Pedro Cerdeira é o quarto vencedor do Prémio Amílcar Cabral
Prémio atribuído conjuntamente pelo IHC e Padrão dos Descobrimentos / Lisboa Cultura
A História está na Escola! — Novo programa educativo do IHC
Programa pretende familiarizar estudantes com a pesquisa histórica e as suas ferramentas
Chamada aberta para a Aniki: Novos desafios da interatividade na criação narrativa
Prazo: 15 Fevereiro 2026
O Governo de Todos Nós: IHC lança desafio às autarquias
O Governo de Todos Nós. 50 Anos de Poder Local Democrático (1976-2026)
Notícias
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Ciclo de cinema em torno das relações entre a sua obra e esta forma de arte -
Suplemento especial da revista História, Ciências, Saúde — Manguinhos -
Prémio atribuído conjuntamente pelo IHC e Padrão dos Descobrimentos / Lisboa Cultura -
O IHC é uma das entidades participantes no Transatlantic Crossroads Lab -
Foi a vencedora do Melhor Projecto de Parceria -
A sessão comemorativa assinalou a sua aposentação -
Programa pretende familiarizar estudantes com a pesquisa histórica e as suas ferramentas -
Recebeu três prémios no festival Caminhos do Cinema Português -
As duas actividades propostas pelo IHC concentram-se no dia 25 de Novembro. -
O IHC apoiou candidaturas a quatro concursos de Bolsas de Investigação para Doutoramento diferentes -
Isabel Baltazar foi galardoada nos International Educational Awards -
O Governo de Todos Nós. 50 Anos de Poder Local Democrático (1976-2026) -
“Vínculos com (a) História: à descoberta das casas históricas da Ribeira Lima” foi a iniciativa nomeada -
A FCSH vai celebrar o Dia da Investigação e Inovação com o tema "Investigação nos Eixos" -
Mélanie Toulhoat faz parte da equipa do projecto DEGESUD — Descentralizar as «ciências da infância» -
Novos contratos de investigação: quatro na categoria Júnior e quatro na categoria Auxiliar -
Nota de pesar pelo falecimento da investigadora Cristina Nogueira -
Quintino Lopes foi convidado para actuar como revisor especializado no concurso ERC Consolidator Grants 2025 -
A FCT aprovou o financiamento do projecto exploratório IPHAS
Agenda
janeiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
Conferência de lançamento do projecto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez, onde será analisada a forma como os estados de excepção transformaram
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Detalhes do Evento
Conferência de lançamento do projecto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez, onde será analisada a forma como os estados de excepção transformaram os papéis dos governos e das forças de segurança.
A via constitucional para a ditadura:
Estados de excepção e autoritarismo na Europa, 1900-39
Os regimes liberais do início do século XX recorreram a poderes de emergência para enfrentar a agitação política, mas estas medidas abriram frequentemente caminho ao autoritarismo. Esta conferência analisa a forma como os estados de excepção transformaram os papéis dos governos e das forças de segurança, mostrando como mecanismos constitucionais concebidos para defender a ordem liberal podiam, afinal, contribuir para a sua erosão e para a ascensão do fascismo.
O projecto STEXEU é financiado pelo European Research Council.
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Sexta-feira) 10:00 pm - 7:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 1 | Sábado, 17 Janeiro, 16:00
Chroniques fidèles survenues au siècle dernier à l’hôpital psychiatrique Blida-Joinville, Abdenour Zahzah, Algeria, França, 2024, 90’
1953, Argélia colonizada. Frantz Fanon, um jovem psiquiatra negro da Martinica, é nomeado médico-chefe do Hospital de Blida-Joinville. Ao pôr em prática as suas teorias de “psicoterapia institucional”, em oposição às teorias racistas da Escola de Psiquiatria de Argel, uma guerra irrompe dentro das próprias enfermarias. Esta longa-metragem centra-se nos métodos visionários de terapia social de Frantz Fanon durante o período em que trabalhou como psiquiatra na Argélia, entre 1953 e 1956.
Conversa com Ruth Wilson Gilmore, Mina Untalan e Lucas Manarte. Moderação de Manuela Ribeiro Sanches
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum

Detalhes do Evento
Palestra que apresentará alguns dos métodos, arquivos e desafios da história social e cultural de comunidades específicas com foco na história queer e LGBTQIA+. Com Matt Cook, IHC Visiting Scholar
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Detalhes do Evento
Palestra que apresentará alguns dos métodos, arquivos e desafios da história social e cultural de comunidades específicas com foco na história queer e LGBTQIA+. Com Matt Cook, IHC Visiting Scholar 2026.
Entangled Tales, Liveable Lives: Making Queer History Since the 1960s
Palestra dirigida ao público não-académico (em inglês) que apresenta alguns dos métodos, arquivos e desafios da história social e cultural de comunidades específicas. Com foco na história queer, LGBTQIA+, e das dissidências sexuais e de género na época contemporânea, propõe uma reflexão em torno da sua circulação entre memória, arquivo, academia, arte, e espaço público.
A palestra será proferida por Matt Cook, destacado historiador social e cultural, Jonathan Cooper Chair of the History of Sexuality no Mansfield College, Universidade de Oxford. O seu trabalho tem-se centrado em temáticas queer e LGBTQ+ no Reino Unido, incluindo livros de referência como London and the Culture of Homosexuality (2003), Queer Domesticities (2014) e Queer Beyond London (com Alison Oram, 2022), bem como numerosos textos e colaborações públicas em torno da história urbana, VIH/SIDA e culturas queer. Desde 2002, integra o conselho editorial da History Workshop Journal, uma das principais revistas internacionais em história social. Writing Queer History (no prelo, Março 2026) propõe um sumário do campo e é a base desta palestra. Matt Cook é o IHC Visiting Scholar do ano 2026.
Será seguida por uma conversa com os artistas Odete e André Murraças, moderada por Joana Matias (IHC — NOVA FCSH / CITCOM), que propõe dialogar com as suas respectivas abordagens aos arquivos e genealogias queer e trans no contexto português.
Odete é uma artista multidisciplinar que trabalha entre a escrita, a música, o teatro e as artes visuais. Afirma ser uma filha bastarda de Lúcifer, descendente da prática medieval de pactos satânicos para alterar o corpo sexuado de alguém. Tem pesquisado e trabalhado em torno da construção de pontos de ligação entre histórias “efeminadas”, desde os castrati barrocos até aos dandies do século XIX. They Lied to You About the Eunuchs (2025) é o seu último livro.
André Murraças é encenador, dramaturgo e cenógrafo, licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, com um Master of Arts em Scenography (Utrecht) e mestrado em Ciências da Comunicação. Assinou dezenas de espetáculos de teatro como autor, encenador e cenógrafo, com textos premiados e editados pela Cotovia/Artistas Unidos. Venceu em 2023 a bolsa literária para teatro da DGLAB e a III Bolsa de Residência Literária em Madrid, tendo sido distinguido várias vezes pelo CPAI e representado Portugal na Bienal de Jovens Criadores. Desenvolve ainda trabalho em cinema, rádio e projectos queer, como O Museu Fora do Armário e o Queerquivo, sendo considerado pela Mini Internacional um dos autores mais relevantes da sua geração.
O Quir Research Hub é uma comunidade transdisciplinar de investigadores/as que trabalham no domínio alargado dos estudos de género e da sexualidade, com foco nos estudos literários e culturais, na performance, e na representação. O compromisso-base jaz com a produção de análise cultural e acção institucional consequente, propondo soluções teóricas, críticas, e pedagógicas relevantes.
Tempo
(Quinta-feira) 6:00 pm - 7:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum

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Workshop dirigido a investigadores/as interessados em aplicar análise de redes sociais e outras ferramentas de humanidades digitais à investigação histórica. Humanidades Digitais e Investigação: Análise e visualização de
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Workshop dirigido a investigadores/as interessados em aplicar análise de redes sociais e outras ferramentas de humanidades digitais à investigação histórica.
Humanidades Digitais e Investigação:
Análise e visualização de redes
Este workshop visa:
• apresentar os princípios básicos da análise e visualização de redes sociais;
• demonstrar a diversidade de aplicação desta metodologia, sobretudo nas Humanidades;
• destacar como a visualização de redes amplia a comunicação científica (entre pares e para disseminação para o público não-académico);
• incentivar o uso crítico e criativo de novas metodologias e softwares como ferramentas de investigação.
Formato híbrido: Sala 295 do Colégio do Espirito Santo e online em https://meet.google.com/etg-bgfo-rrz
A participação é gratuita, mas é obrigatória inscrição prévia NESTE LINK.
Participação limitada a 50 pessoas no formato presencial.
Organização: IIFA e Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évora
>> Descarregar folheto informativo (PDF) <<
Tempo
(Sexta-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évoracehfc@uevora.pt Largo dos Colegiais, 2 — 7000-812 Évora

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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 2 | Sábado, 24 Janeiro, 16:00
Where did we land, Rabz Lansiquot, Reino Unido, 2019, 30′
Where did we land é uma experiência artística em curso que interroga o impacto das imagens disseminadas de violência anti-negra sobre a sociedade, a justiça e, sobretudo, sobre a psique das pessoas negras que as confrontam. O filme assume a forma de um ensaio em movimento, que aborda a problemática do espectáculo em torno dos corpos negros no ecrã. A obra apresenta 900 imagens fixas de arquivo, abstraídas e manipuladas, que atravessam a diáspora africana no tempo e no espaço, acompanhadas por um texto que convoca autoras como Tina Campt, Saidiya Hartman, Susan Sontag, Ruun Nuur, Guy Debord e Frank B. Wilderson III.
We Demand, Kevin Jerome Everson, Claudrena N. Harold, EUA, 2016, 11′
Em registo documental e performativo, We Demand recria a ocupação histórica do edifício de administração da Universidade da Virgínia em Maio de 1969, quando estudantes afro-americanos exigiram mudanças curriculares e maior representação institucional. Esta curta-metragem entrelaça encenação e arquivo para dar corpo às vozes da militância estudantil negra, evocando as tensões de uma época marcada pela luta pelos direitos civis e pelo fim da Guerra do Vietname. Mais do que um registo histórico, o filme funciona como exercício de memória colectiva, resgatando episódios de resistência que moldaram o percurso político e académico da universidade e ecoam ainda nas lutas contemporâneas contra o racismo.
Quem se move, Stephanie Ricci, Brasil, Portugal, 2025, 20′
Uma noite lisboeta é atravessada pela intensidade de René, uma jovem brasileira precária que aportou na cidade, mergulhada em conflitos pessoais e existenciais. Festas queer, amor, rejeição e solidão atravessam o seu corpo, deslocado entre dois continentes – entre a pertença e a não pertença, entre a precariedade e a esperança.
Ian Capillé conversa com Vânia Sanha. Moderação de Miguel Ribeiro
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum

Detalhes do Evento
Sessão sobre história pública e o ensino da história com Arthur Chapman, professor de Educação em História na University College London. School and Public History: Challenges and Opportunities Sessão sobre
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Sessão sobre história pública e o ensino da história com Arthur Chapman, professor de Educação em História na University College London.
School and Public History: Challenges and Opportunities
Sessão sobre história pública e ensino da história intitulada “School and Public History: challenges and opportunities” com Arthur Chapman, professor de Educação em História e coordenador do Departamento de Currículo, Pedagogia e Avaliação Faculty of Education and Society of University College, London.
Arthur Chapman tem trabalhado sobre o ensino e a aprendizagem de História em contextos educativos formais e informais e, também, sobre questões relacionadas com a pedagogia da história na história pública, na cultura contemporânea e na teoria da história. É Editor-chefe do History Education Research Journal, Editor Executivo da Teaching History e editor de série da colecção de livros Knowledge and the Curriculum da UCL Press e do International Review of History Education. É vice-presidente da History Educator’s International Research Network (HEIRNET) e coordenador do History in Education Special Interest Group do Instituto de Educação da faculdade onde trabalha. É Vice-Presidente do Conselho Consultivo Científico do Observatório sobre o Ensino de História na Europa (Conselho da Europa) e foi, durante vários anos, Subdiretor da Public History Weekly. Contribui frequentemente para discussões internacionais sobre educação histórica e tem sido investigador visitante no Brasil, Canadá, Chile, Japão, Portugal, Taiwan, Singapura, Espanha e Suécia, entre outros.
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Terça-feira) 3:00 pm - 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Universidade de Évora
Publicações
Recensão a ‘Women’s History at the Cutting Edge’
Recensão crítica de Giulia Strippoli ao livro Women’s History at the Cutting Edge, editado por Teresa Bertilotti, sobre história das mulheres.
Recensão a ‘Subterranean Fanon’
Recensão crítica de Manuela Ribeiro Sanches à obra Subterranean Fanon, escrita por Gavin Arnall, sobre Frantz Fanon.
A propósito dos debates sobre o populismo
Artigo de Fernando Dores Costa, publicado na revista Práticas da História, que analisa o fenómeno do populismo.
Administrar para manter o regime
Capítulo da Ana Carina Azevedo, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre a reforma da administração pública.
A era dos congressos
Capítulo de Joana Dias Pereira, incluído no livro Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política, sobre o movimento associativo no liberalismo.
Construção do Estado, Movimentos Sociais e Economia Política
Livro coordenado por Joana Dias Pereira et al. sobre os processos de construção do Estado Contemporâneo e a sua articulação com os movimentos sociais.
Pesquisa
Notícias
IHC dedica ciclo de cinema a Frantz Fanon
9 Jan 2026
Ciclo de cinema em torno das relações entre a sua obra e esta forma de arte
Publicação do TRANSMAT debate legados e responsabilidades de museus portugueses
7 Jan 2026
Suplemento especial da revista História, Ciências, Saúde — Manguinhos
Pedro Cerdeira é o quarto vencedor do Prémio Amílcar Cabral
6 Jan 2026
Prémio atribuído conjuntamente pelo IHC e Padrão dos Descobrimentos / Lisboa Cultura
Oportunidades
Concurso de Estímulo ao Emprego Científico Individual
15 Dez
Prazo (IHC): 15 Dezembro 2025




