Agenda
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop
- Event Name
seg
ter
qua
qui
sex
sab
dom
-
-
-
-
-
-
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Não Existem Eventos
Próximos eventos

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
Ver mais
Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #3: Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa (English translation). The chapter – “Resonance and Alienation as Basic Categories of a Theory of Our Relationship to the World” – explores two social effects of Rosa’s approach to a material-discursive (radical) relationality that is inherently affective. This is a crucial text to explore the material relationality of bodies, space, and the vibrations of modernity as both a historical category and a pernicious, insidious, infrastructure impacting our living in the world. This reading group is going to be led by Hélia Marçal (IHA — NOVA FCSH / IN2PAST).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Guava, axial view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford. Source: Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 12:30 pm - 2:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo
Ver mais
Detalhes do Evento
Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Between Culture and Diplomacy: US / Portugal relations in the 1940s-70s
Este evento reúne especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação desde a Segunda Guerra Mundial até ao final do Estado Novo. Terá particular destaque o papel de práticas culturais enquanto formas de diplomacia, incluindo filmes como os que compõem o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca entre os dias 2 e 31 de Março. A sessão terminará com a exibição e discussão do documentário Adventures in the Empire: a mistold story (Rui Lopes, 2024), sobre as representação cinematográficas do colonialismo português em Macau.
Oradores/as:
Frédéric Vidal (Universidade Autónoma de Lisboa), A Dinner with Roger Moore: Tourism and Portugal’s Cultural Policies in the Early 1960s
Miguel Moniz (ICS — Universidade de Lisboa), An Enemy of the State: the Associated Press, Salazar, and how Dennis Redmont’s Journalism Challenged a Dictatorship
Sara Antunes (ICS — Universidade de Lisboa), Report to the Senate: Allen Ellender’s Africa Tour and Estado Novo’s struggle for colonial legitimacy in the United States
Annarita Gori (ICS — Universidade de Lisboa), Navigating Space: American Astronauts in Lisbon (1966-71)
Rui Lopes (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST), Adventures in the Empire: a mistold story
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 5:30 pm - 7:30 pm
Localização
FLAD, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Rua Sacramento à Lapa, 21— 1249-090 Lisboa
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Jornada sobre as várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade, criado em 2021 na FCSH.
Ver mais
Detalhes do Evento
Jornada sobre as várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade, criado em 2021 na FCSH.
Jornada do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade
Nesta jornada, serão apresentadas várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade (CEDJMB-ML), entidade criada em 2021 na sequência do depósito do acervo documental de José Mário Branco na NOVA FCSH.
Funcionando como uma plataforma de colaboração entre o CESEM, o INET-md e, posteriormente, o IHC, o CEDJMB-ML tem como missão central a preservação e divulgação deste acervo, que contempla milhares de documentos em papel relacionados com as diversas vertentes da actividade artística de José Mário Branco, assim como gravações em formatos áudio e vídeo. Uma parte substancial desta documentação encontra-se já inventariada e disponibilizada numa plataforma online baseada no software AtoM (Access to Memory), que procura espelhar a própria organização física conferida pelo músico à sua documentação. Complementando o site lançado pelo CESEM em 2018, no qual já se encontrava disponível parte deste acervo documental, esta nova plataforma será apresentada no âmbito desta jornada.
PROGRAMA
10:30-11:00 – Sessão de Abertura
Alexandra Curvelo, Directora da NOVA FCSH
Salwa Castelo-Branco, Presidente da Comissão Científica do CEDJMB-ML
António Branco, representante da família
11:00-11.30 – O CESEM, o INET-md e o IHC no CEDJMB-ML
Manuel Pedro Ferreira, representante do CESEM
Manuel Deniz Silva, representante do INET-md
Victor Pereira, representante do IHC
Intervalo
11:45-12:45 – O Acervo e a Base de Dados do CEDJMB-ML
Ricardo Andrade, curador do acervo de JMB
Hugo Castro, curador do acervo de JMB
Patrícia Lopes, responsável arquivística
ALMOÇO
14:30-16:00 – A Base de Dados na Perspetiva de Utilizadores (Mesa-redonda)
Moderador: João Carlos Callixto
João Branco, filho de José Mário Branco e encenador
Elisabete Rodrigues, jornalista (Sul Informação)
Sílvia Seixas Rodrigues, arquivista da Orquestra do Algarve e mestranda em Ciências Musicais na NOVA FCSH
Pedro Boléo Rodrigues, musicólogo, crítico musical e maestro do Coro da Achada
Intervalo
16:30 Momento musical com Marco Oliveira e José Peixoto
Organização:
Hugo Castro, Ricardo Andrade, António Branco (curadores do CEDJMB-ML), Patrícia Lopes (arquivista do CEDJMB-ML), Salwa Castelo-Branco, Luís Trindade, Manuel Pedro Ferreira e Manuel Deniz Silva (Conselho Científico do CEDJMB-ML)
>> Descarregar o programa (PDF) <<
Tempo
(Quinta-feira) 10:30 am - 5:30 pm
Organizador
Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade

Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios)
Ver mais
Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades.
Visita guiada por Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Esta visita guiada vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades. Começando no icónico Largo de Santo Estêvão, seguiremos pelo rio (presença fundamental nestas representações da cidade) e partilharemos histórias das filmagens na Praça do Comércio e na Baixa, onde foram encenados múltiplos tiroteios, perseguições e conspirações, subindo depois para o miradouro de São Pedro de Alcântara.
A visita será conduzida por Rui Lopes, curador do ciclo.
As pessoas interessadas, devem deslocar-se ao Largo de Santo Estêvão às 16h30. A visita terá início às 17h.
Após a visita, às 19h30 na Cinemateca, será projectado o filme Storm Over Lisbon / Tempestade em Lisboa, uma das obras que inaugurou a presença destes espaços no cinema de espionagem.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:30 pm - 7:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos no workshop do projecto FILMASPORA em Cabo Verde. Escritas radicais e cine‑geografias: da Cidade da Praia
Ver mais
Detalhes do Evento
Sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos no workshop do projecto FILMASPORA em Cabo Verde.
Escritas radicais e cine‑geografias:
da Cidade da Praia à diáspora na Área Metropolitana de Lisboa
A equipa do projecto FILMASPORA vai realizar um workshop na Cidade da Praia (Santiago), em Cabo Verde, para explorar acervos vivos e memórias marginalizadas através de metodologias críticas de escuta, análise e escrita criativa.
Será dinamizado por Ana Rita Alves, Corsino Furtado, Inês Sapeta Dias, Fernando Moreira, Maíra Zenun, Max Rubem e Mário Vaz Almeida.
O encontro culminará com uma sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos ao longo da residência, abrindo ao público as práticas de escuta, escrita e investigação que estruturaram o workshop. O momento será seguido de uma conversa aberta com estudantes, cineastas, produtores culturais e outros agentes do campo artístico e cultural, concebida como um espaço de diálogo e troca crítica em torno de memória, diáspora e produção audiovisual.
Esta sessão terá lugar na Fundação GARAH, Cidade da Praia.
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Sábado) 3:00 pm - 6:00 pm
Localização
Fundação GARAH
Cidade da Praia, Santiago
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Fundação GARAH

Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
Ver mais
Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, aberta e fora de portas: uma conversa com Paula Albuquerque na livraria Tigre de Papel.
Becoming Opaque — A opacidade como resistência ao estereótipo fílmico
Paula Albuquerque (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Resumo:
O meu trabalho debruça-se sobre o cinema documental colonial a partir de uma perspectiva histórica, decolonial e anarquivista. Como artista e investigadora portuguesa, com ascendência indiana, e a residir entre Lisboa e Amesterdão, abordo os cinemas coloniais português e holandês enquanto formas de proto-vigilância, com enfoque nas políticas da representação. Investigo de que modo as técnicas cinematográficas contribuíram para a subjectificação dos povos indígenas nas ex-colónias europeias, ao construírem identidades visuais do “outro” que os posicionaram como subalternos e cujos ecos persistem em sistemas de vigilância contemporâneos. A minha prática anarquivista adopta estratégias visuais emancipatórias através da investigação artística, desafiando modos expropriadores de representação colonial.
A moderação será realizada por Luís Trindade.
Para mais informações: oficinahistoriaeimagem@gmail.com
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Prazo: 4 Janeiro 2026 Do
Ver mais
Detalhes do Evento
Congresso que tem como objectivo discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico. Prazo: 4 Janeiro 2026
Do Fascismo ao Neofascismo?
(Des)Continuidades entre o Fascismo Clássico e a Extrema-Direita do Século XXI
Está em curso o debate sobre a natureza política, ideológica e social da extrema-direita contemporânea, especialmente a que está ativa no século XXI. O debate académico, neste caso mais do que noutros, acompanha de perto o debate público sobre os desenvolvimentos políticos que são percecionados como tendo consequências dramáticas para o futuro. Um grande número de explicações foi proposto e uma ampla gama de conceitos oferecida, aplicáveis a casos específicos, sejam eles de âmbito nacional ou regional, ou ao próprio fenómeno global — porque, e isto é importante, é um fenómeno global com o qual estamos a lidar. Tal como o fascismo há cem anos. Os/as investigadores/as são quase sempre forçadas a tomar uma posição sobre a questão das continuidades (Finchelstein, 2019; Palheta, 2022) e das descontinuidades (Forti, 2024) entre, por um lado, o fascismo clássico (1922-1945) e o que eram naquela época outros fenómenos ultrarreacionários que, no período entre guerras, se tornaram subprodutos do fascismo através do processo de fascização e, por outro lado, as novas formas adotadas pela extrema- -direita desde 1945 e, sobretudo, desde a viragem do século XX para o século XXI. Em nome da urgência de uma abordagem científica ao que parece ser a crise mais grave dos sistemas liberais desde a década de 1930, pretendemos neste congresso discutir a forma como a nova extrema-direita do século XXI se posiciona em relação ao legado do fascismo clássico, porque “precisamos de explicar a continuidade entre o fascismo histórico e o populismo de direita contemporâneo como uma radicalização da política pós- -liberal baseada na erosão da participação democrática e no surgimento de uma nova política do medo” (Woodley, 2010).
Em consonância com esta posição, o congresso acolherá, também, estudos sobre as culturas políticas antifascistas, a começar pelas que surgiram em reação à onda fascista da década de 1930 e ao seu sucesso político (Kallis, 2015). O objetivo aqui é dar espaço a estudos sobre as diversas formas de resistência ao fascismo. O antifascismo é também um movimento transnacional (Traverso, 2004) e não perdeu a sua eficácia política em 1945, nem se tornou uma comunidade de memória de um passado encapsulado no tempo. Ele ressurgiu nos últimos 80 anos sempre que a extrema-direita reapareceu com força. Como é o caso dos nossos dias.
Neste sentido, o congresso acolherá propostas de artigos e painéis nas seguintes áreas possíveis:
(i) Fascismo(s), neofascismo, extrema-direita, reação e modernidade. Conceitos e teoria.
(ii) A nação, o Ocidente, a supremacia branca: cem anos de visões de mundo da extrema-direita.
(iii) Hipermasculinidade, antifeminismo e misoginia: reprodução social e fascismo.
(iv) Cem anos de cultura política de extrema-direita: continuidades, descontinuidades, adaptação, redes. (v) Fascismo, neofascismo e o(s) outro(s): especificidades da articulação política que o fascismo e a extrema-direita global fazem da xenofobia e do racismo.
(vi) Partido, Estado, movimentos, milícias, bem-estar social, associações. A dimensão organizacional da extrema-direita.
(vii) Violência, guerra e genocídio: extrema-direita e ação política.
(viiii) Fascismo e crise: contexto e causalidade dos impulsos da extrema-direita na história.
(ix) O antifascismo como cultura política transnacional: resistir ao fascismo, preservar a democracia, reconstruir a democracia, da década de 1920 à década de 2020. Interseções com o anticolonialismo, o antirracismo e o feminismo.
(x) Neofascismo, extrema-direita e antifascismo na memória coletiva: usos do passado, memória, «guerra cultural» e ação política.
Submissão de propostas:
As propostas de comunicação (que devem ser redigidas em inglês) devem ser enviadas para o endereço congresso.neo.fascismo.2026@gmail.com com um título, um resumo (máximo de 350 palavras), uma curta nota biográfica e informações de contacto até 4 de Janeiro de 2026.
Aceitamos propostas de comunicação ou de painéis. Também aceitamos propostas de intervenções criativas/artísticas baseadas numa interseção interdisciplinar com as ciências sociais, que serão sujeitas a revisão por pares, da mesma forma que as propostas de trabalhos e painéis. Neste caso, as propostas devem incluir uma descrição da performance (especificando os meios a utilizar e o tempo) e um resumo dos objetivos. A aceitação dependerá das possibilidades reais e práticas de integração no programa.
As apresentações devem ser feitas presencialmente em português, inglês ou espanhol. Não haverá apresentações online.
Notificação de aceitação até 8 de fevereiro de 2026. Não serão cobradas taxas de inscrição.
Palestrantes convidados/a: Ugo Palheta, Virgínia Fontes e Fernando Rosas
>> Descarregar a chamada para comunicações (nova versão; PDF) <<
Comissão organizadora:
Manuel Loff (FLUP / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST) Luís Trindade (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Arturo Zoffmann (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Ana Sofia Ferreira (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Sílvia Correia (FLUP / IS — Universidade do Porto)
Adriano Amaral (IS — Universidade do Porto)
Gabriela Azevedo (IS — Universidade do Porto)
Bruno Madeira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST) Sérgio Neto (FLUP / CITCEM)
Afonso Silva (UAB / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Carlos Martins (IS — Universidade do Porto)
Comissão científica:
Caroline Silveira Bauer (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Francesca Billiani (University of Manchester, Reino Unido)
Kasper Braskén (University of Helsinki, Finlândia)
Gilberto Calil (Unioeste, Brasil)
Leonardo Carnut (Universidade de São Paulo, Brasil)
Rejane Carol (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
André Dantas (Fiocruz, Brasil)
Cristina Diac (The National Institute for the Study of Totalitarianism, Roménia)
Fátima Moura Ferreira (Universidade do Minho / Lab2PT / IN2PAST, Portugal)
Steven Forti (Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha)
Hugo García (Universidad Autónoma de Madrid, Espanha)
Cátia Guimarães (Fiocruz, Brasil)
Xosé Manoel Núñez Seixas (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha)
Virgílio Borges Pereira (FLUP / IS — Universidade do Porto, Portugal)
Fernando Rosas (IHC – NOVA FCSH / IN2PAST, Portugal)
Carlos Zacarias de Sena Júnior (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Carla Luciana Silva (Unioeste, Brasil)
Luís Reis Torgal (Universidade de Coimbra / CEIS20, Portugal)
Vicente Valentim (IE University, Espanha)
Tempo
abril 27 (Segunda-feira) - 28 (Terça-feira)
Localização
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica Edgar Cardoso — 4150-564 Porto
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, que reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana. O
Ver mais
Detalhes do Evento
Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico, que reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana.
O Riso Contra-ataca. O Humor num Mundo Virado do Avesso
XXII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico
Após as edições realizadas em Paris, em 2022, sob a indagação Humor em crise?, e em Lille, em 2024, com a provocação O fim do humor?, o XXII Congresso da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico (ISLHHS) propõe uma inflexão significativa no percurso temático dos últimos anos. A edição de 2026 pretende afirmar que o humor não só resistiu às múltiplas crises que marcaram a contemporaneidade, como permanece ativo, pertinente e em constante renovação. Sob o título O Riso Contra-ataca. O Humor num Mundo Virado do Avesso, o congresso assume que o riso continua a representar um recurso decisivo de lucidez e crítica em contextos de instabilidade e desordem.
Esta proposta configura-se como uma pausa irónica e reflexiva, uma tentativa de recuperar o fôlego e reafirmar a vitalidade do humor enquanto forma de resistência. Rir, nesse contexto, equivale a um gesto de resiliência simbólica diante da gravidade dos acontecimentos que atravessam o presente. A programação do evento abrangerá contribuições de investigadores/as das mais diversas áreas do conhecimento, como História, Literatura, Linguística, Artes Gráficas, Direito, Sociologia, Psicologia, Educação, Antropologia, Filosofia ou Comunicação, com o intuito de examinar as múltiplas linguagens e suportes em que o humor se manifesta e opera como força de desestabilização de discursos hegemónicos, contestação de fanatismos e reativação do pensamento crítico.
Num cenário global frequentemente descrito como caótico e fragmentado, o humor mantém-se como uma forma activa de leitura e intervenção. Nesse espírito, o XXII Congresso reafirma a importância do humor como ferramenta intelectual e cultural capaz de devolver complexidade à experiência humana.
O congresso contará com a participação do escritor e investigador Rui Zink como palestrante.
O Congresso da ISLHHS de 2026 terá lugar no Colégio Almada Negreiros da Universidade NOVA de Lisboa, no centro de Lisboa. As sessões de trabalho decorrerão ao longo de três dias, de quarta-feira, dia 3, a sexta-feira, dia 5 de Junho de 2026, sendo o dia de sábado, 6 de Junho, dedicado a um programa social a anunciar. O Congresso incluirá uma recepção aos/às participantes, pausas para café, o jantar do congresso e o serão dedicado ao humor.
A participação no Congresso (presencial ou online) está aberta aos membros da ISLHHS.
No final do Congresso será anunciado o modo de publicação de uma seleção de comunicações apresentadas (de acordo com o processo de revisão de pares dupla cega).
Contacto:
Para qualquer informação sobre o congresso contactar para o e-mail xxiicongressohumor@gmail.com
Comissão Organizadora
João Pedro Ferreira, CHAM, vice-president ISLHHS
Paulo Jorge Fernandes, IHC — NOVA FCSH / IN2PAST
Thaís Leão Vieira, UFMT
Dorothée Chouitem, Sorbonne Université
Tempo
junho 3 (Quarta-feira) - 6 (Sábado)
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, sala a anunciar
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Centro de Humanidades — NOVA FCSH e ISLHHS

Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026 The Alter-lives of
Ver mais
Detalhes do Evento
Conferência sobre as alterações nas vidas dos movimentos de independência, que visa explorar a evolução e transformação das lutas anticoloniais e anti-imperialistas. Prazo: 13 Fevereiro 2026
The Alter-lives of Independence Movements:
Frustrated Hopes, Renewed Utopias
Decades after formal decolonisation, anti-colonialism and anti-imperialism have remained a wellspring of inspiration and contestation. Studies about anticolonial thought, the 1955 Bandung Conference, and transcontinental solidarity movements have proliferated in academia and activist networks, providing the basis of theories and practices of resistance in contemporary times. Nevertheless, the ideas and the movements they inspired did not perish with the epoch that produced them. They evolved and acquired alternative lives in the period of nation-building and world-making, whether in extended or distorted forms. On the one hand, there were local and transnational efforts to sustain and enrich the revolutionary impulse through embracing the anticolonial spirit in various areas such as development, education, and diplomacy. As international institutions such as the UN welcome additional member states, Europeans and non-Europeans travelled to decolonised states like Algeria and Angola to learn and further cultivate ideas in building new societies. On the other hand, some dominant groups that took over the independent states capitalised on the anti-colonial pride to justify authoritarian and anti-democratic rule. Their utopian visions led to the systematic oppression of opposing forces and reproduced the hierarchical international state model. The fear of neocolonialism and disillusionment propelled both the former coloniser and colonised to reorganise their strategies and desires in the face of an emerging world order.
This two-day conference on the alter-lives of independence movements explores the evolution and transformation of anti-colonial and anti-imperial struggles. It focuses on the events and reflections about the early years of independence, a period of turbulent transition from colonial domination to self-governing nation-states, and of tumultuous beginnings of a new international order. We introduce the concept “alter-lives” to denote the process of altering imaginaries and practices that emerged during the colonial period in responding to uncertain futures, including the political uses of anticolonial memories and/or histories. It also refers to alternative relations forged between and among the former colonisers and colonised after independence. Thus, using “alter-lives” as a conceptual ground, this conference engages in the following questions: first, how have anticolonial thinking and practices evolved domestically and transnationally? Second, what were the structural and agential forces behind these evolutions? Third, how were anticolonial memories and histories politicised to achieve certain ends? Fourth, what difficulties did these agents face in realising their envisioned future? Lastly, how have alterations and alternatives affirmed and/or challenged the revolutionary ideas of the independence struggles?
Call for papers
We welcome theoretical and praxis-oriented proposals to gather scholars, activists, and artists from various disciplinary backgrounds and acquire a broad comparative perspective. Possible
areas include, but are not limited to:
- Transnational solidarities and resistance, such as North-South and South-South cooperation
- Nation-building
- Anticolonial thought and figures
- Diplomacy and international affairs
- Pedagogy and knowledge transmission
- Literary and artistic representations, such as documentaries, films, and novels
- Rhetorics of failure, frustrated political projects
Please submit your abstract (300 words max.) by 13 February 2026 to jiw.hopesandfears@gmail.com.
Decisions will be communicated by the first week of March 2026.
>> Download the call for papers (PDF) <<
This event is organised as part of the Joint International Workshop “Hopes and Fears. Anti-colonial and Postcolonial Imaginaries in the Lusotopy and Beyond”, that gathers the Institute of Contemporary History — NOVA University Lisbon / University of Évora, the University of São Paulo, and the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul.
Tempo
junho 26 (Sexta-feira) - 27 (Sábado)
Localização
Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — NOVA FCSH, Universidade de São Paulo e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Detalhes do Evento
Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data] The
Ver mais
Detalhes do Evento
Conferência que procura desafiar o revisionismo histórico, amplificar vozes marginalizadas e promover diálogos transnacionais sobre reconciliação, responsabilização e justiça restaurativa. Prazo: 30 Novembro 7 Dezembro 2025 [nova data]
The Public History of Difficult Pasts
8th International Conference on Public History
IFPH 2026
The 8th International Conference on Public History, organised by the International Federation for Public History, IFPH, will take place in Lisbon from September 7 to 11, 2026. It will be hosted by IN2PAST – the Associate Laboratory for Research and Innovation in Heritage, Arts, Sustainability and Territory, a transdisciplinary consortium of seven research centres, at the Almada Negreiros College on the Campolide Campus of NOVA University Lisbon.
In a time of escalating attacks by right-wing movements on memory, diversity, human rights, democracy, and history itself, the IFPH reaffirms its commitment to fostering critical engagement with the ways societies confront, interpret, and relate to their difficult pasts and challenging presents. The IFPH strongly condemns book banning, the censorship of historical narratives, the surveillance of students and educators, the targeting of sites of remembrance, and the imposition of ideological agendas — particularly right-wing distortions — that not only threaten academic freedom but undermine the very principles upon which public history is built. Against this backdrop, the conference seeks to challenge historical revisionism and silencing, to amplify marginalised voices and memories, and to promote transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice.
Public History has long addressed global historical processes such as colonialism, the transatlantic slave trade, and the genocide of Indigenous peoples, as well as phenomena that emerge in multiple contexts, including armed conflicts and dictatorships. It embodies both a political and ethical commitment to examining how difficult pasts have been lived and remembered by different communities and individuals, ensuring that their perspectives are acknowledged and respected. At the same time, engaging with these histories through Public History raises significant challenges. Sharing authority with specific communities and amplifying marginalised narratives may unintentionally silence other voices, while also presenting complex ethical dilemmas. Furthermore, Public History operates within the public sphere, engaging diverse audiences and navigating competing representations of the past in an era increasingly marked by the political instrumentalisation of history and the spread of revisionist and denialist discourses.
Call for contributions
This conference seeks to challenge historical revisionism, amplify marginalised voices, and foster transnational dialogues on reconciliation, accountability, and restorative justice. We invite contributions that explore:
Historical Contexts and Global Processes
-
- Colonialism and its enduring legacies
- The transatlantic slave trade and its commemorations
- Indigenous genocide and cultural destruction
- Armed conflicts, civil wars, and their aftermath
- Dictatorships, authoritarianism, and state violence
- Mass atrocities and crimes against humanity
Contemporary Challenges and Methodological Innovations
-
- Countering historical denial and revisionism
- Navigating contested memories and competing narratives
- Sharing authority with affected communities
- Ethical dilemmas in representing traumatic pasts
- Digital humanities, media, and social networks
- Museum practices and memorial sites
- Archives, and archival activism
- Educational approaches to sensitive histories
Voices and Perspectives
-
- Survivor testimonies and intergenerational trauma
- Community-based historical projects
- Oral history and marginalised narratives
- Gender, sexuality, and intersectional approaches
- Youth engagement with difficult pasts
- Transnational and comparative perspectives
Justice and Reconciliation
-
- Truth commissions and transitional justice
- Reparations and historical redress
- Memorialisation and commemoration practices
- Restorative justice approaches
- Healing and collective memory
- Building inclusive historical narratives
Calendar
Opening of the Call for Presentations: 30 September 2025
Deadline for Application: 30 November 7 December 2025 [new deadline]
Deadline for reviewers to do their reviews: 31 January 2026
Call for posters: January 2026
Results of the Call for Presentations will be announced by March 2026
Programme of the conference shall be available around June 2026
Deadline for registration for on-site attendance: August 2026
Conference: 7-11 September 2026
Submission of proposals
🔗 Submit your panel proposal HERE.
🔗 Submit your paper proposal HERE.
🔗 Submit your Working Group proposal HERE.
>> Download the call for papers (PDF) <<
Picture: Peniche Fortress, Fortim Redondo, site of the infamous isolation cells (‘Segredo’) (Credit: © Paulo)
Tempo
setembro 7 (Segunda-feira) - 11 (Sexta-feira)
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026 Entre guerras e paz:
Ver mais
Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026
Entre guerras e paz:
novos olhares e desafios das migrações portuguesas (1919-1945)
Este colóquio tem como objectivo reunir académicos dedicados ao estudo da história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras e, neste sentido, criar um espaço de diálogo e de debate científico sustentado por uma abordagem multi-direccional e multi-escalar das migrações. Mais do que uma simples síntese do estado da investigação sobre a migração portuguesa, procura-se articular e discutir de forma crítica os trabalhos recentes, promovendo o intercâmbio de perspectivas e uma reflexão colectiva sobre o tema.
O século XIX e o período das Trente Glorieuses têm sido tradicionalmente privilegiados nos estudos sobre a migração portuguesa. Apesar de existir estudos centrados nas duas guerras mundiais e no período do entre-guerras, o seu conhecimento permanece lacunar, fragmentado e, em alguns casos, desactualizado. Torna-se, portanto, imperativo aprofundar a compreensão das características específicas desta migração, bem como dos seus desafios e impactos, considerando um contexto político nacional e internacional marcado por transformações profundas e estruturais.
De facto, o período do entre-guerras configura-se como uma fase crucial na história da migração portuguesa, marcado pela intensificação dos fluxos migratórios internacionais a partir da Primeira Guerra Mundial, pela forte atracção exercida sobre os trabalhadores migrantes por países transatlânticos, nomeadamente os Estados Unidos e o Brasil, bem como pela abertura a novos destinos, como a França, que, a partir da década de 1960, se consolidará como o principal país de instalação dos migrantes portugueses. O período do entre-guerras coincide, igualmente, com a implementação de políticas de reforço no controlo das entradas e da presença dos migrantes, particularmente no contexto da crise económica de 1929 e da Grande Depressão.
Este colóquio visa, assim, alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa, mobilizando abordagens multidisciplinares e perspectivas que permitam compreender e questionar o fenómeno. Destina-se a académicos/as que trabalhem sobre a migração portuguesa em contextos transatlânticos ou europeus.
Chamada para comunicações
Temas possíveis a abordar:
- Guerras mundiais e migração portuguesa
- Exílio, oposição e resistência
- Redes de acolhimento e apoio
- Engajamento político e sindical
- Emigração irregular
- Migração, migrantes, gestão policial e administrativa
- Políticas e/imigratórias
- Políticas e práticas de rejeição
- Agencialidade dos migrantes
- Estruturas comunitárias
- Saúde e migração portuguesa
- Migração, retornos voluntários e forçados
- Migração Memória da migração portuguesa e imprensa
- Qualquer outro tema considerado de interesse científico para a compreensão da história da migração portuguesa.
Submissão de propostas
As propostas de comunicação devem incluir um resumo (até 250 palavras), um título, o nome do autor/a, a sua afiliação institucional e uma curta nota biográfica (até 200 palavras). São aceites propostas em francês, inglês e português.
As propostas devem ser enviadas para o e-mail histmigport@gmail.com até ao dia 30 de Abril de 2026.
>> Descarregar a chamada para comunicações (PFD) <<
Organização
Cristina Clímaco (Universidade Paris 8 / LER)
Yvette dos Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Comité científico
Alberto Pena Rodriguez (Universidad de Vigo)
Armelle Enders (Université Paris 8 / IFG Lab)
Delphine Diaz (Université de Reims / CERHIC / IUF)
Érica Sarmiento (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra)
Irene dos Santos (CNRS / URMIS)
Marcelo Borges (Dickinson College, Carlisle)
Marie-Christine Volovitch Tavares (CERMI)
Philippe Rygiel (ENS Lyon / INRIA)
Sónia Ferreira (CRIA — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sylvie Aprile (ISP)
Victor Pereira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
novembro 19 (Quinta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Laboratoire d'Etudes Romanes - Université Paris 8
Eventos com chamadas abertas

Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026 Entre guerras e paz:
Ver mais
Detalhes do Evento
Colóquio que visa alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras. Prazo: 30 Abril 2026
Entre guerras e paz:
novos olhares e desafios das migrações portuguesas (1919-1945)
Este colóquio tem como objectivo reunir académicos dedicados ao estudo da história da migração portuguesa durante o período do entre-guerras e, neste sentido, criar um espaço de diálogo e de debate científico sustentado por uma abordagem multi-direccional e multi-escalar das migrações. Mais do que uma simples síntese do estado da investigação sobre a migração portuguesa, procura-se articular e discutir de forma crítica os trabalhos recentes, promovendo o intercâmbio de perspectivas e uma reflexão colectiva sobre o tema.
O século XIX e o período das Trente Glorieuses têm sido tradicionalmente privilegiados nos estudos sobre a migração portuguesa. Apesar de existir estudos centrados nas duas guerras mundiais e no período do entre-guerras, o seu conhecimento permanece lacunar, fragmentado e, em alguns casos, desactualizado. Torna-se, portanto, imperativo aprofundar a compreensão das características específicas desta migração, bem como dos seus desafios e impactos, considerando um contexto político nacional e internacional marcado por transformações profundas e estruturais.
De facto, o período do entre-guerras configura-se como uma fase crucial na história da migração portuguesa, marcado pela intensificação dos fluxos migratórios internacionais a partir da Primeira Guerra Mundial, pela forte atracção exercida sobre os trabalhadores migrantes por países transatlânticos, nomeadamente os Estados Unidos e o Brasil, bem como pela abertura a novos destinos, como a França, que, a partir da década de 1960, se consolidará como o principal país de instalação dos migrantes portugueses. O período do entre-guerras coincide, igualmente, com a implementação de políticas de reforço no controlo das entradas e da presença dos migrantes, particularmente no contexto da crise económica de 1929 e da Grande Depressão.
Este colóquio visa, assim, alimentar a reflexão sobre diferentes temas relacionados com a história da migração portuguesa, mobilizando abordagens multidisciplinares e perspectivas que permitam compreender e questionar o fenómeno. Destina-se a académicos/as que trabalhem sobre a migração portuguesa em contextos transatlânticos ou europeus.
Chamada para comunicações
Temas possíveis a abordar:
- Guerras mundiais e migração portuguesa
- Exílio, oposição e resistência
- Redes de acolhimento e apoio
- Engajamento político e sindical
- Emigração irregular
- Migração, migrantes, gestão policial e administrativa
- Políticas e/imigratórias
- Políticas e práticas de rejeição
- Agencialidade dos migrantes
- Estruturas comunitárias
- Saúde e migração portuguesa
- Migração, retornos voluntários e forçados
- Migração Memória da migração portuguesa e imprensa
- Qualquer outro tema considerado de interesse científico para a compreensão da história da migração portuguesa.
Submissão de propostas
As propostas de comunicação devem incluir um resumo (até 250 palavras), um título, o nome do autor/a, a sua afiliação institucional e uma curta nota biográfica (até 200 palavras). São aceites propostas em francês, inglês e português.
As propostas devem ser enviadas para o e-mail histmigport@gmail.com até ao dia 30 de Abril de 2026.
>> Descarregar a chamada para comunicações (PFD) <<
Organização
Cristina Clímaco (Universidade Paris 8 / LER)
Yvette dos Santos (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Comité científico
Alberto Pena Rodriguez (Universidad de Vigo)
Armelle Enders (Université Paris 8 / IFG Lab)
Delphine Diaz (Université de Reims / CERHIC / IUF)
Érica Sarmiento (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra)
Irene dos Santos (CNRS / URMIS)
Marcelo Borges (Dickinson College, Carlisle)
Marie-Christine Volovitch Tavares (CERMI)
Philippe Rygiel (ENS Lyon / INRIA)
Sónia Ferreira (CRIA — NOVA FCSH / IN2PAST)
Sylvie Aprile (ISP)
Victor Pereira (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Tempo
novembro 19 (Quinta-feira) - 20 (Sexta-feira)
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Laboratoire d'Etudes Romanes - Université Paris 8
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop

Detalhes do Evento
Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração. Lisboa, Capital da
Ver mais
Detalhes do Evento
Sessão de abertura do ciclo de cinema que mostra como Lisboa foi uma presença recorrente em thrillers sobre espionagem, redes criminosas e outros tipos de conspiração.
Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Ciclo de cinema
São várias as ligações de Lisboa ao cinema, tendo algumas delas já justificado ciclos passados na Cinemateca Portuguesa. Uma faceta pouco reconhecida é a inserção da cidade num sub-género do thriller, centrado em tramas de espionagem, redes criminosas e outros tipos de intriga internacional. São mais de meia centena as obras em que conspiradores, traficantes e agentes secretos de várias estirpes se perseguem e matam em Lisboa, que aparece ora como palco central ora como cenário passageiro, atraindo espiões fictícios e cineastas reais, ainda que em regra sob a forma de enredos mirabolantes e abertamente artificiais, desde grandes produções a filmes de série B. A maioria ficou excluída deste ciclo, as suas cópias perdidas ou demasiado deterioradas. Ainda assim, os vinte filmes incluídos, seleccionados pelo historiador Rui Lopes (IHC), percorrem grande parte do século XX, oriundos dos EUA, Itália, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha e União Soviética, deixando entrever na sua diversidade uma continuidade cinematográfica, com situações, personagens-tipo e espaços recorrentes, do Terreiro do Paço ao Castelo de São Jorge.
Se encontramos Lisboa já num par de thrillers alemães dos anos 1930, é nas décadas seguintes que a cidade se afirma enquanto lugar estereotípico do género, fruto de três encontros entre geopolítica e economia do cinema. O primeiro encontro dá-se durante a II Guerra Mundial, quando refugiados e agentes dos dois campos se cruzam num Portugal oficialmente neutro. O governo americano estimula Hollywood a produzir obras que mobilizem o público para o esforço de guerra, elegendo Casablanca (cujos protagonistas procuram alcançar Lisboa) como exemplo máximo de sucesso financeiro, aclamação crítica e dramatização política. A tentativa de evocar um espírito de continuação dessa obra (até pelo retomar do elenco em The Conspirators), origina de imediato várias produções em que Lisboa é recriada nos estúdios de Los Angeles. É tão forte a associação a este conflito no grande ecrã (incluindo uma breve aparição noutro clássico do género: The House on 92nd Street) que a cidade manterá uma presença regular em narrativas posteriores sobre a guerra, como The Secret Door (1964), que vai ser apresentado pela primeira vez em salas portuguesas.
Por seu turno, a viragem para os anos 1950 é marcada por um declínio dos recursos de Hollywood, fruto de novas regras anti-monopolistas, optando muitos produtores americanos por rodar na Europa, onde os salários são mais baixos e as paisagens filmadas a cores proporcionam um espectáculo visual e ‘exótico’ com o qual a televisão ainda não pode competir. Estas ‘runaway productions’ gravitam até Lisboa, socorrendo-se da sua conotação com romance e espionagem, actualizada ao contexto da Guerra Fria, elo que se torna a tal ponto icónico que já o vemos parodiado neste ciclo por comediantes como Jerry Lewis. Vemos também, nas ruas da capital, adaptações dos dois extremos do espectro da ficção de espionagem: as aventuras de James Bond (On Her Majesty’s Secret Service) e o realismo psicológico de John le Carré (The Russia House).
Para além da luz fotogénica e custos reduzidos, a cidade oferece cada vez melhores condições às equipas vindas de fora, com o aparelho de propaganda do Estado Novo empenhado em promover o país, sobretudo o seu potencial turístico, importante fonte de receitas. As produtoras europeias aproveitam a oportunidade, desde thrillers próximos do film noir (Passaporto Falso) até policiais com contornos de giallo (Quel Ficcanaso Dell’Ispettore Lawrence). A série 007 origina uma vaga de imitações a meio dos anos 1960, com menor orçamento e, em regra, mais sexo e violência. É, portanto, uma Lisboa pop, moderna, dinâmica e erotizada a que aparece em filmes como Comando de Asesinos, em contraste com o cinzentismo frequentemente associado à memória desta época. De resto, o ciclo inclui duas obras portuguesas (Operação Dinamite e 7 Balas Para Selma) que aderem justamente a esse jogo, representando a capital sob o prisma das aventuras de super-espiões feitas lá fora. Por trás das bombásticas cenas de acção no Estoril e Alfama, paira a clandestinidade e o conflito político que eram há muito parte do quotidiano lisboeta. Com a exceção de La Vita È Bella, no entanto, essa realidade permanece secreta nas histórias levadas ao ecrã.
Este ciclo resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
O programa cinematográfico é acompanhado de visitas guiadas e conversas em diferentes instituições sobre a evolução da imagem da cidade, da linguagem do cinema e das relações políticas e culturais entre Portugal e outros países ao longo século XX.
A sessão de abertura está agendada para as 19h de 2 de Março, com a exibição do filme Lisbon, de Ray Milland (Estados Unidos, 1956 – 91 min) e a presença do curador do ciclo, Rui Lopes.
Na mesma noite, às 21h30, será exibido 7 Balas Para Selma, de António de Macedo (Portugal, 1967 – 108 min).
>> Programa completo do ciclo e das actividades paralelas (PDF actualizado) <<
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
Tempo
(Segunda-feira) 7:30 pm - 9:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema
Ver mais
Detalhes do Evento
Três historiadores exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo. Iniciativa integrada no ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Dinâmicas Culturais Transnacionais: Cultura e luta entre duas capitais
Se Lisboa foi o décor de filme de espionagem, Paris foi o palco da liberdade. No âmbito do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, e com o apoio do Institut Français, convidamo-vos a revisitar as relações culturais franco-portuguesas nos anos 1960-1970. Entre a gravação de “Grândola, Vila Morena” no Château d’Hérouville, os comícios anti-coloniais e a ocupação da Casa dos Estudantes Portugueses transformada em “primeiro território livre de Portugal”, três historiadores do Instituto de História Contemporânea exploram o papel do exílio em França e da cultura na luta contra o salazarismo e o colonialismo.
Oradores:
Luís Trindade: A Invenção Parisiense da Música Popular Portuguesa
Víctor Barros: “Tarde Anticolonial” em Paris com Militantes Independentistas, Desertores e Exilados Portugueses em França
Victor Pereira: O Maio de 1968 dos Portugueses em França
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Institut Français du Portugal e Casa do Comum

Detalhes do Evento
O livro de José Pedro Castanheira vai ser apresentado na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, com a presença de Eduardo Pires e
Ver mais
Detalhes do Evento
O livro de José Pedro Castanheira vai ser apresentado na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, com a presença de Eduardo Pires e Fernando Pereira Marques.
Histórias da PIDE
Quando o Salazar mandava. Volume 1
A sessão contará com uma conversa com o autor, acompanhada por Eduardo Pires e Fernando Pereira Marques, sob moderação de José Encarnação.
Será um momento de partilha, reflexão e debate em torno de um período marcante da nossa história, através do testemunho e investigação reunidos nesta obra.
Sobre o livro:
Em 1965, o General Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá‑la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar‑se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial.
Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de ação da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex‑Presidente da República Marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, todas reportando neste volume ao período de Salazar. O segundo volume incidirá sobre a época de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Sábado) 3:30 pm - 5:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Cooperativa Cultural Popular Barreirense

Detalhes do Evento
Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Ver mais
Detalhes do Evento
Mesa-redonda com especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Olhares sobre Lisboa, Capital do Cinema de Intriga Internacional
Esta mesa-redonda reúne especialistas em história, estudos de cinema, media e turismo que irão discutir alguns dos filmes mais interessantes do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional, bem como a relação histórica do cinema com a cidade de Lisboa, a espionagem, o turismo e as relações internacionais do Estado Novo, desde a Segunda Guerra Mundial ao fim do regime.
A conversa contará com a participação de Rui Lopes, Inês Sapeta Dias e Sofia Sampaio, investigador/as do Instituto de História Contemporânea (NOVA FCSH / IN2PAST) e Instituto de Ciências Sociais (Universidade de Lisboa), bem como de Richard Rhys Davies, curador do arquivo digital Kiss Kiss Kill Kill Archive e autor de The International Spy Film Guide 1945-1989.
ENTRADA LIVRE mediante levantamento de bilhete 60 minutos antes do início da mesa-redonda.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Ver mais
Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
Ver mais
Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut

Detalhes do Evento
Palestra acerca do projecto KNOW.AFRICA, que estuda o modo como grupos nativos participaram activamente no processo europeu de conhecimento da natureza africana. KNOW.AFRICA: Redes de
Ver mais
Detalhes do Evento
Palestra acerca do projecto KNOW.AFRICA, que estuda o modo como grupos nativos participaram activamente no processo europeu de conhecimento da natureza africana.
KNOW.AFRICA: Redes de conhecimento na África Oitocentista
Uma abordagem das Humanidades Digitais dos encontros coloniais e do conhecimento local nas narrativas de expedições portuguesas (1853-1888)
É fácil pensar a África Oitocentista como um espaço colonial disputado por potências europeias com as suas agendas políticas, económicas e científicas. Além disto, a historiografia de eventos como a Corrida a África por vezes reforça a ideia de um continente impotente particionado por estados imperiais. Se, por um lado, não podemos negar a força e a arbitrariedade da violência colonial, por outro, a História há muito desconsiderou as formas como os povos africanos resistiram. Este viés eurocêntrico é notável na História das Ciências que frequentemente associou às expedições científicas em África uma imagem idealizada que realça ideais de coragem, aventura e pioneirismo. Ainda hoje é possível encontrar os resultados alcançados pelos naturalistas descritos como descobertas realizadas por indivíduos extraordinários. Apenas recentemente a pesquisa académica começou a se distanciar desta compreensão ao reavaliar as narrativas escritas pelos viajantes e perceber que a ciência praticada em campo no século XIX era profundamente colaborativa. Em campo, os naturalistas dependiam de redes de indivíduos que contribuíam com actividades como a navegação por rios, a movimentação pelas florestas, a procura por abrigos, a comunicação com a população local e com o trabalho científico de colheita, identificação e preparação de espécimes.
Nesta pesquisa, analisaremos quatro expedições portuguesas a África focando a sociabilidade do trabalho de campo para revelar como grupos nativos auxiliaram os viajantes, especialmente na colheita de espécimes. Ao investigar como os agentes locais contribuíram para o sucesso alcançado pelos viajantes, pretendemos revelar que, apesar das assimetrias sociais no espaço colonial, grupos nativos participaram activamente no processo europeu de conhecimento da natureza africana. Com isto, desmistificaremos a ideia do viajante heroico e solitário inserindo os naturalistas em processos sociais e históricos mais amplos, investigando como o conhecimento circulava entre império e colónia, compreendendo como as relações sociais eram formadas em campo e em que momentos os viajantes dependiam do apoio de redes locais. Além disto, também pretendemos lançar luz sobre os processos de formação das colecções e reflectir sobre o papel destes agentes locais na formação do património científico europeu.
Oradora e orador:
Sara Albuquerque e Anderson Antunes (Universidade de Évora / IHC / IN2PAST)
Tempo
(Quarta-feira) 5:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Universidade de Évora e Biblioteca Pública de Évora

Detalhes do Evento
Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e
Ver mais
Detalhes do Evento
Mesa-redonda que procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional a partir da história política, económica e legal do Franquismo.
Lisboa, Madrid, Europa
Entre crescimento económico, vigilância política e social e o desejo de reconhecimento europeu, o período do desarrollismo foi também um tempo de intensa produção simbólica. A partir da história política, económica e legal do Franquismo, bem como da circulação de imaginários cinéfilos entre as décadas de 1960 e 1980, esta conversa procura enquadrar o contexto de produção dos filmes que integram o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca Portuguesa entre os dias 2 e 31 de Março.
Oradores:
Ana Algara (ICS — Universidade de Lisboa), Manuel Loff (IHC — NOV AFCSH / IN2PAST / FLUP) e Rúben Pérez Trujillano (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST / Universidad de Granada), com moderação de Rita Luís (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
ENTRADA LIVRE
O evento será complementado, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição da co-produção Espanha-Portugal-Alemanha Comando de Asesinos / Fim-de-Semana com a Morte (Julio Coll, 1966).
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto Cervantes de Lisboa

Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande.
Ver mais
Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande.
Um Mundo Comum: Fronteiras, cooperação e segurança na EU e no Mercosul
O objectivo desta conferência, que reúne cientistas sociais de várias proveniências disciplinares, é colocar o olhar sobre o mundo a partir das fronteiras, entre a Europa e o Mercosul, balançando entre o infinitamente pequeno, detalhado e etnográfico, e o infinitamente grande, mundial, de repercussões múltiplas, entre o que se evidencia e o que pode vir a ser. Se o futuro é mais do que o provável, nesta conferência debatemos realidades actuais e horizontes de possibilidades, em tempos e escalas diversas.
Uma iniciativa do IHC e do projecto BORES, da Universidade Complutense de Madrid, com cientistas convidadas.
>> Programa da conferência (PDF) <<
Tempo
12 (Quinta-feira) 10:00 am - 13 (Sexta-feira) 5:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Universidad Complutense de Madrid

Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios)
Ver mais
Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades.
Visita guiada por Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Esta visita guiada vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades. Começando no icónico Largo de Santo Estêvão, seguiremos pelo rio (presença fundamental nestas representações da cidade) e partilharemos histórias das filmagens na Praça do Comércio e na Baixa, onde foram encenados múltiplos tiroteios, perseguições e conspirações, subindo depois para o miradouro de São Pedro de Alcântara.
A visita será conduzida por João Rosmaninho.
As pessoas interessadas, devem deslocar-se ao Largo de Santo Estêvão às 16h30. A visita terá início às 17h.
Após a visita, às 19h30 na Cinemateca, será projectado o filme Le Grain de Sable / O Triângulo Circular, que reúne todos estes espaços num contraste do turístico solar com o policial noir.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sexta-feira) 4:30 pm - 7:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes. RESONANCE Reading Group
Ver mais
Detalhes do Evento
O Grupo de Leitura RESONANCE é um encontro mensal da comunidade académica mais ampla do projeto RESONANCE, dedicado à reflexão sobre um texto ou livro importantes.
RESONANCE Reading Group
Session #3: Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa
The RESONANCE Reading Group is a monthly meeting that brings together members of the academic community, colleagues, friends, and enthusiasts of contemporary cultural history to reflect on and discuss a fundamental text or book. It is part of the project RESONANCE — Epistemologies for the Documentation of Affect and Becoming in Cultural Manifestations in Performance (1969-1979). This group meets in person at NOVA FCSH or online, during lunchtime on a weekday. Each participant brings their own lunch, and for in-person sessions, coffee and biscuits are kindly provided by the project.
The second session of the RESONANCE Reading Group focuses on Chapter 5 of the book Resonance: A Sociology of Our Relationship to the World, by Hartmut Rosa (English translation). The chapter – “Resonance and Alienation as Basic Categories of a Theory of Our Relationship to the World” – explores two social effects of Rosa’s approach to a material-discursive (radical) relationality that is inherently affective. This is a crucial text to explore the material relationality of bodies, space, and the vibrations of modernity as both a historical category and a pernicious, insidious, infrastructure impacting our living in the world. This reading group is going to be led by Hélia Marçal (IHA — NOVA FCSH / IN2PAST).
You can register by emailing Hélia Marçal at heliamarcal@fcsh.unl.pt, to receive an online meeting link and a PDF copy of the chapter.
More information about the RESONANCE project here.
Picture: Guava, axial view, MRI. Alexandr Khrapichev, University of Oxford. Source: Wellcome Collection, United Kingdom (CC BY)
The RESONANCE project is supported by the Programa Regional Lisboa 2030, Portugal 2030 and the European Union (LISBOA2030-FEDER-00914500). This work is also co-funded by national funds through FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., under the reference 2023.17624.ICDT (DOI: https://doi.org/10.54499/2023.17624.ICDT).
Tempo
(Segunda-feira) 12:30 pm - 2:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea, IHA, CESEM, ICNOVA e IFILNOVA — NOVA FCSH

Detalhes do Evento
Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo
Ver mais
Detalhes do Evento
Workshop com especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação — iniciativa integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Between Culture and Diplomacy: US / Portugal relations in the 1940s-70s
Este evento reúne especialistas na história das relação entre os EUA e Portugal, que apresentarão os seus mais recentes estudos sobre várias dimensões desta relação desde a Segunda Guerra Mundial até ao final do Estado Novo. Terá particular destaque o papel de práticas culturais enquanto formas de diplomacia, incluindo filmes como os que compõem o ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, a decorrer na Cinemateca entre os dias 2 e 31 de Março. A sessão terminará com a exibição e discussão do documentário Adventures in the Empire: a mistold story (Rui Lopes, 2024), sobre as representação cinematográficas do colonialismo português em Macau.
Oradores/as:
Frédéric Vidal (Universidade Autónoma de Lisboa), A Dinner with Roger Moore: Tourism and Portugal’s Cultural Policies in the Early 1960s
Miguel Moniz (ICS — Universidade de Lisboa), An Enemy of the State: the Associated Press, Salazar, and how Dennis Redmont’s Journalism Challenged a Dictatorship
Sara Antunes (ICS — Universidade de Lisboa), Report to the Senate: Allen Ellender’s Africa Tour and Estado Novo’s struggle for colonial legitimacy in the United States
Annarita Gori (ICS — Universidade de Lisboa), Navigating Space: American Astronauts in Lisbon (1966-71)
Rui Lopes (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST), Adventures in the Empire: a mistold story
ENTRADA LIVRE
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 5:30 pm - 7:30 pm
Localização
FLAD, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento
Rua Sacramento à Lapa, 21— 1249-090 Lisboa
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Jornada sobre as várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade, criado em 2021 na FCSH.
Ver mais
Detalhes do Evento
Jornada sobre as várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade, criado em 2021 na FCSH.
Jornada do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade
Nesta jornada, serão apresentadas várias dimensões da actividade do Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade (CEDJMB-ML), entidade criada em 2021 na sequência do depósito do acervo documental de José Mário Branco na NOVA FCSH.
Funcionando como uma plataforma de colaboração entre o CESEM, o INET-md e, posteriormente, o IHC, o CEDJMB-ML tem como missão central a preservação e divulgação deste acervo, que contempla milhares de documentos em papel relacionados com as diversas vertentes da actividade artística de José Mário Branco, assim como gravações em formatos áudio e vídeo. Uma parte substancial desta documentação encontra-se já inventariada e disponibilizada numa plataforma online baseada no software AtoM (Access to Memory), que procura espelhar a própria organização física conferida pelo músico à sua documentação. Complementando o site lançado pelo CESEM em 2018, no qual já se encontrava disponível parte deste acervo documental, esta nova plataforma será apresentada no âmbito desta jornada.
PROGRAMA
10:30-11:00 – Sessão de Abertura
Alexandra Curvelo, Directora da NOVA FCSH
Salwa Castelo-Branco, Presidente da Comissão Científica do CEDJMB-ML
António Branco, representante da família
11:00-11.30 – O CESEM, o INET-md e o IHC no CEDJMB-ML
Manuel Pedro Ferreira, representante do CESEM
Manuel Deniz Silva, representante do INET-md
Victor Pereira, representante do IHC
Intervalo
11:45-12:45 – O Acervo e a Base de Dados do CEDJMB-ML
Ricardo Andrade, curador do acervo de JMB
Hugo Castro, curador do acervo de JMB
Patrícia Lopes, responsável arquivística
ALMOÇO
14:30-16:00 – A Base de Dados na Perspetiva de Utilizadores (Mesa-redonda)
Moderador: João Carlos Callixto
João Branco, filho de José Mário Branco e encenador
Elisabete Rodrigues, jornalista (Sul Informação)
Sílvia Seixas Rodrigues, arquivista da Orquestra do Algarve e mestranda em Ciências Musicais na NOVA FCSH
Pedro Boléo Rodrigues, musicólogo, crítico musical e maestro do Coro da Achada
Intervalo
16:30 Momento musical com Marco Oliveira e José Peixoto
Organização:
Hugo Castro, Ricardo Andrade, António Branco (curadores do CEDJMB-ML), Patrícia Lopes (arquivista do CEDJMB-ML), Salwa Castelo-Branco, Luís Trindade, Manuel Pedro Ferreira e Manuel Deniz Silva (Conselho Científico do CEDJMB-ML)
>> Descarregar o programa (PDF) <<
Tempo
(Quinta-feira) 10:30 am - 5:30 pm
Organizador
Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade

Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios)
Ver mais
Detalhes do Evento
Visita guiada que vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades.
Visita guiada por Lisboa, Capital da Intriga Internacional
Esta visita guiada vai explorar locais de rodagem recorrentes em vários filmes do ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional, por onde passaram espiões (reais e fictícios) e cineastas de várias nacionalidades. Começando no icónico Largo de Santo Estêvão, seguiremos pelo rio (presença fundamental nestas representações da cidade) e partilharemos histórias das filmagens na Praça do Comércio e na Baixa, onde foram encenados múltiplos tiroteios, perseguições e conspirações, subindo depois para o miradouro de São Pedro de Alcântara.
A visita será conduzida por Rui Lopes, curador do ciclo.
As pessoas interessadas, devem deslocar-se ao Largo de Santo Estêvão às 16h30. A visita terá início às 17h.
Após a visita, às 19h30 na Cinemateca, será projectado o filme Storm Over Lisbon / Tempestade em Lisboa, uma das obras que inaugurou a presença destes espaços no cinema de espionagem.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Sábado) 4:30 pm - 7:00 pm
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos no workshop do projecto FILMASPORA em Cabo Verde. Escritas radicais e cine‑geografias: da Cidade da Praia
Ver mais
Detalhes do Evento
Sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos no workshop do projecto FILMASPORA em Cabo Verde.
Escritas radicais e cine‑geografias:
da Cidade da Praia à diáspora na Área Metropolitana de Lisboa
A equipa do projecto FILMASPORA vai realizar um workshop na Cidade da Praia (Santiago), em Cabo Verde, para explorar acervos vivos e memórias marginalizadas através de metodologias críticas de escuta, análise e escrita criativa.
Será dinamizado por Ana Rita Alves, Corsino Furtado, Inês Sapeta Dias, Fernando Moreira, Maíra Zenun, Max Rubem e Mário Vaz Almeida.
O encontro culminará com uma sessão pública de apresentação e partilha dos processos, experimentações e reflexões desenvolvidos ao longo da residência, abrindo ao público as práticas de escuta, escrita e investigação que estruturaram o workshop. O momento será seguido de uma conversa aberta com estudantes, cineastas, produtores culturais e outros agentes do campo artístico e cultural, concebida como um espaço de diálogo e troca crítica em torno de memória, diáspora e produção audiovisual.
Esta sessão terá lugar na Fundação GARAH, Cidade da Praia.
ENTRADA LIVRE
Tempo
(Sábado) 3:00 pm - 6:00 pm
Localização
Fundação GARAH
Cidade da Praia, Santiago
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Fundação GARAH
Pesquisa
Notícias
VINCULUM — Um fim e um novo começo
Fev 24, 2026
A FCSH acolheu a a sessão de encerramento do projecto VINCULUM
Em Março, Lisboa é a Capital da Intriga Internacional
Fev 21, 2026
Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
Anita Buhin está em missão de investigação em Itália
Fev 20, 2026
É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha



















