Patrícia Santos Batista

Biografia
Licenciada em História – Ramo Educacional, pela Universidade de Coimbra (em 2002), iniciou a sua carreira profissional como professora de História. A sua paixão pela educação traduziu-se numa busca pelo conhecimento, em áreas afins com a sua área inicial de formação. Em 2004 concluiu a Pós-Graduação em Arqueologia e Património, pela Universidade NOVA de Lisboa. Em 2007, concluiu a especialização em Museus e Educação, na Universidade de Évora, onde viria a frequentar e concluir o Mestrado em Museologia. As experiências profissionais como professora e, a partir de 31 de Janeiro de 2005, como técnica superior numa autarquia, mais concretamente no Museu Municipal de Arqueologia de Albufeira, consolidou o interesse pela educação patrimonial e pela mediação cultural em espaços de educação não-formal. Após uma experiência de coordenação na área da criação artística contemporânea, na Câmara Municipal de Loulé (2015-2018), integrou a equipa do Museu Nacional de Arqueologia, onde é, actualmente, coordenadora do Serviço de Inventário e Colecções. Doutoranda em História e Filosofia da Ciência: Museologia, na Universidade de Évora.
Áreas de Investigação
- Museologia
- História Contemporânea
Publicações destacadas
- Batista, Patrícia Santos, “O turismo balnear em Albufeira: uma história recente,” in Fragmentos para a história do turismo no Algarve (Promontória monográfica – História do Algarve, nº 2), coordenado por Alexandra Rodrigues Gonçalves, A. Paulo Dias Oliveira e Cristina Fé Santos, 213–228. Faro: Universidade do Algarve, 2015. [link]
- Batista, Patrícia Santos, “Monchique – Identidade e Património: estratégias para o desenvolvimento locale,” in Paisagens e Dinâmicas Territoriais em Portugal e no Brasil. As Novas Geografias dos Países de Língua Portuguesa (Coleção Iberografias), 116–124. Guarda: Centro de Estudos Ibéricos, 2013. [link]
- Batista, Patrícia Santos. Mercados Públicos Motores de Desenvolvimento Local, O Mercado Municipal de Loulé. Loulé: Câmara Municipal de Loulé, 2008.
Projectos principais
- “Portugal no Brasil: Museus como espaço de construção de conhecimento científico e identidades (1808-1900) – Discursos Desconstruídos” — Dissertação de Doutoramento a apresentar à Universidade de Évora, orientada por Maria de Fátima Nunes (IHC — Universidade de Évora) e Luís Miguel Carolino (Iscte–IUL).
Pesquisa
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut
Notícias
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Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
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É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha

