Emanuel Cameira

Biografia
Emanuel Cameira é licenciado em Sociologia pelo ISCTE-IUL, pós-graduado em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e doutorado em Sociologia (especialidade de Sociologia da Cultura, da Comunicação e dos Estilos de Vida, com uma tese intitulada “A &etc de Vitor Silva Tavares – narrativa histórico-sociológica”) pelo Instituto de Ciências Sociais da mesma Universidade (ICS-UL).
É investigador integrado do Instituto de História Contemporânea, IHC – NOVA FCSH. Na qualidade de Professor Auxiliar Convidado, vem leccionando nos mestrados em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação, em Empreendedorismo e Estudos da Cultura e em Estudos de Internet, todos do ISCTE-IUL. No âmbito do extinto Observatório das Actividades Culturais (OAC), fez parte da equipa que realizou o “Inquérito ao Sector do Livro” (2007-2009), tendo sido também um dos investigadores que levou a cabo o projecto “A Leitura Digital – transformação do incentivo à leitura e das instituições do livro” (2011-2013), financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e realizado no âmbito do CIES-IUL.
Recebeu, em 2018, o Prémio Victor de Sá de História Contemporânea, atribuído pela Universidade do Minho. Interessa-se presentemente pela área de estudos da sociologia do livro e da edição.
Áreas de Investigação
- Sociologia e história do livro, da edição e da leitura
- Sociologia da arte
Publicações destacadas
- Cameira, Emanuel & Gustavo Cardoso, “A sociologia da leitura e o (novo) paradigma digital: uma relação a explorar,” in O livro, o leitor e a leitura digital, coordenado por Gustavo Cardoso, 9-28. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2015.
- Cameira, Emanuel, “A leitura digital no mundo. Incursão por alguns estudos internacionais,” in O livro, o leitor e a leitura digital, coordenado por Gustavo Cardoso, 151-181. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2015.
- Neves, José Soares (Coord.), Jorge Alves dos Santos, Maria João Lima, Alexandra Vaz & Emanuel Cameira. Inquérito ao sector do livro. Parte I – enquadramento e diagnóstico. Lisboa: Observatório das Actividades Culturais, 2012. [PDF]🔓
- Cameira, Emanuel. “The first portuguese Art Agency: a case study,” Portuguese Journal of Social Science 7 (2008): 131-147. [link]
Projectos principais
- Investigador no projecto “A leitura digital. Transformação do incentivo à leitura e das instituições do livro” — Coordenado por Gustavo Cardoso (ISCTE-IUL) e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. 2012-2013
- Bolseiro no projecto “A comunicação pública da arte: o caso dos museus de arte locais/globais” — Coordenado por Pedro de Andrade (à época, CECL) e financiado pela Fundação Para a Ciência e Tecnologia [PTDC/CCI/68595/2006]. 2009-2010
- Investigador no projecto “Inquérito ao Sector do Livro” — Acolhido pelo Observatório das Actividades Culturais (OAC) e financiado pelo Ministério da Cultura. 2007-2008
- Investigador no projecto “A Saúde na Era da Informação: Médicos, Utentes e Media” — Coordenado por Gustavo Cardoso (ISCTE-IUL) e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. 2006-2007 [link]
Pesquisa
Agenda
maio, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Aula aberta de Tommaso di Carpegna Falconieri, Investigador Visitante no IHC, sobre medievalismo, a Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores. Medievalism as Method: Reframing the Discipline
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Detalhes do Evento
Aula aberta de Tommaso di Carpegna Falconieri, Investigador Visitante no IHC, sobre medievalismo, a Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores.
Medievalism as Method: Reframing the Discipline of Medieval Studies
Tommaso di Carpegna Falconieri doutorou-se em História Medieval pela Universidade Católica de Milão. Desde 1998, é professor na Universidade de Urbino, onde ocupa, actualmente, o cargo de Professor Catedrático de História Medieval. Os seus principais temas de investigação são a história de Roma, da Igreja Romana e da Itália Central na Idade Média, com um foco específico nas fontes históricas e nas relações entre o facto histórico e a sua representação no imaginário. Actualmente, os seus interesses focam-se também nas representações da Idade Média após a Idade Média, os chamados medievalismos. Sobre este assunto publicou o livro intitulado Medioevo militante (Einaudi), também traduzido para espanhol (El presente medieval, Icaria), para francês (Médiéval et militante, Publications de la Sorbonne) e para inglês (The Militant Middle Ages, Brill). As suas publicações mais recentes incluem: Nel labirinto del passato. 10 modi di riscrivere la storia (Laterza, 2020); Cola di Rienzo (Salerno Editrice, 2024); La Storia al contrario (Salerno editrice, 2025).
Esta aula aberta é destinada a todas/os as/os estudantes e aqueles/as interessadas/os na Idade Média e a sua recepção em épocas posteriores.
A iniciativa é organizada pelo Instituto de Estudos Medievais e o Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH.
Tempo
(Quarta-feira) 6:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa e Instituto de Estudos Medievais da Universidade NOVA de Lisboa

Detalhes do Evento
O novo livro de Victor Pereira, uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, vai ser lançado no Institut Français du Portugal, numa conversa com Rita
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Detalhes do Evento
O novo livro de Victor Pereira, uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, vai ser lançado no Institut Français du Portugal, numa conversa com Rita Rato.
O povo é quem mais ordena. A revolução dos cravos 1974-1976
Mais do que o derrube de uma ditadura pelo exército, a Revolução dos Cravos desencadeou uma profunda transformação económica, social, cultural e democrática em Portugal. Em 25 de Abril de 1974, jovens oficiais, apoiados por uma grande parte da população, derrubaram o Estado Novo, regime autoritário instaurado por António de Oliveira Salazar em 1933. A queda desta ditadura com mais de quarenta anos precipitou também o fim de um dos principais impérios coloniais europeus. O Povo é Quem mais Ordena aborda não só a dinâmica revolucionária, as tensões entre os partidos políticos e os militares e os receios diplomáticos internacionais que a revolução provocou, mas também os diferentes movimentos sociais que tentaram transformar radicalmente a sociedade portuguesa. Trata-se de uma síntese actualizada sobre o processo revolucionário português, que pensa em conjunto elementos que raramente são analisados de forma integrada.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 7:00 pm - 8:00 pm
Organizador
Institut Français du Portugal e Fora de Jogo
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