Carlos Batista

História da Ciência, da Tecnologia e do Ambiente
Contacto:
carlosfbatista@gmail.com
Biografia
Doutorando em História e Filosofia da Ciência, especialização em Museologia (Universidade de Évora), é licenciado em Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Assistente de museografia entre 2001 e 2007 no Museu de História Natural da Universidade do Porto na secção de Antropologia e Arqueologia Dr. º Mendes Corrêa, ingressou em 2018 na equipa técnica do Museu Municipal Santos Rocha onde exerceu funções de técnico de museografia e arqueólogo. Tem participado em trabalhos arqueológicos desde 1999 (Porto, Murça, Dublin, County Meath,Figueira da Foz). Para além dos trabalhos técnicos na área da arqueologia e museografia, dedica-se ao estudo de técnicas fotográficas oitocentistas. Participou no projecto de investigação “EcoMusic – Práticas sustentáveis: um estudo sobre o pós-folclorismo em Portugal no século XXI” (PTDC/ART-FOL/31782/2017) e participa actualmente como investigador convidado no projecto “TRANSMAT — Materialidades transnacionais (1850-1930): reconstituir colecções e conectar histórias“, também financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (PTDC/FER-HFC/2793/2020).
Áreas de Investigação
- História da ciência
- História da arqueologia
- Imagem em ciência
Publicações destacadas
- Batista, Carlos, Ana-Margarida Ferreira & Raquel Vilaça. “Un ídolo-placa inédito del dolmen de Facho (Figueira da Foz, Portugal) en su contexto local y regional.” Cuadernos de Arqueología de la Universidad de Navarra 33 (2025): 213-240. [link] 🔓
- Batista, Carlos, Elisabete Pereira & Maria de Fátima Nunes, “Com os pés no Atlântico: o Observatório Meteorológico da Figueira da Foz – século XIX,” in Imaginários do Mar – volume 4. Uma antologia crítica – O mar contemporâneo, editado por Carlos F. Clamote Carreto, Luís Martins e Ângela Salgueiro, 169-186. Lisboa: IELT / IHC, 2024. [link] 🔓
- Batista, Carlos E. F. & Ana M. S. Bettencourt, “Contributo para o estudo da ocupação Pré-histórica da Figueira da Foz: a “estação humana do Arneiro,” in Santos Rocha, Arqueologia e Territórios da Figueira da Foz, coordenado por Ana Margarida Ferreira e Raquel Vilaça, 128-137. Figueira da Foz / Coimbra: Município da Figueira da Foz / Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra, 2021. [link] 🔓
- Pinto, Inês Maria Jordão & Carlos Eduardo Batista, “José Augusto Ferreira da Silva, músico. Contributos para uma nota biográfica,” in II Encontros de Cultura e Património na Figueira da Foz. A Visita Real de 1882, coordenado por Guida Cândido e Margarida Perrolas, 128-137. Figueira da Foz: Município da Figueira da Foz, 2019. [link] 🔓
Projectos principais
- “A imagem fotográfica na Arqueologia em Portugal (1850-1950): práticas, atores e processos de construção de conhecimento” — Dissertação de Doutoramento a ser apresentada à Universidade de Évora, sob orientação de Elisabete Pereira (IHC — Universidade de Évora) e Nadia Vargaftig (Université de Reims Champagne-Ardenne).
- Investigador convidado no projecto “TRANSMAT — Materialidades transnacionais (1850-1930): reconstituir colecções e conectar histórias” — Coordenado por Elisabete Pereira (IHC — Universidade de Évora) e financiado pela Fundação para a Ciência Tecnologia (PTDC/FER-HFC/2793/2020). [link]
Pesquisa
Agenda
janeiro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra. Frantz Fanon
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Detalhes do Evento
Ciclo que se propõe reflectir sobre os múltiplos legados de Frantz Fanon, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 1 | Sábado, 17 Janeiro, 16:00
Chroniques fidèles survenues au siècle dernier à l’hôpital psychiatrique Blida-Joinville, Abdenour Zahzah, Algeria, França, 2024, 90’
1953, Argélia colonizada. Frantz Fanon, um jovem psiquiatra negro da Martinica, é nomeado médico-chefe do Hospital de Blida-Joinville. Ao pôr em prática as suas teorias de “psicoterapia institucional”, em oposição às teorias racistas da Escola de Psiquiatria de Argel, uma guerra irrompe dentro das próprias enfermarias. Esta longa-metragem centra-se nos métodos visionários de terapia social de Frantz Fanon durante o período em que trabalhou como psiquiatra na Argélia, entre 1953 e 1956.
Conversa com Ruth Wilson Gilmore, Mina Untalan e Lucas Manarte. Moderação de Manuela Ribeiro Sanches
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Casa do Comum
Notícias
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Ciclo de cinema em torno das relações entre a sua obra e esta forma de arte
Publicação do TRANSMAT debate legados e responsabilidades de museus portugueses
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Suplemento especial da revista História, Ciências, Saúde — Manguinhos
