Em Março, Lisboa é a Capital da Intriga Internacional
Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
Chamada aberta para a Revista de História das Ideias: Culturas do Fogo
Prazo: 30 Setembro 2026
A História está na Escola! — Novo programa educativo do IHC
Programa pretende familiarizar estudantes com a pesquisa histórica e as suas ferramentas
Chamada aberta para a Aniki: Novos desafios da interatividade na criação narrativa
Prazo: 15 Fevereiro 2026
O Governo de Todos Nós: IHC lança desafio às autarquias
O Governo de Todos Nós. 50 Anos de Poder Local Democrático (1976-2026)
Notícias
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A FCSH acolheu a a sessão de encerramento do projecto VINCULUM -
Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa -
É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
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Detalhes do Evento
Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração. Lisboa, Capital da
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Detalhes do Evento
Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração.
Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Ciclo de cinema
São várias as ligações de Lisboa ao cinema, tendo algumas delas já justificado ciclos passados na Cinemateca Portuguesa. Uma faceta pouco reconhecida é a inserção da cidade num sub-género do thriller, centrado em tramas de espionagem, redes criminosas e outros tipos de intriga internacional. São mais de meia centena as obras em que conspiradores, traficantes e agentes secretos de várias estirpes se perseguem e matam em Lisboa, que aparece ora como palco central ora como cenário passageiro, atraindo espiões fictícios e cineastas reais, ainda que em regra sob a forma de enredos mirabolantes e abertamente artificiais, desde grandes produções a filmes de série B. A maioria ficou excluída deste ciclo, as suas cópias perdidas ou demasiado deterioradas. Ainda assim, os vinte filmes incluídos, seleccionados pelo historiador Rui Lopes (IHC), percorrem grande parte do século XX, oriundos dos EUA, Itália, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha e União Soviética, deixando entrever na sua diversidade uma continuidade cinematográfica, com situações, personagens-tipo e espaços recorrentes, do Terreiro do Paço ao Castelo de São Jorge.
Se encontramos Lisboa já num par de thrillers alemães dos anos 1930, é nas décadas seguintes que a cidade se afirma enquanto lugar estereotípico do género, fruto de três encontros entre geopolítica e economia do cinema. O primeiro encontro dá-se durante a II Guerra Mundial, quando refugiados e agentes dos dois campos se cruzam num Portugal oficialmente neutro. O governo americano estimula Hollywood a produzir obras que mobilizem o público para o esforço de guerra, elegendo Casablanca (cujos protagonistas procuram alcançar Lisboa) como exemplo máximo de sucesso financeiro, aclamação crítica e dramatização política. A tentativa de evocar um espírito de continuação dessa obra (até pelo retomar do elenco em The Conspirators), origina de imediato várias produções em que Lisboa é recriada nos estúdios de Los Angeles. É tão forte a associação a este conflito no grande ecrã (incluindo uma breve aparição noutro clássico do género: The House on 92nd Street) que a cidade manterá uma presença regular em narrativas posteriores sobre a guerra, como The Secret Door (1964), que vai ser apresentado pela primeira vez em salas portuguesas.
Por seu turno, a viragem para os anos 1950 é marcada por um declínio dos recursos de Hollywood, fruto de novas regras anti-monopolistas, optando muitos produtores americanos por rodar na Europa, onde os salários são mais baixos e as paisagens filmadas a cores proporcionam um espectáculo visual e ‘exótico’ com o qual a televisão ainda não pode competir. Estas ‘runaway productions’ gravitam até Lisboa, socorrendo-se da sua conotação com romance e espionagem, actualizada ao contexto da Guerra Fria, elo que se torna a tal ponto icónico que já o vemos parodiado neste ciclo por comediantes como Jerry Lewis. Vemos também, nas ruas da capital, adaptações dos dois extremos do espectro da ficção de espionagem: as aventuras de James Bond (On Her Majesty’s Secret Service) e o realismo psicológico de John le Carré (The Russia House).
Para além da luz fotogénica e custos reduzidos, a cidade oferece cada vez melhores condições às equipas vindas de fora, com o aparelho de propaganda do Estado Novo empenhado em promover o país, sobretudo o seu potencial turístico, importante fonte de receitas. As produtoras europeias aproveitam a oportunidade, desde thrillers próximos do film noir (Passaporto Falso) até policiais com contornos de giallo (Quel Ficcanaso Dell’Ispettore Lawrence). A série 007 origina uma vaga de imitações a meio dos anos 1960, com menor orçamento e, em regra, mais sexo e violência. É, portanto, uma Lisboa pop, moderna, dinâmica e erotizada a que aparece em filmes como Comando de Asesinos, em contraste com o cinzentismo frequentemente associado à memória desta época. De resto, o ciclo inclui duas obras portuguesas (Operação Dinamite e 7 Balas Para Selma) que aderem justamente a esse jogo, representando a capital sob o prisma das aventuras de super-espiões feitas lá fora. Por trás das bombásticas cenas de acção no Estoril e Alfama, paira a clandestinidade e o conflito político que eram há muito parte do quotidiano lisboeta. Com a exceção de La Vita È Bella, no entanto, essa realidade permanece secreta nas histórias levadas ao ecrã.
Este ciclo resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
O programa cinematográfico é acompanhado de visitas guiadas e conversas em diferentes instituições sobre a evolução da imagem da cidade, da linguagem do cinema e das relações políticas e culturais entre Portugal e outros países ao longo século XX.
A sessão de abertura está agendada para as 19h de 2 de Março, com a exibição do filme Lisbon, de Ray Milland (Estados Unidos, 1956 – 91 min) e a presença do curador do ciclo, Rui Lopes.
Na mesma noite, às 21h30, será exibido 7 Balas Para Selma, de António de Macedo (Portugal, 1967 – 108 min).
>> Programa completo do ciclo e das actividades paralelas (PDF) <<
Tempo
(Segunda-feira) 7:30 pm - 9:00 pm
Organizador
Várias instituições

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Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema
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Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Dinâmicas Culturais Transnacionais: Cultura e luta entre duas capitais
Se Lisboa foi o décor de filme de espionagem, Paris foi o palco da liberdade. No âmbito do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, e com o apoio do Institut Français, convidamo-vos a revisitar as relações culturais franco-portuguesas nos anos 1960-1970. Entre a gravação de “Grândola, Vila Morena” no Château d’Hérouville, os comícios anti-coloniais e a ocupação da Casa dos Estudantes Portugueses transformada em “primeiro território livre de Portugal”, três historiadores do Instituto de História Contemporânea exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo.
Oradores:
Luís Trindade: A Invenção Parisiense da Música Popular Portuguesa
Víctor Barros: “Tarde Anticolonial” em Paris com Militantes Independentistas, Desertores e Exilados Portugueses em França
Victor Pereira: O Maio de 1968 dos Portugueses em França
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Institut Français du Portugal e Casa do Comum

Detalhes do Evento
Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional
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Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Olhares sobre Lisboa, Capital do Cinema de Intriga Internacional
Esta mesa-redonda reúne especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, bem como a relação histórica do cinema com a cidade de Lisboa, a espionagem, o turismo e as relações internacionais do Estado Novo, desde a Segunda Guerra Mundial ao fim do regime.
A conversa contará com a participação de Rui Lopes, Inês Sapeta Dias e Sofia Sampaio, investigador/as do Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH / IN2PAST) e Instituto de Ciências Sociais (Universidade de Lisboa), bem como de Richard Rhys Davies, curador do arquivo digital Kiss Kiss Kill Kill Archive e autor de The International Spy Film Guide 1945-1989.
ENTRADA LIVRE mediante levantamento de bilhete 60 minutos antes do início da mesa-redonda.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Várias instituições

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Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut

Detalhes do Evento
Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e legal do Franquismo.
Lisboa, Madrid, Europa
Entre crescimento económico, vigilância política e social e o desejo de reconhecimento europeu, o período do desarrollismo foi também um tempo de intensa produção simbólica. A partir da história política, económica e legal do Franquismo, bem como da circulação de imaginários cinéfilos entre as décadas de 1960 e 1980, esta conversa procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca Portuguesa entre os dias 2 e 31 de Março.
Oradores:
Ana Algara (ICS — Universidade de Lisboa), Manuel Loff (IHC — NOV AFCSH / IN2PAST / FLUP) e Rúben Pérez Trujillano (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / Universidad de Granada), com moderação de Rita Luís (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
O evento será complementado, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição da co-produção Espanha-Portugal-Alemanha Comando de Asesinos / Fim-de-Semana com a Morte (Julio Coll, 1966).
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto Cervantes de Lisboa
Publicações
Recensão a ‘Women’s History at the Cutting Edge’
Recensão crítica de Giulia Strippoli ao livro Women’s History at the Cutting Edge, editado por Teresa Bertilotti, sobre história das mulheres.
Recensão a ‘Subterranean Fanon’
Recensão crítica de Manuela Ribeiro Sanches à obra Subterranean Fanon, escrita por Gavin Arnall, sobre Frantz Fanon.
A propósito dos debates sobre o populismo
Artigo de Fernando Dores Costa, publicado na revista Práticas da História, que analisa o fenómeno do populismo.
Administrar para manter o regime
Capítulo da Ana Carina Azevedo, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre a reforma da administração pública.
A era dos congressos
Capítulo de Joana Dias Pereira, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre o movimento associativo no liberalismo.
Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política
Livro coordenado por Joana Dias Pereira et al. sobre os processos de construção do Estado Contemporâneo e a sua articulação com os movimentos sociais.
Pesquisa
Notícias
VINCULUM — Um fim e um novo começo
24 Fev 2026
A FCSH acolheu a a sessão de encerramento do projecto VINCULUM
Em Março, Lisboa é a Capital da Intriga Internacional
21 Fev 2026
Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
Anita Buhin está em missão de investigação em Itália
20 Fev 2026
É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha
Oportunidades
Bolsas de Investigação para Doutoramento — FCT
15 Mar
Prazo (IHC): 15 Março 2026
Bolsa de Investigação Pós-Doutoral — CATTLE IN MOTION
18 Fev
Prazo: 18 Fevereiro 2026





