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Inauguração da exposição "Para uma timeline a haver"
Viseu
Teatro Viriato
Exposição e oficina
17 de Novembro de 2017

Um projecto / oficina / exposição com curadoria de Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins.

Construindo no Teatro Viriato uma cronologia para a dança em Portugal, PARA UMA TIMELINE A HAVER é um exercício colectivo de investigação e de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança com prática artística em Portugal nos séculos XX e XXI, com especial incidência na segunda metade do século XX.

Levado a cabo entre 2016 e 2017 e assumindo o presente como lugar de enunciação, propõe a construção singular de uma série de cronologias para a dança contemporânea em Portugal, relacionando eventos de matriz social, política, cultural, biográfica e artística – sugeridos por bailarinos, coreógrafos, críticos, técnicos, historiadores e espectadores.

Com este exercício, trata-se de sinalizar episódios que – influenciando autores, práticas e instituições – foram delineando a história da dança em Portugal, inserindo-os numa perspectiva alargada tanto das transformações pelas quais a sociedade portuguesa passou como do discurso sobre o coreográfico (e o que é ou pode ser a dança como prática artística), de modo a entrever tensões, momentos-chave e episódios emblemáticos.

 

Com contribuições de Alexandra Balona, Ana Cristina Vicente, Ana Mira, António Cascais, António Laginha, Cristina Grande, Cristina Santos, Daniel Tércio, Duarte Bénard da Costa, Elisabete Paiva, Ezequiel Santos, Gil Mendo, Joclécio Azevedo, Luísa Roubaud, Magda Henriques, Margarida Bettencourt, Maria José Fazenda, Mariana Brandão, Mariana Pinto dos Santos, Mónica Guerreiro, Paula Caspão, Rita Natálio, Sílvia Pinto Coelho, Tiago Bartolomeu Costa, Verónica Metello

 

Curadoria, investigação e edição Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins

Apoio à pesquisa Pedro Cerejo e Sílvia Pinto Coelho Design Ana Schefer e Teo Furtado

Montagem Pedro Lagoa

Produção Associação Parasita

Agradecimentos Paula Caspão, Maria José Fazenda, Daniel Tércio, Maria João Brilhante, Luísa Roubaud

Apoios Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto de História Contemporânea, Teatro Sá da Bandeira - Santarém, Tigre de Papel, Centro de Estudos de Teatro e República Portuguesa: Cultura/ DGArtes Direção-Geral das Artes

 

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