Chamada aberta para a Revista de História das Ideias: Culturas do Fogo
Prazo: 30 Setembro 2026
A História está na Escola! — Novo programa educativo do IHC
Programa pretende familiarizar estudantes com a pesquisa histórica e as suas ferramentas
Chamada aberta para a Aniki: Novos desafios da interatividade na criação narrativa
Prazo: 15 Fevereiro 2026
O Governo de Todos Nós: IHC lança desafio às autarquias
O Governo de Todos Nós. 50 Anos de Poder Local Democrático (1976-2026)
Notícias
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Candidaturas a decorrer até ao dia 16 de Fevereiro -
Vai tomar posse como como Académica de Número -
A cidade beirã aderiu ao desafio lançado pelo IHC em Novembro do ano passado
Agenda
fevereiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
Encontro que procura estimular a partilha, convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação. Nós Estamos Contigo na
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Detalhes do Evento
Encontro que procura estimular a partilha, convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação.
Nós Estamos Contigo na Casa
Trabalho doméstico e acção coletiva — Arquivos, memórias, testemunhos
A constituição de uma economia global dos cuidados e dos serviços domésticos tornou-se, nas últimas décadas, um dos elementos centrais para compreender as transformações do trabalho nas sociedades capitalistas (Ehrenreich e Hochschild, 2002; Lutz, 2011). Este processo de “divisão internacional do trabalho reprodutivo” (Parreñas, 2001; Anderson, 2007) é exemplo da forma como desigualdades históricas se reconfiguraram e aprofundaram na transição dos contextos coloniais para a pós-colonialidade (Cox, 2006; Sartri, 2008). A ausência de políticas públicas de cuidado, combinada com a desregulação do mercado de trabalho e a escassez de mão de obra no sector, produziu um cenário de precarização laboral e social em que género, etnicidade e classe se entrecruzam. A preferência dos empregadores por trabalhadoras migrantes — muitas vezes sem autorização de residência — tem permitido a formação de uma nova classe servil, caracterizada por vínculos frágeis, quase ausência de direitos e baixas remunerações (Giordano, 2022).
Este quadro de vulnerabilidade estrutural alimenta a ideia de que o trabalho doméstico e de cuidados seria marcado por invisibilidade social e por uma suposta incapacidade de mobilização colectiva. Contudo, esta leitura tende a obscurecer a longa história de resistências e de experiências organizativas protagonizadas por estas trabalhadoras. Desde o século XIX, múltiplos exemplos de reivindicações laborais e de luta contra práticas opressivas demonstram que o sector, longe de ser inorganizado, tem sido palco de diversas formas de mobilização por melhores condições de trabalho (Anderson, 2001; Boris e Nadassen, 2008; Gutiérrez-Rodríguez, 2010). Recuperar e reflectir sobre essa trajectória histórica não é apenas um exercício de memória, mas um passo necessário para reinscrever o trabalho doméstico e de cuidados na história global das lutas laborais, desafiando narrativas que procuram naturalizar a sua subalternidade.
O título deste encontro é retirado de uma carta enviada por uma trabalhadora doméstica ao seu sindicato, guardada num arquivo, sem data, sem remetente ou destinatário, apenas com uma anotação, escrita à mão: arquivo. É nela que se lê: “E nunca penses que estás só, nós estamos contigo na casa onde exercemos a profissão”.
Tomámos como inspiração para este encontro este pequeno excerto, parte de um texto que faz a descrição, na primeira pessoa, da migração precoce para a cidade de Lisboa, para servir em casa alheia, aos sete anos.
O trabalho sobre arquivos de organizações de trabalhadoras e a ampliação da atenção sobre sindicalismo à realidade do serviço doméstico tem merecido crescente atenção nos últimos anos, um pouco por todo o mundo, também sob o impulso de um renovado interesse pela intersecção, na esfera do trabalho doméstico remunerado, das desigualdades de género, classe e migrações. Neste encontro, que terá lugar nos dias 6 e 7 de Fevereiro de 2026 em Lisboa, abrimos um espaço para, a partir do projeto A Voz das Trabalhadoras: Os Arquivos do Sindicato do Serviço Doméstico (1974-1992), reunir contributos que, vindos de diferentes geografias e campos de prática, se cruzem em torno do trabalho doméstico, de cuidado e de limpeza — e da sua articulação com formas de ação colectiva, cooperativismo, sindicalismo, e construção de memória.
>> Inscrição (gratuita mas obrigatória)
Chamada para comunicações
Assim, tendo como principal ponto de partida a imersão em arquivos do sindicalismo, de experiências de auto-gestão e de cooperativismo no serviço doméstico, convidamos à submissão de propostas que se debrucem sobre os diversos repertórios de organização e luta adoptados por trabalhadoras e trabalhadores deste sector/actividade, que incidam sobre história oral ou pesquisas em arquivos, na narração de experiências e auto-representações das condições e contextos laborais.
Procurando estabelecer um diálogo transnacional e interdisciplinar destas experiências, aceitam-se contribuições nos seguintes eixos:
- Práticas de arquivo de/ sobre trabalho doméstico;
- Fluxos migratórios, cidadania, género e racialização no trabalho doméstico, de limpeza e de cuidados;
- Acção coletiva, cooperativismo e sindicalismo de trabalho doméstico.
Este encontro procura estimular a presença e partilha entre activistas, artistas, investigadoras/es, trabalhadoras/es e sindicatos — convocando a voz das trabalhadoras e a força do arquivo como uma ferramenta viva de conhecimento, aprendizagem e transformação.
Assim, convidamos ao envio de propostas oriundas de diferentes campos disciplinares e com diferentes abordagens metodológicas, saudando o cruzamento de perspectivas. O encontro acolhe propostas vindas de:
- artistas (performance, teatro, audiovisual);
- investigadores/as, arquivistas, ativistas e estudantes;
- trabalhadoras do sector doméstico e de cuidados (colectivos, cooperativas, sindicatos).
Envio de pequenos resumos (máx. 500 palavras), com uma breve biografia, até ao dia 10 de Novembro de 2025.
Submissões para encontro.trabalhodomestico2026@gmail.com.
Idiomas aceites: Português, espanhol e inglês
>> Descarregar a chamada para trabalhos (PDF) <<
Locais do encontro: NOVA FCSH e Centro Cultural Cabo Verde
Organização: CICS.NOVA e IHC
Comissão organizadora
Ackssana Silva
Elsa Nogueira
Inês Brasão
José Soeiro
Mafalda Araújo
Nuno Ferreira Dias
Tempo
6 (Sexta-feira) 9:00 am - 7 (Sábado) 7:00 pm
Localização
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Cultural de Cabo Verde
Organizador
Instituto de História Contemporânea e CICS.NOVA — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa

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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 4 | Sábado, 7 Fevereiro, 16:00
La Hora de los Hornos. Parte 1: Neo-colonialismo e Violência, 1968, Fernando E. Solanas, Octavio Getino, 1966-68, Argentina, 85’
Produzido pelo Grupo Cine Liberación nos anos que antecederam a chamada Guerra Suja, A Hora dos Fornos foi ao mesmo tempo cinema inovador e manifesto guerrilheiro pela queda da ditadura argentina. Combinando imagens de actualidade que retratam a agitação socio-política entre 1945 e 1968 com testemunhos de militantes peronistas e de figuras revolucionárias como José Martí, Che Guevara, Frantz Fanon e José Carlos Mariátegui, o filme assumiu-se como ferramenta de resistência e de mobilização socialista. Exibido clandestinamente perante públicos que interrompiam as sessões para debater, tornou-se obra-chave do chamado Third Cinema, conceito defendido por Fernando Solanas e Octavio Getino em oposição ao modelo comercial de Hollywood. Dividido em catorze capítulos, a sua influência estendeu-se a cineastas e coletivos empenhados na transformação política, de Chris Marker ao Grupo Dziga Vertov e a Patricio Guzmán.
Conversa com Luís Trindade e Raquel Ribeiro
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum

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O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #2: Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Exhausting Dance: Performance and the Politics of Movement, by André Lepecki. The chapter — “Stumbling Dance: William Pope.L’s Crawls” — continues Lepecki’s exploration of modernity’s temporality, rhythm, and kinetics. This is a fundamental reading on the politics of space and the public sphere through and with performance and dance. This reading group is going to be led by Sílvia Pinto Coelho (ICNOVA, NOVA FCSH).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Tomato, sagittal view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford, Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 1:30 pm - 3:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

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Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro "Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle". Conversa
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Workshop com Frédéric Sallée e Irene Flunser Pimentel em torno do livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle”.
Conversa sobre o livro “Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle“
Irene Flunser Pimentel vai conduzir uma conversa com o historiador Frédéric Sallée (Université Grenoble Alpes), especialista mundial da história do nazismo e do holocausto, que tem estado no centro de diversas discussões historiográficas recentes sobre as origens ideológicas, políticas e financeiras do nazismo. A conversa vai centrar-se no seu mais recente livro, Les Enfants du pays. Histoire intime d’une rafle (2025), em que reconstitui o percurso pela Europa e a memória histórica de um conjunto de figuras perseguidas pelo nazismo.
Esta é a primeira de uma série de iniciativas que o IHC fará com o Institut Français du Portugal ao longo de 2026. A próxima será um colóquio, organizado pelo Felipe Brandi em homenagem a Marc Bloch, em Abril, na Biblioteca Nacional de Portugal, com vários investigadores/as franceses convidados, incluindo Christophe Prochasson. Fiquem atentos/as!
Tempo
(Terça-feira) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Institut Français du Portugal

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Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Futebol, Classe e Território:
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Seminário de investigação que pretende estabelecer um diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico.
Futebol, Classe e Território:
Perspectivas históricas e transformações sócio-espaciais
O presente seminário de investigação pretende estabelecer o diálogo entre diferentes propostas temáticas e metodológicas que se ocupem do futebol de um ponto de vista sócio-histórico. Através de diferentes estudos de caso, interroga-se a vinculação dos clubes de futebol às dinâmicas sociais dos bairros e das cidades, visando compreender o impacto que estes exercem sobre o território. Partindo de diferentes eixos de análise, procura-se reconhecer o papel do associativismo desportivo na promoção de sociabilidades e na construção de identidades à escala local, regional e nacional.
Questões de partida:
- De que forma o recinto desportivo modela social e espacialmente o território onde este se inscreve?
- Como é que a prática do futebol contribuiu para a afirmação de valores de classe, pertença territorial e identidade colectiva em contextos operários?
- De que forma os clubes de futebol actuaram como instrumentos de construção de identidades locais e de coesão comunitária em contextos urbanos industrializados?
ENTRADA LIVRE
>> Programa do seminário (PDF) <<
Programa resumido:
9:30 – 10:00 | Abertura Oficial
10:00 – 11:00 | Conversa: Futebol, associativismo e culturas adeptas em contextos operários
11:00 – 12:00 | Painel 1: A inscrição do recinto desportivo nas dinâmicas do território
12:00 – 13:30 | Almoço
13:30 – 14:30 | Painel 2: Futebol e a Questão Nacional
14:30 – 16:00 | Mesa Redonda/ Painel de Debate: Futebol sem Classe(s)? Considerações para uma nova economia política do Futebol
16:00 – 16:30 | Encerramento
Fotografia: Lfc264 — S. Alhandra vs Sanjoanense, Alhandra, 19 de Outubro de 2003 (© Paulo Catrica)
Tempo
(Sexta-feira) 9:30 am - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Detalhes do Evento
O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria
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O livro organizado por André Vianna Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff vai ser lançado em Lisboa, na livraria Tigre de Papel, com apresentações de Maria Inácia Rezola, Fernando Rosas e Isabel do Carmo.
60 Anos do Golpe, 50 Anos da Revolução. Democracia em Disputa em Brasil e Portugal
Se o crescimento mundial da extrema-direita é um sintoma nada desprezível da crise das democracias liberais, é igualmente verdade que esse fenómeno tem raízes anteriores, que remetem tanto para as lutas de classes internas a cada país quanto para a hegemonia neoliberal que marca a fase actual do capitalismo, com expressões em todos os aspectos da vida e do planeta. Esse é o mote que alinhava os 12 artigos do livro 60 anos do golpe, 50 anos de Revolução: democracia em disputa em Brasil e Portugal, que acaba de ser publicado numa parceria entre a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e a editora Expressão Popular, com organização de André Dantas, Cátia Guimarães e Manuel Loff. A coletânea, de 483 páginas, reúne textos de 14 investigadores que vivem e actuam nos dois países.
Tomando como marco o cinquentenário da Revolução dos Cravos, que encerrou uma longa ditadura em Portugal, e o 60º aniversário do golpe empresarial-militar que instituiu uma também longa ditadura no Brasil, o objectivo da obra é actualizar o debate sobre a democracia que resultou nos dois países, analisando as diferenças do passado recente para responder aos dilemas comuns do presente.
Mais informações e acesso ao livro
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Livraria Tigre de Papelgeral@tigrepapel.pt Rua de Arroios, 25 — 1150-053 Lisboa
Publicações
Recensão a ‘Women’s History at the Cutting Edge’
Recensão crítica de Giulia Strippoli ao livro Women’s History at the Cutting Edge, editado por Teresa Bertilotti, sobre história das mulheres.
Recensão a ‘Subterranean Fanon’
Recensão crítica de Manuela Ribeiro Sanches à obra Subterranean Fanon, escrita por Gavin Arnall, sobre Frantz Fanon.
A propósito dos debates sobre o populismo
Artigo de Fernando Dores Costa, publicado na revista Práticas da História, que analisa o fenómeno do populismo.
Administrar para manter o regime
Capítulo da Ana Carina Azevedo, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre a reforma da administração pública.
A era dos congressos
Capítulo de Joana Dias Pereira, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre o movimento associativo no liberalismo.
Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política
Livro coordenado por Joana Dias Pereira et al. sobre os processos de construção do Estado Contemporâneo e a sua articulação com os movimentos sociais.
Pesquisa
Notícias
Víctor Barros e Pedro Cardim coordenam programa ‘Crioulidades e o Atlântico’
6 Fev 2026
Candidaturas a decorrer até ao dia 16 de Fevereiro
Ana Cristina Martins na Academia Internacional da Cultura Portuguesa
26 Jan 2026
Vai tomar posse como como Académica de Número
Proença-a-Nova é o primeiro parceiro do programa ‘O Governo de Todos Nós’
23 Jan 2026
A cidade beirã aderiu ao desafio lançado pelo IHC em Novembro do ano passado
Oportunidades
Bolsa de Investigação Pós-Doutoral — CATTLE IN MOTION
18 Fev
Prazo: 18 Fevereiro 2026





