Andrea Vacha

Biografia
Investigador de pós-doutoramento no Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa. Anteriormente, foi bolseiro de doutoramento da FCT e investigador visitante na Universidade Pedagógica de Maputo e no ARPAC de Moçambique (2022). A sua tese de doutoramento, realizada no Iscte e aprovada com distinção, centra-se nas narrativas do Ngungunhane desenvolvidas em Moçambique e em Portugal, desde o final do século XIX até aos dias de hoje. É autor de artigos científicos, participou em conferências internacionais e num podcast narrativo sobre o último Imperador de Gaza.
Áreas de Investigação
- História das mentalidades
- Colonialismo e pós-colonialismo
- História oral
- Memória colectiva
- História do Antropoceno
Publicações destacadas
- Vacha, Andrea. “Era uma vez Mundugaz: Narrativas da figura do rei Ngungunhane em Moçambique e em Portugal (1890-2024)”. Tese de Doutoramento em História, Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, 2025. [link]
- Vacha, Andrea, “Nwamatibejana- Roberto Zixaxa. The man who lived twice,” in One Atlantic, many perspectives. Valuing diversity in the age of competition, editado por Licínia Simão, António Monteiro, Ana Mónica Fonseca, José Domingues de Almeida e Diniz Borges, 131-152. Ponta Delgada: Letras Lavadas, 2025. [link]
- Vacha, Andrea. “Iconography of Gungunhana: representations of the black king in Portugal (1890-1940),” Práticas da História 12 (2021): 53-93. [link]🔓
- Vacha, Andrea & Manuel Vene. “Memoriais como recursos didáticos para o ensino de história da resistência anti-colonial em Moçambique: Análise dos monumentos Acivaanjila e Ngungunhane,” Capoeira 9 (2024): 386-416. [link]🔓
- Vacha, Andrea, “Imagined elsewhere through Gungunhana. Representations of the exiled king in Azores and Mozambique,” in The Azores, the Atlantic, and the Global Challenges, editado por Dulce Maria Scott, Diniz Borges, Ana Mónica Fonseca e António Monteiro. Ponta Delgada: Letras Lavadas, 2024. [link]
Projectos principais
- Bolseiro de pós-doutoramento no projecto “SMS — Shared Memories of Solidarity. An oral and visual history (Portugal 1960-1974)” — Coordenado por Giulia Strippoli (IHC — NOVA FCSH) e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (2024.06866.RESTART).
- “Era uma vez Mundugaz: Narrativas da figura do rei Ngungunhane em Moçambique e em Portugal (1890-2024)” — Dissertação no âmbito Programa Doutoral em História do Iscte, orientada por Carlos Maurício (Iscte). Projecto individual financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT 2020.05713.BD).
Pesquisa
Agenda
maio, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop
- Event Name
seg
ter
qua
qui
sex
sab
dom
-
-
-
-
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária e do seu papel na leitura dos processos
Ver mais
Detalhes do Evento
Conferência que tem como objectivo examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária e do seu papel na leitura dos processos sociais.
Literatura e Sociedade
As ciências sociais podem ser literárias, propôs Ivan Jablonka, com o derrubamento da fronteira entre a literatura e a História. Para explorar essa relação feliz, convidámos um conjunto de pesquisadores/as a examinar as potencialidades do encontro entre as ciências sociais e a literatura, através de uma obra literária, escolhida pelos participantes, e do seu papel na leitura dos processos sociais. A etnografia, a história, a sociologia, a ciência política, os estudos culturais, contribuem com factos e conceitos, a literatura trabalha-os pela escrita, para ultrapassar as fronteiras entre o íntimo e subjetivo, os temas graves e colectivos, os acontecimentos, as sociedades, as instituições, as resistências e os movimentos sociais. Como recordava Maurice Godelier, a ficção contém mais do que o imaginado e imaginário, porque ajusta ao suporte de um livro vários componentes dos mundos, reais e irreais, com personagens, acontecimentos, símbolos, conferindo legibilidade às sociedades e suas dimensões. Quer o passado, cujo conhecimento resulta do trabalho sobre fontes de diversa etiologia, que abrem o campo das possibilidades do conhecimento, quer os futuros em disputa, de modo prospectivo, confrontam quem investiga com campos de possibilidades. Seja pela base documental, seja pelo encadeamento causal, a literatura não é só um mundo de seres imaginários, oposto ao mundo da realidade efectiva. Com Jacques Rancière, consideramos que a ficção é uma estrutura de racionalidade que permite comparar traços esparsos na construção de situações e de personagens identificáveis, designar acontecimentos, estabelecer ligações entre esses acontecimentos e dar-lhes um sentido. É dessa matéria que partimos nesta conferência.
Organização:
Maria Alice Samara (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Débora Dias (CHAM — NOVA FCSH)
Elena Freire (USC)
Paula Godinho (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Locais:
Biblioteca Nacional de Portugal, Lisboa
Casa da Achada — Centro Mário Dionísio, Lisboa
Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira
Tempo
14 (Quinta-feira) 9:30 am - 16 (Sábado) 5:00 pm
Localização
Vários locais
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e CHAM - Centro de Humanidades

Detalhes do Evento
Espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento. Ciência e Internacionalização: A Pesquisa no Jardim do Mundo O seminário
Ver mais
Detalhes do Evento
Espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento.
Ciência e Internacionalização: A Pesquisa no Jardim do Mundo
O seminário A Ciência e a Internacionalização: a pesquisa no jardim do mundo propõe um espaço de discussão sobre os processos de internacionalização da ciência e seus impactos na produção e circulação do conhecimento. A programação contará com a participação de grupos de pesquisa que apresentarão seus projetos, destacando experiências, parcerias institucionais e estratégias de inserção em redes académicas nacionais e internacionais. As exposições visam evidenciar práticas, desafios e perspectivas no desenvolvimento de pesquisas em diálogo com diferentes contextos globais.
O encontro destina-se a investigadores/as, estudantes e demais interessados/as na temática, promovendo a troca de conhecimentos e o fortalecimento de iniciativas colaborativas no campo científico.
Tempo
(Sexta-feira) 5:00 pm - 10:00 pm
Localização
Link a divulgar a quem se inscrever
Plataforma Zoom
Organizador
Várias instituições

Detalhes do Evento
Uma conversa entre Anna Dobrowolska, autora do livro "Polish Sexual Revolutions", Anita Buhin e Giulia Strippoli. Polish Sexual Revolutions: Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain A conversation
Ver mais
Detalhes do Evento
Uma conversa entre Anna Dobrowolska, autora do livro “Polish Sexual Revolutions”, Anita Buhin e Giulia Strippoli.
Polish Sexual Revolutions:
Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain
A conversation between Anna Dobrowolska, author of the book Polish Sexual Revolutions (Oxford University Press, 2025), and Anita Buhin and Giulia Strippoli.
About the book:
Polish Sexual Revolutions: Negotiating Sexuality and Modernity behind the Iron Curtain studies the history of sexuality in state-socialist Poland in its European and global contexts, focusing on how communism transformed both sexual discourses and intimate practices between 1945 and 1989. It reconfigures our understanding of the sexual revolution, departing from the case study of Poland to complicate the oversimplified and much-misused concepts of ‘sexual modernity’ and ‘progress’. Engaging with the most recent scholarship on sexuality in East Central Europe and a wide range of unused primary material, including visual and material sources, the monograph reassesses the role played by communist states in modernising their citizens’ approaches to sex. Contrary to the stereotype which perceives the region as ‘lagging behind’ the West in sexual matters and having to ‘catch up’ after 1989, the book sheds light on the ambiguous and progressive histories of state-socialist entanglements with sex to showcase alternative visions of sexual liberation. In so doing, and by focusing on forgotten genealogies of discussions of sexuality, the monograph historicises the roots of contemporary debates on sex education, LGBTQ+ and women’s rights in the region.
Tempo
(Sexta-feira) 6:00 pm - 7:30 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Livraria Tigre de Papel

Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo, sobre as FP-25, vai ser lançado na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa, com apresentação de
Ver mais
Detalhes do Evento
O novo livro de Francisco Bairrão Ruivo, sobre as FP-25, vai ser lançado na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa, com apresentação de Luís Trindade.
As FP-25 e o Pós-Revolução. «Normalização» e violência política
Acontece no dia 15 de Maio, às 18h30, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa, o lançamento do livro “As FP-25 e o Pós-Revolução”, de Francisco Bairrão Ruivo. Com apresentação de Luís Trindade.
Sobre o livro:
«E depois da revolução?» é a questão de partida para um livro onde, a partir das FP‑25 e da pesquisa para o filme Projecto Global, se olha para o fim dos anos 70 e início dos anos 80 do século XX, que já não são de Revolução, mas de uma dita «normalização democrática». Um tempo em que o recuo da violência terrorista de extrema‑direita se cruza com o início da violência terrorista da extrema‑esquerda. Uma espécie de Anos de Chumbo portugueses. Desvenda‑se aqui a história violenta e perturbante das FP‑25, em muitos aspectos ainda por conhecer, quem eram os seus militantes, quais as suas origens, como foram as suas acções, quais as suas vítimas e qual o seu fim. Inevitavelmente, faz‑se também uma reflexão sobre a forma como as FP‑25 são pensadas agora, 46 anos depois.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Sexta-feira) 6:30 pm - 7:30 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Biblioteca Palácio Galveias
Notícias
Marta Pinto Machado em dose dupla em Lisboa: MNAC e CCCV
Mai 14, 2026
A exposição “Ceci n’est Pas Francisco” está patente no MNAC e vai-se estender ao CCCV
Ainda há VINCULUM na Madeira
Mai 12, 2026
O “Tombo I da Igreja de Machico” vai ser o mote para uma série de eventos culturais
Nuno Silas expõe no MUHNAC
Abr 29, 2026
É um dos curadores da exposição “Olhares Críticos no Arquivo Colonial – Sombras e Memórias”


