setembro, 2020

Detalhes do Evento
Iniciativa organizada por Ana Cristina Martins e integrada nas Jornadas Europeias do Património 2020, sob o tema Património e Educação. Há Ciência no Museu!
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Detalhes do Evento
Iniciativa organizada por Ana Cristina Martins e integrada nas Jornadas Europeias do Património 2020, sob o tema Património e Educação.
Há Ciência no Museu!
3 obras. 3 x 30m de ciência
A atividade é limitada a inscrição prévia para acmartins@uevora.pt, com um número máximo de seis pessoas por sessão.
Programa (📎 PDF)
Placas egípcias, Frei Manuel do Cenáculo e Egiptomania
Ana Cristina Martins (IHC — Universidade de Évora)
Nas coleções do Museu, encontramos duas placas egípcias que pertencerão à coleção de Frei Manuel do Cenáculo incorporada posteriormente na Biblioteca Pública de Évora da qual é transferida para o museu em 1915. É a partir destas peças que partimos à (re)descoberta do Antigo Egipto entre finais do século XVIII e inícios do XIX, quando a contemporaneidade ocidental é marcada também por uma autêntica ‘Egiptomania’ da qual Portugal não se alheia.
Monstros, bifes ou troféus: alguns animais do Museu
Mariana Galera Soler (IHC — Universidade de Évora)
Na sala 5 do Museu são encontradas pinturas de óleo sobre tela do século XVII e XVIII realizadas na Península Ibérica.
Nestas obras, notamos a presença de alguns animais como cordeiros, pombos, pavões, coelhos etc. Mas qual o sentido destas representações? Quais os significados dos animais em tais obras e, consequentemente, como estes seres vivos eram entendidos pelas sociedades em que estavam inseridos? Nesta conversa inserida nas Jornadas Europeias do Património convidamos o público a um novo olhar sobre pinturas tradicionalmente relacionadas a
retratos, paisagens e natureza-morta.»
A importância do uso de técnicas analíticas no estudo de fitas adesivas em Desenho
Ana Cristina Machado (CHAIA e Laboratório HERCULES — Universidade de Évora)
Eduarda Vieira, Xermán F. Leis, Paulo Simões Rodrigues, Teresa Ferreira
O desenho é considerado uma das tipologias artísticas mais desafiantes do ponto de vista da salvaguarda patrimonial pelo seu cariz essencialmente preparatório, mas, sobretudo, pelos materiais usados na sua realização. O recorrente uso de fitas adesivas na reparação de pequenos rasgões, assim como para suporte e fixação destas obras, apesar de indiciar uma intenção preventiva, acarreta danos muitas vezes irreversíveis para a sua estabilidade física e fruição estética. A caracterização analítica destas obras e dos seus processos de degradação constitui, assim, um ponto de partida fundamental para o traçar de estratégias preventivas adequadas à conservação destas coleções.
Organização: Ana Cristina Martins (IHC — Universidade de Évora)
Tempo
(Sexta-feira) 11:30 am - 4:00 pm
Organizador
IHC — Universidade de Évora e Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
