Diogo Sobral

Economia e Sociedade — Estado, Classes e Género
Contacto:
a2022116910@campus.fcsh.unl.pt
Biografia
Licenciei-me em Línguas, Literaturas e Culturas, na FLUL. Decidi mudar de área no mestrado, pelo que frequentei e conclui o curso de Antropologia no Iscte-IUL. Neste momento, sou doutorando em Antropologia na FCSH. A minha investigação de doutoramento debruça-se sobre a relação da população de Covas do Barroso com o projecto da Mina do Barroso e sobre os formatos de agencialidade que esta activa. Interessa-me investigar sobre a Transição Energética concebida “a partir de baixo”, por exemplo por movimentos populares afectados por megaprojectos alegadamente associados a processos de descarbonização nacional. Tenho focado na minha pesquisa a análise temporal, estudando não só as ecologias populares das aldeias afectadas como também as suas temporalidades, e o modo como podem ou não ser eixos de fricção com o projecto de mina. Em particular, inspirado pelo arco teórico da Antropologia do Futuro, procuro entender o papel de projecções futuras na constituição das subjectividades do presente das aldeias.
Áreas de Investigação
- Ecologia política
- Antropologia do tempo
- Transição energética
- Extractivismo
Publicações destacadas
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Projectos principais
- “Um Projecto de Mina em Covas do Barroso: Discursividade, Recepções e Resistências” — Dissertação no âmbito Programa Doutoral em Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, orientada por Paula Godinho (IHC — NOVA FCSH). Projecto individual financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (2023.01280.BD). 2023-
- Investigador no projecto “EPopE — L’écologisation du monde par le bas : penser les écologies populaires du sud au nord de l’Europe” — Coordenado por Doris Buu-Sao (CERAPS — Université de Lille) e financiado pelo CNRS (França).
Pesquisa
Agenda
setembro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Escola Secundária de Camões
Notícias
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