Usos do Passado
Linha Temática:
Usos do Passado: Memória e Património Cultural
Coordenador: Xurxo Ayán Vila
A presente linha temática reúne investigadores que, de diferentes formas, fizeram dos usos do passado uma questão central da sua actividade cultural ou científica, nomeadamente:
- Promovendo a produção, registo e análise de memórias individuais e colectivas;
- Trabalhando em programas sobre património material e imaterial, no âmbito de instituições museológicas ou similares;
- Desenvolvendo a análise histórica da própria prática historiográfica.
Assim, esta linha temática concentra-se na análise e problematização de métodos, teorias e formas de mostrar o passado, incentivando práticas expositivas teórica e metodologicamente mais informadas e que que interpelam problemáticas como a invenção da tradição, a presentificação do passado e o papel do “esquecimento” e do trauma. A linha procurará também incentivar os historiadores a lidar com questões de crescente significado social, como a turistificação e a mercantilização do passado.
Funcionará, portanto, como uma plataforma comum para museólogos, curadores, arquivistas, historiadores, arqueólogos e antropólogos, assim como para instituições culturais públicas e privadas e comunidades locais.
Objectivos
A anunciar em Janeiro de 2019, no quadro do projecto estratégico do IHC para os anos 2018-2022.
Pesquisa
Agenda
setembro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Escola Secundária de Camões
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