Giulia Strippoli

Cultura, Identidades e Poder
Contacto:
giuliastrippoli@fcsh.unl.pt
Biografia
Giulia Strippoli obteve o doutoramento em História (2012, Università degli Studi di Torino). Possui também formação em Media Education e desenvolvimento de projectos documentais. Desde 2013 até 2017, foi bolseira de pós-doutoramento da Fundação da Ciência e Tecnologia no Instituto de História Contemporânea de Lisboa (IHC — NOVA FCSH). Desde Fevereiro 2019, é investigadora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa, integrada no IHC.
Desenvolveu pesquisas e publicou principalmente sobre a história contemporânea italiana e portuguesa, os partidos comunistas ocidentais, os movimentos estudantis, as biografias políticas. Desenvolve atualmente dois projetos de investigação, sobre as memórias comunistas e as conexões entre género, socialismo e descolonização.
Áreas de Investigação
- Socialismo e Comunismo
- Feminismos
- Género
- Descolonização
- Militâncias de esquerda
Publicações destacadas
- Strippoli, Giulia. “‘Be a better communist’. A militant life history,” Twentieth Century Communism, 16 (2019). [link]
- Strippoli, Giulia. “Portugal : un mouvement étudiant dans un contexte de dictature,” Matériaux pour l’histoire de notre temps, 127-128 (2018): 30-35. [link]
- Strippoli, Giulia. “Lotta Continua e il processo rivoluzionario portoghese,” Estudos Italianos em Portugal, 9 (2014): 47-61. [PDF]
- Strippoli, Giulia. Il partito e il movimento. Comunisti europei alla prova del Sessantotto. Roma: Carocci Editore, 2013. [link]
Projectos principais
- Projecto individual “Memories from the East. Western communists and their collections from the Soviet Union and the Eastern Bloc” — Acolhido pelo IHC no âmbito da Norma Transitória da Lei 57/2017. 2019-
- Colaboradora no projecto “How Women’s Rights Became Human Rights: Gender, Socialism, and Post-Socialism in Global History, 1917-2017” — Coordenado por Celia Donert (University of Liverpool) e financiado pelo Arts and Humanities Research Council. [link]
Pesquisa
Agenda
setembro, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia
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Detalhes do Evento
O segundo volume do livro de José Pedro Castanheira vai ser lançado no Liceu Camões, em Lisboa, com apresentação de Maria Inácia Rezola e Fernando Mendes.
Histórias da PIDE
Quando era a DGS de Caetano. Volume 2
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e execrada polícia política da ditadura. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar‑se Direção‑Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris. Outra vítima foi Daniel Cabrita, militante clandestino do PCP, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique a tortura prosseguia, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que José Pedro Castanheira investigou ao longo dos anos para o Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano.
Mais informações sobre o livro
Tempo
(Quarta-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Edições Tinta da China e Escola Secundária de Camões
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