Giulia Strippoli

Culture, Identities, and Power
Contact:
giuliastrippoli@fcsh.unl.pt
Biography
Giulia Strippoli received her PhD in History (2012, Università degli Studi di Torino). From 2019, she is a researcher in contemporary history at the NOVA School of Social Sciences and Humanities (NOVA FCSH), as an integrated researcher at the Institute of Contemporary History (IHC).
She carried out research and published mainly on contemporary Italian and Portuguese history, western communist parties, student movements, political biographies of militants, the leftist groups of the sixties and the seventies. She is currently working on two research projects, on the memories of the communists and on the connections between gender, socialism and decolonization.
Research fields
- Socialism and Communism
- Feminisms
- Gender
- Decolonization
- Left-wing militancy
Selected publications
- Strippoli, Giulia. “‘Be a better communist’. A militant life history,” Twentieth Century Communism, 16 (2019). [link]
- Strippoli, Giulia. “Portugal : un mouvement étudiant dans un contexte de dictature,” Matériaux pour l’histoire de notre temps, 127-128 (2018): 30-35. [link]
- Strippoli, Giulia. “Lotta Continua e il processo rivoluzionario portoghese,” Estudos Italianos em Portugal, 9 (2014): 47-61. [PDF]
- Strippoli, Giulia. Il partito e il movimento. Comunisti europei alla prova del Sessantotto. Roma: Carocci Editore, 2013. [link]
Main projects
- Individual project “Memories from the East. Western communists and their collections from the Soviet Union and the Eastern Bloc” — Hosted by the IHC under the framework of the Transitional Norm of the Law 57/2017. 2019-
- Collaborator in the project “How Women’s Rights Became Human Rights: Gender, Socialism, and Post-Socialism in Global History, 1917-2017” — Coordinated by Celia Donert (University of Liverpool) and funded by the Arts and Humanities Research Council. [link]
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janeiro, 2026
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Detalhes do Evento
Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon's birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his
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Detalhes do Evento
Continuing the celebration of the centenary of Frantz Fanon’s birth, this cycle proposes to reflect on his multiple legacies, from the anti-racist struggle to decolonisation movements, as well as his work as a psychiatrist.
Frantz Fanon | Ciclo de Cinema 2026
Dando continuidade à celebração do centenário do nascimento de Frantz Fanon, este ciclo propõe reflectir sobre os seus múltiplos legados, desde a luta anti-racista aos movimentos de descolonização, passando ainda pela sua actividade como psiquiatra – intimamente entrelaçada com as duas outras vertentes. Já na sua primeira obra Pele negra, máscaras brancas (1952), o cinema ocupa um espaço marginal mas não menos decisivo no que diz respeito a questões de representação, tendo um lugar central nas terapias alternativas que Fanon viria a introduzir no Hospital Psiquiátrico de Blida-Joinville, na Argélia, enquanto Médico-chefe de serviço entre 1953 e 1956. A leitura de Fanon revela-se fundamental não só para a compreensão do contexto histórico em que surgiu, com as suas ramificações entre os movimentos de libertação e as causas do chamado Terceiro Mundo nas décadas de 1960 e 1970, mas sobretudo na luta pelos direitos de grupos racializados. Todas estas questões voltam a ecoar no século XXI, quer em movimentos sociais que reivindicam uma cidadania efectivamente igualitária, quer na discussão sobre a urgência da descolonização dos saberes e das instituições. Como ler Fanon, hoje, a partir de Portugal? Qual o papel das instituições e dos diferentes movimentos na sua recepção? Qual a relevância da sua obra para a nossa contemporaneidade, tendo em conta a complexidade das suas diferentes vertentes – anti-colonial, anti-racista, terapêutica – e a reivindicação para se “sair da grande noite” do colonialismo?
À projecção dos filmes segue-se uma conversa com convidados/as e debate.
As sessões 1 a 4 decorrem na Casa do Comum; a sessão 5 decorre no Cinema Fernando Lopes.
Os filmes são legendados em inglês.
Organização: Manuela Ribeiro Sanches, Miguel Ribeiro e Sofia Victorino, com o IHC —NOVA FCSH
>> Descarregar o programa do ciclo (PDF) <<
Sessão 1 | Sábado, 17 Janeiro, 16:00
Chroniques fidèles survenues au siècle dernier à l’hôpital psychiatrique Blida-Joinville, Abdenour Zahzah, Algeria, França, 2024, 90’
1953, Argélia colonizada. Frantz Fanon, um jovem psiquiatra negro da Martinica, é nomeado médico-chefe do Hospital de Blida-Joinville. Ao pôr em prática as suas teorias de “psicoterapia institucional”, em oposição às teorias racistas da Escola de Psiquiatria de Argel, uma guerra irrompe dentro das próprias enfermarias. Esta longa-metragem centra-se nos métodos visionários de terapia social de Frantz Fanon durante o período em que trabalhou como psiquiatra na Argélia, entre 1953 e 1956.
Conversa com Ruth Wilson Gilmore, Mina Untalan e Lucas Manarte. Moderação de Manuela Ribeiro Sanches
Fotografia: Frantz Fanon numa conferência de imprensa durante um congresso de escritores em Tunes, 1959 (Frantz Fanon Archives / IMEC)
Tempo
(Sábado) 4:00 pm - 6:30 pm
Organizador
Institute of Contemporary History — NOVA School of Social Sciences and Humanities and Casa do Comum
News
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Jan 13, 2026
Distinguished social and cultural historian from the University of Oxford
IHC dedicates film cycle to Frantz Fanon
Jan 9, 2026
Film cycle focusing on the relationship between his work and this art form
TRANSMAT publication discusses the legacies and responsibilities of Portuguese museums
Jan 7, 2026
Special supplement to the journal História, Ciências, Saúde — Manguinhos
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