Créditos
Imagens do site
HOMEPAGE – IMAGEM 1
Autor desconhecido, “Campanha de Humberto Delgado às Eleições Presidenciais de 1958”, Maio de 1958. Fotografia, preto e branco, 11,9 x 18,1 cm. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_49170 (2017-7-28). Documentos Abel Salazar / Casa Museu Abel Salazar. [link]
HOMEPAGE – IMAGEM 2
Joshua Benoliel (1873-1932), Afonso Costa no grupo dos portadores do protesto republicano às Cortes, Junho de 1906. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/001421.
HOMEPAGE – IMAGEM 3 / CRÉDITOS
Nuno Mendonça, “Primeiro de Maio de 1974: Mário Soares e Álvaro Cunhal, no meio da multidão”, 1 de Maio de 1974. Fotografia, preto e branco. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_114590 (2017-7-28). Arquivo Mário Soares / Fundação Mário Soares. [link]
HOMEPAGE – IMAGEM 4
José Maria da Costa Neves. “Planta da cidade de Lisboa, ca 1860”, ca 1860. Litografia, preto e branco, 35,30 x 57,90 cm. Biblioteca Nacional de Portugal.
HOMEPAGE – IMAGEM 5
Mário Varela Gomes, “População e militares durante o cerco ao Quartel do Carmo”, 25 de Abril de 1974. Fotografia, preto e branco. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_151075 (2017-7-28). Fundação Mário Soares. [link]
HOMEPAGE – IMAGEM 6
Júlio Santos. “Revolução de 5 de Outubro de 1910 – Acampamento das forças revolucionárias junto ao Quartel de Artilharia”, 1911. Typ. Anuário Comercial, Lisboa. Postal, azul, 9 x 14 cm. Biblioteca Nacional de Portugal.
PORQUÊ O IHC
Bernhard Stärck, Arco da Rua Augusta em Lisboa, 2016. Fotografia, cor. Pixabay [link]
MISSÃO
Joshua Benoliel (1873-1932), A revolução republicana, José Relvas proclama a República da varanda da Câmara Municipal, 5 de Outubro de 1910. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/000484.
ORGANIZAÇÃO
Autor desconhecido. “A leitura da proclamação da República na sessão inaugural das Constituintes”, 9 de Junho de 1911. Postal, preto e branco, 9 x 14 cm. Biblioteca Nacional de Portugal.
INVESTIGADORES
Menezes Ferreira (1889-1936). “Um orfeon de recrutas”, 1912. Postal, cor, 9,5 x 14,5 cm. Lisboa: Papelaria e Tipografia Guedes. Biblioteca Nacional de Portugal.
CONTACTOS
Peter Häll. “Aparelho de telefone Ericsson”. Fotografia, cor. Tekniska Museet / Digitalt Museum. Referência: TEKS0004054. Attribution (CC BY) [link]
DOCUMENTAÇÃO
Madre de Deus, Faustino José da (1773-1833), coment. aud. “Constituição, 1822”, 1823. Lisboa: Typografia Maigrense. Biblioteca Nacional de Portugal.
DOSSIER DE IMPRENSA
Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905), “Quarta Feira de Cinzas”, 1883. Páginas de “Parodia: Comedia portugueza” (N.º 7, 25 de Fevereiro de 1903, pp. 4-5). Hemeroteca Municipal de Lisboa.
GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO
GRUPO HISTÓRIA POLÍTICA COMPARADA
Autor desconhecido. Manifestação popular em Lisboa de regozijo pelo fim da II Guerra Mundial, 8 de Maio de 1945. Fotografia, preto e branco.
GRUPO ECONOMIA e SOCIEDADE
Fábrica têxtil em Portugal. Fotografias das Actividades do Plano Marshall na Europa e África ca. 1948 – ca. 1989. Arquivos Nacionais dos EUA em College Park [link]
GRUPO CIÊNCIA: ESTUDOS DE HISTÓRIA, FILOSOFIA E CULTURA CIENTÍFICA
Como Arnaldo Ressano viu os sabios do Congresso de Zoologia. Página de “O Notícias Ilustrado” – Edição Semanal do Diário de Notícias, 29 de Setembro de 1935 (Ano VIII, Série II, Nº 381). Arquivo do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
GRUPO HISTÓRIA, TERRITÓRIO E AMBIENTE
Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905), “A Ponte”, 1883. Páginas de “O António Maria” (N.º 207, 17 de Maio de 1883, pp. 156-157). Hemeroteca Municipal de Lisboa.
GRUPO CULTURA, IDENTIDADES E PODER
Autor desconhecido, Cinema São Jorge, sem data. Fotografia, preto e branco, 11,6 x 16,5 cm. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_123006 (2017-7-27). Documentos Mário e Alice Chicó – Sílvia Chicó / Fundação Mário Soares. [link]
LINHAS TEMÁTICAS
LINHA HISTÓRIAS CONECTADAS
Arquivo O Século, “Repressão sobre mulheres grevistas”, 28 de Julho de 1943. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_114905 (2017-7-28). Arquivo Mário Soares / Fundação Mário Soares. [link]
LINHA COLONIALISMO, ANTI-COLONIALISMO E PÓS-COLONIALISMO
Autor desconhecido. “Guerra Colonial: tropas coloniais no Cais da Rocha do Conde d’Óbidos”, sem data. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_114823 (2017-7-28). Arquivo Mário Soares / Fundação Mário Soares. [link]
LINHA MUNDOS PRECÁRIOS E SUSTENTABILIDADE
Autor desconhecido, “Ceifeiras no Alentejo“, 1969. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_114423 (2018-7-17). Arquivo Mário Soares / Fundação Mário Soares. [link]
LINHA MEDIAÇÕES MODERNAS
Autor desconhecido. “Malangatana durante as filmagens de “Ao menos deixem-me subir às palmeiras”“, sem data. CasaComum.org, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_116369 (2018-7-17). DMT – Documentos Malangatana / Fundação Mário Soares. [link]
LINHA USOS DO PASSADO
Rosa Cabecinhas e Alcino Cunha, “Carnaval de Podence, Portugal”, 2009. Fotografia, cores. Flickr. CC BY-SA 2.0. [link]
PROJECTOS
Autor desconhecido. Prática desportiva com atletas do Clube Internacional de Foot-Ball (C.I.F.), sem data. Arquivo Histórico do Comité Olímpico de Portugal. Referência: PT/COP/FOT/P/0001/00003.
PRÉMIOS
Autor desconhecido, Abertura dos XIV Jogos Olímpicos em Londres, 1948. Daily Herald Archive. Fonte: Flickr – National Science and Media Museum. [link]
PUBLICAÇÕES
Joshua Benoliel (1873-1932), Teófilo Braga no seu gabinete de trabalho, 1910. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/002300.
EDIÇÕES
Oliveira Martins, J.P. Portugal contemporaneo – 3ª Edição (posthuma). Lisboa: Livraria de Antonio Maria Pereira, 1895. Biblioteca Nacional de Portugal.
FORMAÇÃO
Joshua Benoliel (1873-1932), Crianças da colónia balnear, 1912. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/001463.
SOCIEDADE
FraLiss, Grafito do ícone da Revolução dos Cravos de 1974, Fernando José Salgueiro Maia, numa parede de Lisboa para comemorar o 40º aniversário deste evento, 2014. Fotografia, cor. Wikimedia Commons. CC BY-SA 3.0. [link]
NOTÍCIAS
Joshua Benoliel (1873-1932), Descarrilamento de um eléctrico que embateu contra o nº 81 da rua da Misericórdia, 3 de Março de 1910. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/002139.
OPORTUNIDADES
Joshua Benoliel (1873-1932), Corrida de automóveis e motocicletas em rampa, da Ponte Nova à Cruz das Oliveiras, 10 de Julho de 1910. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/001678.
AGENDA
Joshua Benoliel (1873-1932), Carnaval em Lisboa, 1911. Negativo de gelatina e prata em vidro, 9 x 12 cm. Arquivo Municipal de Lisboa. Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/JBN/002038.
RECURSOS
Autor desconhecido. Capa da “Ilustração Portuguesa” (2ª Série, N.º 11, 7 de Maio de 1906). Hemeroteca Municipal de Lisboa.
Pesquisa
Agenda
março, 2026
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
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Detalhes do Evento
Workshop integrado no projecto STEXEU, sobre as ligações entre a máquina da guerra, violência política e as relações de poder e subjectividade que chamamos autoritarismo.
Wars, Violence, and Authoritarianism
Como é que a máquina da guerra e a violência política se relacionam com a produção de relações de poder e subjectividade que geralmente chamamos autoritarismo? Os professores Charalambos Minasidis (University of Yale) e Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid) vão partilhar as suas reflexões sobre esta questão, baseadas num meticuloso trabalho de arquivo que os posiciona como dois dos principais especialistas nas ditaduras gregas e espanholas do século XX.
O workshop faz parte do projeto STEXEU, coordenado por Arturo Zoffmann Rodriguez.
Programa:
11h-13h: From Discrimination to Genocide: Minorities as the “Enemy Within” during the Ottoman Long War, com Charalambos Minasidis (University of Yale)
16h-18h: Chekas, la violencia revolucionaria en el relato franquista sobre la guerra civil española, 1936-1977, com Fernando Jiménez Herrera (Universidad Complutense de Madrid)
Tempo
(Terça-feira) 11:00 am - 6:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa

Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo
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Detalhes do Evento
Mesa-redonda sobre encontros clandestinos ocorreram em Lisboa durante o Estado Novo e as correntes subterrâneas que atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime — integrada no ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
Encontros clandestinos na capital da espionagem:
As relações luso-alemãs em Lisboa entre as décadas de 1940 e 1970
Que encontros clandestinos ocorreram em Lisboa, capital da espionagem entre a Segunda Guerra Mundial até aos tempos de Guerra Fria? Que correntes subterrâneas atravessaram a cidade dominada pelo carácter baço do regime de Salazar, em diferentes domínios?
É sobre estes temas, mais ou menos secretos, mais ou menos clandestinos ou subterrâneos, que nos propomos conversar na Biblioteca do Goethe Institut, no próximo dia 10 de Março, pelas 18h30, numa sessão conduzida por Manuela Ribeiro Sanches. Fernando Clara começará por nos falar das tempestades que assolaram Lisboa em Maio de 1945, bem como das missas que foram mandadas rezar pelas almas dos dois ditadores depostos, ao mesmo tempo que se celebrava a vitória dos Aliados. Vera San Payo de Lemos lembrará a censura do teatro de Brecht e o boom subsequente das suas peças nos palcos da capital da espionagem depois do 25 de Abril. Jürgen Bock evocará a visita à Caparica de Hubert Fichte na década de 1960, escritor a quem a partilha do mundo clandestino da homossexualidade permitiu um acesso único ao Portugal dessa época.
ENTRADA LIVRE
Esta conversa será complementada, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição do mais antigo thriller alemão rodado em Lisboa, Der weiße Dämon (1932), junto com um breve documentário da altura sobre esta produção, intitulado A UFA em Lisboa, parte do ciclo de cinema Lisboa, Capital da Intriga Internacional.
>> Consulte o programa completo do ciclo AQUI (PDF)
[Os horários das projecções podem sofrer alterações. Confirme sempre no site da Cinemateca]
O ciclo Lisboa, Capital da Intriga Internacional resulta de uma colaboração entre a Cinemateca Portuguesa, o Instituto de História Contemporânea (IHC) e o projecto ExPORT (baseado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, do Istituto Italiano di Cultura di Lisbona, do Institut français du Portugal, do Instituto Cervantes de Lisboa e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Tempo
(Terça-feira) 6:30 pm - 8:00 pm
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e Goethe Institut
Notícias
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