Nuno Pousinho

História Política Comparada
Contacto:
nunopousinho@gmail.com
Biografia
Nuno Pousinho nasceu em Lisboa, em 1970. É doutorado (2016) em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCSH), com a dissertação intitulada: “Pretos e Brancos. Liberalismo e Caciquismo no distrito de Castelo Branco (1852-1910)“. É mestre em História Contemporânea (secção do século XIX) pela mesma Faculdade (2001) onde também se licenciou em História (1993). É professor do ensino Básico e Secundário. Desempenhou funções em órgãos de administração escolar entre 1997 e 2005. Entre Março de 2009 e Agosto de 2011 foi director de serviços de Estudos, Planeamento e Avaliação no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação.
Conferencista convidado entre Setembro de 2008 e Fevereiro de 2009 no departamento de História da NOVA FCSH, onde leccionou a cadeira de História de Portugal Contemporâneo (século XIX). Os seus trabalhos de investigação estão direccionados para a História política, eleitoral, social e administrativa do Portugal oitocentista, sendo alguns deles publicados em revistas da especialidade e apresentados em congressos e colóquios.
Áreas de Investigação
- História das elites (século XIX)
- História dos partidos políticos e caciquismo político no Portugal oitocentista
- Sistema eleitoral (século XIX)
- Administração periférica do Estado (século XIX)
- Relações entre o centro e a periferia (século XIX)
Publicações destacadas
- Pousinho, Nuno. Castelo Branco. Roteiros republicanos. Matosinhos: QuidNovi, 2010.
- Pousinho, Nuno. Castelo Branco. Governo, Poder e Elites (1792-1878). Lisboa: Edições Colibri / Câmara Municipal de Castelo Branco, 2004. [link]
- Autor de 89 biografias de deputados e pares do Reino para a obra:
Mónica, Filomena (Coord.) Dicionário Biográfico Parlamentar 1834-1910 (3 Volumes). Lisboa: Assembleia da República / Imprensa de Ciências Sociais, 2004-2006. [link]
Projectos principais
- Colaborador no projecto “A Correspondência de António Bernardo da Costa Cabral” — Coordenado por Luís Espinha da Silveira e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (POCTI/HAR/33503/1999).
- Colaborador no projecto “Evolução da Ocupação Agro-Florestal do Alentejo do Século XVIII aos Nossos Dias” — Coordenado por Luís Espinha da Silveira e financiado pela JNICT (PCSH/HIS/709/93).
- Colaborador no projecto “Dízimos e Produção Agrícola em Portugal no Início do Século XIX” — Coordenado por Luís Espinha da Silveira e financiado pela JNICT (PCSH/C/HIS/457/92).
- Colaborador no projecto “Associações e Práticas de Sociabilidade” — Coordenado por Alexandra Lousada (Centro de História — ULisboa) e financiado pela JNICT.
Pesquisa
Agenda
janeiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 3 | Sábado, 31 Janeiro, 16:00
Burn!, Gillo Pontecorvo, Itália, França, 1969, 112’
Descrito como uma epopeia luxuriante “contada de um ponto de vista neo-marxista e fanoniano”, o filme de Pontecorvo que sucede a A Batalha de Argel (1966) é um drama anti-colonial situado no século XIX. Marlon Brando interpreta William Walker, um agente provocador enviado pelo governo britânico para fomentar a mudança de regime na ilha caribenha fictícia de Queimada. Walker é um mercenário ao serviço do imperialismo europeu que acaba envolvido num confronto direto com um revolucionário negro chamado José Dolores (interpretado pelo actor não profissional Evaristo Márquez). Com as suas imagens intensas e saturadas de cor, acompanhadas pela música de Ennio Morricone, Queimada! oferece uma visão contundente de uma rebelião de escravos que constitui uma ameaça existencial ao sistema colonial-capitalista.
Conversa com Rui Lopes e Rebeca Ávila
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum
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