Cristina Nogueira

In memoriam
História Política — Regimes, Transições e Memória
Contacto:
nogcristina1@gmail.com
Biografia
Bacharel em educação de infância. Licenciada e doutorada em Ciências da Educação. A sua tese de doutoramento intitula-se “De Militantes a Clandestinos: Práticas e Processos de Formação na Clandestinidade Comunista (1940-1974)“.
Tem desenvolvido projetos de investigação na área da memória e da história oral.
Educadora de Infância dos quadros do Ministério da Educação.
Áreas de Investigação
- Memória colectiva
- História oral
Publicações destacadas
- Nogueira, Cristina. “Uma comunidade que lembra: as comemorações do 85º aniversário do 18 de janeiro na Marinha Grande,” Revista Memória em Rede 13 (2021): 125-134. [link] 🔓
- Nogueira, Cristina Marques. “Knowledge and the Experience of Women Living Underground During the Portuguese Dictatorship,” Journal of Social Science Education 14 (2015): 40-49. [link] 🔓
- Nogueira, Cristina, “Resgatar a memória: Os Jornais 3 Páginas para as Camaradas das Casas do Partido e A Voz das Camaradas das Casas do Partido,” in Ditaduras e Revolução – Democracia e políticas da memória, coordenado por Manuel Loff, Filipe Piedade e Luciana Castro Soutelo. Coimbra: Almedina, 2014. [link]
- Nogueira, Cristina. Vidas na Clandestinidade. Lisboa: Avante!, 2011.
Projectos principais
- Investigadora no projecto “Estado e memória: Politicas Públicas da memória da ditadura portuguesa (1974-2009)” — Acolhido pelo IHC e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/HIS-HIS/121001/2010). 2010-2012
- Investigadora no projecto “Education and Language in Memories of Labour” — Acolhido pela Universidade do Porto e financiado pela Caixa Geral de Depósitos (IPG 118). 2007-2008
- Investigadora no projecto “Memórias e Vivências dos Trabalhadores Têxteis do Porto – Condições de Vida e de Trabalho na Indústria Textil“. 2005-2006
- Investigadora no projecto “Memórias do Trabalho: processos de construção de uma identidade operária no Porto” — Acolhido pela Universidade Popular do Porto e financiado pela Sociedade Porto 2001. [link] 2002-2003
Pesquisa
Agenda
janeiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
O livro de José Pedro Castanheira vai ser apresentado no Museu do Aljube, em Lisboa, com apresentação de Emília Brederode dos Santos
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Detalhes do Evento
O livro de José Pedro Castanheira vai ser apresentado no Museu do Aljube, em Lisboa, com apresentação de Emília Brederode dos Santos e Rita Rato.
Histórias da PIDE
Quando o Salazar mandava. Volume 1
Em 1965, o General Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá‑la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar‑se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial.
Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de ação da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex‑Presidente da República Marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, todas reportando neste volume ao período de Salazar. O segundo volume incidirá sobre a época de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
«Fui certamente um dos primeiros jornalistas a mergulhar no Arquivo PIDE/DGS, a que se seguiram outros, igualmente depositados na Torre do Tombo. São um repositório ilimitado de histórias fantásticas, quase todas elas trágicas, e que ilustram muito bem o sistema de governo que dominou Portugal durante meio século, mas que agora muitos insistem em ignorar ou branquear.
A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.
Espero que este livro seja mais um contributo para preservar a memória desses tempos, para que não se voltem a repetir, e para que se conheça melhor a história da repressão, da resistência à ditadura e da conquista da liberdade.»
— José Pedro Castanheira
Tempo
(Quinta-feira) 6:00 pm - 7:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Museu do Aljube
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