João Gabriel Caia

História da Ciência, da Tecnologia e do Ambiente
Contacto:
joao.caia@uevora.pt
Biografia
Historiador. Bolseiro de Investigação para Doutoramento em História e Filosofia da Ciência — especialização em Museologia — na Universidade de Évora, integrado no Instituto de História Contemporânea, com um projeto de tese sobre formação da egiptologia e das colecções egípcias em Portugal, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e acolhido pelo Museu Nacional de Arqueologia.
Tem Licenciatura em História e Arqueologia pela Universidade de Évora (2018) e Mestrado em História pela NOVA FCSH (2023). É membro do Conselho Editorial da Callipole – Revista de Cultura. Foi bolseiro de investigação do projeto TRANSMAT (2021) e técnico superior estagiário da DGPC no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo (2022).
As suas actuais áreas de investigação são: história da cultura científica e museus em perspectivas transnacionais e pós-coloniais; coleccionismo arqueológico e biografias de objectos; usos do passado e historiografia; lutas de classes de trabalhadores rurais e ideias políticas na história contemporânea de Portugal. O seu trabalho de investigação sobre estes temas tem sido divulgado através de várias apresentações em conferências, também por convite, visitas guiadas e artigos publicados em revistas científicas.
Áreas de Investigação
- História da cultura científica e museus em perspectivas transnacionais e pós-coloniais
- Coleccionismo arqueológico e biografias de objectos
- Usos do passado e historiografia
- Lutas de classes de trabalhadores rurais e ideias políticas na história contemporânea de Portugal
Publicações destacadas
- Caia, João Gabriel. “Trabalhadores Rurais e Sindicalismo: análise da luta de classes no primeiro movimento sindicalista rural em Évora (1910-1912).” Revista de História da Sociedade e da Cultura 24 (2024): 175–200. [link] 🔓
- Caia, João Gabriel. “Trabalhadores Rurais de Évora e Anarquismo na Revolução Republicana: tentativa de reorganização sindical e propaganda entre as greves e a guerra.” Revista de História das Ideias 41 (2023): 255-271. [link] 🔓
- Caia, João Gabriel. “História e Usos Políticos da Memória de Vila Viçosa enquanto “Vila Ducal Renascentista” entre os séculos XIX e XXI: a propósito da candidatura a Património Mundial.” História 9 (2019): 200-216. [link] 🔓
Projectos principais
- “Construção da Egiptologia e das Coleções Egípcias em Portugal (1850-1930): cultura e poder no colecionismo transnacional da família real” — Dissertação no âmbito Programa Doutoral em História e Filosofia da Ciência da Universidade de Évora, orientada por Elisabete Pereira (IHC — Universidade de Évora). Projecto individual financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (BD-36/2023). 2024-
- Bolseiro de iniciação à investigação do projecto “TRANSMAT — Materialidades transnacionais (1850-1930): reconstituir colecções e conectar histórias” — Coordenado por Elisabete Pereira (IHC — Universidade de Évora) e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/FER-HFC/2793/2020). 2021 [link]
Pesquisa
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut
Notícias
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Entre 2 e 31 de Março, na Cinemateca Portuguesa
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É Investigadora Visitante no CAST da Universidade de Bolonha

