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abril, 2026
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Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo vai ser apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins no Cinema Ideal, em Lisboa, antes da estreia do
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Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo vai ser apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins no Cinema Ideal, em Lisboa, antes da estreia do filme Projecto Global.
As FP-25 e o Pós-Revolução. «Normalização» e violência política
No dia 23 de Abril, será apresentado o livro As FP-25 e o Pós-Revolução, de Francisco Bairrão Ruivo, às 19h, no Cinema Ideal. O livro será apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins, antes da estreia do filme Projecto Global, do qual o livro nasce, às 21h15, no mesmo local. Venha saber mais sobre o tempo em que o recuo da violência terrorista de extrema-direita se cruza com o início da violência terrorista de extrema-esquerda.
[O livro estará à venda no mês de Maio, quando será oficialmente lançado.]
Sobre o livro:
«E depois da revolução?» é a questão de partida para um livro onde, a partir das FP‑25 e da pesquisa para o filme Projecto Global, se olha para o fim dos anos 70 e início dos anos 80 do século XX, que já não são de Revolução, mas de uma dita «normalização democrática». Um tempo em que o recuo da violência terrorista de extrema‑direita se cruza com o início da violência terrorista da extrema‑esquerda. Uma espécie de Anos de Chumbo portugueses. Desvenda‑se aqui a história violenta e perturbante das FP‑25, em muitos aspectos ainda por conhecer, quem eram os seus militantes, quais as suas origens, como foram as suas acções, quais as suas vítimas e qual o seu fim. Inevitavelmente, faz‑se também uma reflexão sobre a forma como as FP‑25 são pensadas agora, 46 anos depois.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quinta-feira) 7:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Cinema Ideal
Próximos eventos

Detalhes do Evento
Conferência de Maria de Lurdes Rosa por ocasião do lançamento da edição impressa do livro "Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos
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Detalhes do Evento
Conferência de Maria de Lurdes Rosa por ocasião do lançamento da edição impressa do livro “Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos Castelo Branco”.
Garcia Velez de Castelo Branco: a toga, a pluma e a espada.
Um grande autor arronchense do século XVI e a sociedade do seu tempo
No Domingo que vem, dia 26 de Abril, vai ser lançada, em Arronches, a edição impressa do livro Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos Castelo Branco, em que se edita e estuda uma crónica inédita do século XVI, da autoria de Garcia Velez de Castelo Branco. Arronches é a terra natal do autor e a Câmara Municipal apoiou a publicação desta edição, a partir de e-book previamente publicado no âmbito do projecto VINCULUM.
Nesse contexto, Maria de Lurdes Rosa vai proferir uma conferência sobre o autor: “Garcia Velez de Castelo Branco: a toga, a pluma e a espada. Um grande autor arronchense do século XVI e a sociedade do seu tempo”. Garcia Velez de Castelo Branco não era uma personagem conhecida e da crónica apenas existe um exemplar manuscrito, sem autor atribuído. O trabalho da equipa VINCULUM identificou-o e estudou a fundo o livro, tendo antes restaurado e digitalizado, com apoio da Torre do Tombo, essa única versão manuscrita conhecida, que pertence a um proprietário privado.
Sobre o livro Escrever vinculações
Tempo
(Domingo) 3:00 pm - 5:00 pm
Localização
Convento Nossa Senhora da Luz de Arronches
Largo General Norton de Matos, 12 — 7340-009 Arronches
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Câmara Municipal de Arronches

Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Do Fascismo ao Neofascismo?
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Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico.
Do Fascismo ao Neofascismo?
(Des)Continuidades entre o Fascismo Clássico e a Extrema-Direita do Século XXI
>> Programa detalhado do congresso (PDF) <<
Está em curso o debate sobre a natureza política, ideológica e social da extrema-direita contemporânea, especialmente a que está ativa no século XXI. O debate académico, neste caso mais do que noutros, acompanha de perto o debate público sobre os desenvolvimentos políticos que são percecionados como tendo consequências dramáticas para o futuro. Um grande número de explicações foi proposto e uma ampla gama de conceitos oferecida, aplicáveis a casos específicos, sejam eles de âmbito nacional ou regional, ou ao próprio fenómeno global — porque, e isto é importante, é um fenómeno global com o qual estamos a lidar. Tal como o fascismo há cem anos. Os/as investigadores/as são quase sempre forçadas a tomar uma posição sobre a questão das continuidades (Finchelstein, 2019; Palheta, 2022) e das descontinuidades (Forti, 2024) entre, por um lado, o fascismo clássico (1922-1945) e o que eram naquela época outros fenómenos ultrarreacionários que, no período entre guerras, se tornaram subprodutos do fascismo através do processo de fascização e, por outro lado, as novas formas adotadas pela extrema- -direita desde 1945 e, sobretudo, desde a viragem do século XX para o século XXI. Em nome da urgência de uma abordagem científica ao que parece ser a crise mais grave dos sistemas liberais desde a década de 1930, pretendemos neste congresso discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico, porque “precisamos de explicar a continuidade entre o fascismo histórico e o populismo de direita contemporâneo como uma radicalização da política pós- -liberal baseada na erosão da participação democrática e no surgimento de uma nova política do medo” (Woodley, 2010).
Em consonância com esta posição, o congresso acolherá, também, estudos sobre as culturas políticas antifascistas, a começar pelas que surgiram em reação à onda fascista da década de 1930 e ao seu sucesso político (Kallis, 2015). O objetivo aqui é dar espaço a estudos sobre as diversas formas de resistência ao fascismo. O antifascismo é também um movimento transnacional (Traverso, 2004) e não perdeu a sua eficácia política em 1945, nem se tornou uma comunidade de memória de um passado encapsulado no tempo. Ele ressurgiu nos últimos 80 anos sempre que a extrema-direita reapareceu com força. Como é o caso dos nossos dias.
Neste sentido, o congresso acolherá propostas de artigos e painéis nas seguintes áreas possíveis:
(i) Fascismo(s), neofascismo, extrema-direita, reação e modernidade. Conceitos e teoria.
(ii) A nação, o Ocidente, a supremacia branca: cem anos de visões de mundo da extrema-direita.
(iii) Hipermasculinidade, antifeminismo e misoginia: reprodução social e fascismo.
(iv) Cem anos de cultura política de extrema-direita: continuidades, descontinuidades, adaptação, redes. (v) Fascismo, neofascismo e o(s) outro(s): especificidades da articulação política que o fascismo e a extrema-direita global fazem da xenofobia e do racismo.
(vi) Partido, Estado, movimentos, milícias, bem-estar social, associações. A dimensão organizacional da extrema-direita.
(vii) Violência, guerra e genocídio: extrema-direita e ação política.
(viiii) Fascismo e crise: contexto e causalidade dos impulsos da extrema-direita na história.
(ix) O antifascismo como cultura política transnacional: resistir ao fascismo, preservar a democracia, reconstruir a democracia, da década de 1920 à década de 2020. Interseções com o anticolonialismo, o antirracismo e o feminismo.
(x) Neofascismo, extrema-direita e antifascismo na memória coletiva: usos do passado, memória, «guerra cultural» e ação política.
Submissão de propostas:
As propostas de comunicação (que devem ser redigidas em inglês) devem ser enviadas para o endereço congresso.neo.fascismo.2026@gmail.com com um título, um resumo (máximo de 350 palavras), uma curta nota biográfica e informações de contacto até 4 de Janeiro de 2026.
Aceitamos propostas de comunicação ou de painéis. Também aceitamos propostas de intervenções criativas/artísticas baseadas numa interseção interdisciplinar com as ciências sociais, que serão sujeitas a revisão por pares, da mesma forma que as propostas de trabalhos e painéis. Neste caso, as propostas devem incluir uma descrição da performance (especificando os meios a utilizar e o tempo) e um resumo dos objetivos. A aceitação dependerá das possibilidades reais e práticas de integração no programa.
As apresentações devem ser feitas presencialmente em português, inglês ou espanhol. Não haverá apresentações online.
Notificação de aceitação até 8 de fevereiro de 2026. Não serão cobradas taxas de inscrição.
Palestrantes convidados/a: Ugo Palheta, Virgínia Fontes e Fernando Rosas
>> Descarregar a chamada para comunicações (nova versão; PDF) <<
Comissão organizadora:
Manuel Loff (FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST) Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Arturo Zoffmann (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ana Sofia Ferreira (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Sílvia Correia (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Adriano Amaral (IS — Universidade do Porto)
Gabriela Azevedo (IS — Universidade do Porto)
Bruno Madeira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST) Sérgio Neto (FLUP / CITCEM)
Afonso Silva (UAB / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Carlos Martins (IS — Universidade do Porto)
Comissão científica:
Caroline Silveira Bauer (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Francesca Billiani (University of Manchester, Reino Unido)
Kasper Braskén (University of Helsinki, Finlândia)
Gilberto Calil (Unioeste, Brasil)
Leonardo Carnut (Universidade de São Paulo, Brasil)
Rejane Carol (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
André Dantas (Fiocruz, Brasil)
Cristina Diac (The National Institute for the Study of Totalitarianism, Roménia)
Fátima Moura Ferreira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST, Portugal)
Steven Forti (Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha)
Hugo García (Universidad Autónoma de Madrid, Espanha)
Cátia Guimarães (Fiocruz, Brasil)
Xosé Manoel Núñez Seixas (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha)
Virgílio Borges Pereira (FLUP / IS — Universidade do Porto, Portugal)
Fernando Rosas (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST, Portugal)
Carlos Zacarias de Sena Júnior (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Carla Luciana Silva (Unioeste, Brasil)
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra / CEIS20, Portugal)
Vicente Valentim (IE University, Espanha)
Tempo
abril 27 (Segunda-feira) - 28 (Terça-feira)
Localização
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica Edgar Cardoso — 4150-564 Porto
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #4: Independent Music Theatre in Berlin, by Martina Stütz
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The fourth session of the RESONANCE Reading Group focuses on the chapter “Independent Music Theatre in Berlin: Breaking Out of Traditional Discourses and Building New Structures,” by Martina Stütz. This chapter traces the development of independent musical-theatre in Berlin since the 1990s, drafting its ecologies of practice through forms of diversity and interdisciplinarity. It demonstrates some of the ways in which these nodes expand into the creation of production and collaboration networks, affirming musical theatre as a multimodal hybrid practice. In doing so, however, it expands this medium’s formal currency into paradox: how can such a capacious, vibrant, networked set of manifestations still be so scattered, fragmented, and invisible within institutional circuits? This reading group is going to be led by Filipa Magalhães (CESEM — NOVA FCSH / IN2PAST).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
This event is part of the RESONANCE’s Spring Seminar Series. Public events will also include the Seminar Performing the Archive, led by the curator and scholar Paula Parente Pinto, which will take place on the same day, April 29, at 6 PM, Auditorium B1 (Tower B), NOVA School of Social Sciences and Humanities.
Picture: Persimmon, axial view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford. Source: Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Quarta-feira) 12:30 pm - 2:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Uma conversa em torno das representações e usos do passado medieval na época contemporânea, com Pedro Martins e Tommaso di Carpegna Falconieri.
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Detalhes do Evento
Uma conversa em torno das representações e usos do passado medieval na época contemporânea, com Pedro Martins e Tommaso di Carpegna Falconieri.
A Idade Média na época contemporânea
Uma conversa sobre The Militant Middle Ages, de Tommaso di Carpegna Falconieri, e Representing the Middle Ages in Modern Portugal (1890-1947), de Pedro Martins
Vista ora como época de superstição ou de progresso, de barbárie ou de cavalheirismo, de violência ou de harmonia, a Idade Média não tem deixado de despertar o nosso interesse desde o século XIX.
Entendido como elemento para a construção de nações modernas, campo de batalha político ou fonte de inspiração para a produção cultural e artística, o passado medieval tem sido um dos mais importantes espelhos para reflexão do que a nossa sociedade foi, das angústias e anseios do tempo presente, bem como dos valores que pretendemos projetar no futuro.
Aproveitando o recente lançamento da obra de Pedro Martins (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST), Representing the Middle Ages in Modern Portugal (1890-1947). Historiography, Heritage, and Commemoration, bem como a publicação de The Militant Middle Ages. Contemporary Politics between New Barbarians and Modern Crusaders, de Tommaso di Carpegna Falconieri (Universidade de Urbino) (ambas editadas pela Brill Publishers), o Instituto de História Contemporânea organiza uma conversa em torno das representações e usos do passado medieval na época contemporânea.
A discussão será moderada por José Neves (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) e contará com a presença dos dois autores, bem como de Maria de Lurdes Rosa e de Paul Sturtevant – ambos investigadores do Instituto de História Contemporânea e especialistas em medievalismo – que farão um comentário às duas obras.
Tempo
(Segunda-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária e do seu papel na leitura dos processos
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Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária e do seu papel na leitura dos processos sociais.
Literatura e Sociedade
As ciências sociais podem ser literárias, propôs Ivan Jablonka, com o derrubamento da fronteira entre a literatura e a História. Para explorar essa relação feliz, convidámos um conjunto de pesquisadores/as a examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária, escolhida pelos participantes, e do seu papel na leitura dos processos sociais. A etnografia, a história, a sociologia, a ciência política, os estudos culturais, contribuem com factos e conceitos, a literatura trabalha-os pela escrita, para ultrapassar as fronteiras entre o íntimo e subjetivo, os temas graves e colectivos, os acontecimentos, as sociedades, as instituições, as resistências e os movimentos sociais. Como recordava Maurice Godelier, a ficção contém mais do que o imaginado e imaginário, porque ajusta ao suporte de um livro vários componentes dos mundos, reais e irreais, com personagens, acontecimentos, símbolos, conferindo legibilidade às sociedades e suas dimensões. Quer o passado, cujo conhecimento resulta do trabalho sobre fontes de diversa etiologia, que abrem o campo das possibilidades do conhecimento, quer os futuros em disputa, de modo prospectivo, confrontam quem investiga com campos de possibilidades. Seja pela base documental, seja pelo encadeamento causal, a literatura não é só um mundo de seres imaginários, oposto ao mundo da realidade efectiva. Com Jacques Rancière, consideramos que a ficção é uma estrutura de racionalidade que permite comparar traços esparsos na construção de situações e de personagens identificáveis, designar acontecimentos, estabelecer ligações entre esses acontecimentos e dar-lhes um sentido. É dessa matéria que partimos nesta conferência.
Organização:
Maria Alice Samara (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Débora Dias (CHAM — NOVA FCSH)
Elena Freire (USC)
Paula Godinho (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Locais:
Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa
Casa da Achada — Centro Mário Dionísio, Lisboa
Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira
Tempo
14 (Quinta-feira) 9:30 am - 16 (Sábado) 5:00 pm
Localização
Vários locais
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e CHAM - Centro de Humanidades

Detalhes do Evento
Espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento. Ciência e Internacionalização: A Pesquisa no Jardim do Mundo O seminário
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Detalhes do Evento
Espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento.
Ciência e Internacionalização: A Pesquisa no Jardim do Mundo
O seminário A Ciência e a Internacionalização: a pesquisa no jardim do mundo propõe um espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento. A programação contará com a participação de grupos de pesquisa que apresentarão seus projetos, destacando experiências, parcerias institucionais e estratégias de inserção em redes académicas nacionais e internacionais. As exposições visam evidenciar práticas, desafios e perspectivas no desenvolvimento de pesquisas em diálogo com diferentes contextos globais.
O encontro destina-se a investigadores/as, estudantes e demais interessados/as na temática, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de iniciativas colaborativas no campo científico.
Tempo
(Sexta-feira) 5:00 pm - 10:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Uma conversa entre Anna Dobrowolska, autora do livro "Polish Sexual Revolutions", Anita Buhin e Giulia Strippoli. Polish Sexual Revolutions: Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain A conversation
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Detalhes do Evento
Uma conversa entre Anna Dobrowolska, autora do livro “Polish Sexual Revolutions”, Anita Buhin e Giulia Strippoli.
Polish Sexual Revolutions:
Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain
A conversation between Anna Dobrowolska, author of the book Polish Sexual Revolutions (Oxford University Press, 2025), and Anita Buhin and Giulia Strippoli.
About the book:
Polish Sexual Revolutions: Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain studies the history of sexuality in state-socialist Poland in its European and global contexts, focusing on how communism transformed both sexual discourses and intimate practices between 1945 and 1989. It reconfigures our understanding of the sexual revolution, departing from the case study of Poland to complicate the oversimplified and much-misused concepts of ‘sexual modernity’ and ‘progress’. Engaging with the most recent scholarship on sexuality in East Central Europe and a wide range of unused primary material, including visual and material sources, the monograph reassesses the role played by communist states in modernising their citizens’ approaches to sex. Contrary to the stereotype which perceives the region as ‘lagging behind’ the West in sexual matters and having to ‘catch up’ after 1989, the book sheds light on the ambiguous and progressive histories of state-socialist entanglements with sex to showcase alternative visions of sexual liberation. In so doing, and by focusing on forgotten genealogies of discussions of sexuality, the monograph historicises the roots of contemporary debates on sex education, LGBTQ+ and women’s rights in the region.
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Livraria Tigre de Papel

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

Detalhes do Evento
Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, que reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana. O
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Detalhes do Evento
Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, que reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana.
O Riso Contra-ataca. O Humor num Mundo Virado do Avesso
XXII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico
Após as edições realizadas em Paris, em 2022, sob a indagação Humor em crise?, e em Lille, em 2024, com a provocação O fim do humor?, o XXII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico (ISLHHS) propõe uma inflexão significativa no percurso temático dos últimos anos. A edição de 2026 pretende afirmar que o humor não só resistiu às múltiplas crises que marcaram a contemporaneidade, como permanece ativo, pertinente e em constante renovação. Sob o título O Riso Contra-ataca. O Humor num Mundo Virado do Avesso, o congresso assume que o riso continua a representar um recurso decisivo de lucidez e crítica em contextos de instabilidade e desordem.
Esta proposta configura-se como uma pausa irónica e reflexiva, uma tentativa de recuperar o fôlego e reafirmar a vitalidade do humor enquanto forma de resistência. Rir, nesse contexto, equivale a um gesto de resiliência simbólica diante da gravidade dos acontecimentos que atravessam o presente. A programação do evento abrangerá contribuições de investigadores/as das mais diversas áreas do conhecimento, como História, Literatura, Linguística, Artes Gráficas, Direito, Sociologia, Psicologia, Educação, Antropologia, Filosofia ou Comunicação, com o intuito de examinar as múltiplas linguagens e suportes em que o humor se manifesta e opera como força de desestabilização de discursos hegemónicos, contestação de fanatismos e reativação do pensamento crítico.
Num cenário global frequentemente descrito como caótico e fragmentado, o humor mantém-se como uma forma activa de leitura e intervenção. Nesse espírito, o XXII Congresso reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana.
O congresso contará com a participação do escritor e investigador Rui Zink como palestrante.
O Congresso da ISLHHS de 2026 terá lugar no Colégio Almada Negreiros da Universidade NOVA de Lisboa, no centro de Lisboa. As sessões de trabalho decorrerão ao longo de três dias, de quarta-feira, dia 3, a sexta-feira, dia 5 de Junho de 2026, sendo o dia de sábado, 6 de Junho, dedicado a um programa social a anunciar. O Congresso incluirá uma recepção aos/às participantes, pausas para café, o jantar do congresso e o serão dedicado ao humor.
A participação no Congresso (presencial ou online) está aberta aos membros da ISLHHS.
No final do Congresso será anunciado o modo de publicação de uma seleção de comunicações apresentadas (de acordo com o processo de revisão de pares dupla cega).
Contacto:
Para qualquer informação sobre o congresso contactar para o e-mail xxiicongressohumor@gmail.com
Comissão Organizadora
João Pedro Ferreira, CHAM, vice-president ISLHHS
Paulo Jorge Fernandes, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Thaís Leão Vieira, UFMT
Dorothée Chouitem, Sorbonne Université
Tempo
junho 3 (Quarta-feira) - 6 (Sábado)
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, sala a anunciar
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Centro de Humanidades — NOVA FCSH e ISLHHS

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia
Detalhes do Evento
Cristina Marques faz a defesa pública da Tese de Doutoramento "O Instituto Superior Técnico e a Internacionalização Escolas Universitárias - Política Científica e Práticas Laboratoriais (1945-1974)". Provas
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Detalhes do Evento
Cristina Marques faz a defesa pública da Tese de Doutoramento “O Instituto Superior Técnico e a Internacionalização Escolas Universitárias – Política Científica e Práticas Laboratoriais (1945-1974)”.
Provas de Doutoramento em História e Filosofia da Ciência na Universidade de Évora.
Júri
Paulo Simões Rodrigues (Universidade de Évora) — Presidente
Alvaro Ribagorda (Universidad Carlos III de Madrid) — Vogal
Ana Simões (Universidade de Lisboa) — Vogal
Quintino Lopes (Universidade de Évora) — Orientador
Ângela Salgueiro (Universidade de Évora) — Vogal
Luís Trindade (Universidade NOVA de Lisboa) — Vogal
Tempo
(Terça-feira) 2:30 pm - 4:30 pm
Organizador
Universidade de Évorauevora@uevora.pt Largo dos Colegiais, 2 — 7000-803 Évora
Detalhes do Evento
Jacqueline S. Silva faz a defesa pública da Tese de Doutoramento "De Instituto de Antropologia a Museu Câmara Cascudo: Trajetórias científicas no Rio Grande do Norte,
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Detalhes do Evento
Jacqueline S. Silva faz a defesa pública da Tese de Doutoramento “De Instituto de Antropologia a Museu Câmara Cascudo: Trajetórias científicas no Rio Grande do Norte, Brasil (1950-2010)”.
Provas de Doutoramento em História e Filosofia da Ciência na Universidade de Évora.
Júri
Laurinda Abreu (Universidade de Évora) — Presidente
Elisabete Pereira (Universidade de Évora) — Orientadora
Marilia Xavier Curry (Universidade de São Paulo) — Vogal
Susana Simões Martins (Universidade NOVA de Lisboa) — Vogal
Luís Miguel Nunes Carolino (Iscte) — Vogal
Sara Albuquerque (Universidade de Évora) — Vogal
Tempo
(Quarta-feira) 10:30 am - 12:30 pm
Organizador
Universidade de Évorauevora@uevora.pt Largo dos Colegiais, 2 — 7000-803 Évora

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

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Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026 The Alter-lives of
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Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026
The Alter-lives of Independence Movements:
Frustrated Hopes, Renewed Utopias
Decades after formal decolonisation, anti-colonialism and anti-imperialism have remained a wellspring of inspiration and contestation. Studies about anticolonial thought, the 1955 Bandung Conference, and transcontinental solidarity movements have proliferated in academia and activist networks, providing the basis of theories and practices of resistance in contemporary times. Nevertheless, the ideas and the movements they inspired did not perish with the epoch that produced them. They evolved and acquired alternative lives in the period of nation-building and world-making, whether in extended or distorted forms. On the one hand, there were local and transnational efforts to sustain and enrich the revolutionary impulse through embracing the anticolonial spirit in various areas such as development, education, and diplomacy. As international institutions such as the UN welcome additional member states, Europeans and non-Europeans travelled to decolonised states like Algeria and Angola to learn and further cultivate ideas in building new societies. On the other hand, some dominant groups that took over the independent states capitalised on the anti-colonial pride to justify authoritarian and anti-democratic rule. Their utopian visions led to the systematic oppression of opposing forces and reproduced the hierarchical international state model. The fear of neocolonialism and disillusionment propelled both the former coloniser and colonised to reorganise their strategies and desires in the face of an emerging world order.
This two-day conference on the alter-lives of independence movements explores the evolution and transformation of anti-colonial and anti-imperial struggles. It focuses on the events and reflections about the early years of independence, a period of turbulent transition from colonial domination to self-governing nation-states, and of tumultuous beginnings of a new international order. We introduce the concept “alter-lives” to denote the process of altering imaginaries and practices that emerged during the colonial period in responding to uncertain futures, including the political uses of anticolonial memories and/or histories. It also refers to alternative relations forged between and among the former colonisers and colonised after independence. Thus, using “alter-lives” as a conceptual ground, this conference engages in the following questions: first, how have anticolonial thinking and practices evolved domestically and transnationally? Second, what were the structural and agential forces behind these evolutions? Third, how were anticolonial memories and histories politicised to achieve certain ends? Fourth, what difficulties did these agents face in realising their envisioned future? Lastly, how have alterations and alternatives affirmed and/or challenged the revolutionary ideas of the independence struggles?
Call for papers
We welcome theoretical and praxis-oriented proposals to gather scholars, activists, and artists from various disciplinary backgrounds and acquire a broad comparative perspective. Possible
areas include, but are not limited to:
- Transnational solidarities and resistance, such as North-South and South-South cooperation
- Nation-building
- Anticolonial thought and figures
- Diplomacy and international affairs
- Pedagogy and knowledge transmission
- Literary and artistic representations, such as documentaries, films, and novels
- Rhetorics of failure, frustrated political projects
Please submit your abstract (300 words max.) by 13 February 2026 to jiw.hopesandfears@gmail.com.
Decisions will be communicated by the first week of March 2026.
>> Download the call for papers (PDF) <<
This event is organised as part of the Joint International Workshop “Hopes and Fears. Anti-colonial and Postcolonial Imaginaries in the Lusotopy and Beyond”, that gathers the Institute of Contemporary History — NOVA University Lisbon / University of Évora, the University of São Paulo, and the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul.
Tempo
junho 26 (Sexta-feira) - 27 (Sábado)
Localização
Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Universidade de São Paulo e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
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Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
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To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
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Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

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Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data] The
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Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data]
The Public History of Difficult Pasts
8th International Conference on Public History
IFPH 2026
The 8th International Conference on Public History, organised by the International Federation for Public History, IFPH, will take place in Lisbon from September 7 to 11, 2026. It will be hosted by IN2PAST – the Associate Laboratory for Research and Innovation in Heritage, Arts, Sustainability and Territory, a transdisciplinary consortium of seven research centres, at the Almada Negreiros College on the Campolide Campus of NOVA University Lisbon.
In a time of escalating attacks by right-wing movements on memory, diversity, human rights, democracy, and history itself, the IFPH reaffirms its commitment to fostering critical engagement with the ways societies confront, interpret, and relate to their difficult pasts and challenging presents. The IFPH strongly condemns book banning, the censorship of historical narratives, the surveillance of students and educators, the targeting of sites of remembrance, and the imposition of ideological agendas — particularly right-wing distortions — that not only threaten academic freedom but undermine the very principles upon which public history is built. Against this backdrop, the conference seeks to challenge historical revisionism and silencing, to amplify marginalised voices and memories, and to promote transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice.
Public History has long addressed global historical processes such as colonialism, the transatlantic slave trade, and the genocide of Indigenous peoples, as well as phenomena that emerge in multiple contexts, including armed conflicts and dictatorships. It embodies both a political and ethical commitment to examining how difficult pasts have been lived and remembered by different communities and individuals, ensuring that their perspectives are acknowledged and respected. At the same time, engaging with these histories through Public History raises significant challenges. Sharing authority with specific communities and amplifying marginalised narratives may unintentionally silence other voices, while also presenting complex ethical dilemmas. Furthermore, Public History operates within the public sphere, engaging diverse audiences and navigating competing representations of the past in an era increasingly marked by the political instrumentalisation of history and the spread of revisionist and denialist discourses.
Call for contributions
This conference seeks to challenge historical revisionism, amplify marginalised voices, and foster transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice. We invite contributions that explore:
Historical Contexts and Global Processes
-
- Colonialism and its enduring legacies
- The transatlantic slave trade and its commemorations
- Indigenous genocide and cultural destruction
- Armed conflicts, civil wars, and their aftermath
- Dictatorships, authoritarianism, and state violence
- Mass atrocities and crimes against humanity
Contemporary Challenges and Methodological Innovations
-
- Countering historical denial and revisionism
- Navigating contested memories and competing narratives
- Sharing authority with affected communities
- Ethical dilemmas in representing traumatic pasts
- Digital humanities, media, and social networks
- Museum practices and memorial sites
- Archives, and archival activism
- Educational approaches to sensitive histories
Voices and Perspectives
-
- Survivor testimonies and intergenerational trauma
- Community-based historical projects
- Oral history and marginalised narratives
- Gender, sexuality, and intersectional approaches
- Youth engagement with difficult pasts
- Transnational and comparative perspectives
Justice and Reconciliation
-
- Truth commissions and transitional justice
- Reparations and historical redress
- Memorialisation and commemoration practices
- Restorative justice approaches
- Healing and collective memory
- Building inclusive historical narratives
Calendar
Opening of the Call for Presentations: 30 September 2025
Deadline for Application: 30 November 7 December 2025 [new deadline]
Deadline for reviewers to do their reviews: 31 January 2026
Call for posters: January 2026
Results of the Call for Presentations will be announced by March 2026
Programme of the conference shall be available around June 2026
Deadline for registration for on-site attendance: August 2026
Conference: 7-11 September 2026
Submission of proposals
🔗 Submit your panel proposal HERE.
🔗 Submit your paper proposal HERE.
🔗 Submit your Working Group proposal HERE.
>> Download the call for papers (PDF) <<
Picture: Peniche Fortress, Fortim Redondo, site of the infamous isolation cells (‘Segredo’) (Credit: © Paulo)
Tempo
setembro 7 (Segunda-feira) - 11 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
A 8.ª edição do IWHSCR vai dar especial destaque à fonética experimental como um campo emergente na intersecção entre as ciências humanas, as ciências médicas e a engenharia, que registou
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Detalhes do Evento
A 8.ª edição do IWHSCR vai dar especial destaque à fonética experimental como um campo emergente na intersecção entre as ciências humanas, as ciências médicas e a engenharia, que registou um rápido desenvolvimento ao longo do século XX. Prazo: 15 Maio 2026
8th International Workshop on the History of Speech Communication Research
(IWHSCR)
Following its launch in Dresden in 2015, and subsequent editions in Helsinki (2017), Vienna (2019), Prague (2021), Porto (2022), Budapest (2024), and Paris (2025), the 8th edition of the IWHSCR will be organised by members of the PHONLAB project (2022.06811.PTDC), in collaboration with the Faculty of Arts and Humanities of the University of Coimbra.
This edition will place a special emphasis on experimental phonetics as an emerging field at the intersection of the humanities, medical sciences, and engineering, which underwent rapid development throughout the twentieth century. Particular attention will be given to the role of institutions, internationally engaged scientific actors, and the creation of innovative scientific spaces, technologies, and techniques.
Keynote speakers:
Ana Simões is full professor of History of Science at the Faculty of Sciences, University of Lisbon, Portugal, and member of the Centre for the History of Science and Technology (CIUHCT), which she (co-)coordinated from 2007 to 2019. She is the President-elect of the Division for the History of Science and Technology (2025–2029) – a division of the International Union for the History and Philosophy of Science and Technology (IUHPST) – and was previously the President of the European Society for the History of Science (2018–2020). She has written extensively on the history of quantum chemistry, and aspects of history of science in Portugal, 18th to 20th centuries, including popularisation of science and science and the city, framed by a historiographical reflection on the circulation of science including non-central places. She is a founding member of the international network Science and Technology in the European Periphery. She is member of several national and EU projects, editorial boards, scientific advisory boards and scientific societies.
Bernd Möbius studied phonetics, linguistics and sociology at the University of Bonn, where he also received his PhD degree in 1992. He was a member of technical staff (senior researcher) at Bell Labs in Murray Hill, NJ, from 1993 to 1998, and Assistant and Associate Professor at the University of Stuttgart from 1999 to 2011. After being Acting chair of Phonetics and Speech Communication at the University of Bonn (2007-2010), he was Full Professor of Phonetics and Phonology in the Department of Language Science and Technology at Saarland University from 2011 to 2025, where he is now a Senior Professor. A central theme of his research is to integrate phonetic knowledge in speech technology. He has worked extensively on text-to-speech synthesis and speech prosody, and recent work has focused on experimental methods and computational simulations to study aspects of speech production, perception and acquisition.
Call for papers
Contributions addressing this focus are welcome, as are submissions on any topics related to the historical aspects of speech communication research. Submissions must not exceed 10 pages (including references) and must follow the guidelines provided HERE. The proceedings will be published in the book series Studientexte zur Sprachkommunikation by TUDpress and will also be made available electronically in the ISCA archive.
Full paper submissions should be sent to the following email address: phonlab.project@gmail.com
Important dates:
Manuscript submission: 15 May 2026
Notification of acceptance: 1 June 2026
Registration: 30 June 2026
Revised manuscript submission: 1 July 2026
Organising Committee:
Albano Figueiredo, Faculty of Arts and Humanities, University of Coimbra
Ângela Salgueiro, University of Évora and IHC / IN2PAST
Jürgen Trouvain, Saarland University
Quintino Lopes, University of Évora and IHC / IN2PAST
Tempo
setembro 17 (Quinta-feira) - 18 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

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Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações
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Detalhes do Evento
Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia. Prazo: 27 Abril 2026
250 anos do Hospital de São José:
Ciência, Saúde, Ensino e Inovação
Inaugurado em Abril de 1775, o Hospital Real de São José resultou da transferência do Hospital Real de Todos-os-Santos para o antigo Colégio de Santo Antão-o-Novo. Ao longo de dois séculos e meio de actividade clínica ininterrupta, esta instituição conheceu diferentes enquadramentos administrativos e designações – inicialmente como Hospital Real de São José e Anexos, constituindo posteriormente os Hospitais Civis de Lisboa, mais tarde Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, reflectindo as sucessivas reformas da assistência pública e da organização hospitalar em Portugal. Actualmente, integra a Unidade Local de Saúde de São José, assegurando a continuidade de uma missão assistencial, científica e formativa iniciada no século XVIII.
No contexto das comemorações do seu 250.º aniversário, o Hospital de São José (HSJ), em parceria com o Instituto de História Contemporânea (IHC) e com o laboratório associado IN2PAST, organiza o congresso 250 anos do Hospital de São José: Ciência, Saúde, Ensino e Inovação, a realizar-se nos dias 5 e 6 de Novembro de 2026, no Salão Nobre do Hospital de São José, em Lisboa.
Com papel ímpar na História da Medicina Portuguesa, o Hospital afirmou-se como uma instituição central na assistência hospitalar portuguesa, em estreita articulação com os grandes centros médicos europeus. Inserido nas redes internacionais de circulação do conhecimento, foi receptor e difusor de inovações científicas – nas práticas clínicas, nas técnicas médicas e cirúrgicas, na organização hospitalar e nas políticas de saúde pública, acompanhando as transformações científicas, políticas e socio-culturais dos séculos XVIII, XIX e XX, tendo desempenhando um papel determinante na modernização da medicina em Portugal.
A sua dimensão formativa esteve intimamente ligada à criação da Real Escola de Cirurgia de Lisboa (1825), à fundação da Escola Médico-Cirúrgica (1836) e, em 1911, com a Primeira República, à criação da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sua herdeira directa. Ao longo deste percurso, o Hospital destacou-se como espaço de formação e de experimentação, contribuindo para o desenvolvimento e consolidação de diversas especialidades médicas e biomédicas, bem como para a definição do perfil das profissões da área da saúde.
A história institucional do Hospital, nas suas várias configurações administrativas, reflecte amplos processos de internacionalização científica, de circulação do conhecimento e de institucionalização de modelos médicos e hospitalares. A instituição afirmou-se, assim, como um verdadeiro laboratório clínico e pedagógico, acompanhando as transformações do ensino médico e contribuindo para a integração de Portugal nas redes transnacionais da ciência e da medicina modernas.
Chamada para comunicações
Este congresso propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia. Incentiva-se, em particular, o estudo dos processos de transferência e adaptação de inovações científicas e técnicas; a recepção de influências externas; o posicionamento institucional e dos seus actores; as práticas médicas; as reformas e regulamentos sanitários; e os modelos hospitalares associados à instituição ao longo do tempo.
Convida-se todos os interessados/as a submeter propostas no âmbito dos seguintes eixos temáticos:
- Circulação e transmissão do conhecimento médico e científico
- Redes transnacionais e intercâmbios científicos e profissionais
- Espaços e actores científicos
- Inovação científica e técnica na prática hospitalar
- Formação, desenvolvimento e consolidação de áreas científicas e especialidades médicas
- O Hospital de São José no contexto internacional
- Articulação entre dinâmicas locais e correntes internacionais da medicina
- Formação e ensino numa perspetiva transnacional
- Museus e Património Histórico Hospitalar
A selecção das propostas será realizada pelos membros da Comissão Científica, sendo orientada pelo objectivo de garantir o máximo de qualidade, relevância e originalidade dos trabalhos.
As propostas de comunicação devem ter até 300 palavras e ser acompanhadas de uma breve nota biográfica do/a/s autor/a/s (máximo de 150 palavras), com indicação da afiliação institucional e contactos.
As propostas devem ser submetidas através do formulário disponível NESTE LINK.
Calendário:
Data limite de submissão: 27 Abril 2026
Notificação de aceitação: 29 Maio 2026
Comissão Organizadora:
Alexandra Marques, IHC – Universidade de Évora / IN2PAST
Ângela Salgueiro, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Carlos Boavida, ULS São José
Fátima Palmeiro, ULS São José
Quintino Lopes, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Tempo
novembro 5 (Quinta-feira) - 6 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évora e Unidade Local de Saúde de São José

Detalhes do Evento
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Prazo: 25 Maio 2026
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Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Prazo: 25 Maio 2026
Counter-Image International Conference 2026
Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral
A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda) não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo estão a ser substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário), de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025), iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da terra). Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança” em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação (Krenak 2022).
“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre” sinaliza um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo, entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica: uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada), ela é também resistência, cosmopercepção e ritual.
A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto), mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para desnomear que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes de sínteses impossíveis.
Palestrantes:
Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina)
Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Chamada para comunicações
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a “desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem, reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:
1. Conhecimentos Situados
Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre pesquisa e experiência vivida.
- Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir
- Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul
- Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans
- “Ecologias exílicas” (Marder 2023)
- Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas
- O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)
- “Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias
- Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie
- Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas
- Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder 2020)
2. Métodos para Desnomear
Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que erodam o olhar extrativista e especista.
- Desnomear como método filosófico-estético
- Poéticas do silêncio e escuta profunda
- Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui 2015)
- Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e animais
- Geo-estéticas (Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), incluindo vulcânicas e das ervas ditas daninhas
- Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes & Garcia-Antón 2026)
- Narrativas de relacionalidade e métodos multiespécie
- Contracolonizar (Nêgo Bispo 2015)
- Arte como laboratório de pensamento (e não como representação)
- Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e anti-especistas
3. Visões do Umbral
Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e alianças.
- Epistemologias do umbral
- “Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades submersas
- Ecologia popular
- Agência não-humana e a redistribuição do sensível
- “Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing 2015)
- “Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da beira-mar
- Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa 2010)
- Visões “ch’ixi” (Cusicanqui 2015)
- “Alianças afetivas” (Krenak 2022)
- “Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez 2024)
Datas importantes:
25 de Maio | envio de propostas
30 de Junho | notificação de aceitação
18-20 de Novembro | conferência
Formatos de submissão:
1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300 palavras
2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300 palavras
3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória descritiva até 300 palavras
O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma biografia breve (até 100 palavras) para: counterimageconference@fcsh.unl.pt
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<
Comissão organizadora
Inês Beleza Barreiros (ICNOVA — NOVA FCSH / CIAC — Universidade do Algarve)
Liliana Coutinho (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA — NOVA FCSH)
Salomé Lopes Coelho (ICON — Utrecht University / ICNOVA — NOVA FCSH)
Sílvia Leiria Viegas (CIAC — Universidade do Algarve)
Teresa Castro (IRCAV — Sorbonne Nouvelle / ICNOVA — NOVA FCSH)
Teresa Mendes Flores (ICNOVA — NOVA FCSH)
Comissão Científica
Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)
Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)
Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)
Filippo Di Tomasi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)
Isabel Stein (ICNOVA — NOVA FCSH)
Leila Lehnen (Brown University)
Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Margarida Brito Alves (IHA — NOVA FCSH)
Margarida Mendes (ICNOVA — NOVA FCSH)
María Gloria Robalino (Washington University St. Louis)
Maria Teresa Cruz (ICNOVA — NOVA FCSH)
Marita Sturken (New York University)
Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Mirian Nogueira Tavares (CIAC — Universidade do Algarve)
Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)
Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)
Paulo Nuno Vicente (ICNOVA — NOVA FCSH)
Rui Gomes Coelho (Durham University)
Susanne Knittel (ICON — Utrecht University)
Tempo
novembro 18 (Quarta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026 Entre guerras e paz:
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Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026
Entre guerras e paz:
novos olhares e desafios das migrações portuguesas (1919-1945)
Este colóquio tem como objectivo reunir académicos dedicados ao estudo da história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras e, neste sentido, criar um espaço de diálogo e de debate científico sustentado por uma abordagem multi-direccional e multi-escalar das migrações. Mais do que uma simples síntese do estado da investigação sobre a migração portuguesa, procura-se articular e discutir de forma crítica os trabalhos recentes, promovendo o intercâmbio de perspectivas e uma reflexão colectiva sobre o tema.
O século XIX e o período das Trente Glorieuses têm sido tradicionalmente privilegiados nos estudos sobre a migração portuguesa. Apesar de existir estudos centrados nas duas guerras mundiais e no período do entre-guerras, o seu conhecimento permanece lacunar, fragmentado e, em alguns casos, desactualizado. Torna-se, portanto, imperativo aprofundar a compreensão das características específicas desta migração, bem como dos seus desafios e impactos, considerando um contexto político nacional e internacional marcado por transformações profundas e estruturais.
De facto, o período do entre-guerras configura-se como uma fase crucial na história da migração portuguesa, marcado pela intensificação dos fluxos migratórios internacionais a partir da Primeira Guerra Mundial, pela forte atracção exercida sobre os trabalhadores migrantes por países transatlânticos, nomeadamente os Estados Unidos e o Brasil, bem como pela abertura a novos destinos, como a França, que, a partir da década de 1960, se consolidará como o principal país de instalação dos migrantes portugueses. O período do entre-guerras coincide, igualmente, com a implementação de políticas de reforço no controlo das entradas e da presença dos migrantes, particularmente no contexto da crise económica de 1929 e da Grande Depressão.
Este colóquio visa, assim, alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa, mobilizando abordagens multidisciplinares e perspectivas que permitam compreender e questionar o fenómeno. Destina-se a académicos/as que trabalhem sobre a migração portuguesa em contextos transatlânticos ou europeus.
Chamada para comunicações
Temas possíveis a abordar:
- Guerras mundiais e migração portuguesa
- Exílio, oposição e resistência
- Redes de acolhimento e apoio
- Engajamento político e sindical
- Emigração irregular
- Migração, migrantes, gestão policial e administrativa
- Políticas e/imigratórias
- Políticas e práticas de rejeição
- Agencialidade dos migrantes
- Estruturas comunitárias
- Saúde e migração portuguesa
- Migração, retornos voluntários e forçados
- Migração Memória da migração portuguesa e imprensa
- Qualquer outro tema considerado de interesse científico para a compreensão da história da migração portuguesa.
Submissão de propostas
As propostas de comunicação devem incluir um resumo (até 250 palavras), um título, o nome do autor/a, a sua afiliação institucional e uma curta nota biográfica (até 200 palavras). São aceites propostas em francês, inglês e português.
As propostas devem ser enviadas para o e-mail histmigport@gmail.com até ao dia 30 de Abril de 2026.
>> Descarregar a chamada para comunicações (PFD) <<
Organização
Cristina Clímaco (Universidade Paris 8 / LER)
Yvette dos Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Comité científico
Alberto Pena Rodriguez (Universidad de Vigo)
Armelle Enders (Université Paris 8 / IFG Lab)
Delphine Diaz (Université de Reims / CERHIC / IUF)
Érica Sarmiento (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra)
Irene dos Santos (CNRS / URMIS)
Marcelo Borges (Dickinson College, Carlisle)
Marie-Christine Volovitch Tavares (CERMI)
Philippe Rygiel (ENS Lyon / INRIA)
Sónia Ferreira (CRIA — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sylvie Aprile (ISP)
Victor Pereira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
novembro 19 (Quinta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Laboratoire d'Etudes Romanes - Université Paris 8

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Décima edição do congresso que o se propõe como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico. Prazo: 31 Julho 2026 X Congresso
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Décima edição do congresso que o se propõe como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico. Prazo: 31 Julho 2026
X Congresso de História Local
História local hoje: escalas, territórios, arquivos, comunidades e governação
O X Congresso de História Local constitui um marco relevante no percurso de uma iniciativa que, ao longo de mais de dez anos, se afirmou como espaço de referência para o debate historiográfico em torno da história local. Reunindo investigadores/as de diferentes gerações, filiações institucionais e áreas de especialidade, este encontro tem dado expressão à vitalidade de um campo em permanente renovação, como o demonstram as dezenas de comunicações apresentadas nas edições anteriores, a pluralidade de temas abordados e a diversidade de perspetivas metodológicas e epistemológicas mobilizadas. A sua continuidade, bem como o envolvimento de diferentes instituições organizadoras e de comissões científicas de reconhecida qualidade, confirmam a consolidação de uma comunidade de investigação atenta aos desafios conceptuais, documentais e públicos da história local.
A história local vive hoje um momento de renovação historiográfica particularmente estimulante. O estudo do local afirma-se como um observatório privilegiado para compreender processos históricos amplos, articular escalas de análise, testar interpretações consolidadas e aprofundar o conhecimento sobre fenómenos sociais, políticos, económicos, culturais e ambientais tal como se inscrevem em territórios, instituições e experiências situadas. Nesta perspectiva, a história local ganha especial relevância enquanto campo capaz de pôr em relação o micro, o regional, o nacional, o imperial e o global, contribuindo para uma historiografia mais densa, mais relacional e mais atenta à pluralidade dos contextos.
Neste quadro, a história local dialoga de forma cada vez mais intensa com a micro-história, a história regional, a história urbana e rural, a história ambiental, a história pública, a história oral, os estudos do património, as humanidades digitais e as abordagens comparativas e conectadas. O estudo de comunidades, paisagens, redes, poderes, arquivos, bibliotecas, memórias, conflitos, práticas de governação e usos públicos do passado permite compreender o local como lugar de densidade analítica, mediação social e produção crítica de conhecimento.
Este processo convida igualmente a repensar os suportes e as infraestruturas da investigação. Arquivos, bibliotecas, centros de documentação, colecções locais, repositórios digitais e redes locais de memória e conhecimento assumem um papel crescente na preservação, organização, mediação e democratização do saber histórico. A expansão da história oral, da participação comunitária, dos arquivos comunitários, da cartografia digital e das humanidades espaciais tem, por seu turno, vindo a alargar os métodos, os públicos e os modos de circulação da história local.
O X Congresso de História Local, a realizar no Porto, entre 24 e 26 de Novembro de 2026, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, pretende acompanhar e estimular esta renovação.
Chamada para comunicações
Dando continuidade às edições anteriores, o congresso propõe-se como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico, prática de investigação e forma de mediação entre conhecimento académico, comunidades e território. Acolherá, por isso, contributos de natureza empírica, teórica e metodológica, bem como propostas que promovam o diálogo entre investigação histórica, ensino, história oral, arquivos, bibliotecas, património e participação pública.
A edição de 2026 reveste-se ainda de particular significado por coincidir com os 50 anos das primeiras eleições autárquicas democráticas. Esta efeméride convida a revisitar o poder local em democracia, a formação e consolidação das autarquias, o papel dos municípios e das freguesias, os processos de participação e representação, as transformações da administração local e as mudanças ocorridas nos territórios ao longo de meio século. Ao mesmo tempo, oferece uma oportunidade para analisar, à escala local, os modos concretos de construção da democracia, os seus ritmos, tensões, assimetrias e legados.
Convidam-se, assim, historiadores/as, investigadores/as, professores/as, estudantes, profissionais de arquivos, bibliotecas e património, bem como demais estudiosos/as, a submeter propostas de comunicação no amplo domínio da história local. Serão particularmente bem-vindas propostas que contribuam para aprofundar o lugar da história local na historiografia contemporânea, os seus instrumentos conceptuais, os seus desafios metodológicos e as suas articulações com outras escalas, campos e práticas de investigação.
- Teoria, historiografia, epistemologia e metodologias da história local
- História local entre o micro, o regional, o nacional, o imperial e o global
- Circulações, redes, conexões e abordagens comparativas, conectadas ou translocais
- Território, paisagem, ambiente, recursos e transformações socio-ecológicas
- História rural, urbana e regional em perspetiva renovada
- Municípios, freguesias, poder local, administração e governação territorial
- 50 anos das eleições autárquicas democráticas: participação, representação, cidadania e transformação local
- Comunidades, identidades, pertenças, memória e património
- História oral, testemunho, memória e conhecimento situado
- Arquivos, bibliotecas, centros de documentação, coleções locais e redes territoriais de conhecimento
- História pública, mediação cultural, participação comunitária e usos públicos do passado local
- Elites, sociabilidades, instituições, associativismo e trajetórias locais
- Trabalho, economia, mobilidades, infraestruturas, desigualdades e conflito social
- Violência política, resistência, repressão e democratização à escala local
- Perspetivas decoloniais, histórias situadas e crítica das narrativas hegemónicas
- Ferramentas digitais, cartografia histórica, SIG, bases de dados e humanidades espaciais
O congresso acolherá com particular interesse propostas que articulem investigação histórica rigorosa com reflexão conceptual, inovação metodológica e atenção às formas contemporâneas de preservação, circulação e uso do conhecimento histórico.
Serão igualmente valorizadas comunicações que explorem o potencial da história local para compreender problemas mais vastos, produzir conhecimento socialmente relevante e reforçar a ligação entre investigação, território e cidadania.
Painel para jovens investigadores: à semelhança das edições anteriores, o congresso pretende também incentivar a participação de estudantes em início de percurso académico, promovendo a sua integração em contextos de discussão científica exigentes e formativos.
Envio de propostas
Todas as propostas deverão ser submetidas através do formulário disponível 🔗neste link. até 31 de Julho de 2026.
Inscrições
A inscrição no congresso é individual e gratuita e deverá ser feita através do formulário disponível 🔗neste link até ao dia 23 de Novembro de 2026.
Calendarização
Submissão de propostas: até 31 de Julho de 2026
Notificação de aceitação de propostas: 20 de Setembro de 2026
Divulgação do Programa: 20 de Setembro de 2026
Prazo para inscrições: até 23 de Novembro de 2026
Congresso: 24 a 26 de Novembro de 2026
Contacto: congressohistorialocal@gmail.com
Comissão Organizadora
Catarina Pimentel Neto (CEF — NOVA FCSH)
Catarina Veiga dos Santos (CEF — NOVA FCSH)
Diogo Ferreira (CEF — NOVA FCSH)
Eunice Relvas (CEF — NOVA FCSH / GEO-CML)
Guilherme Sequeira (CEF — NOVA FCSH)
Inês José ( IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / CEF — NOVA FCSH)
João Francisco Pereira (CEF — NOVA FCSH / CEHR-UCP)
João Pedro Santos (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST)
Liliana Caldeira (CEF — NOVA FCSH)
Maria Fernanda Rollo (CEF — NOVA FCSH)
Maria Miguel Fresco (CEF — NOVA FCSH)
Mariana Reis de Castro (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST / CEF — NOVA FCSH)
Pedro Serra (CEF — NOVA FCSH)
Tempo
novembro 24 (Terça-feira) - 26 (Quinta-feira)
Localização
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Rua de D. Manuel II, Jardins do Palácio de Cristal — 4050-239 Porto
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI). Prazo: 30 Junho
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Detalhes do Evento
A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI). Prazo: 30 Junho 2026
IV Congresso Karl Marx
A Crise do Capitalismo Neoliberal e a Necropolítica
O IV Congresso Karl Marx realiza-se a 22 e 23 de Janeiro de 2027 na NOVA FCSH (Campus da Av. de Berna, Lisboa), organizado pelas seguintes entidades: Associação de Economia Política CULTRA; Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra; Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade NOVA de Lisboa; Instituto de Sociologia da Universidade do Porto; projecto STEXEU — The Constitutional Road to Dictatorship (ERC Grant 101163723).
O objectivo do congresso é analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI) numa dupla perspectiva: a da perspectiva histórica e a do debate teórico sobre a crise nas suas diversas dimensões e do estudo das experiências de activismo social, político ou cultural com ela relacionadas.
Nesse sentido, o congresso decorrerá organizado em torno de sessões plenárias (conferências de palestrantes convidados) e das sete secções temáticas seguintes:
- Secção I: A crise económica-financeira do capitalismo neoliberal (natureza e características da crise do capitalismo tardio; taxas de lucro e acumulação; centro e periferia; revolução tecnológica e tecnoligarquias; financiarização; criptomoedas; ofensiva privatizadora; velhas e novas formas de extracção da mais valia e problemas afins)
- Secção II: Política, hiperpolítica e necropolítica (crise de legitimidade/representatividade dos sistemas liberais; a rendição do liberalismo; declínio do rotativismo entre social-democracia e forças liberais e conservadoras; a ameaça neo-fascista e as suas características na época atual; a radicalização das direitas tradicionais; o trumpismo e fenómenos afins; lutas e impasses das esquerdas emancipatórias).
- Secção III: Transformações e lutas sociais (mudanças estruturais e comportamentais nas classes trabalhadoras, segmentação, precarização, sindicalização; as novas relações de força no mundo laboral: “o pacote laboral” de 2025-26 em Portugal no contexto internacional de contra-reforma dos direitos do trabalho; trabalho imigrante; migrações, divisão internacional do trabalho e regimes racializados de acumulação; medo e insegurança nas classes intermédias e marginalizadas; processos de pauperização; as mudanças nas classes dominantes, a tecnoligarquia; o novo papel da manipulação algorítmica e das redes sociais; heteronormatividade e marxismo queer; experiências de luta no trabalho, na habitação, na saúde, na educação, etc.)
- Secção IV: Capitalismo tardio, desastre ecológico-ambiental e eco-socialismo (as políticas ambientais do capitalismo; a crise ecológica e ambiental e a sua evolução; crescimento e decrescimento, antropoceno e capitaloceno, extractivismo; experiências do activismo ambientalista nas suas várias correntes e expressões).
- Secção V: Feminismos, emancipação e reprodução social (o patriarcado e a situação das mulheres na sociedade, na política, na cultura do capitalismo tardio; trabalho reprodutivo e lutas em torno da reprodução social; direitos LGBTQIA+ e discriminação, sobre-exploração, violência, poder masculino: convivências, impunidades, conquistas políticas, a situação actual; neo-fascismo, ultramontanismo, anti-feminismo; experiências de combate feministas; a esquerda emancipatória e o movimento feminista; as várias correntes e expressões dos feminismos atuais).
- Secção VI: Cultura e contra-revolução cultural (o papel da contra-revolução cultural na emergência da nova extrema-direita neo-fascista; as várias dimensões do revisionismo cultural conservador e fascizante: na História, na memória, na política, no discurso social, na ideologia; o novo papel da cultura democrática e de massas no entendimento transformador das realidades presentes)
- Secção VII: Imperialismo, guerra e genocídio (novos e velhos imperialismos; as guerras de agressão e disputa imperial: Ucrânia, Palestina, Líbano, Irão; colapso do multilateralismo e do direito internacional; o regresso impune das políticas das canhoneiras e da lei do mais forte; trumpismo e América Latina: Cuba, Venezuela e afins; a corrida aos armamentos; a ameaça da III Guerra Mundial; as lutas contra as necropolíticas imperais).
Chamada para comunicações
As propostas de comunicação ao congresso só serão consideradas pela Comissão Científica nas seguintes condições:
a) Respeitarem no seu conteúdo os âmbitos temáticos das sete secções do congresso;
b) Terem a forma de resumos, em português ou inglês, com o máximo de 2000 caracteres, incluindo uma muito breve nota identificadora e curricular das e dos seus autores;
c) Serem submetidas através deste formulário online.
Todas as propostas de comunicação deverão ser recebidas até 30 de Junho de 2026.
As propostas serão apreciadas pela Comissão Científica do congresso e as/os proponentes serão disso notificados até dia 30 de Setembro de 2026. A lotação das salas disponíveis na FCSH poderá condicionar um número limite das propostas de comunicação a aceitar.
O IV Congresso Karl Marx é aberto ao público e de acesso gratuito.
Comissão Organizadora
Arturo Zoffmann Rodriguez, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Fernando Rosas, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / CULTRA
Giulia Strippoli, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Jonas Van Vossole, CES — Universidade de Coimbra
José Soeiro, Instituto de Sociologia — FLUP
Luís Trindade, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Manuel Loff, FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Mariana Mortágua, DINÂMIA’CET — Iscte
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<
Tempo
janeiro 22 (Sexta-feira) - 23 (Sábado)
Organizador
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Eventos com chamadas abertas

Detalhes do Evento
A 8.ª edição do IWHSCR vai dar especial destaque à fonética experimental como um campo emergente na intersecção entre as ciências humanas, as ciências médicas e a engenharia, que registou
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Detalhes do Evento
A 8.ª edição do IWHSCR vai dar especial destaque à fonética experimental como um campo emergente na intersecção entre as ciências humanas, as ciências médicas e a engenharia, que registou um rápido desenvolvimento ao longo do século XX. Prazo: 15 Maio 2026
8th International Workshop on the History of Speech Communication Research
(IWHSCR)
Following its launch in Dresden in 2015, and subsequent editions in Helsinki (2017), Vienna (2019), Prague (2021), Porto (2022), Budapest (2024), and Paris (2025), the 8th edition of the IWHSCR will be organised by members of the PHONLAB project (2022.06811.PTDC), in collaboration with the Faculty of Arts and Humanities of the University of Coimbra.
This edition will place a special emphasis on experimental phonetics as an emerging field at the intersection of the humanities, medical sciences, and engineering, which underwent rapid development throughout the twentieth century. Particular attention will be given to the role of institutions, internationally engaged scientific actors, and the creation of innovative scientific spaces, technologies, and techniques.
Keynote speakers:
Ana Simões is full professor of History of Science at the Faculty of Sciences, University of Lisbon, Portugal, and member of the Centre for the History of Science and Technology (CIUHCT), which she (co-)coordinated from 2007 to 2019. She is the President-elect of the Division for the History of Science and Technology (2025–2029) – a division of the International Union for the History and Philosophy of Science and Technology (IUHPST) – and was previously the President of the European Society for the History of Science (2018–2020). She has written extensively on the history of quantum chemistry, and aspects of history of science in Portugal, 18th to 20th centuries, including popularisation of science and science and the city, framed by a historiographical reflection on the circulation of science including non-central places. She is a founding member of the international network Science and Technology in the European Periphery. She is member of several national and EU projects, editorial boards, scientific advisory boards and scientific societies.
Bernd Möbius studied phonetics, linguistics and sociology at the University of Bonn, where he also received his PhD degree in 1992. He was a member of technical staff (senior researcher) at Bell Labs in Murray Hill, NJ, from 1993 to 1998, and Assistant and Associate Professor at the University of Stuttgart from 1999 to 2011. After being Acting chair of Phonetics and Speech Communication at the University of Bonn (2007-2010), he was Full Professor of Phonetics and Phonology in the Department of Language Science and Technology at Saarland University from 2011 to 2025, where he is now a Senior Professor. A central theme of his research is to integrate phonetic knowledge in speech technology. He has worked extensively on text-to-speech synthesis and speech prosody, and recent work has focused on experimental methods and computational simulations to study aspects of speech production, perception and acquisition.
Call for papers
Contributions addressing this focus are welcome, as are submissions on any topics related to the historical aspects of speech communication research. Submissions must not exceed 10 pages (including references) and must follow the guidelines provided HERE. The proceedings will be published in the book series Studientexte zur Sprachkommunikation by TUDpress and will also be made available electronically in the ISCA archive.
Full paper submissions should be sent to the following email address: phonlab.project@gmail.com
Important dates:
Manuscript submission: 15 May 2026
Notification of acceptance: 1 June 2026
Registration: 30 June 2026
Revised manuscript submission: 1 July 2026
Organising Committee:
Albano Figueiredo, Faculty of Arts and Humanities, University of Coimbra
Ângela Salgueiro, University of Évora and IHC / IN2PAST
Jürgen Trouvain, Saarland University
Quintino Lopes, University of Évora and IHC / IN2PAST
Tempo
setembro 17 (Quinta-feira) - 18 (Sexta-feira)
Organizador
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Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações
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Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia. Prazo: 27 Abril 2026
250 anos do Hospital de São José:
Ciência, Saúde, Ensino e Inovação
Inaugurado em Abril de 1775, o Hospital Real de São José resultou da transferência do Hospital Real de Todos-os-Santos para o antigo Colégio de Santo Antão-o-Novo. Ao longo de dois séculos e meio de actividade clínica ininterrupta, esta instituição conheceu diferentes enquadramentos administrativos e designações – inicialmente como Hospital Real de São José e Anexos, constituindo posteriormente os Hospitais Civis de Lisboa, mais tarde Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, reflectindo as sucessivas reformas da assistência pública e da organização hospitalar em Portugal. Actualmente, integra a Unidade Local de Saúde de São José, assegurando a continuidade de uma missão assistencial, científica e formativa iniciada no século XVIII.
No contexto das comemorações do seu 250.º aniversário, o Hospital de São José (HSJ), em parceria com o Instituto de História Contemporânea (IHC) e com o laboratório associado IN2PAST, organiza o congresso 250 anos do Hospital de São José: Ciência, Saúde, Ensino e Inovação, a realizar-se nos dias 5 e 6 de Novembro de 2026, no Salão Nobre do Hospital de São José, em Lisboa.
Com papel ímpar na História da Medicina Portuguesa, o Hospital afirmou-se como uma instituição central na assistência hospitalar portuguesa, em estreita articulação com os grandes centros médicos europeus. Inserido nas redes internacionais de circulação do conhecimento, foi receptor e difusor de inovações científicas – nas práticas clínicas, nas técnicas médicas e cirúrgicas, na organização hospitalar e nas políticas de saúde pública, acompanhando as transformações científicas, políticas e socio-culturais dos séculos XVIII, XIX e XX, tendo desempenhando um papel determinante na modernização da medicina em Portugal.
A sua dimensão formativa esteve intimamente ligada à criação da Real Escola de Cirurgia de Lisboa (1825), à fundação da Escola Médico-Cirúrgica (1836) e, em 1911, com a Primeira República, à criação da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sua herdeira directa. Ao longo deste percurso, o Hospital destacou-se como espaço de formação e de experimentação, contribuindo para o desenvolvimento e consolidação de diversas especialidades médicas e biomédicas, bem como para a definição do perfil das profissões da área da saúde.
A história institucional do Hospital, nas suas várias configurações administrativas, reflecte amplos processos de internacionalização científica, de circulação do conhecimento e de institucionalização de modelos médicos e hospitalares. A instituição afirmou-se, assim, como um verdadeiro laboratório clínico e pedagógico, acompanhando as transformações do ensino médico e contribuindo para a integração de Portugal nas redes transnacionais da ciência e da medicina modernas.
Chamada para comunicações
Este congresso propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia. Incentiva-se, em particular, o estudo dos processos de transferência e adaptação de inovações científicas e técnicas; a recepção de influências externas; o posicionamento institucional e dos seus actores; as práticas médicas; as reformas e regulamentos sanitários; e os modelos hospitalares associados à instituição ao longo do tempo.
Convida-se todos os interessados/as a submeter propostas no âmbito dos seguintes eixos temáticos:
- Circulação e transmissão do conhecimento médico e científico
- Redes transnacionais e intercâmbios científicos e profissionais
- Espaços e actores científicos
- Inovação científica e técnica na prática hospitalar
- Formação, desenvolvimento e consolidação de áreas científicas e especialidades médicas
- O Hospital de São José no contexto internacional
- Articulação entre dinâmicas locais e correntes internacionais da medicina
- Formação e ensino numa perspetiva transnacional
- Museus e Património Histórico Hospitalar
A selecção das propostas será realizada pelos membros da Comissão Científica, sendo orientada pelo objectivo de garantir o máximo de qualidade, relevância e originalidade dos trabalhos.
As propostas de comunicação devem ter até 300 palavras e ser acompanhadas de uma breve nota biográfica do/a/s autor/a/s (máximo de 150 palavras), com indicação da afiliação institucional e contactos.
As propostas devem ser submetidas através do formulário disponível NESTE LINK.
Calendário:
Data limite de submissão: 27 Abril 2026
Notificação de aceitação: 29 Maio 2026
Comissão Organizadora:
Alexandra Marques, IHC – Universidade de Évora / IN2PAST
Ângela Salgueiro, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Carlos Boavida, ULS São José
Fátima Palmeiro, ULS São José
Quintino Lopes, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Tempo
novembro 5 (Quinta-feira) - 6 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évora e Unidade Local de Saúde de São José

Detalhes do Evento
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Prazo: 25 Maio 2026
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Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Prazo: 25 Maio 2026
Counter-Image International Conference 2026
Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral
A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda) não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo estão a ser substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário), de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025), iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da terra). Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança” em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação (Krenak 2022).
“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre” sinaliza um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo, entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica: uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada), ela é também resistência, cosmopercepção e ritual.
A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto), mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para desnomear que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes de sínteses impossíveis.
Palestrantes:
Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina)
Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Chamada para comunicações
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a “desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem, reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:
1. Conhecimentos Situados
Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre pesquisa e experiência vivida.
- Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir
- Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul
- Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans
- “Ecologias exílicas” (Marder 2023)
- Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas
- O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)
- “Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias
- Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie
- Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas
- Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder 2020)
2. Métodos para Desnomear
Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que erodam o olhar extrativista e especista.
- Desnomear como método filosófico-estético
- Poéticas do silêncio e escuta profunda
- Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui 2015)
- Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e animais
- Geo-estéticas (Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), incluindo vulcânicas e das ervas ditas daninhas
- Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes & Garcia-Antón 2026)
- Narrativas de relacionalidade e métodos multiespécie
- Contracolonizar (Nêgo Bispo 2015)
- Arte como laboratório de pensamento (e não como representação)
- Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e anti-especistas
3. Visões do Umbral
Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e alianças.
- Epistemologias do umbral
- “Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades submersas
- Ecologia popular
- Agência não-humana e a redistribuição do sensível
- “Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing 2015)
- “Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da beira-mar
- Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa 2010)
- Visões “ch’ixi” (Cusicanqui 2015)
- “Alianças afetivas” (Krenak 2022)
- “Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez 2024)
Datas importantes:
25 de Maio | envio de propostas
30 de Junho | notificação de aceitação
18-20 de Novembro | conferência
Formatos de submissão:
1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300 palavras
2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300 palavras
3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória descritiva até 300 palavras
O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma biografia breve (até 100 palavras) para: counterimageconference@fcsh.unl.pt
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<
Comissão organizadora
Inês Beleza Barreiros (ICNOVA — NOVA FCSH / CIAC — Universidade do Algarve)
Liliana Coutinho (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA — NOVA FCSH)
Salomé Lopes Coelho (ICON — Utrecht University / ICNOVA — NOVA FCSH)
Sílvia Leiria Viegas (CIAC — Universidade do Algarve)
Teresa Castro (IRCAV — Sorbonne Nouvelle / ICNOVA — NOVA FCSH)
Teresa Mendes Flores (ICNOVA — NOVA FCSH)
Comissão Científica
Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)
Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)
Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)
Filippo Di Tomasi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)
Isabel Stein (ICNOVA — NOVA FCSH)
Leila Lehnen (Brown University)
Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Margarida Brito Alves (IHA — NOVA FCSH)
Margarida Mendes (ICNOVA — NOVA FCSH)
María Gloria Robalino (Washington University St. Louis)
Maria Teresa Cruz (ICNOVA — NOVA FCSH)
Marita Sturken (New York University)
Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Mirian Nogueira Tavares (CIAC — Universidade do Algarve)
Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)
Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)
Paulo Nuno Vicente (ICNOVA — NOVA FCSH)
Rui Gomes Coelho (Durham University)
Susanne Knittel (ICON — Utrecht University)
Tempo
novembro 18 (Quarta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026 Entre guerras e paz:
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Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026
Entre guerras e paz:
novos olhares e desafios das migrações portuguesas (1919-1945)
Este colóquio tem como objectivo reunir académicos dedicados ao estudo da história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras e, neste sentido, criar um espaço de diálogo e de debate científico sustentado por uma abordagem multi-direccional e multi-escalar das migrações. Mais do que uma simples síntese do estado da investigação sobre a migração portuguesa, procura-se articular e discutir de forma crítica os trabalhos recentes, promovendo o intercâmbio de perspectivas e uma reflexão colectiva sobre o tema.
O século XIX e o período das Trente Glorieuses têm sido tradicionalmente privilegiados nos estudos sobre a migração portuguesa. Apesar de existir estudos centrados nas duas guerras mundiais e no período do entre-guerras, o seu conhecimento permanece lacunar, fragmentado e, em alguns casos, desactualizado. Torna-se, portanto, imperativo aprofundar a compreensão das características específicas desta migração, bem como dos seus desafios e impactos, considerando um contexto político nacional e internacional marcado por transformações profundas e estruturais.
De facto, o período do entre-guerras configura-se como uma fase crucial na história da migração portuguesa, marcado pela intensificação dos fluxos migratórios internacionais a partir da Primeira Guerra Mundial, pela forte atracção exercida sobre os trabalhadores migrantes por países transatlânticos, nomeadamente os Estados Unidos e o Brasil, bem como pela abertura a novos destinos, como a França, que, a partir da década de 1960, se consolidará como o principal país de instalação dos migrantes portugueses. O período do entre-guerras coincide, igualmente, com a implementação de políticas de reforço no controlo das entradas e da presença dos migrantes, particularmente no contexto da crise económica de 1929 e da Grande Depressão.
Este colóquio visa, assim, alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa, mobilizando abordagens multidisciplinares e perspectivas que permitam compreender e questionar o fenómeno. Destina-se a académicos/as que trabalhem sobre a migração portuguesa em contextos transatlânticos ou europeus.
Chamada para comunicações
Temas possíveis a abordar:
- Guerras mundiais e migração portuguesa
- Exílio, oposição e resistência
- Redes de acolhimento e apoio
- Engajamento político e sindical
- Emigração irregular
- Migração, migrantes, gestão policial e administrativa
- Políticas e/imigratórias
- Políticas e práticas de rejeição
- Agencialidade dos migrantes
- Estruturas comunitárias
- Saúde e migração portuguesa
- Migração, retornos voluntários e forçados
- Migração Memória da migração portuguesa e imprensa
- Qualquer outro tema considerado de interesse científico para a compreensão da história da migração portuguesa.
Submissão de propostas
As propostas de comunicação devem incluir um resumo (até 250 palavras), um título, o nome do autor/a, a sua afiliação institucional e uma curta nota biográfica (até 200 palavras). São aceites propostas em francês, inglês e português.
As propostas devem ser enviadas para o e-mail histmigport@gmail.com até ao dia 30 de Abril de 2026.
>> Descarregar a chamada para comunicações (PFD) <<
Organização
Cristina Clímaco (Universidade Paris 8 / LER)
Yvette dos Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Comité científico
Alberto Pena Rodriguez (Universidad de Vigo)
Armelle Enders (Université Paris 8 / IFG Lab)
Delphine Diaz (Université de Reims / CERHIC / IUF)
Érica Sarmiento (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra)
Irene dos Santos (CNRS / URMIS)
Marcelo Borges (Dickinson College, Carlisle)
Marie-Christine Volovitch Tavares (CERMI)
Philippe Rygiel (ENS Lyon / INRIA)
Sónia Ferreira (CRIA — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sylvie Aprile (ISP)
Victor Pereira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
novembro 19 (Quinta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Laboratoire d'Etudes Romanes - Université Paris 8

Detalhes do Evento
A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI). Prazo: 30 Junho
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Detalhes do Evento
A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI). Prazo: 30 Junho 2026
IV Congresso Karl Marx
A Crise do Capitalismo Neoliberal e a Necropolítica
O IV Congresso Karl Marx realiza-se a 22 e 23 de Janeiro de 2027 na NOVA FCSH (Campus da Av. de Berna, Lisboa), organizado pelas seguintes entidades: Associação de Economia Política CULTRA; Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra; Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade NOVA de Lisboa; Instituto de Sociologia da Universidade do Porto; projecto STEXEU — The Constitutional Road to Dictatorship (ERC Grant 101163723).
O objectivo do congresso é analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI) numa dupla perspectiva: a da perspectiva histórica e a do debate teórico sobre a crise nas suas diversas dimensões e do estudo das experiências de activismo social, político ou cultural com ela relacionadas.
Nesse sentido, o congresso decorrerá organizado em torno de sessões plenárias (conferências de palestrantes convidados) e das sete secções temáticas seguintes:
- Secção I: A crise económica-financeira do capitalismo neoliberal (natureza e características da crise do capitalismo tardio; taxas de lucro e acumulação; centro e periferia; revolução tecnológica e tecnoligarquias; financiarização; criptomoedas; ofensiva privatizadora; velhas e novas formas de extracção da mais valia e problemas afins)
- Secção II: Política, hiperpolítica e necropolítica (crise de legitimidade/representatividade dos sistemas liberais; a rendição do liberalismo; declínio do rotativismo entre social-democracia e forças liberais e conservadoras; a ameaça neo-fascista e as suas características na época atual; a radicalização das direitas tradicionais; o trumpismo e fenómenos afins; lutas e impasses das esquerdas emancipatórias).
- Secção III: Transformações e lutas sociais (mudanças estruturais e comportamentais nas classes trabalhadoras, segmentação, precarização, sindicalização; as novas relações de força no mundo laboral: “o pacote laboral” de 2025-26 em Portugal no contexto internacional de contra-reforma dos direitos do trabalho; trabalho imigrante; migrações, divisão internacional do trabalho e regimes racializados de acumulação; medo e insegurança nas classes intermédias e marginalizadas; processos de pauperização; as mudanças nas classes dominantes, a tecnoligarquia; o novo papel da manipulação algorítmica e das redes sociais; heteronormatividade e marxismo queer; experiências de luta no trabalho, na habitação, na saúde, na educação, etc.)
- Secção IV: Capitalismo tardio, desastre ecológico-ambiental e eco-socialismo (as políticas ambientais do capitalismo; a crise ecológica e ambiental e a sua evolução; crescimento e decrescimento, antropoceno e capitaloceno, extractivismo; experiências do activismo ambientalista nas suas várias correntes e expressões).
- Secção V: Feminismos, emancipação e reprodução social (o patriarcado e a situação das mulheres na sociedade, na política, na cultura do capitalismo tardio; trabalho reprodutivo e lutas em torno da reprodução social; direitos LGBTQIA+ e discriminação, sobre-exploração, violência, poder masculino: convivências, impunidades, conquistas políticas, a situação actual; neo-fascismo, ultramontanismo, anti-feminismo; experiências de combate feministas; a esquerda emancipatória e o movimento feminista; as várias correntes e expressões dos feminismos atuais).
- Secção VI: Cultura e contra-revolução cultural (o papel da contra-revolução cultural na emergência da nova extrema-direita neo-fascista; as várias dimensões do revisionismo cultural conservador e fascizante: na História, na memória, na política, no discurso social, na ideologia; o novo papel da cultura democrática e de massas no entendimento transformador das realidades presentes)
- Secção VII: Imperialismo, guerra e genocídio (novos e velhos imperialismos; as guerras de agressão e disputa imperial: Ucrânia, Palestina, Líbano, Irão; colapso do multilateralismo e do direito internacional; o regresso impune das políticas das canhoneiras e da lei do mais forte; trumpismo e América Latina: Cuba, Venezuela e afins; a corrida aos armamentos; a ameaça da III Guerra Mundial; as lutas contra as necropolíticas imperais).
Chamada para comunicações
As propostas de comunicação ao congresso só serão consideradas pela Comissão Científica nas seguintes condições:
a) Respeitarem no seu conteúdo os âmbitos temáticos das sete secções do congresso;
b) Terem a forma de resumos, em português ou inglês, com o máximo de 2000 caracteres, incluindo uma muito breve nota identificadora e curricular das e dos seus autores;
c) Serem submetidas através deste formulário online.
Todas as propostas de comunicação deverão ser recebidas até 30 de Junho de 2026.
As propostas serão apreciadas pela Comissão Científica do congresso e as/os proponentes serão disso notificados até dia 30 de Setembro de 2026. A lotação das salas disponíveis na FCSH poderá condicionar um número limite das propostas de comunicação a aceitar.
O IV Congresso Karl Marx é aberto ao público e de acesso gratuito.
Comissão Organizadora
Arturo Zoffmann Rodriguez, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Fernando Rosas, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / CULTRA
Giulia Strippoli, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Jonas Van Vossole, CES — Universidade de Coimbra
José Soeiro, Instituto de Sociologia — FLUP
Luís Trindade, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Manuel Loff, FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Mariana Mortágua, DINÂMIA’CET — Iscte
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<
Tempo
janeiro 22 (Sexta-feira) - 23 (Sábado)
Organizador
Várias instituições
abril, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
Conferência de homenagem a Marc Bloch, no ano da sua entrada no Panteão da República Francesa, onde será reavaliada criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
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Detalhes do Evento
Conferência de homenagem a Marc Bloch, no ano da sua entrada no Panteão da República Francesa, onde será reavaliada criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
Marc Bloch, renovador da História
Marc Bloch será solenemente homenageado com a sua entrada no Panteão da República Francesa, em Junho de 2026. Este gesto simbólico representa muito mais do que uma consagração póstuma: é o reconhecimento de uma personalidade singular cuja vida e a obra marcaram de forma indelével a historiografia contemporânea e, com ela, a própria ideia de compromisso intelectual no século XX. Esta conferência associa-se a estas comemorações não apenas para celebrar o autor, mas para reavaliar criticamente a força operatória da sua obra no nosso presente.
O encontro propõe uma reflexão sobre o lugar da história como ciência social e sobre a actualidade do pensamento de Marc Bloch. Para além da dimensão comemorativa, a conferência centra-se na análise crítica do seu legado, tendo em conta questões contemporâneas como a relação entre passado e presente, o uso público da história e os desafios colocados à produção do conhecimento histórico. Com contributos de investigadores/as de diferentes áreas das ciências sociais e humanas, pretende-se contribuir para um diálogo interdisciplinar, enquadramento que permitirá discutir métodos, objectos e abordagens da história em articulação com outras disciplinas.
Os trabalhos organizam-se em torno de vários eixos temáticos, incluindo a história como ciência social, a problemática do tempo histórico, a história do presente, a obra medievalista de Bloch, bem como questões de método e de epistemologia. Estes temas retomam aspectos centrais do seu pensamento e incentivam a sua reavaliação no contexto atual.
A conferência contribui para o intercâmbio académico e para a discussão de linhas de investigação em curso, com particular relevância para o contexto português. Ao mesmo tempo, sublinha a importância do papel do historiador na análise crítica do presente e na construção do conhecimento histórico.
Programa:
9 de Abril
10h30 – Sessão de abertura
Suzette Bloch – Marc Bloch, genealogia e legado familiar
Diogo Ramada Curto (BNP) – Marc Bloch e os Annales durante a Ocupação
11h30 – A história como ciência do presente
Christophe Prochasson (EHESS) – Marc Bloch et le temps présent
12h30 – Almoço
14h00 – A história como ciência social. O advento de um novo paradigma e a sua persistência em nossos dias
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra), Marc Bloch e nós. Reflexões sobre a História, com Memória
Maria de Lurdes Rosa (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST), Repensando e reconfigurando o método histórico na Apologia da História
Tommaso di Carpegna Falconieri (Universidade de Urbino) – Teaching Historical Research Methodology with Bloch’s ‘The Historian’s Craft’: some notes after almost thirty years of experience
15h20 – Pausa
15h40 – Recepção e atualidade da obra
João Paulo Avelãs Nunes (Universidade de Coimbra) – Marc Bloch observado a partir da Universidade de Coimbra: do pós-Primeira Grande Guerra ao pós-Guerra Fria
Pedro Martins (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – Marc Bloch e Vitorino Magalhães Godinho: diálogos e convergências
Victor Pereira (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – Marc Bloch em Portugal: A Sociedade Portuguesa de História da Civilização
10 de Abril
10h30 – Abertura do segundo dia
Jean-Claude Schmitt (EHESS) – Marc Bloch, pionnier de l’histoire des mentalités ?
11h30 – Marc Bloch, medievalista. Aportes e balanços da obra empírica
Luís Miguel Duarte (Universidade do Porto), Os inclassificáveis Reis taumaturgos
André Evangelista Marques (IEM – NOVA FCSH), March Bloch ruralista, ou sempre o ogre farejador de homens: em torno dos Caractères originaux de l’histoire rurale française
Luís Filipe Oliveira (IEM – NOVA FCSH), Comparar na sincronia e na diacronia: Os senhorios franceses e ingleses
Maria João Branco (IEM – NOVA FCSH), La Société Féodale, então e agora: continuidades e rupturas
13h10 – Almoço
14h40 – Aberturas historiográficas
Felipe Brandi (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST) – O ‘erro’ como ‘sintoma’ de um estado social: Marc Bloch frente aos rumores, às alucinações e às fausses nouvelles
Miguel Palmeira (USP), Interrogar o passado e interpelar o presente: Marc Bloch e o bom uso da erudição
João Luís Lisboa (CHAM – NOVA FCSH), Marc Bloch e a renovação dos estudos históricos em França e alhures
16h00 – Pausa
16h20 – Resistência, testemunho e memória: o intelectual e o combate no século
Filipe Themudo Barata (Universidade de Évora) – Um historiador, um cientista social e, acima de tudo, um cidadão
Gerardo Vidal (Associação de História e Arqueologia de Sabrosa, AHAS) – Seguir Marc Bloch: entre a História e a esperança
17h20 – Encerramento
Peter Schöttler (Freie Universität Berlin) – Marc Bloch, la politique et le nazisme
Suzette Bloch – Panteonização: uma segunda vida para Marc Bloch?
>> Descarregar o programa (PDF) <<
Organização: IHC, com a colaboração do CHAM, do IFP, do IEM e da BNP
Tempo
9 (Quinta-feira) 10:30 am - 10 (Sexta-feira) 6:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda. Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos
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Detalhes do Evento
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda.
Conversa entre Aurora Almada e Santos e Hélène Dumas sobre o massacre dos Tutsis no Ruanda
Sobre Hélène Dumas:
Hélène Dumas é historiadora e investigadora no Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS-CESPRA-EHESS) de França. A sua investigação centra-se na história do genocídio contra os Tutsis no Ruanda. Após uma primeira fase de investigação dedicada às dinâmicas da violência ao nível micro, através da análise das audiências dos tribunais gacaca, dedica-se agora à história das vítimas e sobreviventes, com especial foco nas experiências das crianças. Publicou Beyond Despair. The Rwanda Genocide against the Tutsi through the Eyes of Children, traduzido por Catherine Porter, Nova Iorque, Fordham UP, 2024.
Tempo
(Sexta-feira) 3:00 pm - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
O livro de Jaime Fernandes e Jorge Custódio vai ser lançado no Fórum Actor Mário Viegas do Centro Cultural Regional de Santarém, integrando as comemorações do
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Detalhes do Evento
O livro de Jaime Fernandes e Jorge Custódio vai ser lançado no Fórum Actor Mário Viegas do Centro Cultural Regional de Santarém, integrando as comemorações do 25 de Abril do município ribatejano.
Resistência Anti‑Fascista em Santarém 1926–1974
Presos políticos do concelho de Santarém e as lutas pela liberdade
A obra reúne relatos e episódios da resistência anti-fascista no distrito de Santarém ao longo do período da ditadura, entre 1926 e 1974, dando voz a protagonistas e memórias locais. O livro propõe uma abordagem baseada em histórias reais de resistência e coragem, contribuindo para a preservação da memória histórica da região.
A edição é promovida pelas Comemorações Populares do 25 de Abril e pela URAP, contando com o patrocínio do Município de Santarém.
Do prefácio:
“A lista de presos políticos, naturais do concelho de Santarém ou nele residentes aquando da sua prisão, resultante do trabalho de recolha e pesquisa realizado pela URAP, foi o ponto de partida para a vasta e morosa investigação que se seguiu. Foram recolhidos muitos documentos e fotografias e consultados muitos jornais, revistas e livros. Foi também recolhida bastante informação de jornais clandestinos, nomeadamente do jornal Avante. Na Torre do Tombo recolheu-se informação dos presos políticos através das Fichas de Cadastro e das fichas que constam no Registo Geral de Presos, das quais foram feitos resumos e copiadas as fotografias, quando existiam. Para a concretização da investigação contámos também com material oriundo de arquivos particulares e de alguns antifascistas da cidade e do concelho. Recorreu-se também à memória de alguns intervenientes nas lutas de resistência, ainda vivos, nomeadamente dos colaboradores e redatores. Os apontamentos compulsados conferem, assim, uma cor própria e humana aos relatos, dando um significado especial ao valor das suas lutas pela liberdade. Este trabalho foi orientado não apenas para a identificação dos presos políticos e para as lutas antifascistas, mas também para o seu enquadramento no espectro dos movimentos políticos, sociais e culturais do concelho, bem como a nível nacional e internacional, para que se pudesse dispor do ambiente que caracterizou as diversas etapas do antifascismo em Santarém, concelhos vizinhos e distrito.”
Tempo
(Sábado) 6:00 pm - 7:00 pm
Organizador
Câmara Municipal de Santarémgeral@cm-santarem.pt Praça do Município — 2005-245 Santarém

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
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Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
Becoming Opaque — A opacidade como resistência ao estereótipo fílmico
Paula Albuquerque (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Resumo:
O meu trabalho debruça-se sobre o cinema documental colonial a partir de uma perspectiva histórica, decolonial e anarquivista. Como artista e investigadora portuguesa, com ascendência indiana, e a residir entre Lisboa e Amesterdão, abordo os cinemas coloniais português e holandês enquanto formas de proto-vigilância, com enfoque nas políticas da representação. Investigo de que modo as técnicas cinematográficas contribuíram para a subjectificação dos povos indígenas nas ex-colónias europeias, ao construírem identidades visuais do “outro” que os posicionaram como subalternos e cujos ecos persistem em sistemas de vigilância contemporâneos. A minha prática anarquivista adopta estratégias visuais emancipatórias através da investigação artística, desafiando modos expropriadores de representação colonial.
A moderação será realizada por Luís Trindade.
Para mais informações: oficinahistoriaeimagem@gmail.com
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Primeira sessão do ciclo 2026 d'O Passado em Cena — discussões em torno de abordagens ao passado e à memória histórica feitas através de objetos culturais fora do campo académico.
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Detalhes do Evento
Primeira sessão do ciclo 2026 d’O Passado em Cena — discussões em torno de abordagens ao passado e à memória histórica feitas através de objetos culturais fora do campo académico.
Torrente
Debate em torno da peça
Nesta sessão do ciclo O Passado em Cena discutiremos a peça Torrente, do Teatro do Vestido, em torno da memória do processo revolucionário de 1974-75, e em particular da intensa participação cívica desencadeada pelo 25 de Abril. Escrita e dirigida por Joana Craveiro, a peça servirá de pretexto para uma conversa entre a encenadora, os/as actores/as e historiadores/as sobre as múltiplas narrativas que, do teatro à historiografia, nos têm permitido reconsiderar a memória da Revolução.
A sessão insere-se nas actividades do projecto GRASSROOTS — Memória e Revolução. Um arquivo de história oral da militância de base no processo revolucionário de 1974-75 (2023.10625.25ABR)
Participantes: Joana Craveiro, Elisa Lopes da Silva, Felipe Brandi e Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Domingo) 2:30 pm - 4:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Conferência dedicada à obra do historiador Fernando Rosas e, por consequência, à historiografia do Estado Novo e do fascismo em Portugal, procurando avaliar o seu impacto no campo historiográfico das
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Detalhes do Evento
Conferência dedicada à obra do historiador Fernando Rosas e, por consequência, à historiografia do Estado Novo e do fascismo em Portugal, procurando avaliar o seu impacto no campo historiográfico das últimas décadas.
Reler Fernando Rosas
Nesta conferência, teremos oportunidade de discutir a obra do historiador Fernando Rosas e, assim, a historiografia do Estado Novo e do fascismo em Portugal. A partir de uma selecção de obras centrais no percurso de Rosas, comentadas por especialistas na história do século XX Português, procuraremos avaliar o seu impacto no campo historiográfico das últimas décadas, e apontar caminhos para o futuro da investigação em áreas tão diversas como a história económico-social, a história política do salazarismo, ou a história e ideologia do fascismo.
ENTRADA LIVRE
Programa
9h30 – Abertura e Boas-Vindas
Alexandra Curvelo, Directora da NOVA FCSH: Boas-Vindas
Fernando Rosas: Abertura
10h30 – 1ª Sessão
Álvaro Garrido: “O Estado Novo nos Anos 30”, 1986
Maria Fernanda Rollo: “Portugal entre a Paz e a Guerra”, 1990
Elisa Lopes da Silva: “Salazarismo e Fomento Económico”, 2000
11h45 – Pausa
12h00 – 2ª Sessão
Pedro Aires Oliveira: “O Salazarismo e a Aliança Luso-Britânica”, 1988
Irene Flunser Pimentel: “O Estado Novo”, 1994
13h00 – Almoço
14h30 – 3ª Sessão
Maria Alice Samara: “A Primeira República”, 2018
Mária Inácia Rezola: “Ensaios de Abril”, 2023
15h30 – Pausa
16h00 – 4ª Sessão
Luís Nuno Rodrigues: “O Salazarismo e o Homem Novo”, 2001
Luís Trindade: “Salazar e o Poder: a arte de saber durar”, 2012
Luís Farinha: “Salazar e os Fascismos”, 2019
Manuel Loff: “Direitas velhas, Direitas Novas”, 2024
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Tempo
(Segunda-feira) 9:30 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Universidade de Évora

Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo vai ser apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins no Cinema Ideal, em Lisboa, antes da estreia do
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Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo vai ser apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins no Cinema Ideal, em Lisboa, antes da estreia do filme Projecto Global.
As FP-25 e o Pós-Revolução. «Normalização» e violência política
No dia 23 de Abril, será apresentado o livro As FP-25 e o Pós-Revolução, de Francisco Bairrão Ruivo, às 19h, no Cinema Ideal. O livro será apresentado por Ivo Ferreira e Rui Cardoso Martins, antes da estreia do filme Projecto Global, do qual o livro nasce, às 21h15, no mesmo local. Venha saber mais sobre o tempo em que o recuo da violência terrorista de extrema-direita se cruza com o início da violência terrorista de extrema-esquerda.
[O livro estará à venda no mês de Maio, quando será oficialmente lançado.]
Sobre o livro:
«E depois da revolução?» é a questão de partida para um livro onde, a partir das FP‑25 e da pesquisa para o filme Projecto Global, se olha para o fim dos anos 70 e início dos anos 80 do século XX, que já não são de Revolução, mas de uma dita «normalização democrática». Um tempo em que o recuo da violência terrorista de extrema‑direita se cruza com o início da violência terrorista da extrema‑esquerda. Uma espécie de Anos de Chumbo portugueses. Desvenda‑se aqui a história violenta e perturbante das FP‑25, em muitos aspectos ainda por conhecer, quem eram os seus militantes, quais as suas origens, como foram as suas acções, quais as suas vítimas e qual o seu fim. Inevitavelmente, faz‑se também uma reflexão sobre a forma como as FP‑25 são pensadas agora, 46 anos depois.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quinta-feira) 7:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Cinema Ideal

Detalhes do Evento
Conferência de Maria de Lurdes Rosa por ocasião do lançamento da edição impressa do livro "Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos
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Detalhes do Evento
Conferência de Maria de Lurdes Rosa por ocasião do lançamento da edição impressa do livro “Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos Castelo Branco”.
Garcia Velez de Castelo Branco: a toga, a pluma e a espada.
Um grande autor arronchense do século XVI e a sociedade do seu tempo
No Domingo que vem, dia 26 de Abril, vai ser lançada, em Arronches, a edição impressa do livro Escrever vinculações. Linhagem, fidalguia e um autor: crónica da linhagem dos Castelo Branco, em que se edita e estuda uma crónica inédita do século XVI, da autoria de Garcia Velez de Castelo Branco. Arronches é a terra natal do autor e a Câmara Municipal apoiou a publicação desta edição, a partir de e-book previamente publicado no âmbito do projecto VINCULUM.
Nesse contexto, Maria de Lurdes Rosa vai proferir uma conferência sobre o autor: “Garcia Velez de Castelo Branco: a toga, a pluma e a espada. Um grande autor arronchense do século XVI e a sociedade do seu tempo”. Garcia Velez de Castelo Branco não era uma personagem conhecida e da crónica apenas existe um exemplar manuscrito, sem autor atribuído. O trabalho da equipa VINCULUM identificou-o e estudou a fundo o livro, tendo antes restaurado e digitalizado, com apoio da Torre do Tombo, essa única versão manuscrita conhecida, que pertence a um proprietário privado.
Sobre o livro Escrever vinculações
Tempo
(Domingo) 3:00 pm - 5:00 pm
Localização
Convento Nossa Senhora da Luz de Arronches
Largo General Norton de Matos, 12 — 7340-009 Arronches
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Câmara Municipal de Arronches

Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Do Fascismo ao Neofascismo?
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Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico.
Do Fascismo ao Neofascismo?
(Des)Continuidades entre o Fascismo Clássico e a Extrema-Direita do Século XXI
>> Programa detalhado do congresso (PDF) <<
Está em curso o debate sobre a natureza política, ideológica e social da extrema-direita contemporânea, especialmente a que está ativa no século XXI. O debate académico, neste caso mais do que noutros, acompanha de perto o debate público sobre os desenvolvimentos políticos que são percecionados como tendo consequências dramáticas para o futuro. Um grande número de explicações foi proposto e uma ampla gama de conceitos oferecida, aplicáveis a casos específicos, sejam eles de âmbito nacional ou regional, ou ao próprio fenómeno global — porque, e isto é importante, é um fenómeno global com o qual estamos a lidar. Tal como o fascismo há cem anos. Os/as investigadores/as são quase sempre forçadas a tomar uma posição sobre a questão das continuidades (Finchelstein, 2019; Palheta, 2022) e das descontinuidades (Forti, 2024) entre, por um lado, o fascismo clássico (1922-1945) e o que eram naquela época outros fenómenos ultrarreacionários que, no período entre guerras, se tornaram subprodutos do fascismo através do processo de fascização e, por outro lado, as novas formas adotadas pela extrema- -direita desde 1945 e, sobretudo, desde a viragem do século XX para o século XXI. Em nome da urgência de uma abordagem científica ao que parece ser a crise mais grave dos sistemas liberais desde a década de 1930, pretendemos neste congresso discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico, porque “precisamos de explicar a continuidade entre o fascismo histórico e o populismo de direita contemporâneo como uma radicalização da política pós- -liberal baseada na erosão da participação democrática e no surgimento de uma nova política do medo” (Woodley, 2010).
Em consonância com esta posição, o congresso acolherá, também, estudos sobre as culturas políticas antifascistas, a começar pelas que surgiram em reação à onda fascista da década de 1930 e ao seu sucesso político (Kallis, 2015). O objetivo aqui é dar espaço a estudos sobre as diversas formas de resistência ao fascismo. O antifascismo é também um movimento transnacional (Traverso, 2004) e não perdeu a sua eficácia política em 1945, nem se tornou uma comunidade de memória de um passado encapsulado no tempo. Ele ressurgiu nos últimos 80 anos sempre que a extrema-direita reapareceu com força. Como é o caso dos nossos dias.
Neste sentido, o congresso acolherá propostas de artigos e painéis nas seguintes áreas possíveis:
(i) Fascismo(s), neofascismo, extrema-direita, reação e modernidade. Conceitos e teoria.
(ii) A nação, o Ocidente, a supremacia branca: cem anos de visões de mundo da extrema-direita.
(iii) Hipermasculinidade, antifeminismo e misoginia: reprodução social e fascismo.
(iv) Cem anos de cultura política de extrema-direita: continuidades, descontinuidades, adaptação, redes. (v) Fascismo, neofascismo e o(s) outro(s): especificidades da articulação política que o fascismo e a extrema-direita global fazem da xenofobia e do racismo.
(vi) Partido, Estado, movimentos, milícias, bem-estar social, associações. A dimensão organizacional da extrema-direita.
(vii) Violência, guerra e genocídio: extrema-direita e ação política.
(viiii) Fascismo e crise: contexto e causalidade dos impulsos da extrema-direita na história.
(ix) O antifascismo como cultura política transnacional: resistir ao fascismo, preservar a democracia, reconstruir a democracia, da década de 1920 à década de 2020. Interseções com o anticolonialismo, o antirracismo e o feminismo.
(x) Neofascismo, extrema-direita e antifascismo na memória coletiva: usos do passado, memória, «guerra cultural» e ação política.
Submissão de propostas:
As propostas de comunicação (que devem ser redigidas em inglês) devem ser enviadas para o endereço congresso.neo.fascismo.2026@gmail.com com um título, um resumo (máximo de 350 palavras), uma curta nota biográfica e informações de contacto até 4 de Janeiro de 2026.
Aceitamos propostas de comunicação ou de painéis. Também aceitamos propostas de intervenções criativas/artísticas baseadas numa interseção interdisciplinar com as ciências sociais, que serão sujeitas a revisão por pares, da mesma forma que as propostas de trabalhos e painéis. Neste caso, as propostas devem incluir uma descrição da performance (especificando os meios a utilizar e o tempo) e um resumo dos objetivos. A aceitação dependerá das possibilidades reais e práticas de integração no programa.
As apresentações devem ser feitas presencialmente em português, inglês ou espanhol. Não haverá apresentações online.
Notificação de aceitação até 8 de fevereiro de 2026. Não serão cobradas taxas de inscrição.
Palestrantes convidados/a: Ugo Palheta, Virgínia Fontes e Fernando Rosas
>> Descarregar a chamada para comunicações (nova versão; PDF) <<
Comissão organizadora:
Manuel Loff (FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST) Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Arturo Zoffmann (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ana Sofia Ferreira (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Sílvia Correia (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Adriano Amaral (IS — Universidade do Porto)
Gabriela Azevedo (IS — Universidade do Porto)
Bruno Madeira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST) Sérgio Neto (FLUP / CITCEM)
Afonso Silva (UAB / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Carlos Martins (IS — Universidade do Porto)
Comissão científica:
Caroline Silveira Bauer (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Francesca Billiani (University of Manchester, Reino Unido)
Kasper Braskén (University of Helsinki, Finlândia)
Gilberto Calil (Unioeste, Brasil)
Leonardo Carnut (Universidade de São Paulo, Brasil)
Rejane Carol (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
André Dantas (Fiocruz, Brasil)
Cristina Diac (The National Institute for the Study of Totalitarianism, Roménia)
Fátima Moura Ferreira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST, Portugal)
Steven Forti (Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha)
Hugo García (Universidad Autónoma de Madrid, Espanha)
Cátia Guimarães (Fiocruz, Brasil)
Xosé Manoel Núñez Seixas (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha)
Virgílio Borges Pereira (FLUP / IS — Universidade do Porto, Portugal)
Fernando Rosas (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST, Portugal)
Carlos Zacarias de Sena Júnior (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Carla Luciana Silva (Unioeste, Brasil)
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra / CEIS20, Portugal)
Vicente Valentim (IE University, Espanha)
Tempo
abril 27 (Segunda-feira) - 28 (Terça-feira)
Localização
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica Edgar Cardoso — 4150-564 Porto
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e
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Detalhes do Evento
Seminário de investigação que procura alargar o campo dos estudos sobre o petróleo para além das narrativas, geografias e fronteiras disciplinares estabelecidas, dando maior destaque às perspetivas do Sul Global e de outros locais de extracção e resistência.
Mind the Gap III:
Unearthing Petromodernity: Oil Studies in the Anthropocene
Online Research Seminar
The rise of fossil fuels has been central to the political, economic, cultural, and material transformations of the past two centuries, yet the forms of power, knowledge, and life enabled by carbon energy often remain analytically invisible. As we confront the converging crises of the Anthropocene, the need to rethink the centrality of fossil fuels to modern life has never been more urgent.
At a moment when toxic landscapes, resource frontiers, and environmental inequality reveal the uneven geographies of fossil modernity, the humanities and social sciences are reorienting analytical attention toward the energetic foundations of modern life. From pipelines and refineries to plastics and everyday petrochemical products, the material properties of oil have fundamentally shaped modern infrastructures and forms of life. What forms of political and social power are created through fossil fuel industries? How have fossil fuels shaped modern societies, their economic models, governmental regimes, everyday lives? How have they contributed to uneven global geographies rooted in colonialism and capitalism? What kinds of transitions to post-carbon futures are possible?
Bringing together approaches from history, anthropology, political ecology, and geography, we seek to expand the field of oil studies beyond established narratives, geographies, and disciplinary boundaries, amplifying perspectives from the Global South and other sites of extraction and resistance.
📎 Download full programme (PDF)
Programme:
Every fortnight we will meet online to discuss an article or book chapter circulated in advance. The sessions will start with a 20–30 minute presentation, followed by discussion. The sessions will take place on Mondays at 2PM.
We will explore key concepts such as petro-culture, carbon democracy, extractivism, fossil capital, energy regimes, and transition imaginaries, examining how energy dependence shapes modern subjectivities, infrastructures, economies, and ecological futures. The texts will be shared with participants in advance.
Everyone is welcome.
To register, please fill out the online form. After registering you will receive the readings and access information ahead of each session.
For more information, please write to unearthingpetromodernity@proton.me.
30 March | Timothy Mitchell, Carbon Democracy: Political Power in the Age of Oil. Selected chapter TBA (Verso, 2011)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Focus: How fossil fuels structured democratic politics, labour power and modern governance
13 April | Adam Hanieh, “Petrochemical Empire: The Geo-Politics of Fossil-Fuelled Production“ New Left Review (139)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Global production networks, the Gulf region and the restructuring of capitalism through petrochemicals
27 April | Carola Hein (ed.), Oil Spaces: Exploring the Global Petroleumscape. Chapter 8: Peyerl, D. “Building Brazil’s Petroleumscape on Land and Sea: Infrastructure, Expertise, and Technology” (Routledge, 2022)
Henrique Oliveira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Infrastructure, territorial development and the spatial materiality of oil
11 May | Stephanie LeMenager, Living Oil: Petroleum Culture in the American Century. Selected chapter TBA (Oxford University Pres, 2014)
Raquel Ribeiro (CHAM — NOVA FCSH)
Focus: Oil, media, culture, and everyday life in twentieth-century society
25 May | Appel, Mason & Watts (Eds.), Subterranean Estates: Life Worlds of Oil and Gas. Introduction: “Oil Talk” (Cornell University Press, 2015)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Anthropological and political-economic perspectives on oil extraction and everyday life
8 June | Alice Mah, Petrochemical Planet: Multiscalar Battles of Industrial Transformation. Chapter 2: “Enduring Toxic Injustice and Fenceline Mobilizations” (Duke University Press, 2023)
João Pedro Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Environmental justice, pollution, and grassroots activism around petrochemical industries
22 June | Chelsea Schields, Offshore Attachments: Oil and Intimacy in the Caribbean. Introduction and Chapter 1. “Crude Bargains” (University of California Press, 2023)
Anita Buhin (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil economies, intimacy, and social relations in offshore extraction zones
6 July | Tim Di Muzio & Matt Dow, “Global capitalism and oil“ in Handbook on Oil and International Relations (Edward Elgar Publishing , 2022)
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA), Amedeo Policante & Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Focus: Oil in international relations, financialization and the structure of global capitalism
Organisation:
Davide Scarso (CIUHCT — FCT NOVA)
Amedeo Policante (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ricardo Noronha (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
(Segunda-feira) 2:00 pm - 4:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #4: Independent Music Theatre in Berlin, by Martina Stütz
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The fourth session of the RESONANCE Reading Group focuses on the chapter “Independent Music Theatre in Berlin: Breaking Out of Traditional Discourses and Building New Structures,” by Martina Stütz. This chapter traces the development of independent musical-theatre in Berlin since the 1990s, drafting its ecologies of practice through forms of diversity and interdisciplinarity. It demonstrates some of the ways in which these nodes expand into the creation of production and collaboration networks, affirming musical theatre as a multimodal hybrid practice. In doing so, however, it expands this medium’s formal currency into paradox: how can such a capacious, vibrant, networked set of manifestations still be so scattered, fragmented, and invisible within institutional circuits? This reading group is going to be led by Filipa Magalhães (CESEM — NOVA FCSH / IN2PAST).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
This event is part of the RESONANCE’s Spring Seminar Series. Public events will also include the Seminar Performing the Archive, led by the curator and scholar Paula Parente Pinto, which will take place on the same day, April 29, at 6 PM, Auditorium B1 (Tower B), NOVA School of Social Sciences and Humanities.
Picture: Persimmon, axial view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford. Source: Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Quarta-feira) 12:30 pm - 2:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH
Pesquisa
Notícias
Fernando Rosas: o actor da história que estudou
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Nota de pesar da Direcção do IHC
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