representações da cidade) e partilharemos histórias das filmagens na Praça do Comércio e na Baixa, onde foram encenados múltiplos tiroteios, perseguições e conspirações, subindo depois para o miradouro de São Pedro de Alcântara.
A visita será conduzida por Rui Lopes, curador do ciclo.
As pessoas interessadas, devem deslocar-se ao Largo de Santo Estêvão às 16h30. A visita terá início às 17h.
Após a visita, às 19h30 na Cinemateca, será projectado o filme Storm Over Lisbon / Tempestade em Lisboa, uma das obras que inaugurou a presença destes espaços no cinema de espionagem.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:30 pm - 7:00 pm
Organizador
Várias instituições

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Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
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Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
Becoming Opaque — A opacidade como resistência ao estereótipo fílmico
Paula Albuquerque (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Resumo:
O meu trabalho debruça-se sobre o cinema documental colonial a partir de uma perspectiva histórica, decolonial e anarquivista. Como artista e investigadora portuguesa, com ascendência indiana, e a residir entre Lisboa e Amesterdão, abordo os cinemas coloniais português e holandês enquanto formas de proto-vigilância, com enfoque nas políticas da representação. Investigo de que modo as técnicas cinematográficas contribuíram para a subjectificação dos povos indígenas nas ex-colónias europeias, ao construírem identidades visuais do “outro” que os posicionaram como subalternos e cujos ecos persistem em sistemas de vigilância contemporâneos. A minha prática anarquivista adopta estratégias visuais emancipatórias através da investigação artística, desafiando modos expropriadores de representação colonial.
A moderação será realizada por Luís Trindade.
Para mais informações: oficinahistoriaeimagem@gmail.com
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

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Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Prazo: 4 Janeiro 2026 Do
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Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Prazo: 4 Janeiro 2026
Do Fascismo ao Neofascismo?
(Des)Continuidades entre o Fascismo Clássico e a Extrema-Direita do Século XXI
Está em curso o debate sobre a natureza política, ideológica e social da extrema-direita contemporânea, especialmente a que está ativa no século XXI. O debate académico, neste caso mais do que noutros, acompanha de perto o debate público sobre os desenvolvimentos políticos que são percecionados como tendo consequências dramáticas para o futuro. Um grande número de explicações foi proposto e uma ampla gama de conceitos oferecida, aplicáveis a casos específicos, sejam eles de âmbito nacional ou regional, ou ao próprio fenómeno global — porque, e isto é importante, é um fenómeno global com o qual estamos a lidar. Tal como o fascismo há cem anos. Os/as investigadores/as são quase sempre forçadas a tomar uma posição sobre a questão das continuidades (Finchelstein, 2019; Palheta, 2022) e das descontinuidades (Forti, 2024) entre, por um lado, o fascismo clássico (1922-1945) e o que eram naquela época outros fenómenos ultrarreacionários que, no período entre guerras, se tornaram subprodutos do fascismo através do processo de fascização e, por outro lado, as novas formas adotadas pela extrema- -direita desde 1945 e, sobretudo, desde a viragem do século XX para o século XXI. Em nome da urgência de uma abordagem científica ao que parece ser a crise mais grave dos sistemas liberais desde a década de 1930, pretendemos neste congresso discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico, porque “precisamos de explicar a continuidade entre o fascismo histórico e o populismo de direita contemporâneo como uma radicalização da política pós- -liberal baseada na erosão da participação democrática e no surgimento de uma nova política do medo” (Woodley, 2010).
Em consonância com esta posição, o congresso acolherá, também, estudos sobre as culturas políticas antifascistas, a começar pelas que surgiram em reação à onda fascista da década de 1930 e ao seu sucesso político (Kallis, 2015). O objetivo aqui é dar espaço a estudos sobre as diversas formas de resistência ao fascismo. O antifascismo é também um movimento transnacional (Traverso, 2004) e não perdeu a sua eficácia política em 1945, nem se tornou uma comunidade de memória de um passado encapsulado no tempo. Ele ressurgiu nos últimos 80 anos sempre que a extrema-direita reapareceu com força. Como é o caso dos nossos dias.
Neste sentido, o congresso acolherá propostas de artigos e painéis nas seguintes áreas possíveis:
(i) Fascismo(s), neofascismo, extrema-direita, reação e modernidade. Conceitos e teoria.
(ii) A nação, o Ocidente, a supremacia branca: cem anos de visões de mundo da extrema-direita.
(iii) Hipermasculinidade, antifeminismo e misoginia: reprodução social e fascismo.
(iv) Cem anos de cultura política de extrema-direita: continuidades, descontinuidades, adaptação, redes. (v) Fascismo, neofascismo e o(s) outro(s): especificidades da articulação política que o fascismo e a extrema-direita global fazem da xenofobia e do racismo.
(vi) Partido, Estado, movimentos, milícias, bem-estar social, associações. A dimensão organizacional da extrema-direita.
(vii) Violência, guerra e genocídio: extrema-direita e ação política.
(viiii) Fascismo e crise: contexto e causalidade dos impulsos da extrema-direita na história.
(ix) O antifascismo como cultura política transnacional: resistir ao fascismo, preservar a democracia, reconstruir a democracia, da década de 1920 à década de 2020. Interseções com o anticolonialismo, o antirracismo e o feminismo.
(x) Neofascismo, extrema-direita e antifascismo na memória coletiva: usos do passado, memória, «guerra cultural» e ação política.
Submissão de propostas:
As propostas de comunicação (que devem ser redigidas em inglês) devem ser enviadas para o endereço congresso.neo.fascismo.2026@gmail.com com um título, um resumo (máximo de 350 palavras), uma curta nota biográfica e informações de contacto até 4 de Janeiro de 2026.
Aceitamos propostas de comunicação ou de painéis. Também aceitamos propostas de intervenções criativas/artísticas baseadas numa interseção interdisciplinar com as ciências sociais, que serão sujeitas a revisão por pares, da mesma forma que as propostas de trabalhos e painéis. Neste caso, as propostas devem incluir uma descrição da performance (especificando os meios a utilizar e o tempo) e um resumo dos objetivos. A aceitação dependerá das possibilidades reais e práticas de integração no programa.
As apresentações devem ser feitas presencialmente em português, inglês ou espanhol. Não haverá apresentações online.
Notificação de aceitação até 8 de fevereiro de 2026. Não serão cobradas taxas de inscrição.
Palestrantes convidados/a: Ugo Palheta, Virgínia Fontes e Fernando Rosas
>> Descarregar a chamada para comunicações (nova versão; PDF) <<
Comissão organizadora:
Manuel Loff (FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST) Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Arturo Zoffmann (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ana Sofia Ferreira (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Sílvia Correia (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Adriano Amaral (IS — Universidade do Porto)
Gabriela Azevedo (IS — Universidade do Porto)
Bruno Madeira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST) Sérgio Neto (FLUP / CITCEM)
Afonso Silva (UAB / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Carlos Martins (IS — Universidade do Porto)
Comissão científica:
Caroline Silveira Bauer (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Francesca Billiani (University of Manchester, Reino Unido)
Kasper Braskén (University of Helsinki, Finlândia)
Gilberto Calil (Unioeste, Brasil)
Leonardo Carnut (Universidade de São Paulo, Brasil)
Rejane Carol (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
André Dantas (Fiocruz, Brasil)
Cristina Diac (The National Institute for the Study of Totalitarianism, Roménia)
Fátima Moura Ferreira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST, Portugal)
Steven Forti (Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha)
Hugo García (Universidad Autónoma de Madrid, Espanha)
Cátia Guimarães (Fiocruz, Brasil)
Xosé Manoel Núñez Seixas (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha)
Virgílio Borges Pereira (FLUP / IS — Universidade do Porto, Portugal)
Fernando Rosas (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST, Portugal)
Carlos Zacarias de Sena Júnior (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Carla Luciana Silva (Unioeste, Brasil)
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra / CEIS20, Portugal)
Vicente Valentim (IE University, Espanha)
Tempo
abril 27 (Segunda-feira) - 28 (Terça-feira)
Localização
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica Edgar Cardoso — 4150-564 Porto
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026 The Alter-lives of
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Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026
The Alter-lives of Independence Movements:
Frustrated Hopes, Renewed Utopias
Decades after formal decolonisation, anti-colonialism and anti-imperialism have remained a wellspring of inspiration and contestation. Studies about anticolonial thought, the 1955 Bandung Conference, and transcontinental solidarity movements have proliferated in academia and activist networks, providing the basis of theories and practices of resistance in contemporary times. Nevertheless, the ideas and the movements they inspired did not perish with the epoch that produced them. They evolved and acquired alternative lives in the period of nation-building and world-making, whether in extended or distorted forms. On the one hand, there were local and transnational efforts to sustain and enrich the revolutionary impulse through embracing the anticolonial spirit in various areas such as development, education, and diplomacy. As international institutions such as the UN welcome additional member states, Europeans and non-Europeans travelled to decolonised states like Algeria and Angola to learn and further cultivate ideas in building new societies. On the other hand, some dominant groups that took over the independent states capitalised on the anti-colonial pride to justify authoritarian and anti-democratic rule. Their utopian visions led to the systematic oppression of opposing forces and reproduced the hierarchical international state model. The fear of neocolonialism and disillusionment propelled both the former coloniser and colonised to reorganise their strategies and desires in the face of an emerging world order.
This two-day conference on the alter-lives of independence movements explores the evolution and transformation of anti-colonial and anti-imperial struggles. It focuses on the events and reflections about the early years of independence, a period of turbulent transition from colonial domination to self-governing nation-states, and of tumultuous beginnings of a new international order. We introduce the concept “alter-lives” to denote the process of altering imaginaries and practices that emerged during the colonial period in responding to uncertain futures, including the political uses of anticolonial memories and/or histories. It also refers to alternative relations forged between and among the former colonisers and colonised after independence. Thus, using “alter-lives” as a conceptual ground, this conference engages in the following questions: first, how have anticolonial thinking and practices evolved domestically and transnationally? Second, what were the structural and agential forces behind these evolutions? Third, how were anticolonial memories and histories politicised to achieve certain ends? Fourth, what difficulties did these agents face in realising their envisioned future? Lastly, how have alterations and alternatives affirmed and/or challenged the revolutionary ideas of the independence struggles?
Call for papers
We welcome theoretical and praxis-oriented proposals to gather scholars, activists, and artists from various disciplinary backgrounds and acquire a broad comparative perspective. Possible
areas include, but are not limited to:
- Transnational solidarities and resistance, such as North-South and South-South cooperation
- Nation-building
- Anticolonial thought and figures
- Diplomacy and international affairs
- Pedagogy and knowledge transmission
- Literary and artistic representations, such as documentaries, films, and novels
- Rhetorics of failure, frustrated political projects
Please submit your abstract (300 words max.) by 13 February 2026 to jiw.hopesandfears@gmail.com.
Decisions will be communicated by the first week of March 2026.
>> Download the call for papers (PDF) <<
This event is organised as part of the Joint International Workshop “Hopes and Fears. Anti-colonial and Postcolonial Imaginaries in the Lusotopy and Beyond”, that gathers the Institute of Contemporary History — NOVA University Lisbon / University of Évora, the University of São Paulo, and the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul.
Tempo
junho 26 (Sexta-feira) - 27 (Sábado)
Localização
Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Universidade de São Paulo e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Detalhes do Evento
Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data] The
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Detalhes do Evento
Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data]
The Public History of Difficult Pasts
8th International Conference on Public History
IFPH 2026
The 8th International Conference on Public History, organised by the International Federation for Public History, IFPH, will take place in Lisbon from September 7 to 11, 2026. It will be hosted by IN2PAST – the Associate Laboratory for Research and Innovation in Heritage, Arts, Sustainability and Territory, a transdisciplinary consortium of seven research centres, at the Almada Negreiros College on the Campolide Campus of NOVA University Lisbon.
In a time of escalating attacks by right-wing movements on memory, diversity, human rights, democracy, and history itself, the IFPH reaffirms its commitment to fostering critical engagement with the ways societies confront, interpret, and relate to their difficult pasts and challenging presents. The IFPH strongly condemns book banning, the censorship of historical narratives, the surveillance of students and educators, the targeting of sites of remembrance, and the imposition of ideological agendas — particularly right-wing distortions — that not only threaten academic freedom but undermine the very principles upon which public history is built. Against this backdrop, the conference seeks to challenge historical revisionism and silencing, to amplify marginalised voices and memories, and to promote transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice.
Public History has long addressed global historical processes such as colonialism, the transatlantic slave trade, and the genocide of Indigenous peoples, as well as phenomena that emerge in multiple contexts, including armed conflicts and dictatorships. It embodies both a political and ethical commitment to examining how difficult pasts have been lived and remembered by different communities and individuals, ensuring that their perspectives are acknowledged and respected. At the same time, engaging with these histories through Public History raises significant challenges. Sharing authority with specific communities and amplifying marginalised narratives may unintentionally silence other voices, while also presenting complex ethical dilemmas. Furthermore, Public History operates within the public sphere, engaging diverse audiences and navigating competing representations of the past in an era increasingly marked by the political instrumentalisation of history and the spread of revisionist and denialist discourses.
Call for contributions
This conference seeks to challenge historical revisionism, amplify marginalised voices, and foster transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice. We invite contributions that explore:
Historical Contexts and Global Processes
-
- Colonialism and its enduring legacies
- The transatlantic slave trade and its commemorations
- Indigenous genocide and cultural destruction
- Armed conflicts, civil wars, and their aftermath
- Dictatorships, authoritarianism, and state violence
- Mass atrocities and crimes against humanity
Contemporary Challenges and Methodological Innovations
-
- Countering historical denial and revisionism
- Navigating contested memories and competing narratives
- Sharing authority with affected communities
- Ethical dilemmas in representing traumatic pasts
- Digital humanities, media, and social networks
- Museum practices and memorial sites
- Archives, and archival activism
- Educational approaches to sensitive histories
Voices and Perspectives
-
- Survivor testimonies and intergenerational trauma
- Community-based historical projects
- Oral history and marginalised narratives
- Gender, sexuality, and intersectional approaches
- Youth engagement with difficult pasts
- Transnational and comparative perspectives
Justice and Reconciliation
-
- Truth commissions and transitional justice
- Reparations and historical redress
- Memorialisation and commemoration practices
- Restorative justice approaches
- Healing and collective memory
- Building inclusive historical narratives
Calendar
Opening of the Call for Presentations: 30 September 2025
Deadline for Application: 30 November 7 December 2025 [new deadline]
Deadline for reviewers to do their reviews: 31 January 2026
Call for posters: January 2026
Results of the Call for Presentations will be announced by March 2026
Programme of the conference shall be available around June 2026
Deadline for registration for on-site attendance: August 2026
Conference: 7-11 September 2026
Submission of proposals
🔗 Submit your panel proposal HERE.
🔗 Submit your paper proposal HERE.
🔗 Submit your Working Group proposal HERE.
>> Download the call for papers (PDF) <<
Picture: Peniche Fortress, Fortim Redondo, site of the infamous isolation cells (‘Segredo’) (Credit: © Paulo)
Tempo
setembro 7 (Segunda-feira) - 11 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições
Eventos com chamadas abertas

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Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026 The Alter-lives of
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Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026
The Alter-lives of Independence Movements:
Frustrated Hopes, Renewed Utopias
Decades after formal decolonisation, anti-colonialism and anti-imperialism have remained a wellspring of inspiration and contestation. Studies about anticolonial thought, the 1955 Bandung Conference, and transcontinental solidarity movements have proliferated in academia and activist networks, providing the basis of theories and practices of resistance in contemporary times. Nevertheless, the ideas and the movements they inspired did not perish with the epoch that produced them. They evolved and acquired alternative lives in the period of nation-building and world-making, whether in extended or distorted forms. On the one hand, there were local and transnational efforts to sustain and enrich the revolutionary impulse through embracing the anticolonial spirit in various areas such as development, education, and diplomacy. As international institutions such as the UN welcome additional member states, Europeans and non-Europeans travelled to decolonised states like Algeria and Angola to learn and further cultivate ideas in building new societies. On the other hand, some dominant groups that took over the independent states capitalised on the anti-colonial pride to justify authoritarian and anti-democratic rule. Their utopian visions led to the systematic oppression of opposing forces and reproduced the hierarchical international state model. The fear of neocolonialism and disillusionment propelled both the former coloniser and colonised to reorganise their strategies and desires in the face of an emerging world order.
This two-day conference on the alter-lives of independence movements explores the evolution and transformation of anti-colonial and anti-imperial struggles. It focuses on the events and reflections about the early years of independence, a period of turbulent transition from colonial domination to self-governing nation-states, and of tumultuous beginnings of a new international order. We introduce the concept “alter-lives” to denote the process of altering imaginaries and practices that emerged during the colonial period in responding to uncertain futures, including the political uses of anticolonial memories and/or histories. It also refers to alternative relations forged between and among the former colonisers and colonised after independence. Thus, using “alter-lives” as a conceptual ground, this conference engages in the following questions: first, how have anticolonial thinking and practices evolved domestically and transnationally? Second, what were the structural and agential forces behind these evolutions? Third, how were anticolonial memories and histories politicised to achieve certain ends? Fourth, what difficulties did these agents face in realising their envisioned future? Lastly, how have alterations and alternatives affirmed and/or challenged the revolutionary ideas of the independence struggles?
Call for papers
We welcome theoretical and praxis-oriented proposals to gather scholars, activists, and artists from various disciplinary backgrounds and acquire a broad comparative perspective. Possible
areas include, but are not limited to:
- Transnational solidarities and resistance, such as North-South and South-South cooperation
- Nation-building
- Anticolonial thought and figures
- Diplomacy and international affairs
- Pedagogy and knowledge transmission
- Literary and artistic representations, such as documentaries, films, and novels
- Rhetorics of failure, frustrated political projects
Please submit your abstract (300 words max.) by 13 February 2026 to jiw.hopesandfears@gmail.com.
Decisions will be communicated by the first week of March 2026.
>> Download the call for papers (PDF) <<
This event is organised as part of the Joint International Workshop “Hopes and Fears. Anti-colonial and Postcolonial Imaginaries in the Lusotopy and Beyond”, that gathers the Institute of Contemporary History — NOVA University Lisbon / University of Évora, the University of São Paulo, and the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul.
Tempo
junho 26 (Sexta-feira) - 27 (Sábado)
Localização
Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Universidade de São Paulo e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
fevereiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
Encontro que procura estimular a partilha, convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação. Nós Estamos Contigo na
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Detalhes do Evento
Encontro que procura estimular a partilha, convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação.
Nós Estamos Contigo na Casa
Trabalho doméstico e acção coletiva — Arquivos, memórias, testemunhos
A constituição de uma economia global dos cuidados e dos serviços domésticos tornou-se, nas últimas décadas, um dos elementos centrais para compreender as transformações do trabalho nas sociedades capitalistas (Ehrenreich e Hochschild, 2002; Lutz, 2011). Este processo de “divisão internacional do trabalho reprodutivo” (Parreñas, 2001; Anderson, 2007) é exemplo da forma como desigualdades históricas se reconfiguraram e aprofundaram na transição dos contextos coloniais para a pós-colonialidade (Cox, 2006; Sartri, 2008). A ausência de políticas públicas de cuidado, combinada com a desregulação do mercado de trabalho e a escassez de mão de obra no sector, produziu um cenário de precarização laboral e social em que género, etnicidade e classe se entrecruzam. A preferência dos empregadores por trabalhadoras migrantes — muitas vezes sem autorização de residência — tem permitido a formação de uma nova classe servil, caracterizada por vínculos frágeis, quase ausência de direitos e baixas remunerações (Giordano, 2022).
Este quadro de vulnerabilidade estrutural alimenta a ideia de que o trabalho doméstico e de cuidados seria marcado por invisibilidade social e por uma suposta incapacidade de mobilização colectiva. Contudo, esta leitura tende a obscurecer a longa história de resistências e de experiências organizativas protagonizadas por estas trabalhadoras. Desde o século XIX, múltiplos exemplos de reivindicações laborais e de luta contra práticas opressivas demonstram que o sector, longe de ser inorganizado, tem sido palco de diversas formas de mobilização por melhores condições de trabalho (Anderson, 2001; Boris e Nadassen, 2008; Gutiérrez-Rodríguez, 2010). Recuperar e reflectir sobre essa trajectória histórica não é apenas um exercício de memória, mas um passo necessário para reinscrever o trabalho doméstico e de cuidados na história global das lutas laborais, desafiando narrativas que procuram naturalizar a sua subalternidade.
O título deste encontro é retirado de uma carta enviada por uma trabalhadora doméstica ao seu sindicato, guardada num arquivo, sem data, sem remetente ou destinatário, apenas com uma anotação, escrita à mão: arquivo. É nela que se lê: “E nunca penses que estás só, nós estamos contigo na casa onde exercemos a profissão”.
Tomámos como inspiração para este encontro este pequeno excerto, parte de um texto que faz a descrição, na primeira pessoa, da migração precoce para a cidade de Lisboa, para servir em casa alheia, aos sete anos.
O trabalho sobre arquivos de organizações de trabalhadoras e a ampliação da atenção sobre sindicalismo à realidade do serviço doméstico tem merecido crescente atenção nos últimos anos, um pouco por todo o mundo, também sob o impulso de um renovado interesse pela intersecção, na esfera do trabalho doméstico remunerado, das desigualdades de género, classe e migrações. Neste encontro, que terá lugar nos dias 6 e 7 de Fevereiro de 2026 em Lisboa, abrimos um espaço para, a partir do projeto A Voz das Trabalhadoras: Os Arquivos do Sindicato do Serviço Doméstico (1974-1992), reunir contributos que, vindos de diferentes geografias e campos de prática, se cruzem em torno do trabalho doméstico, de cuidado e de limpeza — e da sua articulação com formas de ação colectiva, cooperativismo, sindicalismo, e construção de memória.
>> Inscrição (gratuita mas obrigatória)
Chamada para comunicações
Assim, tendo como principal ponto de partida a imersão em arquivos do sindicalismo, de experiências de auto-gestão e de cooperativismo no serviço doméstico, convidamos à submissão de propostas que se debrucem sobre os diversos repertórios de organização e luta adoptados por trabalhadoras e trabalhadores deste sector/actividade, que incidam sobre história oral ou pesquisas em arquivos, na narração de experiências e auto-representações das condições e contextos laborais.
Procurando estabelecer um diálogo transnacional e interdisciplinar destas experiências, aceitam-se contribuições nos seguintes eixos:
- Práticas de arquivo de/ sobre trabalho doméstico;
- Fluxos migratórios, cidadania, género e racialização no trabalho doméstico, de limpeza e de cuidados;
- Acção coletiva, cooperativismo e sindicalismo de trabalho doméstico.
Este encontro procura estimular a presença e partilha entre activistas, artistas, investigadoras/es, trabalhadoras/es e sindicatos — convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação.
Assim, convidamos ao envio de propostas oriundas de diferentes campos disciplinares e com diferentes abordagens metodológicas, saudando o cruzamento de perspectivas. O encontro acolhe propostas vindas de:
- artistas (performance, teatro, audiovisual);
- investigadores/as, arquivistas, ativistas e estudantes;
- trabalhadoras do sector doméstico e de cuidados (colectivos, cooperativas, sindicatos).
Envio de pequenos resumos (máx. 500 palavras), com uma breve biografia, até ao dia 10 de Novembro de 2025.
Submissões para encontro.trabalhodomestico2026@gmail.com.
Idiomas aceites: Português, espanhol e inglês
>> Descarregar a chamada para trabalhos (PDF) <<
Locais do encontro: NOVA FCSH e Centro Cultural Cabo Verde
Organização: CICS.NOVA e IHC
Comissão organizadora
Ackssana Silva
Elsa Nogueira
Inês Brasão
José Soeiro
Mafalda Araújo
Nuno Ferreira Dias
Tempo
6 (Sexta-feira) 9:00 am - 7 (Sábado) 7:00 pm
Localização
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Cultural de Cabo Verde
Organizador
Instituto de História Contemporânea e CICS.NOVA — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa

Detalhes do Evento
O livro de Ricardo Noronha, sobre o 25 de Novembro de 1975, vai ser apresentado em Faro, no Instituto Português do Desporto
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Detalhes do Evento
O livro de Ricardo Noronha, sobre o 25 de Novembro de 1975, vai ser apresentado em Faro, no Instituto Português do Desporto e Juventude.
A Ordem Reina Sobre Lisboa. Uma história do 25 de Novembro
A CÍVIS, Associação para o o Aprofundamento da Cidadania, dia 6 de fevereiro, em Faro, a apresentação do livro “A Ordem reina sobre Lisboa. Uma história do 25 de Novembro”, da autoria de Ricardo Noronha.
A sessão terá lugar no auditório do IPDJ, a partir das 18h30, com entrada livre, e assinala a apresentação pública da obra editada pela Tigre de Papel, em Novembro de 2025.
A CÍVIS convida todas e todos os cidadãos a participarem nesta apresentação, de entrada livre, sublinhando a importância do debate para uma melhor compreensão do significado histórico e político do 25 de Novembro.
Sobre o livro:
Este livro aproveita a efeméride cinquentenária para explorar algumas hipóteses e interrogações relativas ao 25 de Novembro, procurando identificar tanto aquilo que se apresenta como indisputável quanto as inúmeras questões que permanecem em aberto. É também uma tentativa de abrir a interpretação do processo revolucionário a formas de imaginação histórica distintas das que têm caraterizado boa parte da paisagem editorial. Ao privilegiar os acontecimentos ocorridos nas ruas, ou dentro dos quartéis, em relação aos que tiveram lugar nos gabinetes ministeriais, ou dentro dos estados-maiores, a reconstrução dos acontecimentos que aqui se apresenta procura compreender o 25 de Novembro enquanto um episódio de insubordinação militar plenamente alinhado com os repertórios de conflituosidade social e de radicalização política que caraterizaram a Revolução Portuguesa de 1974-75.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Sexta-feira) 6:30 pm - 7:30 pm
Localização
Instituto Português do Desporto e Juventude — Faro
Rua da Policia da Seguranca Publica, 1 — 8000-151 Faro
Organizador
CÍVIS e Instituto Português do Desporto e Juventude

Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 4 | Sábado, 7 Fevereiro, 16:00
La Hora de los Hornos. Parte 1: Neo-colonialismo e Violência, 1968, Fernando E. Solanas, Octavio Getino, 1966-68, Argentina, 85’
Produzido pelo Grupo Cine Liberación nos anos que antecederam a chamada Guerra Suja, A Hora dos Fornos foi ao mesmo tempo cinema inovador e manifesto guerrilheiro pela queda da ditadura argentina. Combinando imagens de actualidade que retratam a agitação socio-política entre 1945 e 1968 com testemunhos de militantes peronistas e de figuras revolucionárias como José Martí, Che Guevara, Frantz Fanon e José Carlos Mariátegui, o filme assumiu-se como ferramenta de resistência e de mobilização socialista. Exibido clandestinamente perante públicos que interrompiam as sessões para debater, tornou-se obra-chave do chamado Third Cinema, conceito defendido por Fernando Solanas e Octavio Getino em oposição ao modelo comercial de Hollywood. Dividido em catorze capítulos, a sua influência estendeu-se a cineastas e coletivos empenhados na transformação política, de Chris Marker ao Grupo Dziga Vertov e a Patricio Guzmán.
Conversa com Luís Trindade e Raquel Ribeiro
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #2: Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki. The chapter — “Stumbling Dance: William Pope.L’s Crawls” — continues Lepecki’s exploration of modernity’s temporality, rhythm, and kinetics. This is a fundamental reading on the politics of space and the public sphere through and with performance and dance. This reading group is going to be led by Sílvia Pinto Coelho (ICNOVA, NOVA FCSH).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Tomato, sagittal view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford, Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 1:30 pm - 3:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro "Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle". Conversa
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Detalhes do Evento
Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle”.
Conversa sobre o livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle“
Irene Flunser Pimentel vai conduzir uma conversa com o historiador Frédéric Sallée (Université Grenoble Alpes), especialista mundial da história do nazismo e do holocausto, que tem estado no centro de diversas discussões historiográficas recentes sobre as origens ideológicas, políticas e financeiras do nazismo. A conversa vai centrar-se no seu mais recente livro, Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle (2025), em que reconstitui o percurso pela Europa e a memória histórica de um conjunto de figuras perseguidas pelo nazismo.
Esta é a primeira de uma série de iniciativas que o IHC fará com o Institut Français du Portugal ao longo de 2026. A próxima será um colóquio, organizado pelo Felipe Brandi em homenagem a Marc Bloch, em Abril, na Biblioteca Nacional de Portugal, com vários investigadores/as franceses convidados, incluindo Christophe Prochasson. Fiquem atentos/as!
Tempo
(Terça-feira) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Institut Français du Portugal

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Futebol, Classe e Território:
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico.
Futebol, Classe e Território:
Perspectivas históricas e transformações sócio-espaciais
O presente seminário de investigação pretende estabelecer o diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Através de diferentes estudos de caso, interroga-se a vinculação dos clubes de futebol às dinâmicas sociais dos bairros e das cidades, visando compreender o impacto que estes exercem sobre o território. Partindo de diferentes eixos de análise, procura-se reconhecer o papel do associativismo desportivo na promoção de sociabilidades e na construção de identidades à escala local, regional e nacional.
Questões de partida:
- De que forma o recinto desportivo modela social e espacialmente o território onde este se inscreve?
- Como é que a prática do futebol contribuiu para a afirmação de valores de classe, pertença territorial e identidade colectiva em contextos operários?
- De que forma os clubes de futebol actuaram como instrumentos de construção de identidades locais e de coesão comunitária em contextos urbanos industrializados?
ENTRADA LIVRE
>> Programa do seminário (PDF) <<
Programa resumido:
9:30 – 10:00 | Abertura Oficial
10:00 – 11:00 | Conversa: Futebol, associativismo e culturas adeptas em contextos operários
11:00 – 12:00 | Painel 1: A inscrição do recinto desportivo nas dinâmicas do território
12:00 – 13:30 | Almoço
13:30 – 14:30 | Painel 2: Futebol e a Questão Nacional
14:30 – 16:00 | Mesa Redonda/ Painel de Debate: Futebol sem Classe(s)? Considerações para uma nova economia política do Futebol
16:00 – 16:30 | Encerramento
Fotografia: Lfc264 — S. Alhandra vs Sanjoanense, Alhandra, 19 de Outubro de 2003 (© Paulo Catrica)
Tempo
(Sexta-feira) 9:30 am - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

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O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria
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O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria Inácia Rezola, Fernando Rosas e Isabel do Carmo.
60 Anos do Golpe, 50 Anos da Revolução. Democracia em Disputa em Brasil e Portugal
Se o crescimento mundial da extrema-direita é um sintoma nada desprezível da crise das democracias liberais, é igualmente verdade que esse fenómeno tem raízes anteriores, que remetem tanto para as lutas de classes internas a cada país quanto para a hegemonia neoliberal que marca a fase actual do capitalismo, com expressões em todos os aspectos da vida e do planeta. Esse é o mote que alinhava os 12 artigos do livro 60 anos do golpe, 50 anos de Revolução: democracia em disputa em Brasil e Portugal, que acaba de ser publicado numa parceria entre a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e a editora Expressão Popular, com organização de André Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff. A coletânea, de 483 páginas, reúne textos de 14 investigadores que vivem e actuam nos dois países.
Tomando como marco o cinquentenário da Revolução dos Cravos, que encerrou uma longa ditadura em Portugal, e o 60º aniversário do golpe empresarial-militar que instituiu uma também longa ditadura no Brasil, o objectivo da obra é actualizar o debate sobre a democracia que resultou nos dois países, analisando as diferenças do passado recente para responder aos dilemas comuns do presente.
Mais informações e acesso ao livro
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Livraria Tigre de Papelgeral@tigrepapel.pt Rua de Arroios, 25 — 1150-053 Lisboa

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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 5 | Sábado, 14 Fevereiro, 16:00
You hide me, Nii Kwate Owoo, Gana, Reino Unido, 1970, 17’
Esta curta-metragem revela de forma crua e directa as contradições de um sistema museológico que legitima séculos de violência colonial. A câmara percorre vitrinas, depósitos e corredores dos acervos do Museu Britânico em Londres, transformando o inventário em denúncia: cada objecto exposto é também um testemunho das condições em que foi retirado do seu contexto original. O gesto do realizador, simples mas radical, assume-se como um show-and-tell político, convocando tanto a urgência da restituição material quanto a necessidade de repensar narrativas históricas dominantes. Proibido em território ganês mas hoje visto como um marco do cinema anti-colonial, este filme recorda-nos que a luta pela devolução do património não é apenas simbólica, mas profundamente ligada a questões de justiça histórica.
Soleil Ô, Med Hondo, 1970, França, Mauritania, 112’
Um grito de resistência contra a opressão racista e um marco revolucionário do cinema político, esta primeira longa-metragem do realizador mauritano Med Hondo constitui um ataque ao capitalismo e ao colonialismo. Soleil Ô acompanha a trajectória de um jovem imigrante que parte rumo a Paris em busca de trabalho e de uma comunidade. Rapidamente descobre uma sociedade hostil, onde a sua simples presença gera medo e desconfiança. Hondo recorre a uma linguagem cinematográfica experimental para denunciar as contradições da metrópole pós-colonial: a promessa de integração convive com mecanismos de exclusão sistemática. O filme não só denuncia as condições de marginalização vividas por milhares de migrantes africanos em França, como se afirma como um manifesto artístico de emancipação e resistência. Meio século depois da sua estreia, Soleil Ô permanece uma obra de referência incontornável, cuja energia estética e política continua a interpelar espectadores de diferentes gerações.
Conversa com Ângela Ferreira, Flávio Almada, Henrique Entratice, Víctor Barros. Moderação de Sofia Victorino
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Cinema Fernando Lopes

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Sessão de encerramento do projecto VINCULUM, que inclui a estreia de um documentário e a apresentação de um novo programa de comunicação de ciência. Sessão de encerramento do VINCULUM O
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Sessão de encerramento do projecto VINCULUM, que inclui a estreia de um documentário e a apresentação de um novo programa de comunicação de ciência.
Sessão de encerramento do VINCULUM
O projecto VINCULUM vai terminar com uma sessão de encerramento que terá lugar na NOVA FCSH no dia 23 de Fevereiro de 2026, pelas 15h.
Nesta sessão, serão oradores Vítor Cardoso (Instituto Superior Técnico) e Henrique Leitão (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa).
Além destas intervenções, terá lugar a estreia do documentário VINCULUM: um caminho de investigação científica / a journey of scientific research, e será apresentado o programa de comunicação de ciência Manter Vínculos com a História: Passados Longos para um Presente Consciente, a desenvolver a partir de 2026, no IHC.
Estarão presentes o Reitor da Universidade NOVA de Lisboa, Paulo Pereira, Directora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Alexandra Curvelo.
Solicita-se confirmação de presença, até dia 19 de Fevereiro, para o mail vinculum@fcsh.unl.pt
🔗 Quem não puder estar presente, poderá acompanhar a sessão via Zoom, neste link.
Tempo
(Segunda-feira) 3:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

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Sessão do seminário permanente "Revisitar o Século XIX", que procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado "Longo Século XIX". Alturas e desigualdade: desigualdade social e económica em
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Sessão do seminário permanente “Revisitar o Século XIX”, que procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado “Longo Século XIX”.
Alturas e desigualdade: desigualdade social e económica em Portugal antes da industrialização
Carlos Manuel Faísca (Universidade de Coimbra, CEIS20)
Esta comunicação analisa os níveis de vida biológicos no sul de Portugal no final do Antigo Regime, com base no estudo de mais de 1500 soldados do Regimento de Infantaria de Tavira, nascidos entre 1730 e 1786. Através da comparação das estaturas segundo a origem geográfica e o enquadramento social, identificam-se diferenças relevantes, nomeadamente um “prémio urbano”, com indivíduos criados em meios urbanos a apresentarem maior estatura do que os provenientes de áreas rurais, não se observando, contudo, diferenças significativas entre populações do litoral e do interior. Os resultados evidenciam igualmente fortes desigualdades sociais, com oficiais e filhos de famílias de estatuto mais elevado a revelarem maior estatura média, enquanto os filhos de pai desconhecido apresentam valores mais baixos. Observa-se ainda uma tendência de decréscimo da estatura média ao longo das coortes, reflectindo o contexto de estagnação económica que marcou Portugal a partir do final do século XVIII. No seu conjunto, a análise sugere que o acesso a bens e serviços característicos dos centros urbanos, mesmo de pequena dimensão, constituiu um factor central para o bem-estar na sociedade portuguesa pré-industrial.
Revisitar o Século XIX — Seminário Permanente
Ao fim de uma década de ausência, o Iscte e o IHC reeditam o seminário Revisitar o Século XIX, que Luís Espinha da Silveira e Paulo Jorge Fernandes mantiveram sem interrupção entre 2009 e 2015 na NOVA FCSH. Originalmente, o propósito da iniciativa era o de (re)animar, sempre que possível numa perspectiva comparada e actualizada, os estudos sobre este período da História nacional e internacional, por vezes menos valorizado pela historiografia, sempre mais sensível a novas modas e tendências. Para além de dar continuidade a este mesmo propósito sempre fundamental, o objectivo agora, pela mão de Gonçalo Gonçalves (Iscte) e Paulo Jorge Fernandes (IHC — NOVA FCSH), procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado “Longo Século XIX” e evocar a figura de Luís Espinha da Silveira, precocemente desaparecido, destacando o seu importante legado enquanto interessado pelo desenvolvimento do conhecimento sobre esta época. Até ao final do presente ano lectivo propomos a apresentação e discussão de autores e tópicos tão inovadores quanto relevantes para este período histórico em sessões que terão lugar alternadamente na NOVA FCSH e no Iscte.
Tempo
(Segunda-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro de Investigação e Estudos de Sociologia — ISCTE-IUL

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Conferência que tem como objectivo abrir espaço para o diálogo sobre como as Humanidades Digitais podem impulsionar abordagens plurais da história, da memória, do património e da criatividade.
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Conferência que tem como objectivo abrir espaço para o diálogo sobre como as Humanidades Digitais podem impulsionar abordagens plurais da história, da memória, do património e da criatividade.
Crossing Oceans: Digital Humanities in Dialogue
We are pleased to announce the international conference Crossing Oceans: Digital Humanities in Dialogue, bringing together researchers, practitioners, and digital humanists from all around the globe. This event seeks to create a space of truly transoceanic dialogue to discuss the present and future of Digital Humanities.
The conference invites participants to rethink methodologies for work in the Humanities at a time when digital transformations are reshaping how we investigate, interpret, and share knowledge. The digitization of archival materials, alongside the proliferation of born-digital records, has multiplied the sources available for historical, literary, and cultural analysis. Today, researchers have at their disposal a wide range of digital tools and software that allow them to organise, interpret, manipulate, share, and store data in increasingly diverse ways, opening new pathways for both collaborative and innovative research. At the same time, the emergence of artificial intelligence challenges us to critically assess both the possibilities and the risks of automated tools in the construction of knowledge.
Programme highlights
26 February
08:30 GMT – Registration and welcome coffee
08:45 GMT – Opening
09:00–10:30 GMT – Digital archives and collections
10:30–12:00 GMT – Digital heritage
13:00–15:00 GMT – Round-table
15:00–15:30 GMT – Coffee break
15:30–17:00 GMT – Digital approaches to colonialism
17:00–18:30 GMT – Databases and archives
27 February
08:30 GMT – Welcome coffee
09:00–10:30 GMT – Artificial Intelligence
10:30–12:00 GMT – Databases
113:00–15:00 GMT – Round-table
15:00–15:30 – Coffee break
15:30–17:00 GMT – Infrastructures and methods
17:00–18:30 GMT – Artificial Intelligence
Call for papers
By crossing oceans and perspectives, this conference aims to open the space for dialogue on how Digital Humanities can boost plural approaches to history, memory, heritage, and creativity, while also confronting questions of accessibility, ethics, and epistemic justice, as when we use these tools to give voice to new agents previously made invisible by traditional historiography, for instance.
On this conference, we welcome contributions on topics including but not limited to:
- Methodological innovations in Digital Humanities research.
- The impact of AI on the Humanities and critical approaches to its use.
- Digitization projects and the challenges of working with born-digital materials.
- Digital strategies for reaching non-academic audiences.
- Tools and projects that facilitate collaborative and transnational projects.
Submission period: 20 October – 5 December 2025 26 January 2026 [new deadline]
Participation: Free of charge, registration required
Language: English (presentations in other languages may be considered)
🔗 Registration and proposal submission
Organisation
Organising Committee
Anderson Antunes (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Sara Albuquerque (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Scientific Committee
Ana Margarida Dias da Silva (University of Coimbra / CHSC / DCV-UC)
Anderson Antunes (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Daniel Alves (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Santiago Perez (CEComp — FLUL)
Sara Albuquerque (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Silvia Valencich Frota (CEComp — FLUL)
Executive Committee
Anderson Antunes (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Diana Barbosa (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sara Albuquerque (University of Évora / IHC / IN2PAST)
Paula Gentil Santos (University of Évora)
This conference is inspired by the KNOW.AFRICA project (https://doi.org/10.54499/2022.01599.PTDC), which investigates nineteenth-century Portuguese scientific expeditions in Angola by highlighting the invisible contributions of local agents who made travelling and collecting possible. In this project, we analyse how cooks, guides, interpreters, porters, local rulers, and others, collaborated with the construction of knowledge and the formation of scientific collections. Through the use of Digital Humanities methods and tools – such as GIS mapping, network analysis and visualisation, databases, and interactive digital timelines – KNOW.AFRICA aims to explore how digital tools can assist in the construction and dissemination of historical knowledge. By combining archival research with digital tools, the project not only advances academic debates on colonial science but also develops outputs aimed at wider publics, including digital exhibitions, podcasts, and interactive maps and timelines. In this way, KNOW.AFRICA aims to use the Digital Humanities as a way to bridge research and dissemination, turning historical inquiry into a shared, multidisciplinary and collaborative process.
Tempo
26 (Quinta-feira) 8:30 am - 27 (Sexta-feira) 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évoracehfc@uevora.pt Largo dos Colegiais, 2 — 7000-812 Évora
Pesquisa
Notícias
VINCULUM — Um fim e um novo começo
Fev 24, 2026
A FCSH acolheu a a sessão de encerramento do projecto VINCULUM
Em Março, Lisboa é a Capital da Intriga Internacional
Fev 21, 2026
Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
Anita Buhin está em missão de investigação em Itália
Fev 20, 2026
É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha























