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outubro, 2026
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #7: Make Believe: Parafiction and Plausibility, by Carrie Lambert-Beatty
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The seventh session of the RESONANCE Reading Group focuses on the paper Make-Believe: Parafiction and Plausibility, by Carrie Lambert-Beatty, published in the journal October in 2009. With moderation by Afonso Dias Ramos (IHA — NOVA FCSH / IN2PAST), the session takes as its starting point this text, which proposes the concept of ‘parafiction’ as a framework for considering artistic practices that operate between reality and fiction, questioning the mechanisms of credibility and the construction of truth.
To register for this session, please send an email to the project team at resonance.fcsh.unl@gmail.com.
More information about the RESONANCE project here.
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Quinta-feira) 12:00 pm - 1:30 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Décima edição da Conferência José Medeiros Ferreira, que marca o início do ano lectivo 2026/2027 do Doutoramento em História na NOVA FCSH. Com
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Detalhes do Evento
Décima edição da Conferência José Medeiros Ferreira, que marca o início do ano lectivo 2026/2027 do Doutoramento em História na NOVA FCSH. Com Javier Moreno Luzón.
Os debates sobre a Guerra Civil Espanhola:
da reconciliação nacional à memória democrática (1975-2025)
Javier Moreno Luzón (Universidad Complutense de Madrid)
A Guerra Civil (1936-1939) foi o acontecimento central na história da Espanha contemporânea e a sua memória continua muito viva nos dias de hoje. É, por assim dizer, um passado que não quer desaparecer. Entre a morte do ditador Francisco Franco e os nossos dias, têm-se verificado intensos debates, nos quais participaram políticos, movimentos sociais, meios de comunicação e, claro, inúmeros historiadores e historiadoras. Desta forma, as polémicas e os avanços historiográficos entrelaçaram-se com os conflitos que agitaram a esfera pública espanhola. O resultado foi tão complexo quanto fascinante.
Sobre o orador:
Javier Moreno Luzón (Hellín, 1967) é professor catedrático de História do Pensamento e dos Movimentos Sociais e Políticos na Universidade Complutense de Madrid, onde desenvolve o seu trabalho docente e de investigação desde 1997. Foi assistente na UNED e professor ou investigador visitante em várias universidades e centros fora de Espanha, entre os quais a Universidade de Harvard, a École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, a Sorbonne Université, a London School of Economics and Political Science, a Universidade Metropolitana de Tóquio e a Universidade da Califórnia, San Diego. Foi também subdirector-geral do Centro de Estudios Políticos y Constitucionales. Especialista na vida política da Espanha da Restauração (1875-1923), publicou múltiplos trabalhos sobre clientelismo, partidos, eleições, parlamentarismo, elites, monarquia e nacionalismo espanhol. Actualmente, os seus interesses de investigação incidem sobre religião e políticas nacionalistas no século XX. Os seus últimos livros publicados são, como autor principal, El rey patriota. Alfonso XIII y la nación (Barcelona, Galaxia Gutenberg, 2023. Prémio Nacional de História 2024 e Prémio Juan José Carreras da Associação de História Contemporânea 2024), e, como editor científico e juntamente com María Nagore Ferrer, Music, Words, and Nationalism. National Anthems and Songs in the Modern Era (Nova Iorque, Palgrave Macmillan, 2024). Dirige o Seminário de História Santos Juliá (UCM/UNED/Fundación Ortega-Marañón/Fundación Francisco Giner de los Ríos-ILE), de Madrid, e a revista Historia y Política (UCM/UNED/CEPC).
>> 📎 Folheto da conferência (PDF)
Tempo
(Sexta-feira) 5:30 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar. Nas Margens
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Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar.
Nas Margens do Possível:
um grupo de discussão de ficção científica
Nas Margens do Possível é um grupo de discussão de ficção científica dirigido aos membros da comunidade alargada da Universidade NOVA de Lisboa. Uma vez por mês, investigadores/as, estudantes e outros trabalhadores/as interessados na ficção científica enquanto categoria literária, histórica, e artística, reúnem-se para explorar as dimensões narrativas e visuais de obras seleccionadas. O foco do grupo será em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar, tanto através da especulação perspectiva como da prospectiva. Interessa-nos examinar tanto a sua dimensão histórica como o seu potencial para imaginar o futuro, mapeando os padrões complexos de relação entre humanos e mais-que-humanos que estão na génese de muitas destas histórias e da sua articulação com a sociedade. O programa alterna entre livros, ensaios e filmes para permitir uma discussão sobre as formas diversas de narração deste género, procurando, também, uma justaposição de temas, abordagens e metodologias para pensar as paisagens temporais expressas na ficção científica que permitam, por um lado, análises contextuais e cumulativas e, por outro, a construção de novos processos colaborativos de trabalho entre os intervenientes.
Curadoria: Hélia Marçal e Rui Lopes
Organização: Instituto de História da Arte e Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH)
Programa 2026
14 de Outubro: Os Despossuídos (The Dispossessed), Ursula K. Le Guin (1974). Introdução por Rui Lopes.
11 de Novembro: “Venus in Two Acts,” Small Axe, Saidiya Hartman (2008). Introdução por Hélia Marçal
9 de Dezembro: Quest, realizado por Saul Bass, Elaine Bass (1984). Com visualização do filme. Introdução por Rui Lopes e Hélia Marçal.
Apoios: Este grupo é apoiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito dos projectos UID/00417/2025 (DOI https://doi.org/10.54499/UID/00417/2025), UID/04209/2025 (DOI: https://doi.org/10.54499/UID/04209/2025), LA/P/0132/2020 (DOI: https://doi.org/10.54499/LA/P/0132/2020), e contratos 2023.11076.TENURE.193 e 2023.11076.TENURE.202.
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Sala 215
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH e Instituto de História da Arte — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Iniciativa formativa que visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula. Cá-Pum!
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Detalhes do Evento
Iniciativa formativa que visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula.
Cá-Pum!
História e Memória do Estado Novo na Banda Desenhada
No dia 22 de Outubro de 2026, o Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH), em colaboração com a Associação de Professores de História, vai dinamizar no POW! Amadora BD um workshop de ensino de História a partir de bandas desenhadas, com um foco particular na história e memória do Estado Novo. Coordenada por dois investigadores do IHC, especializados na didáctica da História e no estudo da banda desenhada e da ditadura portuguesa, esta iniciativa visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula, partilhar interpretações e rabiscar esta experiência!
O workshop inclui uma visita guiada à Exposição. Inscrevam-se no formulário abaixo.
Formadores: Ana Catarina Pinto e Rui Lopes
Duração: 6 horas
Modalidade: Presencial
Data: 22 de Outubro de 2026
Inscrições: até 16 de Outubro de 2026
Limite: 25 lugares
Local: Parque da Liberdade – Núcleo Central, Rua Carvalho Araújo, s/n — 2720-087 Damaia (Amadora)
Tempo
(Quinta-feira) 10:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Associação de Professores de História e Amadora BD

Detalhes do Evento
Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações
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Detalhes do Evento
Congresso que propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital de São José nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia.
250 anos do Hospital de São José:
Ciência, Saúde, Ensino e Inovação
Inaugurado em Abril de 1775, o Hospital Real de São José resultou da transferência do Hospital Real de Todos-os-Santos para o antigo Colégio de Santo Antão-o-Novo. Ao longo de dois séculos e meio de actividade clínica ininterrupta, esta instituição conheceu diferentes enquadramentos administrativos e designações – inicialmente como Hospital Real de São José e Anexos, constituindo posteriormente os Hospitais Civis de Lisboa, mais tarde Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, reflectindo as sucessivas reformas da assistência pública e da organização hospitalar em Portugal. Actualmente, integra a Unidade Local de Saúde de São José, assegurando a continuidade de uma missão assistencial, científica e formativa iniciada no século XVIII.
No contexto das comemorações do seu 250.º aniversário, o Hospital de São José (HSJ), em parceria com o Instituto de História Contemporânea (IHC) e com o laboratório associado IN2PAST, organiza o congresso 250 anos do Hospital de São José: Ciência, Saúde, Ensino e Inovação, a realizar-se nos dias 5 e 6 de Novembro de 2026, no Salão Nobre do Hospital de São José, em Lisboa.
Com papel ímpar na História da Medicina Portuguesa, o Hospital afirmou-se como uma instituição central na assistência hospitalar portuguesa, em estreita articulação com os grandes centros médicos europeus. Inserido nas redes internacionais de circulação do conhecimento, foi receptor e difusor de inovações científicas – nas práticas clínicas, nas técnicas médicas e cirúrgicas, na organização hospitalar e nas políticas de saúde pública, acompanhando as transformações científicas, políticas e socio-culturais dos séculos XVIII, XIX e XX, tendo desempenhando um papel determinante na modernização da medicina em Portugal.
A sua dimensão formativa esteve intimamente ligada à criação da Real Escola de Cirurgia de Lisboa (1825), à fundação da Escola Médico-Cirúrgica (1836) e, em 1911, com a Primeira República, à criação da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sua herdeira directa. Ao longo deste percurso, o Hospital destacou-se como espaço de formação e de experimentação, contribuindo para o desenvolvimento e consolidação de diversas especialidades médicas e biomédicas, bem como para a definição do perfil das profissões da área da saúde.
A história institucional do Hospital, nas suas várias configurações administrativas, reflecte amplos processos de internacionalização científica, de circulação do conhecimento e de institucionalização de modelos médicos e hospitalares. A instituição afirmou-se, assim, como um verdadeiro laboratório clínico e pedagógico, acompanhando as transformações do ensino médico e contribuindo para a integração de Portugal nas redes transnacionais da ciência e da medicina modernas.
Chamada para comunicações
Este congresso propõe uma reflexão historiográfica e um debate multidisciplinar e transdisciplinar que enquadre o Hospital nas dinâmicas internacionais do conhecimento médico e científico e nas transformações da medicina europeia. Incentiva-se, em particular, o estudo dos processos de transferência e adaptação de inovações científicas e técnicas; a recepção de influências externas; o posicionamento institucional e dos seus actores; as práticas médicas; as reformas e regulamentos sanitários; e os modelos hospitalares associados à instituição ao longo do tempo.
Convida-se todos os interessados/as a submeter propostas no âmbito dos seguintes eixos temáticos:
- Circulação e transmissão do conhecimento médico e científico
- Redes transnacionais e intercâmbios científicos e profissionais
- Espaços e actores científicos
- Inovação científica e técnica na prática hospitalar
- Formação, desenvolvimento e consolidação de áreas científicas e especialidades médicas
- O Hospital de São José no contexto internacional
- Articulação entre dinâmicas locais e correntes internacionais da medicina
- Formação e ensino numa perspetiva transnacional
- Museus e Património Histórico Hospitalar
A selecção das propostas será realizada pelos membros da Comissão Científica, sendo orientada pelo objectivo de garantir o máximo de qualidade, relevância e originalidade dos trabalhos.
As propostas de comunicação devem ter até 300 palavras e ser acompanhadas de uma breve nota biográfica do/a/s autor/a/s (máximo de 150 palavras), com indicação da afiliação institucional e contactos.
As propostas devem ser submetidas através do formulário disponível NESTE LINK.
Calendário:
Data limite de submissão: 27 Abril 2026 31 Maio 2026 [nova data]
Notificação de aceitação: 29 Maio 2026 30 Junho 2026
Comissão Organizadora:
Alexandra Marques, IHC – Universidade de Évora / IN2PAST
Ângela Salgueiro, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Carlos Boavida, ULS São José
Fátima Palmeiro, ULS São José
Quintino Lopes, Universidade de Évora / IHC / IN2PAST
Tempo
novembro 5 (Quinta-feira) - 6 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évora e Unidade Local de Saúde de São José

Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar. Nas Margens
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Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar.
Nas Margens do Possível:
um grupo de discussão de ficção científica
Nas Margens do Possível é um grupo de discussão de ficção científica dirigido aos membros da comunidade alargada da Universidade NOVA de Lisboa. Uma vez por mês, investigadores/as, estudantes e outros trabalhadores/as interessados na ficção científica enquanto categoria literária, histórica, e artística, reúnem-se para explorar as dimensões narrativas e visuais de obras seleccionadas. O foco do grupo será em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar, tanto através da especulação perspectiva como da prospectiva. Interessa-nos examinar tanto a sua dimensão histórica como o seu potencial para imaginar o futuro, mapeando os padrões complexos de relação entre humanos e mais-que-humanos que estão na génese de muitas destas histórias e da sua articulação com a sociedade. O programa alterna entre livros, ensaios e filmes para permitir uma discussão sobre as formas diversas de narração deste género, procurando, também, uma justaposição de temas, abordagens e metodologias para pensar as paisagens temporais expressas na ficção científica que permitam, por um lado, análises contextuais e cumulativas e, por outro, a construção de novos processos colaborativos de trabalho entre os intervenientes.
Curadoria: Hélia Marçal e Rui Lopes
Organização: Instituto de História da Arte e Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH)
Programa 2026
14 de Outubro: Os Despossuídos (The Dispossessed), Ursula K. Le Guin (1974). Introdução por Rui Lopes.
11 de Novembro: “Venus in Two Acts,” Small Axe, Saidiya Hartman (2008). Introdução por Hélia Marçal
9 de Dezembro: Quest, realizado por Saul Bass, Elaine Bass (1984). Com visualização do filme. Introdução por Rui Lopes e Hélia Marçal.
Apoios: Este grupo é apoiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito dos projectos UID/00417/2025 (DOI https://doi.org/10.54499/UID/00417/2025), UID/04209/2025 (DOI: https://doi.org/10.54499/UID/04209/2025), LA/P/0132/2020 (DOI: https://doi.org/10.54499/LA/P/0132/2020), e contratos 2023.11076.TENURE.193 e 2023.11076.TENURE.202.
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Sala 215
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH e Instituto de História da Arte — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Counter-Image International Conference
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Detalhes do Evento
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme.
Counter-Image International Conference 2026
Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral
A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda) não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo estão a ser substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário), de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025), iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da terra). Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança” em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação (Krenak 2022).
“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre” sinaliza um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo, entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica: uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada), ela é também resistência, cosmopercepção e ritual.
A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto), mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para desnomear que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes de sínteses impossíveis.
Palestrantes:
Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina)
Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Chamada para comunicações
Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a “desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem, reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:
1. Conhecimentos Situados
Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre pesquisa e experiência vivida.
- Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir
- Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul
- Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans
- “Ecologias exílicas” (Marder 2023)
- Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas
- O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)
- “Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias
- Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie
- Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas
- Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder 2020)
2. Métodos para Desnomear
Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que erodam o olhar extrativista e especista.
- Desnomear como método filosófico-estético
- Poéticas do silêncio e escuta profunda
- Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui 2015)
- Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e animais
- Geo-estéticas (Coelho & Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), incluindo vulcânicas e das ervas ditas daninhas
- Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes & Garcia-Antón 2026)
- Narrativas de relacionalidade e métodos multiespécie
- Contracolonizar (Nêgo Bispo 2015)
- Arte como laboratório de pensamento (e não como representação)
- Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e anti-especistas
3. Visões do Umbral
Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e alianças.
- Epistemologias do umbral
- “Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades submersas
- Ecologia popular
- Agência não-humana e a redistribuição do sensível
- “Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing 2015)
- “Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da beira-mar
- Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa 2010)
- Visões “ch’ixi” (Cusicanqui 2015)
- “Alianças afetivas” (Krenak 2022)
- “Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez 2024)
Datas importantes:
25 de Maio | envio de propostas
30 de Junho | notificação de aceitação
18-20 de Novembro | conferência
Formatos de submissão:
1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300 palavras
2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300 palavras
3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória descritiva até 300 palavras
O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma biografia breve (até 100 palavras) para: counterimageconference@fcsh.unl.pt
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<
Comissão organizadora
Inês Beleza Barreiros (ICNOVA — NOVA FCSH / CIAC — Universidade do Algarve)
Liliana Coutinho (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA — NOVA FCSH)
Salomé Lopes Coelho (ICON — Utrecht University / ICNOVA — NOVA FCSH)
Sílvia Leiria Viegas (CIAC — Universidade do Algarve)
Teresa Castro (IRCAV — Sorbonne Nouvelle / ICNOVA — NOVA FCSH)
Teresa Mendes Flores (ICNOVA — NOVA FCSH)
Comissão Científica
Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)
Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)
Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)
Filippo Di Tomasi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)
Isabel Stein (ICNOVA — NOVA FCSH)
Leila Lehnen (Brown University)
Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Margarida Brito Alves (IHA — NOVA FCSH)
Margarida Mendes (ICNOVA — NOVA FCSH)
María Gloria Robalino (Washington University St. Louis)
Maria Teresa Cruz (ICNOVA — NOVA FCSH)
Marita Sturken (New York University)
Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA — NOVA FCSH)
Mirian Nogueira Tavares (CIAC — Universidade do Algarve)
Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)
Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)
Paulo Nuno Vicente (ICNOVA — NOVA FCSH)
Rui Gomes Coelho (Durham University)
Susanne Knittel (ICON — Utrecht University)
Tempo
novembro 18 (Quarta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026 Entre guerras e paz:
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Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026
Entre guerras e paz:
novos olhares e desafios das migrações portuguesas (1919-1945)
Este colóquio tem como objectivo reunir académicos dedicados ao estudo da história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras e, neste sentido, criar um espaço de diálogo e de debate científico sustentado por uma abordagem multi-direccional e multi-escalar das migrações. Mais do que uma simples síntese do estado da investigação sobre a migração portuguesa, procura-se articular e discutir de forma crítica os trabalhos recentes, promovendo o intercâmbio de perspectivas e uma reflexão colectiva sobre o tema.
O século XIX e o período das Trente Glorieuses têm sido tradicionalmente privilegiados nos estudos sobre a migração portuguesa. Apesar de existir estudos centrados nas duas guerras mundiais e no período do entre-guerras, o seu conhecimento permanece lacunar, fragmentado e, em alguns casos, desactualizado. Torna-se, portanto, imperativo aprofundar a compreensão das características específicas desta migração, bem como dos seus desafios e impactos, considerando um contexto político nacional e internacional marcado por transformações profundas e estruturais.
De facto, o período do entre-guerras configura-se como uma fase crucial na história da migração portuguesa, marcado pela intensificação dos fluxos migratórios internacionais a partir da Primeira Guerra Mundial, pela forte atracção exercida sobre os trabalhadores migrantes por países transatlânticos, nomeadamente os Estados Unidos e o Brasil, bem como pela abertura a novos destinos, como a França, que, a partir da década de 1960, se consolidará como o principal país de instalação dos migrantes portugueses. O período do entre-guerras coincide, igualmente, com a implementação de políticas de reforço no controlo das entradas e da presença dos migrantes, particularmente no contexto da crise económica de 1929 e da Grande Depressão.
Este colóquio visa, assim, alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa, mobilizando abordagens multidisciplinares e perspectivas que permitam compreender e questionar o fenómeno. Destina-se a académicos/as que trabalhem sobre a migração portuguesa em contextos transatlânticos ou europeus.
Chamada para comunicações
Temas possíveis a abordar:
- Guerras mundiais e migração portuguesa
- Exílio, oposição e resistência
- Redes de acolhimento e apoio
- Engajamento político e sindical
- Emigração irregular
- Migração, migrantes, gestão policial e administrativa
- Políticas e/imigratórias
- Políticas e práticas de rejeição
- Agencialidade dos migrantes
- Estruturas comunitárias
- Saúde e migração portuguesa
- Migração, retornos voluntários e forçados
- Migração Memória da migração portuguesa e imprensa
- Qualquer outro tema considerado de interesse científico para a compreensão da história da migração portuguesa.
Submissão de propostas
As propostas de comunicação devem incluir um resumo (até 250 palavras), um título, o nome do autor/a, a sua afiliação institucional e uma curta nota biográfica (até 200 palavras). São aceites propostas em francês, inglês e português.
As propostas devem ser enviadas para o e-mail histmigport@gmail.com até ao dia 30 de Abril de 2026.
>> Descarregar a chamada para comunicações (PFD) <<
Organização
Cristina Clímaco (Universidade Paris 8 / LER)
Yvette dos Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Comité científico
Alberto Pena Rodriguez (Universidad de Vigo)
Armelle Enders (Université Paris 8 / IFG Lab)
Delphine Diaz (Université de Reims / CERHIC / IUF)
Érica Sarmiento (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra)
Irene dos Santos (CNRS / URMIS)
Marcelo Borges (Dickinson College, Carlisle)
Marie-Christine Volovitch Tavares (CERMI)
Philippe Rygiel (ENS Lyon / INRIA)
Sónia Ferreira (CRIA — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sylvie Aprile (ISP)
Victor Pereira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
novembro 19 (Quinta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Laboratoire d'Etudes Romanes - Université Paris 8

Detalhes do Evento
Décima edição do congresso que o se propõe como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico. X Congresso de História Local
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Detalhes do Evento
Décima edição do congresso que o se propõe como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico.
X Congresso de História Local
História local hoje: escalas, territórios, arquivos, comunidades e governação
O X Congresso de História Local constitui um marco relevante no percurso de uma iniciativa que, ao longo de mais de dez anos, se afirmou como espaço de referência para o debate historiográfico em torno da história local. Reunindo investigadores/as de diferentes gerações, filiações institucionais e áreas de especialidade, este encontro tem dado expressão à vitalidade de um campo em permanente renovação, como o demonstram as dezenas de comunicações apresentadas nas edições anteriores, a pluralidade de temas abordados e a diversidade de perspetivas metodológicas e epistemológicas mobilizadas. A sua continuidade, bem como o envolvimento de diferentes instituições organizadoras e de comissões científicas de reconhecida qualidade, confirmam a consolidação de uma comunidade de investigação atenta aos desafios conceptuais, documentais e públicos da história local.
A história local vive hoje um momento de renovação historiográfica particularmente estimulante. O estudo do local afirma-se como um observatório privilegiado para compreender processos históricos amplos, articular escalas de análise, testar interpretações consolidadas e aprofundar o conhecimento sobre fenómenos sociais, políticos, económicos, culturais e ambientais tal como se inscrevem em territórios, instituições e experiências situadas. Nesta perspectiva, a história local ganha especial relevância enquanto campo capaz de pôr em relação o micro, o regional, o nacional, o imperial e o global, contribuindo para uma historiografia mais densa, mais relacional e mais atenta à pluralidade dos contextos.
Neste quadro, a história local dialoga de forma cada vez mais intensa com a micro-história, a história regional, a história urbana e rural, a história ambiental, a história pública, a história oral, os estudos do património, as humanidades digitais e as abordagens comparativas e conectadas. O estudo de comunidades, paisagens, redes, poderes, arquivos, bibliotecas, memórias, conflitos, práticas de governação e usos públicos do passado permite compreender o local como lugar de densidade analítica, mediação social e produção crítica de conhecimento.
Este processo convida igualmente a repensar os suportes e as infraestruturas da investigação. Arquivos, bibliotecas, centros de documentação, colecções locais, repositórios digitais e redes locais de memória e conhecimento assumem um papel crescente na preservação, organização, mediação e democratização do saber histórico. A expansão da história oral, da participação comunitária, dos arquivos comunitários, da cartografia digital e das humanidades espaciais tem, por seu turno, vindo a alargar os métodos, os públicos e os modos de circulação da história local.
O X Congresso de História Local, a realizar no Porto, entre 24 e 26 de Novembro de 2026, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, pretende acompanhar e estimular esta renovação.
Chamada para comunicações
Dando continuidade às edições anteriores, o congresso propõe-se como espaço de debate, partilha e problematização em torno da história local enquanto campo historiográfico, prática de investigação e forma de mediação entre conhecimento académico, comunidades e território. Acolherá, por isso, contributos de natureza empírica, teórica e metodológica, bem como propostas que promovam o diálogo entre investigação histórica, ensino, história oral, arquivos, bibliotecas, património e participação pública.
A edição de 2026 reveste-se ainda de particular significado por coincidir com os 50 anos das primeiras eleições autárquicas democráticas. Esta efeméride convida a revisitar o poder local em democracia, a formação e consolidação das autarquias, o papel dos municípios e das freguesias, os processos de participação e representação, as transformações da administração local e as mudanças ocorridas nos territórios ao longo de meio século. Ao mesmo tempo, oferece uma oportunidade para analisar, à escala local, os modos concretos de construção da democracia, os seus ritmos, tensões, assimetrias e legados.
Convidam-se, assim, historiadores/as, investigadores/as, professores/as, estudantes, profissionais de arquivos, bibliotecas e património, bem como demais estudiosos/as, a submeter propostas de comunicação no amplo domínio da história local. Serão particularmente bem-vindas propostas que contribuam para aprofundar o lugar da história local na historiografia contemporânea, os seus instrumentos conceptuais, os seus desafios metodológicos e as suas articulações com outras escalas, campos e práticas de investigação.
- Teoria, historiografia, epistemologia e metodologias da história local
- História local entre o micro, o regional, o nacional, o imperial e o global
- Circulações, redes, conexões e abordagens comparativas, conectadas ou translocais
- Território, paisagem, ambiente, recursos e transformações socio-ecológicas
- História rural, urbana e regional em perspetiva renovada
- Municípios, freguesias, poder local, administração e governação territorial
- 50 anos das eleições autárquicas democráticas: participação, representação, cidadania e transformação local
- Comunidades, identidades, pertenças, memória e património
- História oral, testemunho, memória e conhecimento situado
- Arquivos, bibliotecas, centros de documentação, coleções locais e redes territoriais de conhecimento
- História pública, mediação cultural, participação comunitária e usos públicos do passado local
- Elites, sociabilidades, instituições, associativismo e trajetórias locais
- Trabalho, economia, mobilidades, infraestruturas, desigualdades e conflito social
- Violência política, resistência, repressão e democratização à escala local
- Perspetivas decoloniais, histórias situadas e crítica das narrativas hegemónicas
- Ferramentas digitais, cartografia histórica, SIG, bases de dados e humanidades espaciais
O congresso acolherá com particular interesse propostas que articulem investigação histórica rigorosa com reflexão conceptual, inovação metodológica e atenção às formas contemporâneas de preservação, circulação e uso do conhecimento histórico.
Serão igualmente valorizadas comunicações que explorem o potencial da história local para compreender problemas mais vastos, produzir conhecimento socialmente relevante e reforçar a ligação entre investigação, território e cidadania.
Painel para jovens investigadores: à semelhança das edições anteriores, o congresso pretende também incentivar a participação de estudantes em início de percurso académico, promovendo a sua integração em contextos de discussão científica exigentes e formativos.
Envio de propostas
Todas as propostas deverão ser submetidas através do formulário disponível 🔗neste link. até 31 de Julho de 2026.
Inscrições
A inscrição no congresso é individual e gratuita e deverá ser feita através do formulário disponível 🔗neste link até ao dia 23 de Novembro de 2026.
Calendarização
Submissão de propostas: até 31 de Julho de 2026
Notificação de aceitação de propostas: 20 de Setembro de 2026
Divulgação do Programa: 20 de Setembro de 2026
Prazo para inscrições: até 23 de Novembro de 2026
Congresso: 24 a 26 de Novembro de 2026
Contacto: congressohistorialocal@gmail.com
Comissão Organizadora
Catarina Pimentel Neto (CEF — NOVA FCSH)
Catarina Veiga dos Santos (CEF — NOVA FCSH)
Diogo Ferreira (CEF — NOVA FCSH)
Eunice Relvas (CEF — NOVA FCSH / GEO-CML)
Guilherme Sequeira (CEF — NOVA FCSH)
Inês José ( IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / CEF — NOVA FCSH)
João Francisco Pereira (CEF — NOVA FCSH / CEHR-UCP)
João Pedro Santos (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST)
Liliana Caldeira (CEF — NOVA FCSH)
Maria Fernanda Rollo (CEF — NOVA FCSH)
Maria Miguel Fresco (CEF — NOVA FCSH)
Mariana Reis de Castro (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST / CEF — NOVA FCSH)
Pedro Serra (CEF — NOVA FCSH)
Tempo
novembro 24 (Terça-feira) - 26 (Quinta-feira)
Localização
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Rua de D. Manuel II, Jardins do Palácio de Cristal — 4050-239 Porto
Organizador
Várias instituições

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Conferência sobre o desenvolvimento de infraestruturas para os bens comuns globais, tendo como objetivo promover um diálogo interdisciplinar sobre as infraestruturas através das quais os bens comuns globais têm sido
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Detalhes do Evento
Conferência sobre o desenvolvimento de infraestruturas para os bens comuns globais, tendo como objetivo promover um diálogo interdisciplinar sobre as infraestruturas através das quais os bens comuns globais têm sido produzidos materialmente, contestados politicamente e transformados historicamente. Prazo: 15 Agosto 2026
Infrastructuring the Global Commons: High Seas, Antarctica, Outer Space, and Beyond
2026 JOINT INTERNATIONAL WORKSHOP
The notion of the “global commons” has long designated spaces that exceed the territorial sovereignty of any single state and whose use, regulation, and protection raise questions of collective concern: the high seas, Antarctica, outer space, the deep seabed, the atmosphere, and, more recently, the electromagnetic spectrum, the dark and quiet sky, and other planetary environments whose degradation cannot be contained within national borders.
These spaces are increasingly traversed, measured, secured, exploited, and reconfigured by expanding infrastructural systems. Submarine fibre-optic cables, satellite constellations, polar logistics, deep-sea sensing systems, launch sites, data centres, remote observatories, mining areas, bioprospecting sites and environmental monitoring platforms are transforming the material and legal conditions through which global commons are known, exploited and governed. These infrastructures enable connectivity, scientific cooperation, environmental protection, and forms of international coordination. At the same time, they produce new asymmetries of access, extractive frontiers, geopolitical tensions, and uneven geographies marked by dependency.
The infrastructuring of the global commons is inseparable from the rise of corporate networks that reorganise access to shared environments through proprietary systems, technical standards, and vertically integrated infrastructures: a layered assemblage of cloud platforms, data centres, submarine cables, satellite systems, sensing devices, AI models, logistical networks, and energy infrastructures through which planetary spaces are increasingly connected and made operational.
This workshop asks how global commons have been – and are being – infrastructured. How have infrastructures transformed spaces formally imagined as open, shared, or beyond appropriation into operational environments of communication, extraction, surveillance, conservation, experimentation, and accumulation? How do legal regimes such as the BBNJ Agreement, the Antarctic Treaty System, the Outer Space Treaty, spectrum governance, and emerging debates around orbital congestion or dark and quiet skies mediate these transformations? And how are older histories of empire, logistics, science, and capitalist expansion being recomposed through contemporary planetary infrastructures?
The workshop aims to foster an interdisciplinary conversation on the infrastructures through which global commons have been materially produced, politically contested, and historically transformed. We welcome papers from history, geography, political ecology, science and technology studies, international law, critical security studies, environmental humanities, media studies, anthropology, sociology, and related fields.
Call for Papers
Contributions may address, among other topics:
- Colonial and postcolonial histories of ‘global commons’ and ‘global infrastructures’;
- Submarine cables, seabed infrastructures, high-seas governance, and marine protected areas;
- Satellite constellations, orbital debris, spectrum politics, and the protection of the dark and quiet sky;
- Antarctic and polar infrastructures, logistics, science, tourism, and extractive imaginaries;
- Data centres, cloud platforms, AI infrastructures, and the material geographies of planetary computation;
- Environmental monitoring, remote sensing, and the production of governable planetary spaces;
- Infrastructural labour, maintenance, repair, vulnerability, and breakdown;
- Counter-mapping, commoning, and resistance to the really-existing politics of global infrastructure.
Interested scholars are invited to send an abstract of 300–500 words and a short bio to Amedeo Policante [policante@fcsh.unl.pt] and Mattia Frapporti [mattia.frapporti2@unibo.it] by 15 August 2026.
The workshop will take place in Lisbon on 4 December 2026 as part of the Bologna–Lisbon 2026 Joint International Workshop.
» Download the Call for Papers (PDF) «

Tempo
Todo o dia (Sexta-feira)
Localização
Colégio Almada Negreiros (NOVA FCSH)
Organizador
Nova University of Lisbon and University of Bologna

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Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar. Nas Margens
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Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar.
Nas Margens do Possível:
um grupo de discussão de ficção científica
Nas Margens do Possível é um grupo de discussão de ficção científica dirigido aos membros da comunidade alargada da Universidade NOVA de Lisboa. Uma vez por mês, investigadores/as, estudantes e outros trabalhadores/as interessados na ficção científica enquanto categoria literária, histórica, e artística, reúnem-se para explorar as dimensões narrativas e visuais de obras seleccionadas. O foco do grupo será em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar, tanto através da especulação perspectiva como da prospectiva. Interessa-nos examinar tanto a sua dimensão histórica como o seu potencial para imaginar o futuro, mapeando os padrões complexos de relação entre humanos e mais-que-humanos que estão na génese de muitas destas histórias e da sua articulação com a sociedade. O programa alterna entre livros, ensaios e filmes para permitir uma discussão sobre as formas diversas de narração deste género, procurando, também, uma justaposição de temas, abordagens e metodologias para pensar as paisagens temporais expressas na ficção científica que permitam, por um lado, análises contextuais e cumulativas e, por outro, a construção de novos processos colaborativos de trabalho entre os intervenientes.
Curadoria: Hélia Marçal e Rui Lopes
Organização: Instituto de História da Arte e Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH)
Programa 2026
14 de Outubro: Os Despossuídos (The Dispossessed), Ursula K. Le Guin (1974). Introdução por Rui Lopes.
11 de Novembro: “Venus in Two Acts,” Small Axe, Saidiya Hartman (2008). Introdução por Hélia Marçal
9 de Dezembro: Quest, realizado por Saul Bass, Elaine Bass (1984). Com visualização do filme. Introdução por Rui Lopes e Hélia Marçal.
Apoios: Este grupo é apoiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito dos projectos UID/00417/2025 (DOI https://doi.org/10.54499/UID/00417/2025), UID/04209/2025 (DOI: https://doi.org/10.54499/UID/04209/2025), LA/P/0132/2020 (DOI: https://doi.org/10.54499/LA/P/0132/2020), e contratos 2023.11076.TENURE.193 e 2023.11076.TENURE.202.
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Sala 215
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH e Instituto de História da Arte — NOVA FCSH

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Conferência que marca o culminar do Projecto KNOW.AFRICA e tem como objectivo de analisar criticamente a forma como os encontros interculturais e os atores locais contribuíram para a produção de
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Detalhes do Evento
Conferência que marca o culminar do Projecto KNOW.AFRICA e tem como objectivo de analisar criticamente a forma como os encontros interculturais e os atores locais contribuíram para a produção de conhecimento sobre África.
Knowing Africa: Entanglements, colonialism and its legacies
The International Conference Knowing Africa: Entanglements, colonialism and its legacies will take place from 13 to 15 January 2027 at the University of Évora, organised by the following organisations: Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade NOVA de Lisboa; IN2PAST ; Universidade de Évora; Projeto KNOW.AFRICA (https://doi.org/10.54499/2022.01599.PTDC)
This three-day international conference marks the culmination of the KNOW.AFRICA Project (https://doi.org/10.54499/2022.01599.PTDC) and will bring together scholars from the history of science, anthropology, museum studies, African studies, imperial and colonial history, biology, visual culture, and related fields to critically examine how cross-cultural encounters and local actors contributed to the production of knowledge about Africa.
Call for papers
We particularly welcome submissions that engage with, but are not limited to, the following themes:
- Methodological approaches to archival research in colonial and formerly colonized contexts;
- Ethical challenges in field-based research within the social sciences and humanities, including community engagement, protocols for the collection and use of materials, and practices of acknowledgement and attribution;
- Invisibilities, silences, and untold histories, including those of local actors, collections, archives, and knowledge systems;
- Cross-cultural encounters, exchanges, and processes of knowledge production;
- Science communication and public engagement in schools, local communities, and citizen science initiatives.
Submission period: 17 July 2026
Registration is free but mandatory, and proposals may be submitted via the following link.
>>Download the call for papers (PDF) <<

Tempo
janeiro 13 (Quarta-feira) - 15 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évoracehfc@uevora.pt Largo dos Colegiais, 2 — 7000-812 Évora

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A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI). IV
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A quarta edição do Congresso Karl Marx tem como objectivo analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI).
IV Congresso Karl Marx
A Crise do Capitalismo Neoliberal e a Necropolítica
O IV Congresso Karl Marx realiza-se a 22 e 23 de Janeiro de 2027 na NOVA FCSH (campus da Av. de Berna, Lisboa) organizado pelas seguintes entidades: Associação Portuguesa de Economia Política (APEcPol); Centro Interdisicplinar de Ciências Sociais – CICS.NOVA; CULTRA – Associação Cultural; Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade NOVA/FCSH; Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (IS-UP), ERC-STEXEU (The Constitutional Road to Dictatorship: States of Exception and Authoritarianism in Europe, 1900–39).
O objectivo do congresso é analisar a crise do capitalismo neoliberal (anos 80 do século XX – primeiro quartel do século XXI) numa dupla perspectiva: a da perspectiva histórica e a do debate teórico sobre a crise nas suas diversas dimensões e do estudo das experiências de activismo social, político ou cultural com ela relacionadas.
Nesse sentido, o congresso decorrerá organizado em torno de sessões plenárias (conferências de palestrantes convidados) e das sete secções temáticas seguintes:
- Secção I: A crise económica-financeira do capitalismo neoliberal (natureza e características da crise do capitalismo tardio; taxas de lucro e acumulação; centro e periferia; revolução tecnológica e tecnoligarquias; financiarização; criptomoedas; ofensiva privatizadora; velhas e novas formas de extracção da mais valia e problemas afins)
- Secção II: Política, hiperpolítica e necropolítica (crise de legitimidade/representatividade dos sistemas liberais; a rendição do liberalismo; declínio do rotativismo entre social-democracia e forças liberais e conservadoras; a ameaça neo-fascista e as suas características na época atual; a radicalização das direitas tradicionais; o trumpismo e fenómenos afins; lutas e impasses das esquerdas emancipatórias).
- Secção III: Transformações e lutas sociais (mudanças estruturais e comportamentais nas classes trabalhadoras, segmentação, precarização, sindicalização; as novas relações de força no mundo laboral: “o pacote laboral” de 2025-26 em Portugal no contexto internacional de contra-reforma dos direitos do trabalho; trabalho imigrante; migrações, divisão internacional do trabalho e regimes racializados de acumulação; medo e insegurança nas classes intermédias e marginalizadas; processos de pauperização; as mudanças nas classes dominantes, a tecnoligarquia; o novo papel da manipulação algorítmica e das redes sociais; heteronormatividade e marxismo queer; experiências de luta no trabalho, na habitação, na saúde, na educação, etc.)
- Secção IV: Capitalismo tardio, desastre ecológico-ambiental e eco-socialismo (as políticas ambientais do capitalismo; a crise ecológica e ambiental e a sua evolução; crescimento e decrescimento, antropoceno e capitaloceno, extractivismo; experiências do activismo ambientalista nas suas várias correntes e expressões).
- Secção V: Feminismos, emancipação e reprodução social (o patriarcado e a situação das mulheres na sociedade, na política, na cultura do capitalismo tardio; trabalho reprodutivo e lutas em torno da reprodução social; direitos LGBTQIA+ e discriminação, sobre-exploração, violência, poder masculino: convivências, impunidades, conquistas políticas, a situação actual; neo-fascismo, ultramontanismo, anti-feminismo; experiências de combate feministas; a esquerda emancipatória e o movimento feminista; as várias correntes e expressões dos feminismos atuais).
- Secção VI: Cultura e contra-revolução cultural (o papel da contra-revolução cultural na emergência da nova extrema-direita neo-fascista; as várias dimensões do revisionismo cultural conservador e fascizante: na História, na memória, na política, no discurso social, na ideologia; o novo papel da cultura democrática e de massas no entendimento transformador das realidades presentes)
- Secção VII: Imperialismo, guerra e genocídio (novos e velhos imperialismos; as guerras de agressão e disputa imperial: Ucrânia, Palestina, Líbano, Irão; colapso do multilateralismo e do direito internacional; o regresso impune das políticas das canhoneiras e da lei do mais forte; trumpismo e América Latina: Cuba, Venezuela e afins; a corrida aos armamentos; a ameaça da III Guerra Mundial; as lutas contra as necropolíticas imperais).
Chamada para comunicações
As propostas de comunicação ao congresso só serão consideradas pela Comissão Científica nas seguintes condições:
a) Respeitarem no seu conteúdo os âmbitos temáticos das sete secções do congresso;
b) Terem a forma de resumos, em português ou inglês, com o máximo de 2000 caracteres, incluindo uma muito breve nota identificadora e curricular das e dos seus autores;
c) Serem submetidas através deste formulário online.
Todas as propostas de comunicação deverão ser recebidas até 30 de Junho de 2026.
As propostas serão apreciadas pela Comissão Científica do congresso e as/os proponentes serão disso notificados até dia 30 de Setembro de 2026. A lotação das salas disponíveis na FCSH poderá condicionar um número limite das propostas de comunicação a aceitar.
O IV Congresso Karl Marx é aberto ao público e de acesso gratuito.
Os keynote speakers são: Virgínia Fontes – Universidade Federal Fluminense; Vivek Chibber – Universidade de New York; Andrej Grubacic – Universidade da Califórnia.
Comissão Organizadora
Arturo Zoffmann Rodriguez, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Fernando Rosas, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / CULTRA
Giulia Strippoli, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Jonas Van Vossole, CES — Universidade de Coimbra
José Soeiro, Instituto de Sociologia — FLUP
Luís Trindade, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Manuel Loff, FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Mariana Mortágua, DINÂMIA’CET — Iscte
Comissão Científica
Adriana Valobra, UNLP
Alexis Cukier, UPoitiers
Alexandre Abreu, ISEG
Ana Alves da Silva, APEP
Ana Sofia Ferreira, IS-UP
André Vianna Matos, Fiocruz
Ankica Čakardić, UZagreb
António Pedro Pita, CES/UC
Aurélie Andry, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Bernardo Ferro, IEF/UC
Carme Molinero, UAB
Carla Luciana Silva, UNIOESTE
Carlos Zacarias de Sena Júnior, UFBA
Cátia Guimarães, Fiocruz
Cecília Honório, CULTRA
Emanuele Leonardo, UBologna
Fernando Bessa Ribeiro, CICS.NOVA
Fernando Oliveira Baptista, ISA/UL
Francisco Louçã, ISEG/UL
Geo Britto, ETP-RJ
George Souvlis, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Gilberto Calil, UNIOESTE
Giovanna Vertova, UBergamo
Hernán Camarero, UBA-CEHTI
Inês Barbosa, IS-UP
Javier Tébar, UB
Joana Dias Pereira, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
João Leonardo Medeiros, UFF
João Mineiro, CRIA/ISCTE
João Rodrigues, FE/UC
João Teixeira Lopes, IS-UP
Lígia Ferro, IS-UP
Manuel Carlos Silva, CICS/UMinho
Marcela Uchoa, IEF/UC
Marcelo Badaró Mattos, UFF
Mariana Mortágua, ISCTE
Miguel Cardina, CES/UC
Olivier Neveux, ENS Lyon
Paula Godinho, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Pere Ysàs, UAB
Riccardo Bellofiore, UBergamo
Ricardo Noronha, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Sílvia Correia, IS-UP
Simone Tulumello, APEP
>> Descarregar a chamada para comunicações (PDF) <<

Tempo
janeiro 22 (Sexta-feira) - 23 (Sábado)
Organizador
Várias instituições

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Conferência internacional dedicada à análise da aplicação histórica dos estados de exceção em diferentes contextos geográficos, tanto na Europa como fora dela, e num período de tempo mais alargado (cerca
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Conferência internacional dedicada à análise da aplicação histórica dos estados de exceção em diferentes contextos geográficos, tanto na Europa como fora dela, e num período de tempo mais alargado (cerca de 1890-1950). Prazo: 1 Outubro 2026
The Constitutional Road to Authoritarianism:
States of Exception in Historical Perspective, 1890-1950
International Conference, Crete, University of Rethymno, May 2027
How exceptional are states of exception in liberal democracies? During the two world wars, European governments suspended constitutional norms and granted themselves extraordinary powers in the name of national survival and public order. Yet emergency rule was not merely a temporary wartime deviation. As scholars such as Carl Schmitt, Giorgio Agamben, Nomi Claire Lazar and Eugénie Mérieau have argued, states of exception are deeply embedded within modern liberal democracies. In some cases, emergency mechanisms facilitated the transition from liberal democracy to dictatorship.
A state of exception may be broadly defined as the temporary and geographically limited suspension of individual and public rights and freedoms and of the separation of powers in response to a perceived crisis. It enables governments to exercise extraordinary powers beyond normal legal constraints. Sometimes these powers are clearly codified through legal categories such as “state of siege” or “martial law.” In other cases, exceptional rules operate through more ambiguous legal frameworks. What has become increasingly clear, however, is that such measures are not historical aberrations but structural features of modern governance.
The study of states of exception has traditionally been dominated by jurists and philosophers, whereas historians have rarely engaged with this phenomenon. This conference addresses this gap. Rather than focusing solely on legal doctrines or constitutional texts, the conference examines how states of exception were historically enacted, negotiated, and contested in practice, highlighting the concrete actors and institutions—both state and non-state—that enabled the suspension of normal legal order. The conference examines concretely what happened on the ground when states of exception were activated. Emphasis is placed on historically specific episodes, tracing how emergency measures were mobilized, enforced, and legitimized, revealing the mechanisms through which extraordinary powers reshaped political and social orders.
This workshop is organised within the framework of the ERC project STEXEU – “The Constitutional Road to Dictatorship: States of Exception and Authoritarianism in Europe, 1900-1939”. While the project focuses primarily on Europe, we invite contributions exploring the historical implementation of states of exception across different geographical contexts, both within and beyond Europe, and in a longer timespan (circa 1890-1950).
Drawing directly on the STEXEU analytical framework, the conference situates states of exception within the broader constitutional and institutional pathways toward authoritarianism. Contributions are encouraged to examine not only formal decrees but also the concrete practices, negotiations, and conflicts through which emergency powers were operationalized. By connecting legal texts with social, political, and institutional processes, the workshop seeks to show how states of exception contributed to the erosion of the rule of law and facilitated the rise of fascist or authoritarian regimes, while also exploring variation across time, space, and political contexts. Comparative and transnational perspectives are particularly welcome, as are studies that consider interactions between state and non-state actors in shaping exceptional governance.
We aim to publish a selection of the conference papers as a special issue or as an edited volume with a leading academic publisher. Participants will therefore be asked to submit a draft chapter prior to the workshop and to read the papers of fellow presenters in advance. We plan to organize the workshop as a discussion-based event, with substantial time devoted to collective feedback and exchange around the pre-circulated drafts. For this reason, the conference will have an exclusively in-person format.
Format: In-person conference
Call for Papers
Key Themes (indicative, not exhaustive):
- Historical case studies of specific states of exception in Europe and beyond
- Institutions of exception: military, judiciary, police, administrative bodies
- Non-state actors and the enforcement of exception (paramilitaries, militias, economic actors)
- Political elites, bureaucrats, and intellectuals as implementers of exceptional measures
- Targets of states of exception in the liberal metropoles (organized workers, ethnic minorities, colonized peoples, women and queer minorities, etc.)
- Circulations of actors, ideas and practices of states of exception from the colonies to the colonial cores
- Emergency powers and the erosion of the rule of law
- States of exception and pathways to authoritarianism or fascism
- Everyday practices of exception: local, regional, and sectoral perspectives
- Comparative and transnational perspectives on exceptional governance
Submission Guidelines
Please submit:
- An abstract of 300 words
- A short biographical note (maximum 150 words)
Deadline for submissions: 1 October 2026
Notification of acceptance:15 October 2026
Submissions should be sent to this google form.
Any questions should be directed to: gsouvlis@fcsh.unl.pt
Funding
Limited funding may be available to support participants. Priority will be given to early-career scholars without access to institutional funding.
Organising committee
- Aurélie Andry
- Henrique Cintra Santos
- Aliaksandr Piahanau
- George Souvlis
- Carmine Stornaiuolo
- Arturo Zoffmann Rodriguez

Tempo
maio 13 (Quinta-feira) - 14 (Sexta-feira)
Localização
University of Crete (Department of Political Science), Rethymno Campus, Crete, Greece
Eventos com chamadas abertas

Detalhes do Evento
Conferência internacional dedicada à análise da aplicação histórica dos estados de exceção em diferentes contextos geográficos, tanto na Europa como fora dela, e num período de tempo mais alargado (cerca
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Detalhes do Evento
Conferência internacional dedicada à análise da aplicação histórica dos estados de exceção em diferentes contextos geográficos, tanto na Europa como fora dela, e num período de tempo mais alargado (cerca de 1890-1950). Prazo: 1 Outubro 2026
The Constitutional Road to Authoritarianism:
States of Exception in Historical Perspective, 1890-1950
International Conference, Crete, University of Rethymno, May 2027
How exceptional are states of exception in liberal democracies? During the two world wars, European governments suspended constitutional norms and granted themselves extraordinary powers in the name of national survival and public order. Yet emergency rule was not merely a temporary wartime deviation. As scholars such as Carl Schmitt, Giorgio Agamben, Nomi Claire Lazar and Eugénie Mérieau have argued, states of exception are deeply embedded within modern liberal democracies. In some cases, emergency mechanisms facilitated the transition from liberal democracy to dictatorship.
A state of exception may be broadly defined as the temporary and geographically limited suspension of individual and public rights and freedoms and of the separation of powers in response to a perceived crisis. It enables governments to exercise extraordinary powers beyond normal legal constraints. Sometimes these powers are clearly codified through legal categories such as “state of siege” or “martial law.” In other cases, exceptional rules operate through more ambiguous legal frameworks. What has become increasingly clear, however, is that such measures are not historical aberrations but structural features of modern governance.
The study of states of exception has traditionally been dominated by jurists and philosophers, whereas historians have rarely engaged with this phenomenon. This conference addresses this gap. Rather than focusing solely on legal doctrines or constitutional texts, the conference examines how states of exception were historically enacted, negotiated, and contested in practice, highlighting the concrete actors and institutions—both state and non-state—that enabled the suspension of normal legal order. The conference examines concretely what happened on the ground when states of exception were activated. Emphasis is placed on historically specific episodes, tracing how emergency measures were mobilized, enforced, and legitimized, revealing the mechanisms through which extraordinary powers reshaped political and social orders.
This workshop is organised within the framework of the ERC project STEXEU – “The Constitutional Road to Dictatorship: States of Exception and Authoritarianism in Europe, 1900-1939”. While the project focuses primarily on Europe, we invite contributions exploring the historical implementation of states of exception across different geographical contexts, both within and beyond Europe, and in a longer timespan (circa 1890-1950).
Drawing directly on the STEXEU analytical framework, the conference situates states of exception within the broader constitutional and institutional pathways toward authoritarianism. Contributions are encouraged to examine not only formal decrees but also the concrete practices, negotiations, and conflicts through which emergency powers were operationalized. By connecting legal texts with social, political, and institutional processes, the workshop seeks to show how states of exception contributed to the erosion of the rule of law and facilitated the rise of fascist or authoritarian regimes, while also exploring variation across time, space, and political contexts. Comparative and transnational perspectives are particularly welcome, as are studies that consider interactions between state and non-state actors in shaping exceptional governance.
We aim to publish a selection of the conference papers as a special issue or as an edited volume with a leading academic publisher. Participants will therefore be asked to submit a draft chapter prior to the workshop and to read the papers of fellow presenters in advance. We plan to organize the workshop as a discussion-based event, with substantial time devoted to collective feedback and exchange around the pre-circulated drafts. For this reason, the conference will have an exclusively in-person format.
Format: In-person conference
Call for Papers
Key Themes (indicative, not exhaustive):
- Historical case studies of specific states of exception in Europe and beyond
- Institutions of exception: military, judiciary, police, administrative bodies
- Non-state actors and the enforcement of exception (paramilitaries, militias, economic actors)
- Political elites, bureaucrats, and intellectuals as implementers of exceptional measures
- Targets of states of exception in the liberal metropoles (organized workers, ethnic minorities, colonized peoples, women and queer minorities, etc.)
- Circulations of actors, ideas and practices of states of exception from the colonies to the colonial cores
- Emergency powers and the erosion of the rule of law
- States of exception and pathways to authoritarianism or fascism
- Everyday practices of exception: local, regional, and sectoral perspectives
- Comparative and transnational perspectives on exceptional governance
Submission Guidelines
Please submit:
- An abstract of 300 words
- A short biographical note (maximum 150 words)
Deadline for submissions: 1 October 2026
Notification of acceptance:15 October 2026
Submissions should be sent to this google form.
Any questions should be directed to: gsouvlis@fcsh.unl.pt
Funding
Limited funding may be available to support participants. Priority will be given to early-career scholars without access to institutional funding.
Organising committee
- Aurélie Andry
- Henrique Cintra Santos
- Aliaksandr Piahanau
- George Souvlis
- Carmine Stornaiuolo
- Arturo Zoffmann Rodriguez

Tempo
maio 13 (Quinta-feira) - 14 (Sexta-feira)
Localização
University of Crete (Department of Political Science), Rethymno Campus, Crete, Greece
outubro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
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Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #7: Make Believe: Parafiction and Plausibility, by Carrie Lambert-Beatty
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The seventh session of the RESONANCE Reading Group focuses on the paper Make-Believe: Parafiction and Plausibility, by Carrie Lambert-Beatty, published in the journal October in 2009. With moderation by Afonso Dias Ramos (IHA — NOVA FCSH / IN2PAST), the session takes as its starting point this text, which proposes the concept of ‘parafiction’ as a framework for considering artistic practices that operate between reality and fiction, questioning the mechanisms of credibility and the construction of truth.
To register for this session, please send an email to the project team at resonance.fcsh.unl@gmail.com.
More information about the RESONANCE project here.
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Quinta-feira) 12:00 pm - 1:30 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Décima edição da Conferência José Medeiros Ferreira, que marca o início do ano lectivo 2026/2027 do Doutoramento em História na NOVA FCSH. Com
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Detalhes do Evento
Décima edição da Conferência José Medeiros Ferreira, que marca o início do ano lectivo 2026/2027 do Doutoramento em História na NOVA FCSH. Com Javier Moreno Luzón.
Os debates sobre a Guerra Civil Espanhola:
da reconciliação nacional à memória democrática (1975-2025)
Javier Moreno Luzón (Universidad Complutense de Madrid)
A Guerra Civil (1936-1939) foi o acontecimento central na história da Espanha contemporânea e a sua memória continua muito viva nos dias de hoje. É, por assim dizer, um passado que não quer desaparecer. Entre a morte do ditador Francisco Franco e os nossos dias, têm-se verificado intensos debates, nos quais participaram políticos, movimentos sociais, meios de comunicação e, claro, inúmeros historiadores e historiadoras. Desta forma, as polémicas e os avanços historiográficos entrelaçaram-se com os conflitos que agitaram a esfera pública espanhola. O resultado foi tão complexo quanto fascinante.
Sobre o orador:
Javier Moreno Luzón (Hellín, 1967) é professor catedrático de História do Pensamento e dos Movimentos Sociais e Políticos na Universidade Complutense de Madrid, onde desenvolve o seu trabalho docente e de investigação desde 1997. Foi assistente na UNED e professor ou investigador visitante em várias universidades e centros fora de Espanha, entre os quais a Universidade de Harvard, a École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, a Sorbonne Université, a London School of Economics and Political Science, a Universidade Metropolitana de Tóquio e a Universidade da Califórnia, San Diego. Foi também subdirector-geral do Centro de Estudios Políticos y Constitucionales. Especialista na vida política da Espanha da Restauração (1875-1923), publicou múltiplos trabalhos sobre clientelismo, partidos, eleições, parlamentarismo, elites, monarquia e nacionalismo espanhol. Actualmente, os seus interesses de investigação incidem sobre religião e políticas nacionalistas no século XX. Os seus últimos livros publicados são, como autor principal, El rey patriota. Alfonso XIII y la nación (Barcelona, Galaxia Gutenberg, 2023. Prémio Nacional de História 2024 e Prémio Juan José Carreras da Associação de História Contemporânea 2024), e, como editor científico e juntamente com María Nagore Ferrer, Music, Words, and Nationalism. National Anthems and Songs in the Modern Era (Nova Iorque, Palgrave Macmillan, 2024). Dirige o Seminário de História Santos Juliá (UCM/UNED/Fundación Ortega-Marañón/Fundación Francisco Giner de los Ríos-ILE), de Madrid, e a revista Historia y Política (UCM/UNED/CEPC).
>> 📎 Folheto da conferência (PDF)
Tempo
(Sexta-feira) 5:30 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar. Nas Margens
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Detalhes do Evento
Grupo de discussão de ficção científica aberto a toda a comunidade NOVA, com o foco em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar.
Nas Margens do Possível:
um grupo de discussão de ficção científica
Nas Margens do Possível é um grupo de discussão de ficção científica dirigido aos membros da comunidade alargada da Universidade NOVA de Lisboa. Uma vez por mês, investigadores/as, estudantes e outros trabalhadores/as interessados na ficção científica enquanto categoria literária, histórica, e artística, reúnem-se para explorar as dimensões narrativas e visuais de obras seleccionadas. O foco do grupo será em obras que interroguem o futuro e o próprio processo de ficcionar, tanto através da especulação perspectiva como da prospectiva. Interessa-nos examinar tanto a sua dimensão histórica como o seu potencial para imaginar o futuro, mapeando os padrões complexos de relação entre humanos e mais-que-humanos que estão na génese de muitas destas histórias e da sua articulação com a sociedade. O programa alterna entre livros, ensaios e filmes para permitir uma discussão sobre as formas diversas de narração deste género, procurando, também, uma justaposição de temas, abordagens e metodologias para pensar as paisagens temporais expressas na ficção científica que permitam, por um lado, análises contextuais e cumulativas e, por outro, a construção de novos processos colaborativos de trabalho entre os intervenientes.
Curadoria: Hélia Marçal e Rui Lopes
Organização: Instituto de História da Arte e Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH)
Programa 2026
14 de Outubro: Os Despossuídos (The Dispossessed), Ursula K. Le Guin (1974). Introdução por Rui Lopes.
11 de Novembro: “Venus in Two Acts,” Small Axe, Saidiya Hartman (2008). Introdução por Hélia Marçal
9 de Dezembro: Quest, realizado por Saul Bass, Elaine Bass (1984). Com visualização do filme. Introdução por Rui Lopes e Hélia Marçal.
Apoios: Este grupo é apoiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito dos projectos UID/00417/2025 (DOI https://doi.org/10.54499/UID/00417/2025), UID/04209/2025 (DOI: https://doi.org/10.54499/UID/04209/2025), LA/P/0132/2020 (DOI: https://doi.org/10.54499/LA/P/0132/2020), e contratos 2023.11076.TENURE.193 e 2023.11076.TENURE.202.
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Sala 215
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH e Instituto de História da Arte — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Iniciativa formativa que visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula. Cá-Pum!
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Detalhes do Evento
Iniciativa formativa que visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula.
Cá-Pum!
História e Memória do Estado Novo na Banda Desenhada
No dia 22 de Outubro de 2026, o Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH), em colaboração com a Associação de Professores de História, vai dinamizar no POW! Amadora BD um workshop de ensino de História a partir de bandas desenhadas, com um foco particular na história e memória do Estado Novo. Coordenada por dois investigadores do IHC, especializados na didáctica da História e no estudo da banda desenhada e da ditadura portuguesa, esta iniciativa visa explorar a fronteira entre a história e a memória, ler narrativas visuais e conversar sobre o seu possível papel na sala de aula, partilhar interpretações e rabiscar esta experiência!
O workshop inclui uma visita guiada à Exposição. Inscrevam-se no formulário abaixo.
Formadores: Ana Catarina Pinto e Rui Lopes
Duração: 6 horas
Modalidade: Presencial
Data: 22 de Outubro de 2026
Inscrições: até 16 de Outubro de 2026
Limite: 25 lugares
Local: Parque da Liberdade – Núcleo Central, Rua Carvalho Araújo, s/n — 2720-087 Damaia (Amadora)
Tempo
(Quinta-feira) 10:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Associação de Professores de História e Amadora BD
Pesquisa
Notícias
IHC apoia exposição sobre a Guerra Civil de Espanha
Set 24, 2026
Exposição será inaugurada a 29 de Setembro na FCSH
IHC na Noite Europeia dos Investigadores em Évora
Set 18, 2026
25 de Setembro, na Praça 1.º de Maio, das 17 às 22h
IHC renova os seus Órgãos Sociais e Coordenações
Set 15, 2026
Rui Lopes é o novo Presidente da Direcção do IHC







