Chamada aberta para a Revista de História das Ideias: Culturas do Fogo
Prazo: 30 Setembro 2026
A História está na Escola! — Novo programa educativo do IHC
Programa pretende familiarizar estudantes com a pesquisa histórica e as suas ferramentas
Chamada aberta para a Aniki: Novos desafios da interatividade na criação narrativa
Prazo: 15 Fevereiro 2026
O Governo de Todos Nós: IHC lança desafio às autarquias
O Governo de Todos Nós. 50 Anos de Poder Local Democrático (1976-2026)
Notícias
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Candidaturas a decorrer até ao dia 16 de Fevereiro -
Vai tomar posse como como Académica de Número -
A cidade beirã aderiu ao desafio lançado pelo IHC em Novembro do ano passado
Agenda
fevereiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #2: Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki. The chapter — “Stumbling Dance: William Pope.L’s Crawls” — continues Lepecki’s exploration of modernity’s temporality, rhythm, and kinetics. This is a fundamental reading on the politics of space and the public sphere through and with performance and dance. This reading group is going to be led by Sílvia Pinto Coelho (ICNOVA, NOVA FCSH).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Tomato, sagittal view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford, Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 1:30 pm - 3:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro "Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle". Conversa
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Detalhes do Evento
Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle”.
Conversa sobre o livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle“
Irene Flunser Pimentel vai conduzir uma conversa com o historiador Frédéric Sallée (Université Grenoble Alpes), especialista mundial da história do nazismo e do holocausto, que tem estado no centro de diversas discussões historiográficas recentes sobre as origens ideológicas, políticas e financeiras do nazismo. A conversa vai centrar-se no seu mais recente livro, Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle (2025), em que reconstitui o percurso pela Europa e a memória histórica de um conjunto de figuras perseguidas pelo nazismo.
Esta é a primeira de uma série de iniciativas que o IHC fará com o Institut Français du Portugal ao longo de 2026. A próxima será um colóquio, organizado pelo Felipe Brandi em homenagem a Marc Bloch, em Abril, na Biblioteca Nacional de Portugal, com vários investigadores/as franceses convidados, incluindo Christophe Prochasson. Fiquem atentos/as!
Tempo
(Terça-feira) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Institut Français du Portugal

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Futebol, Classe e Território:
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico.
Futebol, Classe e Território:
Perspectivas históricas e transformações sócio-espaciais
O presente seminário de investigação pretende estabelecer o diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Através de diferentes estudos de caso, interroga-se a vinculação dos clubes de futebol às dinâmicas sociais dos bairros e das cidades, visando compreender o impacto que estes exercem sobre o território. Partindo de diferentes eixos de análise, procura-se reconhecer o papel do associativismo desportivo na promoção de sociabilidades e na construção de identidades à escala local, regional e nacional.
Questões de partida:
- De que forma o recinto desportivo modela social e espacialmente o território onde este se inscreve?
- Como é que a prática do futebol contribuiu para a afirmação de valores de classe, pertença territorial e identidade colectiva em contextos operários?
- De que forma os clubes de futebol actuaram como instrumentos de construção de identidades locais e de coesão comunitária em contextos urbanos industrializados?
ENTRADA LIVRE
>> Programa do seminário (PDF) <<
Programa resumido:
9:30 – 10:00 | Abertura Oficial
10:00 – 11:00 | Conversa: Futebol, associativismo e culturas adeptas em contextos operários
11:00 – 12:00 | Painel 1: A inscrição do recinto desportivo nas dinâmicas do território
12:00 – 13:30 | Almoço
13:30 – 14:30 | Painel 2: Futebol e a Questão Nacional
14:30 – 16:00 | Mesa Redonda/ Painel de Debate: Futebol sem Classe(s)? Considerações para uma nova economia política do Futebol
16:00 – 16:30 | Encerramento
Fotografia: Lfc264 — S. Alhandra vs Sanjoanense, Alhandra, 19 de Outubro de 2003 (© Paulo Catrica)
Tempo
(Sexta-feira) 9:30 am - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Detalhes do Evento
O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria
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Detalhes do Evento
O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria Inácia Rezola, Fernando Rosas e Isabel do Carmo.
60 Anos do Golpe, 50 Anos da Revolução. Democracia em Disputa em Brasil e Portugal
Se o crescimento mundial da extrema-direita é um sintoma nada desprezível da crise das democracias liberais, é igualmente verdade que esse fenómeno tem raízes anteriores, que remetem tanto para as lutas de classes internas a cada país quanto para a hegemonia neoliberal que marca a fase actual do capitalismo, com expressões em todos os aspectos da vida e do planeta. Esse é o mote que alinhava os 12 artigos do livro 60 anos do golpe, 50 anos de Revolução: democracia em disputa em Brasil e Portugal, que acaba de ser publicado numa parceria entre a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e a editora Expressão Popular, com organização de André Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff. A coletânea, de 483 páginas, reúne textos de 14 investigadores que vivem e actuam nos dois países.
Tomando como marco o cinquentenário da Revolução dos Cravos, que encerrou uma longa ditadura em Portugal, e o 60º aniversário do golpe empresarial-militar que instituiu uma também longa ditadura no Brasil, o objectivo da obra é actualizar o debate sobre a democracia que resultou nos dois países, analisando as diferenças do passado recente para responder aos dilemas comuns do presente.
Mais informações e acesso ao livro
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Livraria Tigre de Papelgeral@tigrepapel.pt Rua de Arroios, 25 — 1150-053 Lisboa

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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 5 | Sábado, 14 Fevereiro, 16:00
You hide me, Nii Kwate Owoo, Gana, Reino Unido, 1970, 17’
Esta curta-metragem revela de forma crua e directa as contradições de um sistema museológico que legitima séculos de violência colonial. A câmara percorre vitrinas, depósitos e corredores dos acervos do Museu Britânico em Londres, transformando o inventário em denúncia: cada objecto exposto é também um testemunho das condições em que foi retirado do seu contexto original. O gesto do realizador, simples mas radical, assume-se como um show-and-tell político, convocando tanto a urgência da restituição material quanto a necessidade de repensar narrativas históricas dominantes. Proibido em território ganês mas hoje visto como um marco do cinema anti-colonial, este filme recorda-nos que a luta pela devolução do património não é apenas simbólica, mas profundamente ligada a questões de justiça histórica.
Soleil Ô, Med Hondo, 1970, França, Mauritania, 112’
Um grito de resistência contra a opressão racista e um marco revolucionário do cinema político, esta primeira longa-metragem do realizador mauritano Med Hondo constitui um ataque ao capitalismo e ao colonialismo. Soleil Ô acompanha a trajectória de um jovem imigrante que parte rumo a Paris em busca de trabalho e de uma comunidade. Rapidamente descobre uma sociedade hostil, onde a sua simples presença gera medo e desconfiança. Hondo recorre a uma linguagem cinematográfica experimental para denunciar as contradições da metrópole pós-colonial: a promessa de integração convive com mecanismos de exclusão sistemática. O filme não só denuncia as condições de marginalização vividas por milhares de migrantes africanos em França, como se afirma como um manifesto artístico de emancipação e resistência. Meio século depois da sua estreia, Soleil Ô permanece uma obra de referência incontornável, cuja energia estética e política continua a interpelar espectadores de diferentes gerações.
Conversa com Ângela Ferreira, Flávio Almada, Henrique Entratice, Víctor Barros. Moderação de Sofia Victorino
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Cinema Fernando Lopes

Detalhes do Evento
Sessão do seminário permanente "Revisitar o Século XIX", que procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado "Longo Século XIX". Alturas e desigualdade: desigualdade social e económica em
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Detalhes do Evento
Sessão do seminário permanente “Revisitar o Século XIX”, que procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado “Longo Século XIX”.
Alturas e desigualdade: desigualdade social e económica em Portugal antes da industrialização
Carlos Manuel Faísca (Universidade de Coimbra, CEIS20)
Esta comunicação analisa os níveis de vida biológicos no sul de Portugal no final do Antigo Regime, com base no estudo de mais de 1500 soldados do Regimento de Infantaria de Tavira, nascidos entre 1730 e 1786. Através da comparação das estaturas segundo a origem geográfica e o enquadramento social, identificam-se diferenças relevantes, nomeadamente um “prémio urbano”, com indivíduos criados em meios urbanos a apresentarem maior estatura do que os provenientes de áreas rurais, não se observando, contudo, diferenças significativas entre populações do litoral e do interior. Os resultados evidenciam igualmente fortes desigualdades sociais, com oficiais e filhos de famílias de estatuto mais elevado a revelarem maior estatura média, enquanto os filhos de pai desconhecido apresentam valores mais baixos. Observa-se ainda uma tendência de decréscimo da estatura média ao longo das coortes, reflectindo o contexto de estagnação económica que marcou Portugal a partir do final do século XVIII. No seu conjunto, a análise sugere que o acesso a bens e serviços característicos dos centros urbanos, mesmo de pequena dimensão, constituiu um factor central para o bem-estar na sociedade portuguesa pré-industrial.
Revisitar o Século XIX — Seminário Permanente
Ao fim de uma década de ausência, o Iscte e o IHC reeditam o seminário Revisitar o Século XIX, que Luís Espinha da Silveira e Paulo Jorge Fernandes mantiveram sem interrupção entre 2009 e 2015 na NOVA FCSH. Originalmente, o propósito da iniciativa era o de (re)animar, sempre que possível numa perspectiva comparada e actualizada, os estudos sobre este período da História nacional e internacional, por vezes menos valorizado pela historiografia, sempre mais sensível a novas modas e tendências. Para além de dar continuidade a este mesmo propósito sempre fundamental, o objectivo agora, pela mão de Gonçalo Gonçalves (Iscte) e Paulo Jorge Fernandes (IHC — NOVA FCSH), procura recuperar a centralidade dos estudos sobre o chamado “Longo Século XIX” e evocar a figura de Luís Espinha da Silveira, precocemente desaparecido, destacando o seu importante legado enquanto interessado pelo desenvolvimento do conhecimento sobre esta época. Até ao final do presente ano lectivo propomos a apresentação e discussão de autores e tópicos tão inovadores quanto relevantes para este período histórico em sessões que terão lugar alternadamente na NOVA FCSH e no Iscte.
Tempo
(Segunda-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro de Investigação e Estudos de Sociologia — ISCTE-IUL
Publicações
Recensão a ‘Women’s History at the Cutting Edge’
Recensão crítica de Giulia Strippoli ao livro Women’s History at the Cutting Edge, editado por Teresa Bertilotti, sobre história das mulheres.
Recensão a ‘Subterranean Fanon’
Recensão crítica de Manuela Ribeiro Sanches à obra Subterranean Fanon, escrita por Gavin Arnall, sobre Frantz Fanon.
A propósito dos debates sobre o populismo
Artigo de Fernando Dores Costa, publicado na revista Práticas da História, que analisa o fenómeno do populismo.
Administrar para manter o regime
Capítulo da Ana Carina Azevedo, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre a reforma da administração pública.
A era dos congressos
Capítulo de Joana Dias Pereira, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre o movimento associativo no liberalismo.
Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política
Livro coordenado por Joana Dias Pereira et al. sobre os processos de construção do Estado Contemporâneo e a sua articulação com os movimentos sociais.
Pesquisa
Notícias
Víctor Barros e Pedro Cardim coordenam programa ‘Crioulidades e o Atlântico’
6 Fev 2026
Candidaturas a decorrer até ao dia 16 de Fevereiro
Ana Cristina Martins na Academia Internacional da Cultura Portuguesa
26 Jan 2026
Vai tomar posse como como Académica de Número
Proença-a-Nova é o primeiro parceiro do programa ‘O Governo de Todos Nós’
23 Jan 2026
A cidade beirã aderiu ao desafio lançado pelo IHC em Novembro do ano passado
Oportunidades
Bolsa de Investigação Pós-Doutoral — CATTLE IN MOTION
18 Fev
Prazo: 18 Fevereiro 2026




