Ema Pires

História da Ciência, da Tecnologia e do Ambiente
Contacto:
epires@uevora.pt
Biografia
Antropóloga. Professora Auxiliar no Departamento de Sociologia/Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora. É Doutorada em Antropologia (ISCTE–IUL, 2012), com a tese “Paraísos Desfocados: Nostalgia Empacotada e Conexões Coloniais em Malaca”. É mestre em Sociologia (Universidade de Évora, 2002) e licenciada em Antropologia (ISCSP-UL, 1998).
Entre os seus interesses de pesquisa, salientam-se os processos de apropriação social de espaços, antropologia do colonialismo, processos de patrimonialização e turistificação. Tem realizado pesquisa em contextos europeus e asiáticos. Investigadora Integrada do IHC-CEFCHi_UÉ desde Novembro de 2015. Investigadora colaboradora no Centro em Rede de Investigação em Antropologia (pólo ISCTE-IUL), no grupo de investigação: Práticas e Políticas da Cultura. Desde 2016, colabora ainda com o Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (Brasil).
Áreas de Investigação
- Espaço, turismo e política
- Apropriação social de lugares
- Colonialismo e processos de patrimonialização
- Antropologia histórica
Publicações destacadas
- Pires, Ema, & Maria de Fátima Nunes. “Práticas científicas e colonialismo tardio em Portugal: acerca da (in)visibilidade de género em narrativas sobre quotidianos asiáticos,” Cadernos Pagu 49 (2017): e174911. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/18094449201700490011 [link]🔓
- Pires, Ema. “On Soft Architectures,” e-cadernos CES 23 (2015): 8-22. DOI: 10.4000/eces.1897 [link]🔓
- Pires, Ema. “Re-scripting Colonial Heritage,” Cultura – International Journal of Philosophy and Axiology 11 (2014): 131-141 [link]
Projectos principais
- Coordenadora do projecto “Legados coloniais e seus fragmentos: espaços, agentes, conexões” — Parceria entre a Universidade de Évora e a Universidade de Brasília, sem financiamento. 2017-2019
- Investigadora no projecto “Presença Karajá: cultura material, tramas e trânsitos coloniais” — Coordenado por Manuelina Duarte Cândido (Universidade Federal de Goiás), sem financiamento.
Pesquisa
Agenda
julho, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Conferência-exposição acerca de glossários, arquivos impossíveis, cine-geografias, práticas de resistência e exercícios de imaginação crítica. Conferência-Exposição do FILMASPORA O projeto FILMASPORA partiu da constatação de que
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Detalhes do Evento
Conferência-exposição acerca de glossários, arquivos impossíveis, cine-geografias, práticas de resistência e exercícios de imaginação crítica.
Conferência-Exposição do FILMASPORA
O projeto FILMASPORA partiu da constatação de que existe uma vasta produção audiovisual realizada por comunidades afro-diaspóricas na Área Metropolitana de Lisboa, desde filmes populares de baixo orçamento e vídeos caseiros até um extenso conjunto de videoclipes, que documentam experiências de migração, habitação, pertença, discriminação, resistência e violência. Frequentemente ausentes dos arquivos institucionais e das histórias do cinema português, estas imagens constituem importantes registos das transformações urbanas e sociais. Partindo deste corpus, o projeto procurou construir uma nova cine-geografia da Área Metropolitana de Lisboa a partir das imagens produzidas pelos próprios habitantes. FILMASPORA ensaiou formas de cartografar a cidade a partir daquilo que frequentemente é entendido como as suas margens, explorando o modo como as práticas audiovisuais vernaculares produzem leituras alternativas do espaço urbano.
Entre glossários, arquivos impossíveis, cine-geografias, práticas de resistência e exercícios de imaginação crítica, a conferência-exposição propõe uma reflexão coletiva sobre o papel destas imagens na produção de conhecimento e na construção de outros modos de pensar os futuros urbanos.
Programa
10h00 — Abertura (Maíra Zenun)
10h15 — O que foi o FILMASPORA? Desafios, Aprendizagens e (Im)Possibilidades (Catarina Laranjeiro)
11h00 — Glossário para uma Nova Cine-Geografia da Área Metropolitana de Lisboa (Gabriela Rocha e Fábian Cevallos)
12h00 — Saúde Mental, Diáspora e Estéticas da Resistência e da Sobrevivência (Fernanda Belizário e Fernando Moreira)
12h40 — Almoço
14h30 — Filmar a Diáspora Africana, Reconfigurar o Centro: Imagens a partir das Margens (Corsino Furtado, Fábio Silva, Fernando Moreira e Maíra Zenun)
15h30 — Escritas Radicais e Cine-Geografias: da Cidade da Praia às Diásporas Africanas da Área Metropolitana de Lisboa (Ana Rita Alves, Maíra Zenun e Max Ruben Ramos)
17h00 — Visita Guiada à Exposição (Corsino Furtado e Maíra Zenun)
Local: Espaço Mbongi 67. Praceta António Sérgio 4A, Monte Abraão, 2745-252 Queluz
Inscrições para almoço (cachupa de carne & vegetariana): filmaspora@gmail.com

Tempo
(Quarta-feira) 10:00 am - 5:00 pm
Localização
Espaço Mbongi 67. Praceta António Sérgio 4A, Monte Abraão, 2745-252 Queluz
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