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IV Congresso Internacional Educação e Acessibilidade em Museus e Património
Lisboa, Cascais e Batalha
Museu Nacional dos Coches, Farol – Museu de Santa Marta, Centro Cultural de Cascais, Batalha, Museu Benfica – Cosme Damião
Congresso
2 a 4 de Outubro de 2017

Na sua primeira edição em Portugal, organizada pelo ICOM-Portugal com o apoio do IHC-FCSH/NOVA, este congresso tem por objectivo questionar os conceitos e métodos que têm alicerçado a educação e a formação para a acessibilidade, em particular a acessibilidade universal.

Formação para a Inclusão: A Acessibilidade Universal é exequível?

 

A última década tem assistido, nomeadamente na Península Ibérica, a um significativo aumento de interesse dos profissionais de museus e património na reflexão sobre a adopção de práticas e processos inclusivos. Resultando em parte da crescente pressão e exigência por parte da sociedade civil relativamente ao direito de fruição e participação culturais; bem como da visibilidade progressiva destas questões nos discursos académico e profissional, este interesse traduziu-se numa procura calibrada de conhecimentos e boas práticas que possam dotar os profissionais das aptidões necessárias para a implementação de uma prática inclusiva e a todos acessível, seja através da aquisição de uma formação académica em cursos de especialização e pós-graduação, seja procurando respostas a questões específicas e/ou abordagens mais generalistas no mercado da formação de curta duração. Um dos conceitos-pilar avançados no âmbito desta formação profissional formal e informal tem sido o da acessibilidade universal, ou seja, da concepção inicial de qualquer espaço e/ou programa cultural como inerentemente inclusivo desde o seu primeiro momento. Em termos de barreiras físicas, este objectivo seria facilmente atingível, fosse esse o desígnio dos respectivos donos da obra ou desenhadores – o que, argumentam os defensores da acessibilidade universal, não é, na maior parte das vezes, o caso. Mas indo mais longe, a acessibilidade universal que ultrapassa barreiras culturais, sociais, económicas, intelectuais, parece uma distante e dificilmente realizável ambição, talvez apenas ao alcance de contextos urbanos, cosmopolitas e hiper-financiados. Assim, muitos são os profissionais que, não obstante procurarem e obterem formação nesta área, se sentem num meio-caminho indefinido, já não na área do lip-service, mas não ainda na terra da acessibilidade universal plenamente conquistada e praticada.

O Congresso Internacional Educação e Acessibilidade em Museus e Património tem consolidado uma crescente importância internacional na discussão da Educação e da Acessibilidade em museus e património. A sua última edição, em 2016 levou a Espanha cerca de 150 conferencistas, oriundos de vários países, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, França, Itália, México, Portugal e Rússia. Desdobrando-se em abordagens transversais e integradoras, propondo uma reflexão multi e interdisciplinar, o Congresso acolhe representantes de museus, galerias de arte, parques naturais, órgãos da administração central, regional e local, escolas e universidades, equipamentos culturais, turismo, indústria, arquitectura e design, entre outras.

Na sua IV edição, a primeira a realizar-se em Portugal, o congresso tem por objectivo questionar os conceitos e métodos que têm alicerçado a educação e a formação para a acessibilidade, em particular a acessibilidade universal.

 

O Congresso tem três objectivos principais:

1) Fazer um ponto de situação sobre o estado da aprendizagem da acessibilidade e da inclusão, na perspectiva do ensino teórico e conceptual e da sua implementação prática.

2) Realizar um estudo formal de diagnóstico sobre ensino e formação relativo à acessibilidade aplicável a Museus e Património.

3) Identificar a aquisição de competências e boas práticas que permitam melhorar o desempenho de todos os agentes e os consequentes resultados.

 

 

Inscrição:

Estudantes e membros do ICOM:

- Até 30 de Junho – 30€
- Após 30 de Junho – 60€

Outros Investigadores e Público em Geral:

- Até 30 de Junho – 40€
- Após 30 de Junho – 80€

Voluntariado:

Gratuito. Reservado às primeiras 10 inscrições. Enviar proposta para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

Consulte o programa neste link.

 

Para questões relacionadas com registo/inscrição, ou no caso de qualquer outra dúvida ou questão, consulte A PÁGINA OFICIAL ou envie correio electrónico para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

Comissão Científica

Almudena Dominguez (Professora Catedrática, Universidade de Zaragoza)
Ana Mercedes Stoffel (Museóloga)
Antonio Espinosa (Museólogo, Director do Vilamuseu – Villajoyosa)
Inês Fialho Brandão (Museóloga, Câmara Municipal de Cascais)
Isabel Victor (Museóloga)
José Picas do Vale (Museólogo, IHC – FCSH/NOVA)
Juan Sandoval (Museólogo, Conservador de Museus da Comunidade Autónoma da Região de Múrcia)

 

Comissão Organizadora

Coordenadores:

Ana Mercedes Stoffel (Museóloga)
Isabel Victor (Museóloga)
José Picas do Vale (Museólogo, IHC – FCSH/NOVA)

Colaboradores:

Antonio Espinosa (Museólogo, Director do Vilamuseu – Villajoyosa)
Inês Fialho Brandão (Museóloga, Câmara Municipal de Cascais)
Juan Sandoval (Museólogo, Conservador de Museus da Comunidade Autónoma da Região de Múrcia)
Margarida Portela (Investigadora, IHC – FCSH/NOVA)