Inês Ferreira de Almeida

Biografia
Mestrado em História Contemporânea pela FCSH, com a tese A Revolução dos Cravos e o Mito Revolucionário da Esquerda Francesa. Actualmente, a começar uma tese de Doutoramento sobre as presas políticas e familiares, tendo como título Corpos Femininos, Presos Políticos: A Violência Policial face às Mulheres na Resistência ao Regime Fascista. Nele se procura, sobretudo, fazer uma recolha e reflexão sobre testemunhos orais da experiência prisional.
Áreas de Investigação
- História política
- História cultural
- História social
Publicações destacadas
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Projectos principais
- “Corpos Femininos, Presos Políticos: A Violência Policial face às Mulheres na Resistência ao Regime Fascista” — Dissertação no âmbito Programa Doutoral em História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, orientada por Giulia Strippoli e Maria Alice Samara (IHC — NOVA FCSH). Projecto individual financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e Direcção-Geral do Património Cultural (PRT/BD/152869/202). 2022-
Pesquisa
Agenda
setembro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Escola Secundária de Camões
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